Blog História do Futebol Edu Cacella em 17 Nov 2008
BLOG HISTORIA DO FUTEBOL PARTE 2
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Blog História do Futebol Edu Cacella em 17 Nov 2008
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Blog História do Futebol & (BAHIA) & x2)Campeonatos Históricos Alexandre Lima em 12 Nov 2008
Torneio Início 1948:
Primeiro Jogo:
Guarany 0x1 Botafogo - Israel (Bot)
Segundo Jogo:
Galícia 0x1 Bahia - Rodrigues (Bah)
Terceiro Jogo:
Vitória 0x1 São Cristóvão - Zizo (SCr)
Quarto Jogo:
Ypiranga 0x0 Botafogo
OBS.: Vencedor do Primeiro jogo e Ypiranga.
Nos Pênaltis: Berto (Ypi) fez 3 gols e perdeu 1.
Alagoano (Bot) fez 4 gols.
Quinto Jogo:
Bahia 2x0 São Cristóvão - Fabrine e Velau (Bah)
Sexto Jogo: (Final)
Bahia 1x1 Botafogo - Tuca (Bot) e Velau (Bah)
Local: Estádio da Graça
Juiz: Mario Monteiro
Bahia: Lessa, Arnaldo e Grilo; Pedrinho, Rodrigues e Ivon; Gereco, Fabrine, Siri, Velau e Isaltino.
Botafogo: Ferraro, Jalves e Chastinet; Negrão, Amaral e Alagoano; Gilberto, Labodi, Israel, Nivaldino e Tuca.
OBS.: Botafogo Campeão nos pênaltis.
Nos Pênaltis: Alagoano (Bot) fez 5 gols.
Velau (Bah) perdeu o primeiro pênalti.
Blog História do Futebol & (BAHIA) Alexandre Lima em 12 Nov 2008
Torneio Quadrangular:
Campeonato criado pela FBDT (Federação Baiana de Desportos Terrestres) devido a paralisação do Campeonato Baiano.
Primeira Rodada:
Primeiro Jogo
Bahia 3x1 Botafogo
Data: 29/06/1948
Local: Estádio da Graça
Juiz: Antônio Bernardo Ferreira
Gols: Siri (2) e Mozart (Bah); Israel (Bot)
Bahia: Zaluar, Laranjeiras e Fidelmano; Pratts, Tourinho e Mario; Mozart, Arquimedes, Siri, Velau e Eurivaldo.
Botafogo: Mãozinha, Gregório e Carlito; Deusdeth, Cabo e Alagoano; Gilberto, Labodi, Israel, Nivaldino e Tuca.
Segundo Jogo
Galícia 4x2 Vitória
Data: 29/06/1948
Local: Estádio da Graça
Juiz: Osvaldo Souza
Gols: Breno (2), Joãozinho e Louro (Gal); Jaime e Carlito (Vit)
Galícia: Burguês, Bartlomeu e Bacamarte (Ari); Valter, Paulo e Aristides; Louro, Calado, Breno, Dino (Joãozinho) e Pajé.
Vitória: Sales, Celino e Joel (Reserva); Lilico, Mundinho e Augusto; Tombinho, Cacuá, Carlito, Jaime e Dario (Milton).
Segunda Rodada:
Primeiro Jogo
Galícia 3x1 Botafogo
Data: 02/07/1948
Local: Estádio da Graça
Juiz: Mario Monteiro
Gols: Louro (2) e Dino (Gal); Cazuza (Bot)
Galícia: Zé Binga, Bartolomeu e Bacamarte (Ari); Valter, Paulo e Aristides; Louro, Calado, Urbano, Dorival (Joãozinho) e Dino.
Botafogo: Mãozinha, Jalves e Carlito (Chastinet); Deusdeth, Prazeres e Dunga; Cazuza, Labodi, Rocha (Negrão), Mario e Tuca.
Segundo Jogo
Vitória 7x1 Bahia
Data: 02/07/1948
Local: Estádio da Graça
Juiz: Antônio Bernardo Ferreira
Gols: Carlito (3), Jaime (2), Tombinho e Dario (Vit); Gaucho (Bah)
Vitória: Sales, Valder e Lilico; Celino, Mundinho e Augusto; Tombinho, Cacuá, Carlito, Jaime e Dario.
Bahia: Zaluar, Bahiano e Laranjeiras; Mario, Tourinho e Pratts; Mozart (Gaúcho), Arquimedes, Siri, Velau e Elisio.
Pontuação:
CL Times PG JG V E D GP GC
01º Galícia 04 02 2 0 0 07 03
02º Vitória 02 02 1 0 1 09 05
03º Bahia 02 02 1 0 1 04 08
04º Botafogo 00 02 0 0 2 02 06
Obs.: O Galícia foi declarado campeão depois de ter vencido as duas partidas e o interesse muito baixo do público nos jogos.
Artilheiros:
Carlito (Vit) 04 gols;
Louro (Gal) e Jaime (Vit) 03 gols;
Breno (Gal) e Siri (Bah) 02 gols;
DIno e Joãozinho (Gal); Tombinho e Dario (Vit); Mozart e Gaúcho (Bah); Cazuza e Israel (Bot) 01 gol cada.
Fonte: Diário de Notícias, meses de junho e julho.
Blog História do Futebol & (BAHIA) Alexandre Lima em 11 Nov 2008
Campeonato Baiano de Futebol de 1938
Liga Baiana de Desportos Terrestres
Segundo Campeonato
Clubes Participantes:
Botafogo Sport Club (Salvador)
Esporte Clube Bahia (Salvador)
Esporte Clube Vitória (Salvador)
Esporte Clube Ypiranga (Salvador)
Galícia Esporte Clube (Salvador)
Primeiro Turno:
02/10
Botafogo 5x2 Vitória - Biinha (3), João Gomes e Pelágio (Bot); Mozart (2)(Vit)
09/10
Galícia 3x3 Ypiranga - Dedé, Bermudes e Palito (Gal); Didi, Novinha e Ismael (Ypi)
13/10
Bahia 4x1 Botafogo - Tintas, Jorge e Kuko (2)(Bah); Ignácio (Bot)
16/10
Galícia 3x0 Vitória - Ferreira, Palito e Moela (Gal)
23/10
Bahia 3x1 Ypiranga - Pedro Amorim e Vareta (Bah); Didi (Ypi)
06/11
Galícia 4x2 Botafogo - Moela, Hugo (Contra) e Palito (2)(Gal); Ignácio e Henrique (Bot)
10/11
Ypiranga 5x2 Vitória - Nelsinho (2), Gildo, Didi e Almiro (Ypi); Siri (2)(Vit)
13/11
Bahia 4x3 Galícia - Jorge e Pedro Amorim (3)(Bah); Capivarol, Palito e Bermudes (Gal)
15/11
Ypiranga 3x2 Botafogo - Nelsinho (2) e Almiro (Ypi); Henrique (2)(Bot)
20/11
Bahia 10x2 Vitória - Vareta (3), Marzol (3), Pedro Amorim (3) e Jorge (Bah); Mozart e Manoelito (Vit)
Classificação - Primeiro Turno:
CL Times PG JG V E D GP GC SG
01º Bahia 08 04 4 0 0 21 07 14
02º Galícia 05 04 2 1 1 13 09 04
03º Ypiranga 05 04 2 1 1 12 10 02
04º Botafogo 02 04 1 0 3 10 13 -03
05º Vitória 00 04 0 0 4 06 23 -17
Segundo Turno:
04/12
Botafogo 3x2 Vitória - Pelágio e Ignácio (2)(Bot); Mozart e Siri (Vit)
08/12
Galícia 3x2 Ypiranga - Palito (3)(Gal); Nelsinho e Novinha (Ypi)
15/01/1939
Bahia 4x1 Botafogo - Vareta, Marzol, Antenor e Kuko (Bah); Frederico (Bot)
22/01/1939
Ypiranga 3x2 Bahia - Nelsinho, Didi e Manteiguinha (Ypi); Vareta e Kuko (Bah)
26/01/1939
Galícia 4x3 Botafogo - Palito (2), Capivarol e Reginaldo (Gal); Ignácio, Biinha e Pelágio (Bot)
*** Jogo da Decisão:
05/02/1939
Bahia 5x2 Galícia
Gols: Pedro Amorim (06-09-69), Tarzan (57) e Vareta (84)(Bah); Cacuá (15) e Bermudes (88)(Gal)
Juiz: José Ferreira Lemos (RJ)
Renda: 16.140$700.
Bahia: Maia, Bahiano (Serra), Tarzan, Mário Ramos, Munt, Guga, Pedro Amorim, Marzol (Tintas), Vareta, Kuko e Jorge.
Galícia: Brandão, Carapicu, Macoco, Gradim (Cabeleira), Nevercinio, Ferreira, Palmer (Cacuá), Cachoeira, Bermudes, Palito, Capivarol e Tabaréo.
09/03/1939
Botafogo W0x0 Ypiranga
Jogos cancelados:
Galícia x Vitória
Bahia x Vitória
Ypiranga x Vitória
Classificação - Segundo Turno:
CL Times PG JG V E D GP GC SG
01º Bahia 04 03 2 0 1 11 06 05
02º Galícia 04 03 2 0 1 09 10 -01
03º Ypiranga 02 02 1 0 1 05 05 00
04º Botafogo 02 03 1 0 2 07 10 -03
05º Vitória 00 01 0 0 1 02 03 -01
O Bahia foi declarado campeão por ter mais pontos durante todo o campeonato. Já que liderava também o segundo turno.
Classificação Geral:
CL Times PG JG V E D GP GC SG
01º Bahia 12 07 6 0 1 32 13 19
02º Galícia 09 07 4 1 2 22 19 03
03º Ypiranga 07 07 3 1 3 17 15 02
04º Botafogo 06 08 3 0 5 17 23 -06
05º Vitória 00 05 0 0 5 08 26 -18
Esporte Clube Bahia (Salvador) Campeão Baiano de 1938.
Artilheiros:
Pedro Amorim (Bah) 11 gols;
Palito (Gal) 10 gols;
Vareta (Bah) 07 gols;
Nelsinho (Ypi) 06 gols;
Ignácio (Bot) 05 gols;
Marzol e Kuko (Bah); Mozart (Vit); Biinha (Bot) e Didi (Ypi) 04 gols;
Jorge (Bah); Bermudes (Gal) Henrique e Pelágio (Bot) e Siri (Vit) 03 gols;
Moela e Capivarol (Gal); Novinha e Almiro (Ypi) 02 gols;
Ferreira, Dedé, Reginaldo e Cacuá (Gal); Gildo, Ismael e Manteiguinha (Ypi);
Manoelito (Vit); Frederico e João Gomes (Bot); Tintas, Antenor e Tarzan (Bah) 01 gol cada.
Artilheiro Negativo:
Hugo (Botafogo) a favor do Galícia 01 gol cada.
Dados do Campeonato:
Período: 02/10/1938 à 05/02/1939
Campeão: Bahia
Vice: Galícia
Jogos: 16
Gols: 96
Média de Gols: 6 por partida
Maior número de pontos: Bahia, 12 pontos
Menor número de pontos: Vitória, Nenhum ponto
Maior número de gols marcados: Bahia, 32 gols
Menor número de gols marcados: Vitória, 08 gols
Maior número de gols sofridos: Vitória, 26 gols
Menor número de gols sofridos: Bahia, 13 gols
Maior número de vitórias: Bahia, 06 vezes
Menor número de vitórias: Vitória, Nenhuma vitória
Maior número de derrotas: Botafogo e Vitória, 05 vezes
Menor número de derrotas: Bahia, 01 vez
Artilheiros:
1º Pedro Amorim (Bahia) 11 gols
2º Palito (Galícia) 10 gols
3º Vareta (Bahia) 07 gols
Blog História do Futebol & ESCUDOS & (MARANHÃO) & Artigos-Gerson Rodrigues Gerson Rodrigues em 11 Nov 2008
Segue foto do jogador Vanvan do IAPE do Maranhão
Fonte: http://www.jornalpequeno.com.br/2008/11/11/Pagina91298.htm
Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Roberto Pypcak em 10 Nov 2008
Fundado em 16 de maio de 1928, o Esporte Clube Internacional nasceu como resultado de várias reuniões no extinto Café Guarany entre um grupo de jovens que praticavam o foot-ball. A primeira diretoria, segundo jornais da época era composta por Carlos Peixoto (Presidente Honorário), Romano Franco (Presidente Efetivo), Antonio Lozza (Vice-Presidente), Marcino Castilho (1º Secretário), José Sfredo Sobrinho (2º Secretário), Luiz Cechella (1º Tesoureiro), José B. Lozza (2º Tesoureiro), Francisco Callage (Orador), Victorino Pereira da Silva (Capitão Geral), Miguel Pereira Gomes, Raphael Voto, Cícero M. Fontoura, Olavo Castagna, Paulo Domingues, José Carlos Almeida, Pedro Mothcy, João Fernandes e Santos da Silva Gomes.
Existem divergências acerca da escolha do nome e da escolha das cores do clube. Segundo Olavo Castagna – um dos fundadores – em entrevista a Candido Otto da Luz, o nome foi escolhido como homenagem ao campeão gaúcho de 1927, o Sport Club Internacional de Porto Alegre. A escolha do vermelho deu-se em homenagem a outro participante da fundação, Antonio Lozza, que como bom maragato sempre usava um lenço “encarnado”.
Já segundo Nelson Gündel, ex-dirigente e ex-jogador, por sugestão de Érico Weber – um dos fundadores – o clube nasceu com as cores da bandeira alemã – preto, amarelo e vermelho. Com os primeiros sinais da Segunda Guerra Mundial, pressentindo problemas pelas movimentações alemãs, o próprio Érico sugeriu ao então presidente Antonio Lozza que o preto e o amarelo fossem substituídos pelo branco. Dessa forma, o clube assumiu as cores defendidas até hoje. Sobre o nome, Gündel diz que a opção por Internacional se deve à sugestão de Victorino Pereira da Silva, que, à época, almejava fundar um clube que superasse os ferroviários do Riograndense Futebol Clube – o mais forte da cidade até então. Como parte desta aspiração optou por um nome de maior abrangência – Internacional.
Os primeiro confrontos do Internacional aconteceram em 19 de agosto de 1928. O evento – denominado na época como baptismo colorado – foi marcado por dois jogos entre os 1ºs e 2ºs quadros entre Inter/SM e Militar Foot-Ball Club no campo do adversário. No jogo entre os 2ºs quadros, o Militar venceu por 2 a 1. Já no jogo entre os times principais o Militar venceu por 2 a 0. O plantel, com jogadores que se alternavam entre o primeiro e segundo times, era composto por Almeida, Toaldo, Juvenil, Vitorino, Ladeira, Lozza, Geraldo, Chamy, Tabica, Coelho, Oscar, João, Gomes, Moraes, Borim, Osório, Gavião Montey, Gama, Cícero, Leonardo, Diniz, Luiz e Castagna.
O primeiro gol marcado pela equipe principal aconteceu no segundo jogo. O Inter perdeu por 2 a 1 para o Gaúcho Foot-Ball Club em 30 de setembro de 1928 no campo do Prado. No entanto não há registro do autor deste gol. A equipe colorada anunciada pelo Diário do Interior para o jogo era composta por Almeida; Toaldo e Juvenil; Victorino, Ladeira e Lozza; Geraldo, Chaney, Tabica (capitão), Coelho e Oscar. O segundo time – que também perdeu por 2 a 1 para o Gaúcho – jogou com João; Gomes e Moraes; Borim, Osório e Gavião; Monty, Gama, Cícero (capitão), Leonardo e Diniz.
O primeiro registro conhecido de um autor de gol pelo time principal do Internacional é apenas do terceiro jogo – o qual marca também a primeira vitória colorada. Jango marcou os 2 primeiros gols no triunfo por 4 a 1 contra o União de Jacuhy (atual cidade de Sobradinho) no dia 25 de novembro de 1928 na casa do adversário. O colorado santa-mariense jogou com João; Nenê e Graxa; Gomes, Monte e Asbu; Gury, Gama, Jango, Ribeiro e Tabica. Os outros gols foram anotados por Monte e Ribeiro.
O primeiro jogo oficial aconteceu em 13 de maio de 1930, válido pelo Torneio Início. O Inter venceu o 7 de Setembro por 1 a 0 – gol de Tabica – no Estádio dos Eucaliptos. Na mesma data e pela mesma competição, aconteceu o primeiro Rio-Nal. O resultado de empate em 1 a 1 deu início à histórica rivalidade entre Internacional e Riograndense.
O primeiro troféu conquistado pelo colorado data de 27 de setembro de 1931. Foi em um amistoso nos Eucaliptos contra o Brasil. A vitória de 5 a 2 garantiu a taça ofertada pelos Agentes da Cia. de Seguros Sul América.
O primeiro campeonato conquistado pelo Inter/SM foi o Citadino de Segundos Quadros de 1934.
Os anos de 1940 foram os mais gloriosos no início da história colorada. Nesta década veio a primeira vitória em Rio-Nais. Navalha fez o único gol no clássico disputado em 12 de maio de 1940 na campo do Militar. A jogada do gol foi assim descrita pelo Jornal A Razão: “Iam 20 minutos de jogo na segunda fase, quando Cherubim alivia forte e Itaqui emenda para a direita. Navalha recebe e escapa pela ala, assediado por Joãosinho. O ponta colorado fecha e poucos passos além do risco branco, apezar do adversário assediá-lo, despacha o couro quase rasteiro, na esquina contrária a que se encontra Salaberri, deixando o arqueiro dos Eucaliptos completamente fora de chance. Delirou a torcida colorada e o jogo prosseguiu movimentado” (14/05/1940).
O primeiro título com a equipe principal também veio neste período. Foi o Citadino de 1942. Com a vitória de 2 a 1 sobre o Riograndense no dia 16 de agosto de 1948 no campo do Militar, o colorado quebrou uma seqüência de 7 títulos do principal rival. Os gols do título foram marcados por Ricardo e Semedo. A equipe do Inter/SM jogou com Cilso; Joãosinho e Damião; Barulho, Biga e Otacílio; Tumbia, Semedo, Maidana, Trado e Ricardo.
Em 1943, o clube começava a projetar o Estádio Presidente Vargas. A inauguração aconteceria em 1947.
No Rio-Nal de 12 de setembro de 1948 entrou em campo pela primeira vez com a camisa colorada o maior goleador da história do Inter/SM. Tarica foi um dos 5 atacantes no empate em 2 a 2 e, apesar de não marcar gols em seu primeiro jogo, até hoje é reconhecido como o jogador
Tricampeão citadino (1949, 1950 e 1951), o Internacional disputou o seu primeiro campeonato estadual de profissionais em 1954.
Após 4 anos de jejum, em 1955, tornou-se mais uma vez Campeão de Santa Maria. Após novo período sem títulos voltou a vencer o Citadino novamente em 1965 e invicto. Em 1966 tornou-se bicampeão da cidade e conquistou também o título de Campeão Regional. Este título foi marcado com a vitória de 5 a 4 nos pênaltis contra o São Paulo de Rio Grande – após empate em 1 a 1 no tempo normal. A partida foi disputada no Estádio Passo D’Areia em Porto Alegre. Dezenas de torcedores foram à capital no denominado Trem da Excursão.
Em 1968, o Inter/SM voltou a vencer o Citadino tornando-se Tricampeão Invicto (não houve Citadino em 1967). Também neste ano, pela primeira vez, o Colorado Santa-mariense subiu para a Divisão Especial do Campeonato Gaúcho. O título conquistado na Zona B do Ascenso garantiu o clube no Gauchão de 1969. Hélio Alves foi o herói do título ao marcar os dois gols da vitória contra o Grêmio Santanense no dia 06 de outubro em Sant’Anna do Livramento. Em seu primeiro Gauchão na 1ª divisão, o clube fez uma boa campanha, mas não passou da primeira fase.
No dia 14 de fevereiro de 1971, na derrota por 1 a 0 para o Pelotas na Boca do Lobo, estreou pelo Internacional Luiz Alberto Salenave, o Donga, que viria a se tornar o jogador a mais vezes atuar pelo Colorado Santa-Mariense.
Em 1973 o Internacional alcançou o 3º lugar na Copa Governador do Estado e em 1974 conquistou o Citadino.
Em 17 de dezembro de 1979, com a vitória sobre o Estrela por 1 a 0 (gol de Hélio Oliveira na prorrogação) no Presidente Vargas, o Internacional conquistou o título da Copa Governador do Estado.
Pela primeira vez o Inter/SM classificou-se para disputar uma competição nacional. Com o bom desempenho no Gauchão de 1980 (3º lugar no Hexagonal), a equipe colorada classificou-se à Taça de Prata de 1981, espécie de 2ª divisão do Campeonato Brasileiro. Ainda pelo Gauchão de 1980, em um jogo contra o Guarany de Bagé, Guinga marcou o gol mais rápido da história dos Gauchões, abrindo o placar para o Internacional logo aos 9 segundos de jogo.
A participação na Taça de Prata foi modesta, ficando de fora ainda na primeira fase em um grupo que também o Palmeiras de São Paulo. No entanto, a participação no Gauchão de 1981 foi excepcional e o clube terminou a competição em terceiro lugar, garantindo assim presença na Taça de Ouro de 1982 (1ª Divisão Nacional). A campanha no Gauchão foi tão boa que, no Hexagonal final, o Colorado conquistou 2 vitórias e 2 empates nos quatro jogos contra a dupla Gre-Nal. O título de Campeão do Interior veio no último jogo com a vitória por 1 a 0 (gol de Valdo) contra o São Borja no Presidente Vargas.
Na Taça de Ouro de 1982, a equipe ficou em terceiro lugar na primeira fase e classificou-se para a etapa seguinte. Compôs o grupo J juntamente com Operário (MS), América (RJ) e Vasco da Gama (RJ). Jogou no Maracanã em 06 de março, perdendo para o América por 3 a 0. Apesar de não se passar à 3ª fase teve momentos marcantes como a goleada de 3 a 0 (gols de Robson, Toninho e Valdo) contra o Vasco de Mazaropi, Rondineli, Cláudio Adão e Roberto Dinamite em 25 de março.
Em 1983 o Inter/SM conquistou o Troféu Centenário do Jornal A Razão vencendo o Riograndense por 2 a 0, gols de Chicota. Este jogo marcou a despedida de Donga que, com 579 jogos, ainda é o jogador que mais vezes vestiu a camiseta do Internacional. No mesmo ano, o time feminino Colorado conquistou o Título do Interior.
Em 1984, após uma seletiva gaúcha, conquistou vaga na Taça CBF (2ª divisão do Campeonato Brasileiro). Chegou às semifinais, quando enfrentou o Remo do Pará. Porém, com um empate e uma derrota acabou ficando em 3º lugar na competição. Neste mesmo ano, pela primeira vez, o Inter/SM venceu o Grêmio no Estádio Olímpico. No dia 03 de setembro, em jogo válido pelo Gauchão, fez 1 a 0 com gol de Rogério aos 46 minutos do segundo tempo.
O Internacional de Santa Maria teve em sua história uma presidente. Foi Sirlei Dalla Lana, eleita em 26 de março de 1985. Ela foi a primeira mulher a dirigir um clube profissional de futebol no Brasil.
Em 1987, o clube voltou a conquistar a Copa Governador do Estado, ao vencer por 1 a 0, gol de Bira, o Novo Hamburgo no Estádio Santa Rosa.
Após ser rebaixado em 1989 e perder injustamente a vaga no Ascenso em 1990, o Inter/SM venceu a Série B em 1991 com grande campanha. Obteve o maior número de pontos ganhos, maior número de vitórias, melhor ataque, defesa menos vazada, goleiro menos vazado e menor número de derrotas. O título veio na Batalha de Sarandi. Após a vitória de 1 a 0 contra o Ipiranga daquela cidade (gol de Cássio), jogadores do adversário transformaram o campo em campo de batalha ao tentar agredir jogadores e comissão técnica santa-marienses.
Em 1995, o Internacional voltou a vencer o Citadino. Na disputa com o Riograndense foram dois jogos. Empate no primeiro jogo em 1 a 1, com gol colorado marcado por João de Deus – clássico apitado pela árbitra Ivani de Gregori. No segundo jogo – apitado por Sônia Tavares – vitória por 1 a 0, gol de Rogério.
Entre os anos de 1995 e 1997 o clube disputou a Série B do Gauchão. O ascenso mais um vez foi conseguido com uma vitória por 1 a 0, desta vez com gol do artilheiro Badico contra o São Paulo de Rio Grande na Baixada Melancólica em 05 de abril. Com este resultado o Inter/SM garantiu antecipadamente o seu retorno à elite do futebol gaúcho.
Em 28 de julho de 1999 estreou no Internacional o atacante Josiel – 1 a 1 contra o Pelotas na Boca do Lobo em jogo válido pela seletiva para o Brasileiro da Série C. Neste ano, o clube conquistou a Taça Santa Maria. O título foi decidido em 4 Rio-Nais. Depois de dois empates (0 a 0 e 1 a 1) e uma vitória para cada lado (2 a 1 para o Internacional e 1 a 0 para o Riograndense), o título foi decidido em cobranças de pênaltis: 4 a 2 para o Inter/SM campeão.
Entre 2000 e 2007 o clube disputou a Série B do Campeonato Gaúcho. Desde a primeira participação na Divisão Especial do futebol gaúcho – em 1968 – foi o maior período longe do convívio com os grandes do Rio Grande do Sul. Nesse período o clube chegou a trocar de nome – passando a ser chamado de Santa Maria Esporte Clube – mas logo voltou a ser denominado E. C. Internacional.
O objetivo de retornar à Série A em 2008 – ano dos 80 anos do clube – foi alcançado na última rodada da Série B 2007. Após o segundo lugar na primeira fase e a liderança na segunda, o Colorado começou o Octogonal Final com um empate (1 a 1 com o Ypiranga em Erechim) e duas vitórias (3 a 0 no Rio Grande em casa e 3 a 1 no Grêmio Bagé na cidade da fronteira). No primeiro turno ainda teve duas derrotas (1 a 0 para o Santo Ângelo e 1 a 0 para o Pelotas), um empate (1 a 1 com a Sapucaiense) e uma vitória (2 a 1 no Ipiranga de Sarandi). O segundo turno começaria com uma vitória contra o Ypiranga por 3 a 1 no Presidente Vargas, mas continuaria com 4 resultados negativos: derrota por 2 a 1 para o Rio Grande e empates em casa em 1 a 1 contra Grêmio Bagé e Santo Ângelo. Tais resultados fizeram com que o Inter/SM tivesse que buscar vitórias nos 3 jogos que restavam, sendo 2 fora de casa. E o Colorado o fez. Na 12ª rodada venceu a Sapucaiense por 1 a 0 com gol de Marcelo em Sapucaia do Sul. Na rodada seguinte foi a Sarandi e venceu o time da casa também por 1 a 0, gol desta vez marcado por Fabinho. Tornava-se necessária então apenas uma vitória simples para o retorno à Série A.
No dia 29 de setembro de 2007, em um Presidente Vargas lotado, Inter/SM e Pelotas alinharam-se para determinar quem subiria à elite do futebol gaúcho no ano seguinte. O Internacional, treinado por Bebeto Rosa, entrou em campo com Luciano; Aládio, Alex e Cirilo; Rangel, Polaco, Paulo César, Chiquinho e Fabinho; Marcelo e Alê Menezes – Alexandre Veiga, Edinho e Flaviano entrariam mais tarde. O primeiro gol da partida foi marcado por Cirilo, após cobrança de escanteio de Chiquinho logo aos 10 minutos da primeira etapa. No início do segundo tempo, em mais uma bola parada, Chiquinho, novamente, cruzou e Alê Menezes (goleador da equipe na competição) cabeceou para o fundo das redes. O Pelotas ainda descontou com Michel, mas, apesar da pressão do adversário, o Internacional conseguiu efetivar a vitória que garantiu o cumprimento do principal objetivo da temporada.
A reestréia no Gauchão Série A aconteceu em uma tarde quente de verão contra o badalado Internacional de Porto Alegre. Em um Presidente Vargas totalmente renovado e lotado, o resultado foi empate: 2 a 2 em um jogo movimentado que teve como artilheiros pelo lado santa-mariense Alê Menezes e Jean Michel.
Após a estréia, o Inter/SM alcançou e manteve a liderança por várias rodadas, perdendo a invencibilidade apenas na primeira rodada do segundo turno, na derrota por 1 a 0 para o São José em Porto Alegre. Ao final da primeira fase, ficou em segundo lugar com 26 pontos em 14 jogos (7 vitórias, 5 empates e 2 duas derrotas).
Nas quartas-de-final enfrentou a Sapucaiense em dois jogos. Após perder em São Leopoldo pelo placar de 2 a 1 (com Anderson Bill descontando aos 49 do segundo tempo), o colorado venceu a equipe metropolitana pelo placar de 2 a 0 (gols de Anderson Bill novamente e Alê Menezes).
Nas semifinais foi a Caxias do Sul e venceu o Juventude em pleno Alfredo Jaconi. João Paulo fez o único gol em uma partida que teve como grande destaque o goleiro Goico. Apesar de poder até empatar no jogo de volta, o Inter/SM acabou derrotado no Presidente Vargas por 4 a 2 (com Chiquinho e Jean Michel marcando para o colorado). Apesar da eliminação, o saldo foi positivo com a torcida incentivando do início ao fim, aplaudindo os jogadores ao final do jogo e a vaga à Série C do Campeonato Brasileiro 2008 garantida.
fonte: site do clube
Blog História do Futebol Edu Cacella em 10 Nov 2008
Amigos apresento a vocês o Guilherme Nascimento, novo candidato a membro fixo, ele é pesquisador do Santos e do futebol brasileiro.
Blog História do Futebol Edu Cacella em 10 Nov 2008
Blog História do Futebol & ESCUDOS & (SANTA CATARINA) & Artigos-Michel McNish Michel McNish em 10 Nov 2008
Blog História do Futebol & Artigos da Semana 2008 Edu Cacella em 10 Nov 2008
RESULTADO FINAL
1°A verdadeira história do Adrianino!!!, de Diogo Henrique 13 votos
2°Memória do Futebol Paraense - Tuna Luso, de Juvando Oliveira 10 votos
3°FLUMINENSE DE FEIRA “ O TOURO DO SERTÃO” DEU OLÉ NOS ANOS DE 1963 E 1969 NO FUTEBOL DA BAHIA - Galdino Antonio Ferreira da Silva 08 votos
4°Ferroviária de Eng° Paulo de Frontin-Diogo Henrique 06 votos
5°OS ARTILHEIROS DO CAMPEONATO CARIOCA DE 1947 - José Ricardo Almeida 04 votos
6°Jogo mais longo em Santa Catarina de Adalberto Kluser 03 votos
7°Escudos Ineditos MS - Roberto Saraiva 02 votos
8°S ARTILHEIROS DO CAMPEONATO CARIOCA DE 1947 - José Ricardo Almeida 01 voto
-ELES JOGAVAM COM A 8! MAIS TINHAM A GENIALIDADE DOS CAMISA 10 , de Galdino A.F.Filho 01 voto
-Times base do Campeonato Brasileiro em 1971 de Rodolfo Stella. 01 voto
-Quebra de um mito!, de Diogo Henrique; 01 voto
-Geraldo José de Almeida narrador da copa de 70 -Gil Maluf 01 voto
Blog História do Futebol & (RONDÔNIA) & Artigos-Michel McNish Michel McNish em 10 Nov 2008
O árbitro Evanildo da Costa Steele morreu, na tarde de sábado, após sofrer um ataque fulminante do coração, quando trabalhava em um jogo de um campeonato amador, em Porto Velho (RO).
O juiz estava acompanhando um lance quando caiu, desacordado. Ele ainda foi levado para o Hospital João Paulo, mas não resistiu.
Steele era assistente da Confederação Brasileira de Futebol e na última quinta-feira hav ia trabalhado no jogo Rio Branco 4 x 2 Guarani, pela Série C do Brasileiro.
Fonte: DC
Artigos-Augusto Neves Augusto Neves em 09 Nov 2008
Blog História do Futebol & x4) Federações & x9) CURIOSIDADES Andre em 09 Nov 2008
Blog História do Futebol & x15) O Mundo é uma bola!!! & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 09 Nov 2008

“Sport Clube Salgueiros 08
2008
Complexo S.C. Senhora da Hora – 3000
Porto
Distrital da A.F. do Porto
Nota: Este clube, foi criado este ano para dar continuidade ao futeboL do Sport Comércio e Salgueiros.
O Sport Comércio e Salgueiros, dado estar com problemas financeiros, não pode inscrever jogadores para o futebol, no entanto continua com outras modalidades entre elas o pólo aquático que é a melhor equipa Portuguesa.
Então criaram este clube só para o futebol, está nos estatutos do novo clube, que logo que a situação se resolva e que o Sport Comércio e Salgueiros, possa praticar futebol o Sport Clube Salgueiros 08, seré extinto.”
Artigos-Rodolfo Stella Rodolfo P. Stella em 09 Nov 2008
Blog História do Futebol Adalberto Kluser em 08 Nov 2008
No dia 18 de janeiro de 1959 ocorreu a partida mais longa na história do campeonato estadual de Santa Catarina.
O Campeonato Catarinense de 1958 foi disputado em sistema eliminatório com os vencedores de ligas regionais (estilo Copa do Brasil).
Um dos confrontos foi entre Figueirense e Marcílio Dias. O time de Florianópolis perdeu o primeiro jogo em Itajaí por 4 a 1 e precisava de duas vitórias no jogo de volta: tempo normal e prorrogação.
Vitória do Figueirense por 2 a 0. Na primeira prorrogação de 30 minutos houve empate sem gols. O regulamento determinava nova prorrogação de 15 minutos. Nada de gol.
Novo tempo extra de 15 minutos: 0 a 0. Os jogadores estavam exautos, mas tiveram que jogar mais 15 minutos sem conseguir balançar as redes.
Dirigentes da Federação e dos clubes, devido ao adiantado da hora, resolveram marcar uma partida extra.
Foram, pelo menos, 165 minutos de futebol.
No jogo de desempate disputado em Blumenau, dia 21 de janeiro, o Marcílio Dias venceu por 2 a 1.
O Estadual foi decidido entre Hercílio Luz de Tubarão (campeão) e Carlos Renaux de Brusque. O jogo final ocorreu no estádio Adolfo Konder em Florianópolis.
Fonte: pesquisa do autor
Blog História do Futebol & (BAHIA) & x7) Perfis & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 07 Nov 2008
O Fluminense de Feira de Santana, segunda maior cidade do Estado da Bahia, foi o primeiro clube do interior baiano a disputar o campeonato de futebol profissional no ano de 1954. Fundado em 01 de janeiro de 1941 como clube amador o “Touro do Sertão” assim como é chamado aqui na Bahia viveu as suas primeiras glorias no amadorismo local nos anos de 1947 e 1949 quando venceu o campeonato feirense de futebol amador.
No ano de 1954 o clube foi convidado para disputar o campeonato baiano de profissionais, sendo o primeiro clube fora da capital baiana a participar do torneio, logo na estréia um empate em 1 a 1 com o Vitória campeão de 1953 em plena Fonte Nova. No ano de 1956 o time surpreendeu logo na primeira partida vencendo o Bahia por 1 a 0 em plena Fonte Nova, depois de um bom inicio a equipe caiu de rendimento e terminou o turno na quarta colocação, já no segundo turno a equipe veio com a corda toda e venceu o returno o que levou a fazer a final com o Bahia numa melhor de quatro pontos a equipe perdeu o titulo para o tricolor da capital por 2 a 0, mais mostrou seus cacos e os chifres afiados, a boa equipe daquele ano era formada por Periperi, Eduardo e Valdir; Maneca, Bueiro e Amorim; Raimundinho, Valter Vieira, Elías, Fontoura e Gilberto.
Nos anos seguintes apesar de manter um time base as campanhas foram razoáveis no ano de 1963 a equipe preparou um time forte com bons jogadores do campeonato intermunicipal e alguns jogadores remanescentes do time de 56, a base era com: Mundinho; Misael, Zé Oto, Onça e Nico; Veraldo e Neves; Mario, Chinesinho, Renato e Macalé com um começo arrasador com seis vitórias nas primeiras 6 partidas a equipe levou o primeiro turno de forma invicta, o segundo turno a equipe teve uma queda de rendimento devido a uma excursão a Sergipe quando a equipe venceu as equipes do Sergipe por 3 a 2, o Cotinguiba por 5 a 0 e o Confiança por 4 a 1 o que atrapalhou a equipe mais como o campeonato só veio a ser decidido em 1964 quando o Fluminense enfrentou o Bahia, assim como na final de 56 a revanche desta vez teve um desfecho favorável ao Touro do Sertão, numa melhor de três após dois empates 0 a 0 em Salvador, 1 a 1 em Feira a equipe mostrou o seu valor e derrotou o Bahia em plena Fonte Nova por 2 a 1 com dois gols de Renato o herói da tarde com mais de 21.000 pagantes.
Foram 19 jogos com 10 vitórias, 05 empates e 04 derrotas, o ataque marcou 23 gols e a defesa sofreu 19, Renato com 8 gols foi o goleador da equipe.
Depois de campanhas regulares nos anos de 64, 65, 66 e 67 a equipe voltou a mostrar um bom futebol na temporada de 1968, quando trouxe do Flamengo alguns jogadores como Sapatão, Merrinho e Mario Braga a equipe chegou a final com o Galicia após um empate em 0 a 0 o time feirense ficou com o vice-campeonato. No ano seguinte com mais alguns reforços vindos do Flamengo e com Freitas no comando do ataque um verdadeiro timaço que encantou os baianos por onde se apresentava, o Estádio Jóia da Princesa sempre com casa cheia com medias de 9.000 pessoas por jogo a capacidade era de 10.000 nesta época: Ubirajara; Ubaldo, Sapatão, Mario Braga e Nico; Merrinho, Delorme e Robertinho; João Daniel, Freitas e Marco Chinês a equipe sobrou neste ano, só o ataque marcou 61 gols, foram 20 vitórias em 32 jogos e apenas 03 derrotas, o título veio de forma antecipada com uma vitória sobre o Vitória por 1 a 0 com gol de Freitas aos 27º do segundo tempo o Touro do Sertão levantou a taça de campeão baiano de 1969 o vice ficou com o Galicia no troco do tricolor da Princesa do Sertão, aquela tarde de 05/10/1969 entrou para a história do futebol baiano, pois além de ser a única equipe do interior a vencer a competição até então, fato somente quebrado pelo Colo-Colo de Ilhéus que foi a segunda equipe do interior a ser campeão e de quebra interrompeu uma seqüência da dupla Ba-Vi que vinha ganhando todos os campeonatos desde 1970, portando o Fluminense de Feira era a única equipe sem ser Bahia ou Vitória a ganhar o torneio principal do futebol da Bahia, do elenco Ubirajara, Sapatão, Merrinho, João Daniel e Mario Braga vieram do Flamengo, Freitas que fora revelado pelo rival da cidade o Bahia de Feira foi o artilheiro da equipe e da competição com 22 gols ao lado de Tanajura do Jequié.
Particularmente eu tive o prazer de conhecer Ubaldo lateral direito campeão em 69 que teve uma passagem pelo Flamengo, Bahia e Sport, onde inclusive marcou um dos gols mais rápido dos campeonatos brasileiros, Mundinho goleiro campeão em 63 e reserva em 69 e Merrinho que hoje é radicado na Bahia e treinador de várias equipes do nosso futebol local, além de Sapatão com quem tive o prazer de trabalhar fazendo peneiras para o Sport Camaçariense segundo eles aquele tive era muito técnico era difícil encarar o Touro Bravo do Sertão em qualquer local o time era afinado regido por João Daniel e Delorme no meio campo, na frente Freitas e Marco Chinês faziam tremer qualquer defesa o Ideal de Santo Amaro sofreu 12 gols em duas partidas em dois massacres 7 a 0 e 5 a 1, encarar o nosso time de maneira de igual para igual era suicida deu gosto jogar num time assim me disse Merrinho, já o finado Ubaldo falava-me da capacidade de reação do time principalmente contra a dupla Ba-Vi e as arbitragens tendenciosas que existiam aos extremos na época “não adiantava o homem de preto querer melar, jogávamos o fino da bola e muitas vezes a torcida de Bahia e Vitória nos aplaudiam ai não tinha como meter a mão.” “Tanto que depois do campeonato alguns jogadores do nosso time foram para o Bahia como João Daniel, Delorme e Mario Braga, eu fui para o Santa Cruz e vim para o Bahia em 1972.
Depois de 1969 o Flu de Feira voltou a chegar nas finais do Baianão nos anos de 1990 e 1991 quando terminou em segundo lugar perdendo respectivamente para Vitória em 90 num jogo conturbado que teve falta de energia no intervalo depois de uma forte chuva, o Vitória não voltou para o segundo tempo e mesmo assim ficou com a taça e em 91 perdeu o jogo final para o Bahia por 3 a 0.
O Fluminense de Feira é um patrimônio do futebol da Bahia, seus feitos neste texto mostram o quanto a sua tradição e grandeza não só do clube mais da cidade que é a segunda maior do estado que pode-se com organização força de vontade de termos novamente um Fluminense forte que volte a disputar títulos e empolgar a cidade “O Touro do Sertão” é a maior força da cidade e se a nova diretoria se modernizar e administrar o futebol como um negócio certamente a povo feirense poderá a viver os tempos de glórias no futebol baiano.
Fontes: Texto Galdino Silva
Pesquisas: Site do Fluminense de Feira
Site Granadeiros Azulinos
Blog História do Futebol & (RIO DE JANEIRO) Diogo Henrique em 07 Nov 2008
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 07 Nov 2008
A Rádio Panamericana colocou no ar a narração forjada, causando desespero na torcida são-paulina.
Segundo a ” trasnsmissão ” , o juiz roubava descaradamente para os italianos que ” jogavam ” pesado, agredindo os brasileiros. Hélio Ansaldo frisa: ” Foi criado todo um clima contra o Milan e contra o juiz, e esse clima foi o que fez com que o São Paulo estivesse perdendo de 4 a 0.
Aí ” caiu a linha ” . Muitos desligaram o rádio antes do final da transmissão fictícia.
Já no Bixiga, bairro de imigrantes italianos, os torcedores comemoraram a vitória do Milan.
O segredo da gravação fora tão bem guardado que nem Consuelo Viegas de Almeida, espos de Geraldo José, sabia da verdade. Ela nos contou que um irmão do locutor, Sebastião José de Almeida, são-paulino roxo, até se sentiu mal durante a irradiação.
Aurélio Campos, que estava no estádio do Pacaembu narrando um jogo pelo Campeonato Paulista por uma emissora concorrente, protestou, exaltado, e disse que o governo, os deputados, “seja lá quem fosse” , deveriam tomar providências, por ser um absurdo o São Paulo ter se submetido a esse vexame de apanhar de 4 x 0, desmoralizando o futebol brasileiro.
Paulo Machado de Carvalho Filho assinala que no dia seguinte alguns jornais brasileiros, principalmente de outros estados, publicaram matéria ” como se o jogo fictício realmente tivesse havido “. Com o cuidado de guardar as devidas proporções, ele compara o episódio à falsa invasão dos Estados Unidos pelos marcianos, programa de rádio de Orson Welles, em 1938, que provocou pânico nos norte-americanos.
Quando a Panamericana informou que se tratava de uma brincadeira do ” Dia da Mentira ” , os jornais se dividiram: os que deram o resultado criticaram a emissora; os que não deram o resultado divertiram-se com a “barriga” dos concorrentes. Quatro dias depois o Diário Popular estampo manchete de sua página de esportes: ” Agora, não é Primeiro de Abril….” o jornal noticiava que o São Paulo perdera para a seleção da cidade de Bruxelas por 2 x 1.
A brincadeira da Emissora de Esportes serviu para comprovar que depois do rádio ter iniciado as transmissões diretas, os jornais passaram a utilizar as informações radiofônicas , numa inversão da época da “gilete press”.
fonte: livro O Rádio Esportivo em São Paulo
Blog História do Futebol & (RIO DE JANEIRO) Diogo Henrique em 07 Nov 2008
Blog História do Futebol Roberto Saraiva em 07 Nov 2008
Pessoal, para quem quer mais informações sobre escudos espanhóis seguem estes sites, contém todas as divisões, além dos escudos antigos e das equipes que se fundiram ou deram origem aos clubes atuais. A maioria dos escudos está em altíssima resolução.
http://www.telecable.es/personales/ajnosti1/
http://www.insigniasdefutbol.com/
http://www.telecable.es/personales/obgalu/Escudos.htm
http://www.geocities.com/pinespana/webmaster.html
http://www.terra.es/personal2/cijeco/
http://www.geocities.com/pinsfutbol/
http://grupoxvi.wordpress.com/2008/06/04/comillas-club-de-futbol/
http://futbol63.iespana.es/
http://www.futbolme.com/futbol/0809/7/equipos.asp
http://www.futbolinspain.com/
Blog História do Futebol Roberto Pypcak em 07 Nov 2008
Em 2009, ano em que completa 20 anos de existência, o departamento de marketing do jovem São Caetano resolveu reformular seus principais símbolos. Foram acrescentadas três estrelas ao escudo, referentes aos títulos Paulista de 2004, campeão paulista da série A-2, em 2000, e campeão paulista da série A-3 (1991 e 1998).

Porém, o torcedor mais tradicional vai levar um susto mesmo é com a nova mascote do time do ABC. Sai o ingênuo passarinho azul de sorriso carismático no rosto para a entrada de uma ave bastante diferente.
O pássaro azulado continua, mas parece que depois de dois vices-campeonatos brasileiros (2000 e 2001) e um vice-campeonato da Libertadores (2002) o trauma foi grande demais, e a ave perdeu toda a sua inocência, ganhando um aspecto bem mais agressivo. O novo desenho tem traços mais modernos e um semblante determinado, que mais parecem saídos de um desenho de super-heróis.

Segundo a assessoria de imprensa do clube, a mascote leva características mais atuais do time do ABC, “temida pelos adversários pelo seu poderio na marcação e determinação no ataque. Sem deixar a simpatia de lado, o Azulão entra numa nova fase, de evolução da espécie, com objetivos de voltar a alçar vôos cada vez maiores”.
fonte:UOL Esporte
Blog História do Futebol & g2 Conmebol & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 06 Nov 2008
Blog História do Futebol & g2 Conmebol & x15) O Mundo é uma bola!!! & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 06 Nov 2008
Blog História do Futebol & x) Campeonato Fluminense de Profissionais Diogo Henrique em 06 Nov 2008
Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 06 Nov 2008
1941 - GOYTACAZ CAMPEÃO - Os resultados do time campeão: Goytacaz 6x1 Rio Branco; Goytacaz 3x2 Aliança; Goytacaz 5x3 Itatiaia; Goytacaz 2x2 Campos; Goytacaz 3x1 Americano; Goytacaz 4x1 Industrial; Goytacaz 3x1 Rio Branco; Goytacaz 2x4 Aliança; Goytacaz 4x2 Itatiaia; Goytacaz 6x1 Campos; Goytacaz 3x3 Americano e Goytacaz x Industrial sem resultado. O time campeão: Bulau; Violeta e Capeta; Heraldo, Moacir e Valdir; Vavá, Geraldo, Tom Mix, Rebolinho e Manoel.
Fonte: Paulo Ourives
Blog História do Futebol & Artigos-Jose Ricardo Almeida & c 4 Rio de Janeiro-Dados Históricos Jose Ricardo Almeida em 06 Nov 2008
Blog História do Futebol & (PARAÍBA) & Artigos-Gerson Rodrigues Gerson Rodrigues em 06 Nov 2008
Blog História do Futebol Juvando Oliveira em 05 Nov 2008

A Tuna Luso foi fundada no dia 1º de janeiro de 1903, por vinte e um portugueses, radicados em Belém, com o objetivo de difundir e perpetuar a cultura musical portuguesa. Foi inicialmente chamada de Tuna Luso Caixeiral, pelos seus fundadores portugueses, que tinham como ocupação vendedores viajantes (caixeiros). Posteriormente, em 1926, foi denominada de Tuna Luso Comercial e por fim, em 1968, como Tuna Luso Brasileira.
O início da Tuna Luso
Foi com a visita do cruzador português Dom Carlos à cidade de Belém, em 1902, que um grupo de portugueses, liderados por Manuel Nunes da Silva, decidiu fundar um grupo musical para perpetuar as músicas da terra distante, Portugal. Assim, nascia a Tuna Luso, que significa conjunto musical (Tuna) português (Luso). Por serem todos comerciários, na época chamados de caixeiros, adotou-se o nome de Tuna Luso Caixeiral. No dia 1º de janeiro de 1.903, era oficialmente fundada por 21 bravos portugueses.
Taça 5 de Outubro
Em 1915, por iniciativa de Francisco Vasquez é fundado o futebol cruzmaltino. Era um time caseiro e não era filiado à Liga. Por ser bastante competitivo, o time participava de vários jogos com outros times, principalmente em datas históricas. E é nos festejos de 5 de outubro que a colônia portuguesa promoveu um jogo entre a Tuna Luso e o Grêmio Luzitano. Com uma simples vitória, 1x0, a Tuna Luso ganhou o seu primeiro troféu futebolístico. A partir deste feito, começaram os trabalhos para a Tuna participar da liga profissional de futebol, sob o comando do grande Francisco Vasquez, como a inauguração do Estádio Cruzmaltino, em 1935.
O primeiro campeonato paraense invícto
Após 04 anos do início de sua participação no campeonato paraense, a Tuna Luso, agora Comercial, montou um time poderoso para ganhar o seu primeiro campeonato. Contando com craques como Aldomário, Jango, Mattos, Pitota e o goleiro Licínio, a Tuna Luso jogou 08 partidas , sendo 06 vitórias e 02 empates. Marcou 37 golos e sofreu apenas 12. Com goleadas sobre os extintos Júlio César (8x1 e 8x0) e Nacional (6x0), a Tuna Luso decidiu o campeonato com o Paysandu, ganhando com o placar de 2x1, com os golos de Jango. O time sagrou campeão com Licinio, Setenta, Cinco, Aldemário, Pellado, Setenta e Sete, Lulu, Conega, Jango, Pitota e Patesko.
1938 - O Bi-campeonato
Para este ano, a Tuna Luso Comercial manteve o time base da conquista anterior, e ganhou o título por antecipação. Assim, não jogou as partidas finais com o Clube do Remo e o Paysandu. Fez 07 partidas, ganhando 06 e perdendo apenas uma. Fez 30 golos e sofreu apenas 12. Foram várias vitórias com goleadas, sobre o Júlio César (7x1), Clube do Remo (5x3), Transviário (4x0). Nesta época o Paysandu tinha o Quarenta, mas o placar foi 3x2 para o time cruzmaltino. Com a vitória sobre o Nacional (3x2) a Tuna Luso sagrou-se campeã por antecipação, jogando com Bubu, Setenta, Cinco, Aldomário, Pio, Marcelo, Lulu, Conega, Pinhegas, Pitota e Mattos.
1941 - Mais um campeonato invícto
Com a orientação de Acácio Almeida, a Tuna Luso consegue mais um título invicto e neste mesmo ano os campeonatos do Torneio Início e 2ª Divisão. Tendo como advérsários o Clube do Remo, campeão da temporada anterior e o Paysandu, chamado pela imprensa de “Esquadão de Aço”, a Tuna Luso ganhou o campeonato com 07 vitórias e 02 empates, ambos com o Clube do Remo (3x3 e 1x1). Marcou 48 golos e sofreu apenas 09. Seu maior destaque era o goleiro Simeão, sem falar do ataque que fazia tremer qualquer defesa. Tiveram goleadas homéricas, contra o Júlio César (13x0) e Marco (14x1). O time ” Esquadrão de Aço” perdeu as duas partidas (3x0 e 3x2) e em uma das partidas com o Clube do Remo, a arbitragem, em jogo tendencioso, expulsou o goleiro Simeão, com a partida terminada em 1x1 e que o time cruzmaltino não jogou todo o tempo regulamentar. O campeonato veio com o jogo contra o extinto Transviário, que perdeu de 5x0. A Tuna jogou com Simeão, Bereco, Cinco, Chiquinho, Pio, Setenta, Monard, Lulu, Conegas, Pitota e Poeira.
1948 - Campeã Terra e Mar
Com a equipe praticamente desfeita, desde o último campeonato, somente com Bereco, a Tuna Luso montou um time aguerrido em que destacavam-se o goleiro Dodó, China, Juvenil, Teixeirinha e Daniel , quinteto este inesquecível para a Tuna. Foram 11 partidas, com 08 vitórias, 01 empate e 02 derrotas. Marcou 25 golos e sofreu 13. O Clube do Remo foi vítima de goleada de virada. Após ter levado 03 golos, a equipe cruzmaltina virou e fez 05. O Paysandu também perdeu de goleada com o placar de 4x1. No returno, após a vitória de 2x0 sobre Clube do Remo, a Tuna Luso ganhou o título por antecipação. No último jogo com o Paulista, o placar foi de 1x1. A Tuna despediu-se do campeonato com os campeões: Dodó, Sabá, Conde, Totinha, Nonato, Biroba, Juvenil, China, Palito, Teixeirinha e Daniel. Neste mesmo ano a Tuna Luso sagrou-se também campeã de regatas.
1949 - Torneio Rainha Guilhermina (Suriname)
Convidada especial para participar do Torneio Continental, festivo à Rainha Guilhermina da Holanda, no Suriname, a Tuna Luso jogou com times da Holanda e das outras Guianas. Iniciou a competição ganhando por 4x1 do M.V.V. Em seu próximo jogo, contra o Selecionado do Suriname mais uma vitória, deste vez por 2x0. O novo adversário da Tuna Luso foi o time Robin Hood que perdeu por 3x1. Devido as ótimas apresentações do time cruzmaltino, a Tuna Luso era o time sensação do torneio, uma revanche foi acertada com o Selecionado do Suriname que terminou empatado em 1x1, tornando-se campeã invicta do torneio. Os campeões cruzmaltinos foram: Dodó, Bereco, Conde, Sabá, Biroba, Juvenil, China Palito, Teixeirinha, Daniel, Bebé, Campos e Nequinha.
1951 - Miguel Cecim e seu ataque arrasador
Neste ano, a Tuna Luso tinha como base o time campeão de 1948 e Miguel Cecim como treinador. Contando com Dodó, Bereco, Juvenil, China e Daniel, a Tuna jogou 12 partidas, ganhando 09, empatando 02 e perdendo apenas 01. Foram 40 golos marcados e 15 sofridos. A dupla Juvenil/Daniel foi responsável por brilhantes goleadas no Clube do Remo e Paysandu. Tendo o Paysandu perdido de 5x2 e 6x2 (de virada). A decisão foi com o Clube do Remo, vencedor do primeiro turno e pra quem a Tuna perdeu sua única partida (1x3), em uma “melhor de três”. Na primeira partida 4x1 para Tuna Luso. A conquista aconteceu na partida seguinte, que foi uma complementação, pois o jogo foi interrompido com 41 minutos do primeiro tempo. A Tuna ganhou com o placar de 3x1. A partida final foi jogada com Dodó, Bereco, Biroba, Macaco, Zé Maria, Rubens, Teixeirinha, Juvenil, Abimael, China e Daniel. Mais uma vez a Tuna Luso era campeã Terra e Mar.
1955 - Terceiro campeonato invícto

Time da Tuna Luso Comercial, Super campeão invícto de 1955, Em pé: Mário Ney, Sarará, Nonato, Maneca, Satiro e Muniz, Agachados: Juvenil, Teixeirinha, Estanislau, China e Acapú.
Contando com uma super-equipe a Tuna Luso ganhou de maneira invicta o campeonato. Foram 16 jogos, com 13 vitórias e 03 empates. Marcou 55 golos e sofreu somente 15. Os destaques foram o atacante Estanislau, com 22 golos e o goleiro Sarará. O primeiro clássico foi contra o Clube do Remo, que perdeu sob o placar de 2x1, mesmo placar sofrido pelo Paysandu. O Combatentes levou uma goleada, 7x1. No segundo turno, o Clube do Remo foi humilhado, pelo placar de 5x0 e o Paysandu perdeu somente de 1x0. No terceiro turno, com apenas 04 equipes( Tuna, Remo, Paysandu e Pinherense), a Tuna Luso estreou com empate de 1x1 com o Paysandu, ganhou do Pinheirense por 4x1 e do Cube do Remo por 3x1. Numa “melhor de três” com o Paysandu, a Tuna empata as duas primeiras partida (3x3 e 0x0) e na final goleia por 4x0. A Tuna Luso foi campeã com Sarará, Mário Ney, Nonato, Maneco, Satiro, Muniz, Acapu, China, Estanislau, Teixeirinha e Juvenil. Novamente a Tuna Luso era campeão Terra e Mar.
1958 - Um título difícil
A experiência dos veteranos das conquitas de 48,51 e 55 fez a Tuna Luso conquistar o campeonato deste ano, jogando 19 partidas. Foram 09 vitórias, 06 empates e 04 derrotas. Marcou 47 golos e sofreu 19. O craque China, foi o artilheiro da equipe, que contava com Sarará, Nonato, Juvenil e Estanislau. Entre os novatos estava Chininha, irmão de China. Miguel Cecim era novamente treinador da equipe. Assumiu o cargo deixado por Nagib Matni, treinador da equipe campeã em 55. Na estréia goleou o Clube do Remo com o placar de 4x1. O Belenense perdeu também por 4x0. Perdeu para o Combatentes (2x3) e para o Paysandu (0x1). No segundo turno, empatou com o Clube do Remo e o Pinheirense. A parti daí começaria a reação tunante. Após ganhar do Belenense e Combatentes foi a vez do Paysandu que perdeu por 3x0 e do Júlio Cesar, pelo mesmo placar. No terceiro turno, mesmo com o empate com o Clube do Remo e Belenense e a derrota para o Paysandu, a Tuna Luso foi decidir com o Clube do Remo o campeonato. Na primeira partida empate de 2x2, na segunda 4x1 de virada. Bastando apenas um empate, a Tuna perdeu de 1x0. Na quarta partida, 3x1 e Tuna Luso torna-se campeã. A Tuna Luso foi campeã com Sarará, Pinheiro, Nonato, Acapu, Iran, Muniz, Edilson, China, Estanislau, Chininha e Cacetão.
Os anos 60
Os anos 60 passaram em branco - o título bateu na trave com os vice-campeonatos de 1962, 63 e 64. Mas, mesmo assim, não deixou de ser marcante para o clube: em 1968 a agremiação mudou novamente de nome, desta vez em definitivo, para Tuna Luso Brasileira.
1970 - A zebra chamada Tuna Luso Brasileira
Foi necessário 12 anos para, agora Tuna Luso Brasileira, conquistar mais um campeonato. E mais uma vez a Tuna era campeã Terra e Mar. Após 14 partidas, a equipe formada por jogadores caseiros, a chamada “prata da casa”, ganhou 09, empatou 04 e perdeu somente 01 partida. Marcou 27 golos e sofreu 16. O goleiro Omar era o único jogador de fora do Estado. Na estréia empatou com o Júlio César e com os Combatentes. Goleou por 3x0 o Sporting Club do Pará e venceu também o Sacramenta. No primeiro clássico, com o Clube do Remo, a Tuna Luso marcou 4x1. E com o Paysandu, o placar foi de 2x0. Com a vitória sobre o Sport Club Belém, por 2x1, a Tuna Luso sagrava-se campeã do primeiro turno e finalista do campeonato. No segundo turno, com uma campanha regular, empatou com o Clube do Remo e o Paysandu, pelo placar de 2x2, sofreu sua única derrota, para o Sport Club Belém. A final seria Tuna Luso e Paysandu, numa “melhor de três”. No primeiro jogo, a Tuna Luso derrotou por 3x2, de virada, o Paysandu que vencia por 2x0. Aos 44 minutos do segundo tempo, Marinho, cobrando pênalti, decretou a vitória cruzmaltina. Na segunda partida, bastaria um empate para o título , mas com um gol aos 42 minutos do segundo tempo, Gonzaga marcou o gol do título. O time que jogou a última partida foi Omar, Marinho, Abel (Carvalho), Neuci, Acari, Antenor, Valtinho, Fefeu, Mesquita, Leônidas (Nilson) e Gonzaga.
1983 - O time de bravos de Ary Grecco e Miguel Cecim

Com 13 anos sem ganhar o campeonato, a Tuna Luso montou um time bem armado, com jogadores experientes e craques. No decorrer do campeonato, assumiu o jovem técnico Ary Grecco e com a orientação do experiente Miguel Cecim, que deixara o cargo de treinador do Sport Club Belém, a Tuna Luso conquistou o título com toda justiça. Foram 28 partidas, 14 vitórias, 10 empates e 04 derrotas. O goleador Miltão, com 33 anos, marcou 17 golos e foi o artilheiro da equipe. A Tuna Luso tinha ganho o Torneio Início e mais uma vez a imprensa pensava que a Tuna Luso somente disputaria o compeonato, sem almejar o título. Iniciou com um empate de 1x1 sobre o Tiradentes, goleou o Sport Club Belém por 5x0. No primeiro clássico com o Paysandu, somente um empate sem gol. Depois viria sua primeira derrota para o Clube do Remo por 0x1. Venceu posteriormente o Santa Rosa e Pinheirense, mas empatou com o Izabelense. No pentagonal, ganhou somente do Sport Club Belém (2x1), e perdeu para o Izabelense, Paysandu e Clube do Remo. Melkisedeck dos Santos foi dispensado e a Tuna Luso contratou Ary Grecco, que exigiu a contratação do goleiro Ocimar, que seria um dos destaque do time cruzmaltino. No segundo turno a Tuna inicia com um novo empate, desta vez com o Tiradentes. Um novo empate por 2x2 com o Izabelense. No primeiro clássico, empate com o Paysandu, por 1x1, com gol do Miltão aos 45 minutos do segundo tempo, cobrando pênalti. Mais um empate, desta vez com o Sport Club Belém e depois com o Clube do Remo. No pentagonal do 2º turno, finalmente o último empate com o Sport Club Belém, com gol do Miltâo nos acréscimos. Ganhou do Izabelense e do Paysandu pelo placar de 2x1, e o clássico com o Clube do Remo por 1x0. No turno final ganhou do Sport Club Belém por 3x0, do Izabelense por 2x0, o Paysandu por 2x0 e o Remo por 1x0. Na primeira partida da final com o Clube do Remo, perdeu por 0x1 e na final, com o placar de 1x1, que daria o título ao Clube do Remo, o zagueiro azulino Sabará marcou contra, dando a vitória e o título a Tuna Luso. A Tuna Luso ganhou o campeonato jogando com Ocimar, Quaresma, Bira, Paulo Guilherme, Macedo, Renato, Ondino, Jorginho, Tiago, Mariolino (Queiroz) e Luiz Carlos. Com esta vitória, pela primeira vez, disputaria a Copa do Brasil.
1984 - A primeira participação na elite do futebol
Com a conquista do campeonato paraense de 83, a Tuna Luso ganhou o direito de participar da Copa do Brasil, pela primeira vez. Em seu grupo, estavam os times do Vasco da Gama, São Paulo, Nacional/AM e Fortaleza. A Tuna Luso manteve praticamente todo o time anterior. Fez 09 partidas, sendo 02 vitórias, 04 empates e 03 derrotas. Iniciou o torneio com um empate, sem gol, com o Fortaleza. Outro empate com o Nacional/AM, desta vez 1x1. No Mangueirão, contra o Vasco da Gama de Roberto Dinamite, Geovanni e Artuzinho a Tuna empata em1x1, com gol de Quaresma. E com o São Paulo de Valdir Peres, Oscar e Dario Pereira, novamente um empate sem gol. Nos jogos de volta, acenteceu a primeira derrota, de forma inesperada. Em São Januário, a Tuna Luso perde de 9x0 para o Vasco da Gama. Contra o São Paulo, mais uma derrota, desta vez por 3x1. Ganhou do Fortaleza, no Mangueirão por 2x1 e do Nacional por 1x0. Para prosseguir na competição, jogou contra o Treze/PB, mas perdeu por 0x1, despedindo-se do campeonato. O time base da Tuna Luso foi Ocimar, Mário, Bira, Paulo Guilherme, Ademilton, Samuel, Ondino, Queiroz, Tiago, Miltão e Luiz Carlos.
O episódio não parece ter desanimado o Tuna Luso - mais valeu a participação na Taça de Ouro. Tanto que em 1985 conquistou a Taça de Prata, referente à segunda divisão. Três anos depois, em 1988, veio o último título estadual da Tuna Luso.
E a última grande conquista do clube lulo-brasileiro foi a Terceira Divisão do Campeonato Brasileiro em 1992.
Torneio Centenário

Em 2008, a Federação Paraense de Futebol organizou um torneio entre os times campeões paraenses: Tuna Luso, Remo, Paissandu e União Esportiva(time já extinto, que foi representado pelo Ananindeua).
A Copa do Centenário foi criada pela Federação Paraense de Futebol com dois objetivos: comemorar os cem anos do primeiro campeonato estadual e movimentar Remo e Paysandu depois da eliminação da série C. Seria um quadrangular em turno e returno envolvendo a dupla Re-Pa e os outros dois clubes com títulos paraenses no currículo: a Tuna Luso e o União Esportiva.
Na primeira rodada, Tuna e União levaram a melhor sobre Remo e Paysandu, respectivamente. O público foi decepcionante: pouco mais de mil torcedores na rodada dupla no Mangueirão. Tendo em vista o fracasso nas arquibancadas, a dupla Re-Pa pediu para abandonar a competição. A FPF atendeu e mudou o regulamento. O torneio seria decidido numa final entre Tuna e União. A Tuna teria a vantagem do empate por causa do melhor saldo de gols (vencera de 3x1 na primeira rodada, contra os 2x1 do União Esportiva).
Na final houve empate em 0 x 0 e a Tuna ficou com o título do torneio.
Símbolos e torcida

A Tuna Luso têm como símbolo uma águia. Sua torcida é chamada de cruzmaltina.
Em 1 de junho de 2006, um grupo de quatro amigos, levados pela idéia de construir um movimento de apoio à Tuna Luso nas arquibancadas, fundou a torcida organizada Movimento Uniformizado Cruzmaltino, mais conhecida como MUC. O projeto cresceu e hoje tem cerca de 215 membros associados, com simpatizantes por todo o Brasil e no mundo (por exemplo, Japão).
Ainda em 2006 um outro grupo de torcedores da Tuna Luso formou uma associação, a ATAT (Associação dos Torcedores e Amigos da Tuna), com o objetivo de colaborar ativamente com o clube. A associação tem participado em diversas atividades administrativas e financeiras da Tuna.
Títulos
Nacionais
Campeonato Brasileiro - Série B: 1985.
Campeonato Brasileiro - Série C: 1992.
Estaduais
Campeonato Paraense: 10 vezes (1937, 1938, 1941, 1948, 1951, 1955, 1958, 1970, 1983 e 1988).
Vice-Campeonato Paraense: 18 vezes (1931, 1934, 1940, 1943, 1945, 1950, 1953, 1962, 1963, 1964, 1976, 1984, 1986, 1991, 1996, 2002, 2003 e 2007).
Fontes: Wikepdia, Tuna Luso Net, Fanático Net e Blog De Primeira
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 05 Nov 2008
Geraldo José de Almeida começou no rádio em 1936, como locutor comercial. Dois anos depois, estava no rádio esportivo e fez a maior parte de sua carreira na rádio Record, até passar, em 1963, para a televisão.
Dono de grande capacidade de comunicação, conseguiu adaptar-se à linguagem da TV e foi um dos poucos narradores do telejornalismo esportivo a dar certo no novo meio de comunicação.
Ficou conhecido por seu entusiasmo exagerado. São dele as frases: ” Vamos minha gente”, “Lindo! Lindo! Lindo!” , “O que que é isso, minha gente?”, “Por pouco pouco, muito pouco, pouco mesmo!”, ” De ponta de bota” e o mais comum: “mata no peito e baixa na terra”.
Na televisão, nos jogos da Copa de 1970, quando a seleção brasileira ganhou definitivamente a Copa Jules Rimet, criou a expressão “Seleção Canarinho”, aproveitando a cor amarela da camisa da equipe do Brasil.
Respeitado como profissional competente, era criticado por sua paixão declarada pelo São Paulo. Em 08 de fevereiro de 1943, o jornalista que assinava na Folha da Noite, de São Paulo, com o pseudônimo de ” EL Sordo ” , a coluna ” No mundo do Rádio”, ataca Geraldo José de Almeida. O cronista qualifica o radialista como um dos melhores locutores de futebol, que se dedica com amor à sua especialidade mas é ” declarada, clara e indiscutivelmente um speaker que torce de corpo e alma para o São Paulo Futebol Clube”.
Isso depois de afirmar que locutores/torcedores “(…) ficam com voz embargada quando a bola está defronte da meta de seu clube predileto, guaguejam quando esta meta é vazada, vociferam contra o juiz, dizem desaforos aos elementos do outro quadro…”O jornalista Raul Duarte sai em defesa dele e observa que o radialista foi o único narrador a assumir a paixão por seu clube.
Na transmissão das partidas, Geraldo José de Almeida, lembra Hélio Ansaldo, fantasiava bastante a jogada, dava apelidosa todos os jogadores, aos times e até à seleção.Alguns desses apelidos:
Pelé - “Craque Café”
Servílio - ” Bailarino ”
Jairzinho - ” Furacão da Copa”
Tostão - ” Mineirinho de Ouro ”
Everaldo - ” Gauchão ”
Vavá - ” Peito de Aço ”
Rivelino - ” Garoto do Parque ”
Bauer - ” Coca Cola “.
De todas as expressões que criou, Geraldo registrou somente ” Seleção Canarinho “.
Fonte: Livro A Bola no Ar, o Rádio Esportivo em São Paulo , de Edileuza Soares
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 05 Nov 2008
Geraldo José de Almeida começou no rádio em 1936, como locutor comercial. Dois anos depois, estava no rádio esportivo e fez a maior parte de sua carreira na rádio Record, até passar, em 1963, para a televisão.
Dono de grande capacidade de comunicação, conseguiu adaptar-se à linguagem da TV e foi um dos poucos narradores do telejornalismo esportivo a dar certo no novo meio de comunicação.
Ficou conhecido por seu entusiasmo exagerado. São dele as frases: ” Vamos minha gente”, “Lindo! Lindo! Lindo!” , “O que que é isso, minha gente?”, “Por pouco pouco, muito pouco, pouco mesmo!”, ” De ponta de bota” e o mais comum: “mata no peito e baixa na terra”.
Na televisão, nos jogos da Copa de 1970, quando a seleção brasileira ganhou definitivamente a Copa Jules Rimet, criou a expressão “Seleção Canarinho”, aproveitando a cor amarela da camisa da equipe do Brasil.
Respeitado como profissional competente, era criticado por sua paixão declarada pelo São Paulo. Em 08 de fevereiro de 1943, o jornalista que assinava na Folha da Noite, de São Paulo, com o pseudônimo de ” EL Sordo ” , a coluna ” No mundo do Rádio”, ataca Geraldo José de Almeida. O cronista qualifica o radialista como um dos melhores locutores de futebol, que se dedica com amor à sua especialidade mas é ” declarada, clara e indiscutivelmente um speaker que torce de corpo e alma para o São Paulo Futebol Clube”.
Isso depois de afirmar que locutores/torcedores “(…) ficam com voz embargada quando a bola está defronte da meta de seu clube predileto, guaguejam quando esta meta é vazada, vociferam contra o juiz, dizem desaforos aos elementos do outro quadro…”O jornalista Raul Duarte sai em defesa dele e observa que o radialista foi o único narrador a assumir a paixão por seu clube.
Na transmissão das partidas, Geraldo José de Almeida, lembra Hélio Ansaldo, fantasiava bastante a jogada, dava apelidos a todos os jogadores, aos times e até à seleção. Alguns desses apelidos:
Pelé - “Craque Café”
Servílio - ” Bailarino ”
Jairzinho - ” Furacão da Copa”
Tostão - ” Mineirinho de Ouro ”
Everaldo - ” Gauchão ”
Vavá - ” Peito de Aço ”
Rivelino - ” Garoto do Parque ”
Bauer - ” Coca Cola “.
De todas as expressões que criou, Geraldo registrou somente ” Seleção Canarinho “.
Fonte: Livro A Bola no Ar, o Rádio Esportivo em São Paulo , de Edileuza Soares
Artigos-Augusto Neves Augusto Neves em 05 Nov 2008
Blog História do Futebol & (BAHIA) & x7) Perfis Alexandre Lima em 05 Nov 2008
Aníbal conta as suas mágoas
Vestido numa roupa bastante moderninha, cabelo black power, Carlos Aníbal Libório Piedade chegou a nossa redação. Na sua voz baixa, tímida, no seu rosto triste, abatido, Aníbal, ex-atacante do Botafogo e Galícia, parecia querer desabafar algumas injustiças sofridas com o futebol. Nas primeiras palavras, o arrependimento de ter saído do Botafogo:
- Naquela época eu atuava de graça. Meus pais não desejavam que eu jogasse futebol e até as partidas importantes eram encaradas, por mim, como um simples baba*.
O início de carreira sem pretensões, sem pensar em atingir, um dia, um grande clube. Os estudos e os pedidos de sua família começaram a fazer Aníbal esquecer a bola. Mas o tempo foi passando e o seu jogo, sem que ele sentisse, já era olhado, com certo cuidado, pelos cartolas e técnicos de outras equipes.
Num treino do Botafogo, na Vila Militar, Enaldo Rodrigues, ex-treinador do Galícia, lhe fez este convite:
- Se você quiser sair do Botafogo, o Galícia tem o maior interesse no seu futebol.
Desse dia em diante, as decepções, as falsidades. Na equipe galiciana, as oportunidades foram poucas e o outro lado do futebol aparecia em sua frente:
- No Galícia, sempre fui maltratado. As fofocas de vários dirigentes me prejudicaram.
Valmir Moreira, Genaro Porto, Vivaldo Silva e Abílio Coutinho são alguns nomes que nunca mais sairão do seu pensamento. Para Aníbal, esses homens quiseram acabar com a sua carreira. O que eles fizeram, “não gosto de revelar, de tão podre que eram as coisas”.
- Jogador esclarecido tem que sofrer nas unhas dos cartolinhas, como aconteceu comigo. Para mim, esses homens já morreram portanto não vamos falar deles.
Hoje, com 22 anos e alguma experiência, Aníbal se encontra treinando no Ypiranga. No início dos testes, o azar novamente a lhe perseguir. Uma distensão o tirou dos treinos. Hoje, ele luta pela recuperação e para fazer jus ao apelido de Pelezinho que os seus colegas lhe deram nos bons tempos de Botafogo.
* Baba - Significa pelada. Nome dado a jogos em campos de várzea.
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia, dia 20 de abril de 1972 - Página 15. Cedido pelo próprio ex-jogador.
Minhas conclusões e pequena conversa com Aníbal:
Como vejo o Aníbal muitas vezes pelo bairro resolvi entrevistá-lo para um futuro livro que pretendo fazer. Descobri que ele era jogador através do meu pai, que descobriu depois que o mesmo confidenciou que jogou profissionalmente.
Depois de muito vê-lo, pensei em entrevistá-lo. Aníbal é um sujeito simples, calado, olhar distante, e sempre com um ar de mistério. No último sábado, encontrei-o bebendo umas cervejas com meu pai e resolvi puxar assunto. Ele como sempre calado, arredio, relutava em prosseguir o papo. Mencionei os grandes craques da Bahia que fizeram história em nossos campos e ele deu um sorriso. Concordando com o que eu dizia sobre o esquecimento sobre grandes jogadores que passam despercebidos como ele nos dias de hoje.
Falei sobre o propósito do livro e ele se animou em dar-me uma entrevista. Me disse que ia em casa pegar algo para que eu visse. Depois de alguns minutos, chegou com um pedaço de jornal e algumas páginas duplicadas dessa matéria que escrevi acima.
Me disse que os melhores que viu jogar aqui na Bahia foram os jogadores Sanfilippo, Elizeu e Zé Eduardo. Falou de técnicos como Nílton Santos e tantos outros. Depois me mostrou o papel. Fui lendo e a medida que passava pelas palavras, me sentia angustiado e vi todo o motivo daquela tristeza e angústia. Esse é Aníbal, ex-craque amargurado, triste e esquecido. Antes de sair ainda disse em voz trêmula, chorosa e comovente:
- Está dada a entrevista. Não tenho mais o que dizer.
A medida que aquele homem sumia da minha vista, tive que colocar os óculos escuros para disfarçar o meu choro e dizer aos que estavam no bar:
- Dêem valor a este homem que acabou de sair. Ele foi um injustiçado. Que não seja mais.
Amigos de blog e visitantes. Não esqueçam dos grandes craques!!!
Blog História do Futebol & ESCUDOS Andre em 04 Nov 2008
Blog História do Futebol & x15) O Mundo é uma bola!!! Andre em 04 Nov 2008
Blog História do Futebol & x7) Perfis & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 03 Nov 2008
No futebol mundial a camisa 10 é o símbolo do craque do gênio,desde que Pelé surgiu na Copa da Suécia envergando este numero as suas costas que passou a usar no mundial de 1958. No Brasil todo craque do time jogava com ela coma camisa 10, e em outras partes do mundo também, embora tivéssemos Eusébio que jogava com a 13 e Cruijjf na Holanda com a 14, a dez passou a ser a simbologia do gênio da bola pelo mundo afora também como Michel Platini e Zidane na França, Roberto Baggio na Itália, Gullit na Holanda, Maradona na Argentina e Matthaus na Alemanha. Porém venho destacar aqui que antigamente quase todo time que tinha um camisa 10 fenomenal ele era acompanhado de verdadeiros escudeiros que também mostravam uma genialidade digna de um 10, o chamado meia ponta de lança que desfilava em campo com a camisa 8, infelizmente nos dias de hoje que joga com esta camisa são os alguns cabeças de bagres também chamados de segundo volantes ou jogador de contenção que são na verdade volantes que sabem sair mais um pouco para o jogo.
Em outros tempos víamos DIDI “O Príncipe Etíope” desfilar com a camisa do Botafogo e da Seleção na Copa de 62, pois em 58 jogou com a 6, com sua categoria fora do comum um jeito elegante e clássico de jogar futebol, tempos depois no mesmo Botafogo tivemos GERSON “ O Canhota de Ouro” com seus passes milimetricos sua habilidade e classe com a perna esquerda que colocava a bola onde desejava quem o viu jogar jamais se esquecerá de seus lançamentos na Copa de 70 para Jairzinho e Pelé.
No Santos, MENGALVIO exibia sua categoria ao armar as jogadas infernais com Dorval, Coutinho, Pelé e Pepe, era ele a articulador das jogadas de ataque por onde a bola passava primeiro, além de chegar bem na frente pois tinha uma boa finalização, no inicio dos anos 70 o Palmeiras tinha em seu camisa 8 um jogador leve, habilidoso e com uma boa impulsão LEIVINHA era o parceiro de César Maluco, por ter facilidade de saber jogar foi recuado para a meia ponta de lança e não negou fogo fez muitos gols e deu muitas alegrias a torcida alvi-verde, na mesma época a Portuguesa apresentava ENEAS. Como no time Dica jogava com a 10, o jovem de categoria refinada assumiu a 8 e deslanchou até 1980 quando transferiu-se para o Bolonha da Itália, no mesmo ano retornou para defender o Palmeiras, revelado pelo Santos no final dos anos 60, DOUGLAS FRANKLIN aprendeu muito com Pelé, em 1972 desembarcou na Bahia para ser um ídolo eternizado para muitos como o maior jogador da história do clube e realmente para mim sem sombra de duvidas, segundo maior goleador com a camisa do Bahia com 211 gols Douglas exibia em campo toda a praticidade que na época um meia ponta de lança jogava, armando e chegando a frente e marcando muitos gols, na década seguinte BOBÔ me fez relembrar as jogadas de Douglas, com jeito leve e solto de jogar, a sua elegância sutil foi citada em musica de Caetano Veloso cantada na voz de Maria Betânia, herói da conquista do título brasileiro de 1988, Bobô também fez historia com a 8 do Bahia.
No grande time do Flamengo dos finais dos anos 70 e inicio dos anos 80, um neguinho com jeito de moleque passeava em campo com seus passos longos, velocidade cadenciada, dribles secos e arrancadas sensacionais; ADILIO com a 8 do Mengão ele ao lado de Zico infernizaram muitas defesas e deram muitas dor de cabeça aos volantes e zagueiros que para pararem usavam de trancos e solavancos, e muitas vezes nem assim pois era muito liso, na era um grande finalizador mais o armador de maestria, em 1982 no clássico contra o Vasco na final extra da Taça Guanabara, Adílio marcou um golaço aos 45º do segundo tempo, mostrando habilidade e técnica ao driblar a defesa do Vasco e tocar com classe e efeito quase sem ângulo para o fundo das redes.
Ainda no Rio no inícios dos anos 80 tivemos DELEI no Fluminense jogando com classe e para o time ele era o ponto de equilíbrio do time o armador que fornecia a dupla Assis e Washington as bolas no meio e também aos laterais Aldo e Branco e o ponta esquerda Tato ou Paulinho, Delei jogava para o time e raramente errava um passe ou cometia uma falta, já no Vasco tínhamos GEOVANI vindo do Espírito Santo, chegou ao clube em 1981 em 1982 já desfilava com a 8 em algumas partidas, mais veio a se firmar mesmo depois de brilhar com a 8 da seleção brasileira no mundial de juniores no México em 1983, brilhou no Vasco até 1988 quando depois foi jogar no Bolonha da Itália.
Em São Paulo em meados da década de 70 no Botafogo de Ribeirão Preto um jogador alto, magro mais com uma classe e elegância no tratar da bola começava a despertar o interesse dos grandes clubes da capital, SOCRATES “ O Doutor” terminou vindo jogar no Corinthians onde imortalizou a camisa 8, era um lorde dentro do gramado com toques refinados na bola, inclusive de calcanhar sua marca registrada na seleção com a 8 jogou as Copas de 82 e 86, também no interior paulista na mesma década na equipe de ouro do Guarani de Campinas que ganhou o brasileiro de 78, um meia ponta de lança que era chamado de “Pé Murcho” encantava ao lado de Zenon em um das maiores meia cancha que vi jogar em um clube, RENATO era rápido, inteligente e finalizava muito para o gol e marcou muitos gols, no inicio dos anos 80 transferiu-se pára o São Paulo onde também com a 8 mostrou um bom futebol e muitos gols, com a sua saída em 1985 a camisa 8 do tricolor do Morumbi passou a ter um novo dono SILAS revelado pelas categorias de base que vinha com o prestigio de levar o Brasil ao bicampeonato mundial de juniores na antiga União Soviética, com uma habilidade fantástica e bom senso de colocação ele passou a ser ao lado de Pita o maestro do time campeão paulista de 1985 e brasileiro de 1986, outro camisa 8 que marcou muito no futebol paulista fora OSVALDO revelado pela Ponte Preta seus gols e suas jogadas ao lado do mestre Dica o levaram para o Grêmio onde veio a ser campeão da libertadores e do mundial interclubes, em 1979, 80 e 1981 ele fez muito sucesso na Macaca e era um dos destaques da Ponte por fazer muitos gols.
Apartir dos anos 90 aos dias de hoje, não temos mais no futebol a figura do meia ponta de lança com suas jogadas para cima dos adversários, seus lançamentos e marcando gols, meias como estes citados acima no futebol brasileiro é muito difícil, existem uns poucos mais não jogam o mesmo futebol refinado dos citados no texto acima, a camisa 8 de Gerson, Sócrates e Leivinha na seleção, passou a ser de Dunga, Gilberto Silva, verdade que Kaká esteve com a 8 em 2006 mais não mostrou seu futebol real, nos clubes não é diferente a 8 já não pertencem mais aos craques e se a jogadores medianos para ruins mesmo vide o Bahia de hoje a 8 no momento é do terrível Emerson Cris, no Palmeiras a Evandro e etc. De 1990 pra cá 8 bom de bola só apareceu no exterior: Rijkaard no Milan, Gascoine na Inglaterra, Stoitchkov do Barcelona e Bulgária, Hasler na Alemanha.
No futebol o camisa 8 não era um condiajuvante do camisa 10 como muitos pensam, muitos deles eram lideres de seus times e da própria seleção brasileira, como Didi, Gerson e Socratés e será que ainda teremos o prazer de poder ver novamente aqueles lances geniais de Adilio, Douglas, Leivinha, Bobô, Renato e ouvir uma locução de radio como narrava o saudoso Jorge Curi ” GOOOOOOOOOLLLLLLLLLLL DO …………………… ………………….CAMISA NÚMERO 8″será.
fonte: Texto Galdino Silva
Blog História do Futebol & (AMAPÁ) & Artigos-Michel McNish Michel McNish em 03 Nov 2008
Blog História do Futebol Celso Franco em 03 Nov 2008
Ibis Sport Club

Era o dia 15 de novembro de 1938 quando Onildo Ramos, Alex Codiceira e Amaro Silva (todos já falecidos) fundaram o Íbis SC, uma referência ao pássaro mitológico, símbolo da empresa. As cores do uniforme foram escolhidas por influência do Sport e se mantém até hoje: camisas vermelhas com listas diagonais pretas, calções pretos, meias vermelhas.
Nos primeiros tempos o Íbis foi apenas um time dos funcionários que jogava descompromissados amistosos nos fins de semana do bairro recifense de Santo Amaro. Ninguém pensava em futebol profissional. Com a morte de João Queiroz, os herdeiros implantaram uma política de contenção de despesas e os primeiros cortes tiveram como alvo o lazer dos operários. O Íbis estava condenado a desaparecer.
Não fosse a intervenção do gerente Onildo Ramos, um dos fundadores, o time do “pássaro preto” não existiria hoje. Ele atendeu o apelo do filho Ozir, que também trabalhava na fábrica e levou para dentro de casa, a responsabilidade de manter o Íbis em atividade. Tinha início uma nova etapa na vida do clube. Acabava a fase romântica do amadorismo.
O Íbis deixou de ser um time de empresa para se tornar um clube de futebol profissional. Foi um dos fundadores da atual Federação Pernambucana de Futebol, sendo o único clube filiado que nunca deixou de disputar todos os campeonatos promovidos pela Entidade. E passou por fases regulares e ruins. Boas, nunca. Enfrentou dificuldades de toda a ordem. Os jogadores recebiam salários simbólicos. A maioria jogava mais por amor ao clube, do que por qualquer outra coisa.
O Ibis SC fez sua estréia na 1ª Divisão Pernambucana no dia 13 de Abril de 1947, onde na Ilha do Retiro, enfrentou o Naútico perdendo o jogo por 9 x 2. Neste ano foram sete os participantes do campeonato, sendo que o Ibis SC logrou um 5º lugar com a seguinte campanha:
Jogos realizados: 21
Vitórias: 5
Empates: 2
Derrotas: 14 Gols Pró: 29 Gols contra: 67
Segue abaixo uma lista de grandes feitos contra os chamados “grandes” do futebol pernambucano ( Campeões ):
28/08/1947 - IBIS SC 5 X 4 SPORT - Aflitos
14/09/1947 - IBIS SC 2 X 1 AMÉRICA - Aflitos
04/12/1947 - IBIS SC 1 X 1 NAÚTICO - Aflitos
29/01/1948 - IBIS SC 1 X 0 NAÚTICO - Aflitos
01/08/1948 - IBIS SC 5 X 3 NAÚTICO - Aflitos
12/08/1948 - IBIS SC 1 X 0 AMÉRICA - Aflitos
18/05/1950 - IBIS SC 4 X 4 SPORT - Ilha do Retiro
24/09/1950 - IBIS SC 1 X 1 SANTA CRUZ - Aflitos
30/11/1952 - IBIS SC 2 X 0 SPORT - Ilha do Retiro
19/07/1953 - IBIS SC 4 X 4 SANTA CRUZ - Aflitos
10/05/1956 - IBIS SC 0 X 0 NAÚTICO - Aflitos
07/10/1959 - IBIS SC 1 X 1 SPORT - Ilha do Retiro
16/06/1961 - IBIS SC 1 X 0 NAÚTICO - Aflitos
31/08/1961 - IBIS SC 0 X 0 SPORT - Ilha do Retiro
02/06/1963 - IBIS SC 2 X 2 SANTA CRUZ - Aflitos
04/07/1964 - IBIS SC 4 X 4 SPORT - Ilha do Retiro
01/09/1964 - IBIS SC 1 X 1 SPORT - Ilha do Retiro
22/06/1965 - IBIS SC 1 X 0 AMÉRICA - Ilha do Retiro
18/07/1965 - IBIS SC 1 X 0 SANTA CRUZ - Aflitos
26/09/1965 - IBIS SC 2 X 0 AMÉRICA - Ilha do Retiro
26/11/1965 - IBIS SC 2 X 0 AMÉRICA - Aflitos
10/05/1970 - IBIS SC 1 X 0 SPORT - Arruda
22/04/1973 - IBIS SC 0 X 0 SPORT - Ilha do Retiro
18/10/1978 - IBIS SC 0 X 0 AMÉRICA - Aflitos
02/03/2000 - IBIS SC 2 X 2 SANTA CRUZ - Cabo
25/03/2000 - IBIS SC 1 X 0 NAÚTICO - Aflitos
14/05/2000 - IBIS SC 1 X 1 NAÚTICO - Paulista
Até o ano de 2000 ( último campeonato do IBIS SC na 1ª divisão ), o Pássaro Preto disputou 46 campeonatos pernambucanos da 1ª divisão, atingindo um total de 257 pontos ganhos, com o seguinte retrospecto:
Jogos realizados: 677
Vitórias: 82
Empates: 91 Gols pró: 505 Gols contra: 1994
Derrotas: 504
O IBIS SC, a partir da 1ª queda para a segundona pernambucana; tornou-se um Time Nomadê jogando em diversas cidades como segue:
1997 - Último ano em Recife
1998 - Paulista
1999 - Tracunhaém
2000 - Paulista / Cabo do Santo Agostinho
2001 - Olinda
2002 - Camaragibe
2003/2004 - Goiânia
2005 - Camaragibe
2006 - Bonito
2007 - Timbaubá
2008 - Paulista / Carpina
Goleadas Históricas
02/08/1958 - NAÚTICO 11 X 0
24/03/1976 - SANTA CRUZ 11 X 0
04/10/1978 - NAÚTICO 10 X 0
11/10/1978 - SANTA CRUZ 13 X 0
15/06/1980 - SPORT 11 X 0
05/08/1981 - SANTA CRUZ 13 X 0
06/08/1983 - NAÚTICO 10 X 0
16/06/1991 - SANTA CRUZ 10 X 1
PIOR TIME DO MUNDO >>> No período de 20/07/1980 ( vitória por 1 x 0 sobre o Ferroviário do Recife ) até 17/06/1984 ( vitória por 3 x 1 sobre o Santo Amaro ) ; o IBIS S.C. realizou 55 partidas oficiais, obtendo o fantástico recorde negativo de 0 vitórias, 7 empates e 48 derrotas, marcou 25 gols e sofreu nada menos do que 231 gols, tendo um saldo negativo de 206 gols.
Outro feitos:
Teve o artilheiro principal do campeonato de 1948: Carlito anotou 12 gols
Foi campeão do Torneio Inicio em 1948 e 1950
Vice-campeão pernambucano da 2ª Divisão em 1999.
Bi-Campeão do Torneio Incentivo 1975 / 1976
Campeão Pernambucano de Juniores em 1948 e 1995
Diz a Lenda que o IBIS SC, tinha um só “UM TORCEDOR”. Torcedor, mesmo, de ir ao campo em todos os jogos, o Íbis só teve um: o motorista de táxi Francisco Imperiano, o “Chico do Táxi”. Mas nem ele escapou de cair em tentação. Quando se dirigia ao estádio da cidade de Paulista para assistir a mais uma derrota do Íbis, ele foi parado na rua por um passageiro que queria, de qualquer maneira, ir para João Pessoa, no vizinho Estado da Paraíba. Chico tentou resistir e pediu um preço absurdo. O homem aceitou. Pediu cinqüenta por cento no ato e o homem pagou.
Sem escolha, com o táxi a caminho da Paraíba, ele ligou o rádio e foi ouvindo o jogo. Na altura do município de Igarassu, o Íbis fez um gol. Chico foi para o acostamento, parou o carro, saltou e começou a gritar, a urrar e a dançar. O passageiro, assustado, pegou a mala e deu no pé. Chico deu meia-volta e ainda chegou ao estádio a tempo de ver o fim do jogo. O passageiro nunca mais apareceu.
Passaram pelo Ibis alguns nomes que fizeram história no futebol brasileiro: Bodinho, artilheiro do S.C. Internacional, de Porto Alegre nos anos 50; Vavá, centro-avante do Vasco da Gama e Seleção Brasileira, nos anos 50 e 60; Rildo, lateral-esquerdo que jogou pelo Santos, Botafogo e Seleção Brasileira e Vasconcelos, atacante que também defendeu o Santos.
Imagem da Indústria, onde o IBIS SC foi fundado.
Fonte: Blog do Nilo Dias, Site do clube e livros do Futebol Pernambucano.
Blog História do Futebol & Artigos da Semana 2008 Edu Cacella em 03 Nov 2008
RESULTADO FINAL
1°AS PROEZAS DO PIOR TIME DO MUNDO - HOMENAGEM PELOS 70 ANOS!!!, DE CELSO FRANCO.09 votos
2°BOTAFOGO VS YPIRANGA A PRIMEIRA GRANDE RIVALIDADE DO FUTEBOL DA BAHIA, DE GALDINO ANTONIO FERREIRA DA SILVA. 06 votos
3°História do Futebol Boliviano - Edu Cacella 05 votos
4°Quem não conheceu a geral do Maracanã de Gilberto Maluf 04 votos
-Memórias do futebol mundial - clubes mais antigos do mundo de Juvando Oliveira 04 votos
6°O SAAD deixa o Estado de São Paulo de Gerson Rodrigues 03 votos
7°OUTUBRO MÊS ABENÇOADO PARA O FUTEBOL! MUITOS CRAQUES NASCERAM NO MÊS 10 de Galdino Ferreira 02 votos
- Campeonato carioca de 1950, de Julio Diogo 02 votos
9°O Fechamento de ouro da excursão do Sport de Edu Cacella 01 voto
-CAMPEONATO MINEIRO DA 1ª DIVISÃO DE 1982, DE RUY TRIDA 01 voto
-ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PORTUGUESA - TEMPORADA DE 1950 de Julio Diogo 01 voto
-JOGO HISTÓRICO - SANTOS(SP) X PRUDENTINA(SP) de Julio Diogo 01 voto
-TORNEIO PREFEITO LINEU PRESTES - 1950 de Julio Diogo 01 voto
Blog História do Futebol & x7) Perfis Andre em 03 Nov 2008
Blog História do Futebol Cicero Alves Urbanski em 02 Nov 2008
31/10/2008 - PORTO É CAMPEÃO CATARINENSE DA DIVISÃO DE ACESSO
A equipe do Porto sagrou-se campeã Catarinense da Divisão de Acesso, ao empatar com o Videira em 1 a 1, na partida de volta da final do returno, realizada nesta quinta-feira, às 20h30, no Estádio Antiocho Pereira, em União da Vitória. O time de Porto União garantiu vaga para o Campeonato Catarinense da Divisão Especial, em 2009.
O Porto venceu o Videira por 1 a 0, no primeiro confronto, fora de casa. Com o resultado, o clube de Porto União tinha a vantagem de jogar por um empate. Como havia conquistado o primeiro turno e agora o returno, automaticamente, tornou-se campeão sem a necessidade de uma final entre os vencedores dos dois turnos.
Desistencias:
CAÇADOR A.C.: Algumas semans antes do inicio, por ter conseguido jogar a Divisao Especial de aluguel representando o Navegantes EC
BLUMENAU Entretenimentos: 1 semana antes de começar a competição por falta de estádio.
COSTA ESMERALDA: Vice-campea do turno, desisitu após a 1ª rodada do returno, provavelmente por falta de dinheiro.
SANTA CATARINA CLUBE: Desistiu de participar do último jogo por falta de dinheiro para viajar 500km até Guarujá do Sul, e por ter sido punido com a perda de 6 pontos.
Terminaram o Campeonato:
PORTO - Campeão
VIDEIRA - Vice-campeão
CTM ATLÉTICO CHAPECÓ
CAMPEONATO PARA NINGUÉM VER:
SANTA CATARINA: Iria mandar seus jogos em São Francisco do Sul, mas como não houve acerto com o Atlético Sao Francisco, correu às pressas para Joinville, onde jogou no Ernestão. O primeiro jogo foi festivo, porem os seguintes foram realizados com portoes fechados, pelo estadio não atender as condiçoes de segurança exigidas pela Policia e Bombeiros.
Detalhe, desde a desativação do futebol profissional do Caxias F.C., o estádio sedia jogos amadores e de futebol americano, com a presença de público e sem restrições por parte da polícia e bombeiros.
CTM ATLÉTICO CHAPECÓ: O CTM - Centro de Treinamento Minozzo é um clube genuinamente de Guarujá do Sul, mas provavelmente teve que usar a inscrição do Atlético Clube Chapecó pra jogar este campeonato, pois não estava devidamente inscrito da CBF. Seu estádio, o Beija-Flor em Guarujá do Sul, teve os portões fechados ao público em todos os jogos do campeonato.
COSTA ESMERALDA: Também não contou com presença de público em seus jogos.
JOGOS:
1ª ETAPA - TURNO
1ª FASE INICIAL
1ª RODADA - TURNO
1 17/8/08 - D. 15h30min Porto 9 X 0 Atlético Chapecó Antiocho Pereira União da Vitória
2 17/8/08 - D. 15 horas Videira 1 X 2 Costa Esmeralda Luiz Leoni Videira
Folga: Santa Catarina
2ª RODADA - TURNO
3 23/8/08 - Sáb. 15 horas Costa Esmeralda 0 X 0 Porto Municipal Bombinhas
4 24/8/08 - D. 15 horas Santa Catarina 1 X 2 Videira Ernesto S. Sobrinho Joinville
Folga: Atlético Chapecó
3ª RODADA - TURNO
5 31/8/08 - D. 15 horas Videira 6 X 0 Atlético Chapecó Luiz Leoni Videira
6 30/8/08 - Sáb. 15 horas Costa Esmeralda 2 X 0 Santa Catarina Municipal Bombinhas
Folga: Porto
4ª RODADA - TURNO
7 07/9/08 - D. 15 horas Santa Catarina 0 X 1 Porto Ernesto S. Sobrinho Joinville
8 07/9/08 - D. 15 horas Atlético Chapecó 0 X 1 Costa Esmeralda Beija Flor Guarujá do Sul
Folga: Videira
5ª RODADA - TURNO
9 14/9/08 - D. 15h30min Porto 1 X 0 Videira Antiocho Pereira União da Vitória
10 14/9/08 - D. 15 horas Santa Catarina 1 X 1 Atlético Chapecó Ernesto S. Sobrinho Joinville
Folga: Costa Esmeralda
2ª FASE FINAIS - TURNO
Jogo de Ida
11 21/9/08 - D. 15 horas Costa Esmeralda 0 X 2 Porto Municipal Bombinhas
Jogo de Volta
12 28/9/08 - D. 15h30min Porto 0 X 0 Costa Esmeralda Antiocho Pereira União da Vitória
2ª ETAPA - RETURNO
1ª FASE INICIAL
1ª RODADA - RETURNO
13 04/10/08 - Sáb 15 horas Atlético Chapecó 0 X 1 Porto Beija Flor Guarujá do Sul
14 04/10/08 - Sáb 15 horas Costa Esmeralda 0 X 1 Videira Municipal Bombinhas
Folga: Santa Catarina
2ª RODADA - RETURNO
15 11/10/08 - Sáb 20h30min Porto X Costa Esmeralda CANCELADO CANCELADO
16 11/10/08 - Sáb 15 horas Videira 4 X 0 Santa Catarina Luiz Leoni Videira
Folga: Atlético Chapecó
3ª RODADA - RETURNO
17 19/10/08 - D. 15 horas Atlético Chapecó 0 X 6 Videira Beija Flor Guarujá do Sul
18 19/10/08 - D. 15 horas Santa Catarina X Costa Esmeralda CANCELADO CANCELADO
Folga: Porto
4ª RODADA - RETURNO
19 21/10/08 - 3ª. 20h30min Porto 8 X 1 Santa Catarina Antiocho Pereira União da Vitória
20 26/10/08 - D. 15 horas Costa Esmeralda X Atlético Chapecó CANCELADO CANCELADO
Folga: Videira
5ª RODADA - RETURNO
21 23/10/08 - 5ª. 20h30min Videira 0 X 3 Porto Luiz Leoni Videira
22 23/10/08 - 5ª. 20h30min Atlético Chapecó WO X 0 Santa Catarina
Folga: Costa Esmeralda
2ª FASE FINAIS RETURNO
Jogo de Ida
23 26/10/08 - D. 16 horas Videira 0 X 1 Porto Luiz Leoni Videira
Jogo de Volta
24 30/10/08 - 5ª. 20h30min Porto 1 X 1 Videira Antiocho Pereira União da Vitória
CLASSIFICAÇÃO
1º TURNO
1º PORTO 10 Pts
2º COSTA ESMERALDA 10 pts
3º VIDEIRA 6
4º SANTA CATARINA 1
5º CTM CHAPECO 1
21º TURNO
1º PORTO 9 Pts
2º VIDEIRA 6
3º CTM CHAPECO 0
4º SANTA CATARINA -3
GERAL
1º PORTO 19 Pts
2º VIDEIRA 12
3º COSTA ESMERALDA 10
4º CTM CHAPECO 1
5º SANTA CATARINA -2 Pts.
Fonte: www.fcf.com.br, com correções minhas.
Blog História do Futebol & g2 Conmebol & x15) O Mundo é uma bola!!! & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 02 Nov 2008
Artigos-Augusto Neves Augusto Neves em 01 Nov 2008
Blog História do Futebol & (MINAS GERAIS) & Artigos-R. Trida Ruy Trida em 01 Nov 2008
Blog História do Futebol Celso Franco em 31 Out 2008
Jogos do Timão em Campinas
Fundado em 01/09/1910, o S.C.Corinthians Paulista tinha apenas um (1) ano de vida quando visitou Campinas pela 1ª vez para disputar uma partida de futebol.
E engano de quem pensou que o adversário foi a A.A. Ponte Preta; como publicam na História da Macaca ou até mesmo no Almanaque do Timão 1ª edição publicado há alguns anos.
O dia 17/09/1911 registra o primeiro encontro de dois alvinegros e ambos “Corinthians “, o S.C.Corinthians Paulista e o Corinthians F.C. Campineiro
O jogo aconteceu no Ground da Guanabara - local este que seria anos mais tarde construído o 1º estádio de futebol da cidade, o saudoso “PASTINHO” do Guarani F.C..
Vitória do alvinegro Paulistano por 3 x 1.
Outro jogo perdido do Timão em Campinas foi o encontro que todos comentam como sendo o de nº 1 do alvinegro na terra de Carlos Gomes; ou seja o ex-jogo perdido contra a Macaca.
Após seis meses, retorna o S.C.C.P. em Campinas para jogar no campo do Largo de São Benedito contra a A.A.Ponte Preta que estava se preparando para disputar o 1º Campeonato Campineiro de sua História. A data 03/03/1912. O resultado: Timão 1 x 0.
Mais um jogo perdido do Timão que fez História em Campinas:
15/06/1946 - O Timão enfrenta o Tricolor da Estrada, o glorioso E.C.Mogiana no primeiro jogo iluminado em Campinas. Os refletores do Estádio Dr. Horácio Antonio da Costa iluminaram aquela que foi a 1ª vitória em jogos noturnos do S.C.C.P. na cidade das Andorinhas. Timão 3 x 1 com Balthazar marcando os três gols do alvinegro.
Fonte: Arquivo pessoal
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 31 Out 2008
Divulgada pela IFFHS que é um orgão especializados em estatisticas futebolisticas e nela consta uma relação dos maiores goleiros goleadores do futebol mundial segue abaixo a relação liderada pelo Rogério Ceni goleiro do São Paulo FC.
1. Rogério Ceni São Paulo FC do Brasil 83 GOLS
2. José Luis Félix Chilavert* CA Peñarol Montevideo Paraguai 62 GOLS
3. René Higuita ** CS Deportiva y C de Pereira da Colômbia 41 GOLS
4. Jorge Campos* Puebla FC do México 40 GOLS
5. Dimitar Ivankov Bursaspor K Bursa da Bulgária 35 GOLS
6. Johnny Martín Vegas Sport Ancash Huaraz do Perú 34 GOLS
7. Álvaro Misael Alfaro CD Atlético Balboa de El Salvador 31 GOLS
8. Hans-Jörg Butt Sport Lisboa e Benfica de Portugal Alemanha 28 GOLS
9. Marco Antonio Cornez* Deportes Iquique do Chile 24 GOLS
10. Dragan Pantelić* FK Radnicki Nis da Sérvia 22 GOLS
11. Žarko Lučić* FK Mladost Podgorica de Montenegro 21 GOLS
12. Nizami Sadigov* Turan Tovuz do Azerbaijão 21 GOLS
Fonte: IFFHS
Blog História do Futebol & ESCUDOS & (RIO DE JANEIRO) & Artigos-Gerson Rodrigues Gerson Rodrigues em 31 Out 2008
Novo integrante da terceirona do Rio. Na verdade o clube em si é bem antigo.
Fundação: 16 de setembro de 1914
Endereço: Rua Manoel José Lebrão, n° 1.364 – Ermitagem – Teresópolis
CEP: 25975-201
Telefone: (21) 2643-4777
Fax: (21) 2742-0133
E-Mail: varzeafutebolclube@yahoo.com.br
Presidente: Marcelo Pfister de Medeiros
Fonte: Federação.
Escudo (em preto e branco, no site SoccerLogos tem um com melhor qualidade):