Arquivo de Março de 2008
Blog História do Futebol & ESCUDOS & (PARANÁ) & Artigos-Michel McNish Michel McNish em 31 Mar 2008
Protegido: Astrel Esporte Clube
Blog História do Futebol Roberto Pypcak em 31 Mar 2008
Mais uns clubes de Maringá - versão 2008
Astrel SC , novo time de futebol profissional de Maringá, que vai disputar a Segunda Divisão do Campeonato Paranaense deste ano. É o ex-Atlético Pitanguense, que disputou a segundona paranaense em 2007 por Pitanga.(que após a disputa, mudou o nome para Astrel Sport Club Pitanga)
Vai estrear no estádio Willie Davids dia 20 de abril (daqui a um mês), contra o Nacional de Rolândia.
O presidente do clube é o ex-vereador Aldi César Mertz - a quem, a partir de agora, considero um dos homens mais corajosos de Maringá.
Será que vai dar certo? As rendas do Galo/Adap são pequenas, imaginem de um time que está começando agora, que não tem torcedor algum por enquanto e disputa a chamada Divisão de Acesso…
O clube , porém, deverá se chamar agora, oficialmente, Maringá Esporte Iguatemi.O escudo deverá mudar também.
Segundo Antonio Marcos, da Equipe de Ouro da Cultura AM, o mascote do time será um peixe, o Dourado.
Enquanto isso, depois de finalmente pagar o hotel que hospedava os jogadores do Real Brasil, Aurélio Almeida prepara retorno para a freguesia de Maringá, para a disputa da terceira divisão com o Grêmio Maringá SC LTDA.O clube só estará confirmado na competicção, no entanto, se o presidente apresentar álvara e certidão negativa, que comprove que a equipe está em dia com o caixa da FPF.
fonte: blogdoedson, diario do norte.
Blog História do Futebol Rodolfo P. Stella em 31 Mar 2008
Protegido: Campeonato Paulista 1970 - Times Base (Revisado)
Blog História do Futebol & x5) Jogos Históricos & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 31 Mar 2008
Brasil x Russia em 1958 - 3 minutos arrasadores de Garrincha
Finalmente Garrincha e Vavá entraram no time contra a Russia. O que Garrincha fez nos 3 primeiros minutos do primeiro tempo contra a Russia em 1958, beirou o absurdo.
Dizia um cronista soviético que nunca viu na vida um jogador sozinho enlouquecer todo o time em apenas 3 minutos.
A narração de Edson Leite está gravada a partir do segundo minuto de jogo, desta forma:
…….Escala Garrincha pela direita, vê Pelé colocado, vai ser encurralado por trás, passa para Pelé, entrou na área, chutou para o arrrrrrco….a bola bate na trave outra vez e vai a córner. ( Garrincha já tinha chutado uma bola na trave no primeiro minuto). Numa magistral jogada de Pelé, quando o meu cronômetro marca 2 minutos de jogo no primeiro tempo.
……Vai Zagalo bater o córner para o Brasil, levantando para dentro da área, sobe Vavá, recupera o central russo e despeja para o meio de campo. Sobe na bola Belini e ganha do adversário, lança para Didi, que pôs a bola no terreno, tem Garrincha pela direita e Zagalo pela esquerda, demora demais, tenta o drible, deu para Vavá, entrou na área, pode marcar, atira e é goooool. Vavá, em início irresistível do Brasil, em apenas 3 minutos, 2 bolas na trave e 1 no fundo do gol.
…..Placaaaaar na Suécia……..1 a 0………..o Brasil vence!
(a narração do primeiro gol dá conta que o lançamento foi do Didi, mas eu tenho quase certeza que a bola foi lançada para o Garrincha, que levou a bola para linha de fundo e cruzou para Vavá marcar).
Blog História do Futebol & (SANTA CATARINA) & x11) HINOS & Artigos-Michel McNish Michel McNish em 31 Mar 2008
Protegido: Hino do Tubarão Futebol Clube-SC
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 31 Mar 2008
Yustrich, de goleiro a técnico durão
Dorival Knipel começou no futebol aos 18 anos como goleiro do Flamengo, onde jogou até 1944. Ganhou o apelido de Yustrich por sua semelhança física com Juan Elias Yustrich, famoso goleiro argentino, do Boca Juniors. Neste período conquistou os títulos cariocas de 1939 e o tricampeonato de 1942 a 1944. Em 1944 foi para o Vasco da Gama, transferindo-se depois para o América, também do Rio de Janeiro.
Na década de 1950, já era técnico de futebol, com fama de disciplinador e durão: não permitia que atletas sob seu comando fumassem, deixassem a barba por fazer e usassem cabelo comprido. Não tolerava atrasos e falta de empenho nos treinamentos.
Arrogante e de temperamento explosivo, gostava de exibir sua valentia. Era chamado de Homão por causa de sua alardeada macheza e pelos seus quase 1,90 m de altura e seu físico avantajado ou, segundo um cronista esportivo, paquidérmico. Envolvia-se em constantes atritos com jogadores, colegas, dirigentes e a imprensa.
Em Portugal
Em 1953, foi expulso do Atlético Mineiro pelos próprios jogadores, descontentes de verem alguns colegas preteridos pelo técnico. Em 1955, estava no Futebol Clube do Porto, de Portugal , para fazê-lo campeão em 1956, após um jejum de 16 anos. No mesmo ano, o Porto venceu a Taça Portugal e pela primeira vez fazia a chamada dobradinha, ao conquistar no mesmo ano os dois maiores títulos daquele país.
Mesmo com essas conquistas, Yustrich era antipatizado por alguns de seus jogadores, entre eles Hernani Silva, o ídolo do time. Em 1958, o Porto goleou o Oriental por 5 a 0 e Yustrich mandou os seus jogadores agradecerem ao público o apoio que lhes tinha sido dado. Hernani foi o único a não cumprir a ordem porque não estava para «alimentar as palhaçadas do treinador», Foi o suficiente para se iniciar uma discussão áspera que culminou com um troca de socos. No final da temporada, Yustrich foi dispensado.
Suspeita-se que a saída de Yustrich tenha sido exigida pela PIDE, a temida polícia secreta do então ditador Oliveira Salazar. O regime salarazista tinha seu clube preferido, o Sporting, de Lisboa, e não via com bons olhos o sucesso do Porto, conduzido por um brasileiro.
De volta ao Brasil e ao Atlético
Em 1959, dirigiu o Vasco da Gama. Em 1964, estava no modesto Siderúrgica, da cidade mineira de Sabará e conquistou o título estadual, quebrando a hegemonia dos grandes clubes. O Siderúrgica havia arrebatado um título estadual pela última vez em 1937. Do Siderúrgica, foi para outro time do interior, o Villa Nova, de Nova Lima.
Em seguida, foi dirigir novamente o Atlético Mineiro e foi responsável por uma das melhores fases do Galo, várias vezes campeão mineiro sob sua direção.
Yustrich se tornou técnico da seleção brasileira por uma única partida e de uma maneira peculiar. Em dezembro de 1968, o Atlético foi convidado a representar o Brasil num amistoso contra a antiga Iugoslávia. Vestindo a camiseta canarinho, o Atlético venceu por 3x2.
Em 1969, na preparação da seleção brasileira para a copa de 1970, então dirigida por João Saldanha, foi programada uma partida contra a seleção mineira., no Estádio do Mineirão. Mas quem entrou em campo, vestindo a camiseta vermelha da Federação Mineira, foi o Atlético, que venceu a seleção que se tornaria campeã do mundo por 2 a 1. Ao final da partida,. Yustrich obrigou seus jogadores a darem a volta olímpica no gramado, usando a camisa alvinegra do Atlético que vestiam por baixo da vermelha da Seleção de Minas. O Mineirão quase veio abaixo. Isto lhe valeu a inimizade de João Saldanha.
No Atlético Mineiro, Yustrich deu uma atenção especial a um jovem jogador vindo do Rio, de nome Dario, que se consagraria com o maior artilheiro do Galo até então. Com treinamentos especiais, Yustrich deu ao jovem Dario as condições técnicas e a autoconfiança que lhe faltavam, fato que o próprio jogador reconhece publicamente.
No entanto, com o jogador uruguaio Cincunegui, Yustrich teve desentendimentos que culminaram com seu afastamento do Atlético. Criticado pelo treinador por haver retardado por uma semana seu retorno de férias, o uruguaio e Yustrich passaram a ter discussões cada vez mais fortes. A certa altura, Cincunegui teria apontado um revólver para Yustrich.
No Flamengo: incidente com Saldanha
Em 1970, Yustrich foi para o Flamengo cercado de grandes expectativas e começou o ano arrasador. Em fevereiro, pelo Torneio de Verão, a vitória de 6x1 sobre o Independiente da Argentina, com cinco gols no primeiro tempo, deixou a torcida empolgada com o novo treinador. Mas os resultados seguintes decepcionaram. Com apenas oito vitórias em 25 partidas no primeiro semestre de 1971, a diretoria rubro-negra atribuiu a má fase do clube aos métodos rígidos de Yustrich e optou por demiti-lo.
Mas o fato mais marcante de sua passagem pelo Flamengo foi vivido fora de campo. Convencido de que seria convocado para comandar a seleção brasileira, caso João Saldanha, que estava em baixa, fosse demitido, Yustrich começou a carregar nas críticas ao treinador.
Saldanha, que andava irritado com Yustrich desde o jogo-treino no Mineirão, entrou armado de revólver na concentração do Flamengo, mas Yustrich não estava no local. Este gesto colocou Saldanha na berlinda e bastou um empate da seleção com o modesto time do Bangu, para que fosse demitido. Foi substituído por Zagallo.
Final de carreira
Depois do Flamengo, treinou o Corinthians e o Coritiba. Em 1977, estava novamente no futebol mineiro, desta feita no Cruzeiro, onde, já de início, tomou uma medida que desagradou aos jogadores: proibiu o jogo de sinuca na concentração. Mas naquele ano o Cruzeiro sagrou-se campeão mineiro.
Do Cruzeiro, Yustrich foi dispensado por conta de uma discussão em torno de um fato banal. Após um jogo em Araxá, um jogador deu a camisa para um garoto que invadira o gramado. Yustrich mandou o roupeiro buscar a peça. O presidente do clube não permitiu. Armou-se o bate-boca e o treinador foi demitido ali mesmo à vista de todos.
Este incidente teria sido apenas o pretexto para dispensar um treinador já desgastado. Yustrich tentara tirar o zagueiro Brito, campeão mundial em 1970, da equipe titular, por ter o hábito de fumar. Não conseguiu, porém, vencer a oposição dos outros jogadores e da diretoria. Daí, como forma de mostrar seu descontentamento, substituía Brito durante as partidas sempre que tinha oportunidade. O craque se irritou a tal ponto que, ao ser substituído pela enésima vez, jogou a camiseta suada no rosto do treinador diante do público.
Yustrich encerrou no Cruzeiro sua carreira de treinador. Retirou-se para o mais completo anonimato e só foi notícia novamente com sua morte, em 1990. Este isolamento é a razão de serem hoje incompletas e distorcidas as informações sobre ele, aliado ao fato de nutrir antipatia pela imprensa, a ponto de proibir repórteres de entrevistar seus jogadores e até de ficar nas proximidades dos vestiários. Alguns cronistas esportivos chegam a atribuir a ele a nacionalidade argentina, numa evidente confusão com seu homônimo do Boca Juniors, também já falecido.
Dorival Knipel nasceu em Corumbá a 28 de Setembro de 1917 e ganhou o apelido de Yustrich pelas semelhanças físicas com Juan Elias Yustrich, famoso guarda redes argentino do Boca Juniors. Dorival Yustrich notabilizou-se por ser um técnico exigente, disciplinador e arrogante. Na década de 1950, já como treinador com fama de disciplinador, não permitia que os seus atletas fumassem, deixassem a barba por fazer e usassem cabelo comprido. Não tolerava atrasos e falta de empenho nos treinos. No Brasil, ganhou a alcunha de “Durão” porque, além da arrogância que exibia, tinha uma compleição física que impunha respeito. Envolvia-se em constantes atritos com jogadores, colegas, dirigentes e até com a imprensa. Ainda no Brasil, em 1953, foi expulso do Atlético Mineiro pelos próprios jogadores, descontentes pela forma como Yustrich tratava alguns atletas.
Completamente surrealista a foto em cima, publicada no jornal A BOLA em 1958, em que Yustrich, já como treinador do FC Porto, salta do banco para insultar um árbitro acabando por espezinhar Hernâni (um ídolo do FC Porto na altura) que tinha acabado de ser expulso. Mas os atritos entre Yustrich e Hernâni já vinham de longe. Em 1958, o FC Porto goleou o Oriental por 5-0 e Yustrich mandou os jogadores agradecerem ao público o apoio que lhes tinha sido dado. Hernâni foi o único a não cumprir a ordem porque não estava para “alimentar as palhaçadas do treinador”, foi o suficiente para se iniciar uma discussão que culminou com um troca de socos. No final da temporada Yustrich foi dispensado.
Apesar do mau feitio, foi Dorival Yustrich que levou o FC Porto ao título nacional (1955/56) após um jejum de 16 anos.”O FC Porto é um elefante adormecido que não sabe a força que tem” comentou Yustrich depois de ser campeão.
Yustrich terminou no Cruzeiro a sua carreira de treinador. Retirou-se para o mais completo anonimato e só foi notícia novamente em 1990, ano do seu falecimento.
A verdade é que para o FC Porto voltar aos êxitos, depois de um jejum de 16 anos, foi necessário contratar…um louco!!!
Depois deste artigo sobre o “homão”, apelido dado ao forte técnico Yustrich, segue uma leve ilustração pinçada em um Blog sobre as características do referido técnico. Logicamente faz parte do folclore e não teria nunca aplicação na vida real.
- Um gerente de criação de uma agência de propaganda que era muito amigo e pouco chefe, não trazia para a empresa um resultado muito bom.. Pensou-se que o oposto também poderia ser complicado, mas resolveram arriscar. Foi sugerido um novo gerente de criação do tipo do Yustrich. Como seria a coisa?
E vem aquela menininha recém-formada apresentando o layout….. e o chefe Yustrich responde aos berros: “ Você tem coragem de me trazer esta m….? Precisa suar a camisa, minha filha! Você não está mais na casinha da mamãe não! Ou aprende a trabalhar, ou vai pra rua, porra!” E tome bofetão.
Pensando bem, sabe que poderia funcionar? rs
Fontes : Wikipédia e Blogs
Blog História do Futebol & (PIAUÍ) & Artigos-Gerson Rodrigues Gerson Rodrigues em 31 Mar 2008
Protegido: Piaui - Torneio Governador Alberto Silva 1973
Blog História do Futebol & (PIAUÍ) & Artigos-Gerson Rodrigues Gerson Rodrigues em 31 Mar 2008
Protegido: Campanha do Parnaíba - Vice-campeão do Piauiense 1976
Blog História do Futebol & (BAHIA) & Artigos-Gerson Rodrigues Gerson Rodrigues em 31 Mar 2008
Protegido: Torneio João Durval Carneiro ( Taça Cidade de Feira de Santana ) 1967
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 31 Mar 2008
Radinho de Pilha
Sempre gostei de futebol. E é tanta essa paixão que acho que até sou meio fanático, a ponto de deixar alguns compromissos familiares de lado, só pra poder ir ao estádio assistir à partida do meu time.
Mas, não é só de futebol que gosto. Gosto também de ouvir rádio. Isso desde criancinha. Não sei porque o rádio sempre me atraiu.
Quando era criança, na minha casa tínhamos um rádio na sala. Era habitual. Todas as casas tinham seu rádio na sala. Mesmo porque não havia ainda televisão. Aliás, minto, já havia. Nós é que não tínhamos dinheiro para comprar uma. Na verdade, poucas eram as famílias que as tinham. Depois a coisa foi ficando mais acessível. Daí a tevê acabou sendo incorporada àquele ambiente. Não para tomar o lugar do rádio, pois esse era insubstituível. Mas sim, para somar. A tevê ficava em um canto e o rádio no ambiente central. Mas não vou aqui falar da rivalidade do rádio e da tevê. Vou é mais falar das minhas paixões pueris, que na verdade continuam até hoje, talvez porque eu ainda não tenha crescido, ou essas paixões cresceram comigo, as duas: futebol e rádio.
E por falar nelas, nas duas paixões, que pensar então, nas duas misturadas: o futebol no rádio. Como me fascinava ouvir no rádio as transmissões das partidas de futebol. Que emoção! Quanta vibração!
Jamais locutor nenhum na tevê conseguirá colocar tanta energia numa transmissão de jogo como nas transmissões do rádio. Mesmo porque, como dizem, uma imagem fala mais que mil palavras. Então, por isso, talvez, o locutor de rádio seja obrigado a falar duas mil palavras para tentar construir na mente do ouvinte a precisão do lance, na precisão do momento da partida. E nesse esforço, eles acabam se tornando insuperáveis!
Ainda me lembro da Copa de 66, aquela fatídica em que o Brasil entrou de salto alto por conta dos dois títulos nas Copas anteriores (58-62). Daquela em que quebraram o rei, Pelé. Daquela em que reinou o príncipe, Euzébio. Daquela em que a Coréia mostrou que não tinha só radinho de pilha. Tinha também futebol. Daquela em que fizeram tudo para o time da rainha ganhar, sobre o time do kaiser. E não deu outra!
Essa foi a primeira Copa que acompanhei. E pelo rádio. Transmissão tecnicamente ruim, cheia de chiado, como se as ondas magnéticas do rádio viessem ao sabor das ondas do mar que atravessa os dois continentes. Mas tudo isso era superado quando “abriam-se as cortinas e começava o espetáculo”. Era o brilhante Fiori Giglioti, o moço nascido em Barra Bonita, mas criado em Lins! Divino Fiori. Entrava em campo com os jogadores. Sentíamos o coração saindo pela boca a cada jogada de ataque do “escrete canarinho”, termo por ele lapidado. Ele lapidava e coloria a transmissão!
Mas essa foi a Copa da frustração. A primeira pra mim, que nem nascido era em 1950, quando, dizem, foi essa a pior de todas!
Mas, “o tempo passa…”, como diria o meu amigo Fiori. E daí veio a Copa de 70. Aquela que não teve pra ninguém e talvez a mais espetacular trajetória de nossa seleção em uma competição. Todos os resultados incontestáveis. E era também a estréia da tevê, ofuscando as transmissões de rádio, na voz das gerais, do Geraldo José de Almeida. É verdade, mas ele veio da escola do rádio, como muitos outros que migraram para a televisão, como o Walter Abrahão, comandando a Equipe 1040 da Tupi.
Tempos outros. O nosso rádio da sala, aos poucos trocou de lugar com a tevê. Ele que era de madeira brilhante, tipo móvel, acabou cedendo seu espaço. E se retirou para um canto da sala. Mas mesmo de canto, ainda era útil. E nessa de ser encostado, teve que inovar. Deixou de ser de válvula, que levava um século para ligar, fazendo-me muitas vezes perder o lance do gol. Incorporou outra tecnologia: a do transistor. Ficou menor. Ganhou mobilidade e outro nome. Era o Spica. Deixou o canto da sala, nos acompanhando para todos os lados, mais ágil em todos os sentidos. Bastava acionar o botão e lá começava ele a tagarelar sem parar, passando todos os lances das partidas, não mais me fazendo perder o lance do gol.
E assim, eu continuei fiel a ele, por todas as partidas dos campeonatos paulistas. E ele nunca me decepcionou. Mandava suas transmissões de todos os cantos. De Ribeirão Preto, a “Califórnia Paulista” ora com o Comercial, ora com o Botafogo. De Piracicaba com o Quinze. De Araraquara, a “Morada do Sol”, com a Ferroviária. De Prudente, com a Prudentina, lógico. De Campinas, com a Ponte e o Guarani. Sempre o Fiori. E só o Fiori, pra criar essas imagens do rádio.
Quantas noites de quarta-feira eu ia pra cama com o meu radinho de pilha, ouvindo as partidas de futebol. E quantas vezes meu pai tinha que tirar o radinho por de baixo do travesseiro para poder desligá-lo, pois quando o jogo era morno ou meu cansaço era grande, que me desculpasse o Fiori. Eu o deixava falando sozinho!
E os anos foram passando. Novos campeonatos. Os torneios Rio - São Paulo, também pelas ondas do rádio. Vieram os primeiros campeonatos brasileiros. Vieram outros locutores criando suas próprias ondas. “Pimba na gorduchinha”, era o Osmar Santos. Talentoso Osmar, que o destino quis que se calasse e passasse a ser ouvinte apenas, como eu. Mas enquanto deu seu recado, falou bonito, criou escola e deixou um irmão, o Oscar Ulysses, que apesar do gene da família, tem seu estilo próprio.
Teve o Joseval Peixoto, nome de cantor, mas um tremendo locutor! E o Zé, também! O José Silvério. Conseguiu o seu espaço. Pinta as transmissões com cores próprias. Ele e outros tantos. Locutores e seus estilos, que vão e que vêm, nas ondas etéreas do rádio.
E com todas idas e vindas, a tevê procura selvagemente atingir as transmissões de rádio. São um, dois, três, trinta canais, livres e pagos. Transmitem várias partidas, de vários campeonatos ao mesmo tempo. Com tudo que é recurso técnico. O slow motion, o replay, o tira-teima, a computação gráfica, as dezoito, vinte e quatro câmeras espalhadas no campo, nos vestiários e corredores, a tomada aérea do dirigível. Tudo, pura covardia!
E o rádio, o radinho, coitado, tem resistido bravamente. E talvez esse seja o seu segredo. Hoje com seu imperceptível tamanho, resoluto, diminuto, consegue se esconder no bolso dos seus fiéis ouvintes, que sempre o acompanharão, atrás das emoções que só ele, com seus vibrantes locutores, sabe passar!
Fonte: São Paulo Minha Cidade
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 31 Mar 2008
” Causos ” do futebol
1 - É GoooooooL…
…e em 1989, o narrador Garcia Junior armou uma boa. A Rádio Capital foi a única emissora do Rio que viajou para Medellín na Colômbia para transmitir Nacional x Vasco pela Taça libertadores da América. Durante a partida surgiu um pênalti para o Nacional, e foi para a cobrança o goleiro Higuita, enquanto isso aqui no Rio de Janeiro, as Rádios Globo, Tupi e Nacional, que não levaram equipes para Medellín acompanhavam a partida no famoso “geladão”, ouvindo o Garcia. Quando Higuita cobrou o pênalti, Garcia Júnior gritou:
- “GOOOOOOOOOOOOOOOL”
…e as outras emissoras também. Mas para a surpresa geral, logo após o grito de gol de Garcia Júnior, ele emendou: “O carro mais vendido do Brasil, já a venda na Distac Veículos”, Higuita havia perdido o pênalti, levando a loucura o pessoal das Rádios Globo, Tupi e Nacional que estavam gritando o “fictício” gol. Isto lhe rendeu até um processo por falta de ética profissional na ACERJ.
2 - …Ari Barroso irradiava um jogo no Maracanã.
Chamou o locutor-volante, seu querido amigo e colega, Isaac, que naquele dia, falava em microfone pela primeira vez na vida:
- Alô Isaac! - gritou Ari.
- Quem fala? Com quem quer falar? - perguntou o Isaac, com voz de telefonema.
E Ari Barroso, irritadíssimo:
- Desculpe, é engano, eu disquei errado.
3 - …Copa do Mundo de 1962. Brasil x Chile. Fim de jogo. Para variar, Garrincha tinha “arrebentado”. Um repórter chileno chega-se a ele, querendo entrevistá-lo e diz:
- Señor Garrincha, diga un hola al microfono.
Garrincha, na sua proverbial simplicidade, diz:
- Hola microfono
E vai embora, deixando o repórter com a maior cara de tacho…
4 - …O narrador Eduardo Ribeiro, ao iniciar a transmissão pela Rádio Cultura de Campos de mais um jogo pelo Campeonato Estadual em 2002, pediu a escalação do time do Americano que enfrentaria o Bangu. José Augusto, do campo, disse que o time já estava definido.
- Pois então qual é? - insistiu Eduardo.
- O Americano vai jogar com o goleiro Braz. Na lateral, o técnico Gaúcho ainda não sabe se contará com Marcelo Paulista. Na zaga, Marcelo Gomes é dúvida, da mesma forma que …
- Espera aí, José Augusto! Para quem disse que o Americano estava definido, há alguma coisa errada. Parece que só o Braz está garantido, não?
- É que o time está definido, mas não está completo…
5 -Diz o locutor de uma rádio:
- No último censo realizado pelo IBGE, ficou comprovado que a média da estatura brasileira é de 1,71m e somente 1 a cada 10.000 brasileiros mede acima de 1,90m.
Ao que alguém comenta nas sociais:
- E é justamente este FDP que senta na minha frente toda vez que eu sento nas cadeiras numeradas.!
Este último eu adaptei, porque sempre senta um cara alto na minha frente.
Fonte: Sintonia, o guia das rádios do Rio
Blog História do Futebol Gilberto Maluf em 31 Mar 2008
Narrador Esportivo, um vendedor de ilusões
O que é ser narrador esportivo
O narrador esportivo é um “vendedor de ilusões”. Cabe ao narrador esportivo descrever o que ocorre num jogo de futebol, com precisão, e, detalhes.
Ao contrário dos locutores esportivos que estão mais preocupados com vinhetas, abraços, piadas, reverberações exageradas, pornografia e poesias.
Sou fã dos narradores que me fazem “ver o jogo” sem estar no estádio ou na frente da tevê. Narrador esportivo descreve os lances de uma partida de futebol mostrando quem está com a bola, para quem foi passada, qual a posição em que o lance ocorreu, não esquecendo do placar e tempo de jogo. Essa é a função do narrador; as dúvidas ocorridas no desfecho de um lance devem ser esclarecidas pelo repórter colocado atrás do gol ou na lateral do gramado. Ao comentarista cabe comentar o jogo. Hoje poucos descrevem o jogo; preferem interferir na seara do comentarista, dando sua opinião e esquecendo-se de narrar. Alguns pela rapidez que querem dar a transmissão engolem palavras; outros narram na base do - cruzou o zagueiro, cortou o zagueiro, defendeu o goleirão. Quem cruzou. De onde cruzou. Para onde cruzou. Quem cortou. Como é o nome do goleiro. Não dá nome aos atletas. Algumas transmissões são completamente lineares; cobrança do tiro de meta e jogada que se estende até a linha intermediária (entre meio de campo e grande área adversária) deve ser narrado com um tom mais coloquial; um chute a gol ou jogadas que se sucedem dentro das áreas devem conter a vibração que o futebol exige. Hoje em cada 10 narradores, cinco gritam aos quatro ventos “ pro gooooollllll…. para fora”. É uma forma de aumentar a emoção de uma jogada de ataque. Porém 95% desses lances não resultam em absolutamente nada. Pura enganação. E você ainda ouve os surrados - a bola passa raspando a trave, tirando tinta do poste – (a tevê mostra que passou dois metros do poste) ou – balão de couro – (a bola de hoje é fabricada com material sintético e balão é outra coisa), ou ainda – um escanteio de mangas curtas -. E tem aquela do – estamos no intervalo do primeiro para o segundo tempo -. Um jogo de futebol tem apenas um intervalo, logo…
Fonte Edmar Annusek
Quem narrava com todos os pormenores era Pedro Luis. Vi no site de jogos históricos uma narração do famoso cronista. Então, o locutor Pedro Luis narrava assim, pela rádio Panamericana, o primeiro gol da decisão do campeonato paulista do IV Centenário da Cidade de São Paulo, em 1955 contra o Palmeiras:
“Vai ser executado o arremesso por Cláudio. Movimentou o couro. Deu a Rafael. Rafael atrasando para o ponteiro. Pode centrar até com perigo. Ergueu para a boca do gol. Fechou todo mundo. Cabeceou…Gooooooool! Gol de Luizinho para o Corinthians, fazendo delirar a torcida corintiana que se movimenta em massa nas dependências do Estádio Municipal do Pacaembu. Um para o Corinthians, zero para o Palmeiras”.
Blog História do Futebol & Artigos da Semana 2008 Marcos Falcon em 31 Mar 2008
ARTIGO DA SEMANA N°13/2008 Ramos Delgado um zagueiro nota 10
Nós brasileiros adoramos ter raiva de argentinos quando o assunto é futebol, porém para as pessoas que verdadeiramente amam e acompanham o futebol esta questão é deixada de lado quando falamos de craques.
Por mais que o tema seja polêmico todo conhecedor do esporte reconhece que Maradona, Alfredo Di Stéfano, Carrizo e outros foram jogadores extraordinários que figuram entre os melhores do mundo de todos os tempos em suas posições.
Pois bem, eis que em 1967 surge em Santos Manuel Ramos Delgado, para ocupar a vaga deixada por outro Ramos, nada mais nada menos que Mauro Ramos de Oliveira. Aqueles que acompanhavam o futebol internacional sabiam que o Santos estava contratando um dos maiores zagueiros da época, pois a esta altura Ramos Delgado já havia disputado duas copas do mundo pela Seleção Argentina, em 1958 e em 1962 além de ter participado das eliminatórias para a copa de 66, copa este que não disputou por estar contundido.
Ramos Delgado iniciou sua carreira no modesto Lanús na Argentina nas divisões de base em 1953, tornou-se profissional em 1956 e foi para o River Plate em 1958 sendo convocado para a Seleção Argentina.
Logo nos primeiros jogos pelo time da Vila Ramos Delgado mostrou todo seu futebol. Zagueiro forte e viril ao melhor estilo argentino associados a uma técnica, elegância e futebol refinado adorado pela torcida santista. Líder nato pela postura e técnica foi o capitão do Santos durante os 7 anos que esteve na equipe, período em que ganhou os títulos paulista de 67, 68 e 69 e o título do torneio Roberto Gomes Pedrosa (tipo copa do Brasil da época) em 1968.
Ramos Delgado efetuou 364 jogos pelo santos e jogou durante 11 anos na Seleção Argentina.
Em 1973 com 39 anos de idade participou do time do Santos que dividiu o campeonato com a Portuguesa num erro de arbitragem de Armando Marques. No ultimo ano de sua carreira já beirando os 40 anos jogou na Portuguesa Santista e assim termina sua carreira como jogador.
Eu lembro de um jogo da seleção paulista em 1968 que tinha na zaga nada mais nada menos que: Carlos Alberto, Ramos Delgado, Roberto Dias e Rildo. Que zaga provavelmente uma das melhores que pude ver em toda vida.
Ramos Delgado alem de tudo foi um grande profissional, não apenas um craque, e mostrou que mesmo naquela época, com disciplina e dedicação um atleta poderia competir em alto rendimento tático e técnico até seus 39 quase 40 anos.
Após parar a carreira como jogador Ramos Delgado passou a ocupar cargos administrativos no Santos, iniciando pelos times de base e chegou ao cargo de Gerente de futebol sendo um tipo de faz tudo na Vila.
Teve duas filhas Brasileiras Vanessa e Ivana. Passou o período de 1974 a 1994 vivendo entre Brasil e Argentina. Atualmente Ramos Delgado vive em Buenos Aires.
Em minha opinião Ramos Delgado figura certamente entre os melhores zagueiros que vi ou assisti jogarem entre eles Elias Figueiroa, Daniel Passarela e uns outros poucos que prefiro não relatar para não gerar polêmica.
Obrigado hermanos por nos presentearem com a oportunidade de ver em nossos campos este Zagueiro nota 10.
Santos 67
Time Campeão: Cláudio; Carlos Alberto. Ramos Delgado, Joel e Rildo; Clodoaldo e Bougleux; Wilson, Toninho Guerreiro, Pelé e Edu.
Santos 68
Time Campeão: Cláudio; Carlos Alberto, Ramos Delgado, Joel e Rildo; Clodoaldo e Lima; Toninho Guerreiro, Douglas, Pelé e Edu.
Santos 69
Time Campeão: Cláudio; Carlos Alberto, Ramos Delgado, Djalma Dias e Rildo; Toninho Guerreiro, Edu, Pelé e Abel.
Fontes de pesquisa
Gazeta Esportiva NET
Santos Futebol Clube Site Oficial
Wikipedia
Texto totalmente escrito por Marcos Falcon
Blog História do Futebol & g2 Conmebol & x9) CURIOSIDADES & f6 CLUBES E SUAS HISTÓRIAS-MUNDO & Artigos-Eduardo Cacella & Artigos da Semana 2008 Edu Cacella em 31 Mar 2008
ARTIGO DA SEMANA N°13/2008 A TRAGÉDIA DO ALIANZA LIMA EM 1987 VEIO A TONA 19 ANOS DEPOIS!!!!
Em Dezembro de 2007 se cumpriram 20 anos da tragédia aérea que vitimou toda a equipe do mais popular clube do Peru,o Alianza Lima,o acidente foi no dia 8 de Dezembro de 1987,nele faleceram 43 pessoas vinculadas ao clube,entre eles todos os jogadores e seu técnico.
Em 1987 o Alianza Lima,”Los Potrillos”,como eram conhecidos ocupava o primeiro lugar na tabela do campeonato peruano e faltando apenas algumas rodadas dava-se a impressão de estar indo rumo a um novo título quando aconteceu esta terrível tragédia.No dia 07 de Dezembro deste ano o Alianza Lima viajou a cidade de Pucallpa para jogar uma partida do Campeonato Nacional,contra o Deportivo Pucallpa.
A partida foi ganha pelo Alianza por 1x0 com gol de Carlos Bustamante,porém esta foi a notícia menos importante daquele dia.Após a partida a equipe que havia fretado um vôo charter para fazer a viagem de ida,onde tudo foi normal,como a viagem de volta.
O retorno aconteceu na noite do dia 08 de Dezembro em um avião Fokker F-27 da Marinha de Guerra do Peru,quando o avião se precipitou no mar quando se encontrava a poucos Km do Aeroporto Internacional Jorge Chávez na altura da cidade chalaça de Ventanilla.
ABAIXO O PILOTO EDILBERTO
O único sobrevivente deste acidente foi o piloto, Edilberto Villar Molina que hoje vive na Austrália, falecendo todos os jogadores do clube, seu corpo técnico encabeçado pelo seu treinador Marcos Calderón.
No ano de 2006 uma investigação jornalística conseguiu a informação oficial preparada pela Marinha de Guerra do Peru,até então mantida em sigilo.Em 9 de Fevereiro de 1988, a Junta de Investigación de Accidentes de la Aviación Naval entregou ao Alto Comando da Marinha de Guerra do Peru o resultado das investigações, que continham os dados da caixa-preta do avião.
Neste relatório do acidente se assinalava que o avião apresentava falhas técnicas e que o piloto não tinha experiência para realizar vôos noturnos e nem de realizar os procedimentos de emergência corretos em caso de pane, fator determinante para a queda, chegando ao ponto do avião já em situação de emergência, o co-piloto, ter de ler o manual de procedimentos de emergência para o piloto, só que o manual estava em inglês e ambos tinham 40% de conhecimento da língua.Além disso continha um documento do relato do piloto onde pode-se ler os últimos momentos de vida do único jogador que conseguiu sair da aeronave ainda vivo,além do próprio piloto.
Alfredo Tomassini,jogador do Alianza e o piloto Edilberto,ainda ficaram algumas horas no mar de Ventanilla a espera de socorro.Alfredo não resistiu e morreu antes da chegada do socorro.
Esta informação foi sigilosa até 2006, por 19 anos ela ficou guardada na caixa-forte de um banco norte-americano.A divulgação de tal informação causou uma comoção nacional por saber da falta de preparo dos pilotos da Marinha do Peru e da péssima manutenção da aeronave.Familiares e dirigentes souberam dos detalhes do acidente e ficaram chocados.O piloto Edilberto e o co-piloto, entraram em pânico quando na segunda tentativa de aterrisar com problemas no trem de pouso da frente os passageiros foram até a cabine para ver o que ocorria.
O piloto então entregou o comando do avião ao co-piloto, ainda mais inexperiente, enquanto saiu da cabine e foi pedir a todos que se sentassem.Enquanto a noite, o co-piloto não percebia no altímetro por estar em pânico o avião descer a 700m por minuto, o piloto tentava acalmar os passageiros, de volta a cabine começou a tentar decifrar o manual em inglês para realizar o terceiro procedimento de emergência,deixando o co-piloto comandando a aeronave.
Como os passageiros voltaram a se reunir assustados na porta da cabine pela descida brusca do avião, isso causou um peso maior na parte frontal da aeronave, que aumentou ainda mais sua velocidade, nesta altura descendente.Sem reparar nas chamadas da torre do aeroporto por estarem neste estado de choque, em dado momento o co-piloto em um ato de desespero simplesmente entregou o manche do avião ao piloto, retirou os fones do ouvido e disse;”Ele é seu”; e saiu desesperado pela cabine de comando.
O piloto assustado e em choque pegou o comando do avião novamente, só que como estava em desespero também não reparou no altímetro,segundos depois o avião se espatifou no mar.
Por ironia do destino, nas duas passagens pelo aeroporto anteriores em que tentou baixar o trem de pouso da frente do avião em uma manobra de emergência, ambos foram avisados várias vezes que os 3 trens de pouso estavam já baixados em posição normal, fato visto pela torre, porém, tanto piloto como co-piloto tentaram uma terceira manobra de emergência, a que nunca ocorreu, por não ouvirem a torre comunicando este fato o que com certeza salvaria a vida de todos a bordo.Mas em desespero ambos ignoraram a torre de comando e continuaram a decifrar o manual em inglês.
Detalhe que 01 ano antes a Fokker havia mandado um relatório a Marinha do Peru,dizendo que o piloto em estado de stress,entrava em pânico e se desestabilizava.
O Alianza Lima terminou o campeonato de 1987 jogando com um time formado por juvenis e alguns jogadores emprestados pelo Colo Colo do Chile,que havia passado por uma tragédia similar e deu seu apoio ao clube peruano.A amizade destes dois clubes se fortaleceu muito após este ato de seus dirigentes.Infelizmente no restante do campeonato o Alianza fragilizado não conseguiu manter a liderança e o título acabou com a equipe do Universitário de Deportes de Lima.
Pereceram neste acidente 16 integrantes da equipe, 6 membros do corpo técnico, 4 auxiliares, 8 membros da torcida, 3 árbitros e 6 tripulantes.
JOGADORES
José Manuel “Caico” Gonzalez Ganoza
César Sussoni
Tomás Lorenzo “Pechito” Farfán
Daniel Reyes
Johnny Watson
Braulio Tejada
José Mendoza
Gino Peña
Aldo Chamochumbi
Carlos Bustamante
Milton Cavero
Luis Antonio Escobar
Ignacio Garretón
José Casanova
Alfredo Tomassini
William León
Aldo Sussoni
Marcos Calderón Medrano(Técnico)
ÚLTIMA FOTO DE LOS POTRILLOS
Fonte:Internet(tradução minha)
Blog História do Futebol & Artigos da Semana 2008 Edu Cacella em 31 Mar 2008
ARTIGO DA SEMANA NÚMERO 13/2008 VOTAÇÃO ENCERRADA
TIVEMOS UM EMPATE ESTA SEMANA
1°Ramos Delgado um zagueiro nota 10 - Marcos Falcon 11 VOTOS
- A TRAGÉDIA DO ALIANZA LIMA EM 1987 VEIO A TONA 19 ANOS DEPOIS!!!! - por Edu Cacella 11 VOTOS
3°CLUBES DE SANTA CATARINA - AMAZONAS ESPORTE CLUBE do Julio Diogo 5 VOTOS
4°O dia em que a terra (Piracicaba) parou - Gilberto Maluf 3 VOTOS
- O lado da Copa que poucos conhecem de Gilberto Maluf 3 VOTOS
6°Gerhardt Müller - Atacante - Nördlingen (Alemanha) - Gilberto Maluf 1 VOTO
-Franceses que encantaram o mundo, Galdino A.F.Silva 1 VOTO
-Clubes do Paraná do Roberto Pypcak 1 VOTO
-Antigo hino do São Paulo Futebol Clube do Gilberto Maluf 1 VOTO
-Solta essa bola garrincha—Gilberto Maluf 1 VOTO
-Sexta Copa do Mundo em 1958 e o planejamento Brasileiro, de Gilberto Maluf 1 VOTO
-Primeira Vitória de um clube brasileiro no estrangeiro, de Edu Cacella 1 VOTO
-Grêmio Atlético Osoriense - por Edu Cacella 1 VOTO
Blog História do Futebol Rodolfo P. Stella em 31 Mar 2008
Protegido: Campeonato Paulista 1962 - Times Base (Revisado)
Blog História do Futebol & x7) Perfis Rafael Case em 30 Mar 2008
A verdadeira trajetória de Quarentinha
Este artigo é uma correção de erros históricos sobre a carreira de Quarentinha que estão espalhados pela Internet.
Waldir Cardoso Lebrego, atacante que durante 10 anos atuou pelo Botafogo e que se tornou seu maior artilheiro de todos os tempos. Nasceu em Belém do Pará, a 15 de setembro de 1933, e morreu no Rio, em 11 de fevereiro de 1996.
Entre a batida seca na bola e o estufar das redes, poucos segundos. Tempo suficiente, apenas, para o torcedor se preparar para gritar mais um gol de Quarentinha. Afinal, quando o pé esquerdo do maior artilheiro da história do Botafogo pegava de jeito na bola, o desfecho do lance era inevitável. Era trabalho na certa para o garoto do placar.
Quarentinha integrou um dos mais talentosos elencos, até hoje, de uma equipe de futebol. Ao lado (e ao lado, aqui, quer dizer, tão competente quanto) de mestres como Didi, Nilton Santos e Garrincha, colocou o Botafogo entre os maiores clubes do mundo. Entre os torcedores que o viram jogar, não há quem não se lembre de sua principal característica, a fria reação após os gols que marcava, por mais decisivos que fossem. A desculpa que o próprio atacante usava, de que não estava fazendo mais do que a obrigação, pois ganhava para isso, bem podia ser uma forma de mascarar seu jeito tímido de ser. A característica fez, mesmo com que fosse comparado a um daqueles mocinhos que duelam em filmes de western. Ao invés da rua principal de uma pequena cidade do Velho Oeste, o gramado. No lugar da pistola, a perna esquerda. Em comum, a imperturbável certeza de seu destino: usar sua arma para acabar com os rivais.
CLUBES:
1951 – 1952: Paysandu (PA), 1953: Vitória (BA), 1954 – 1955 / 1957 -1964: Botafogo (RJ), 1956: Bonsucesso (RJ), 1965: Union Magdalena (Colômbia), 1966: Deportivo Cali (Colômbia), 1967: Atlético Junior (Colômbia), 1968: Olaria (RJ), 1968 – 1970: América de Joinville (SC), Hercílio Luz (SC) e Clube Náutico Almirante Barroso (SC)
GOLS:
Não há um levantamento exato sobre o número de gols marcados durante toda a carreira de Quarentinha, mas alguns dados já foram levantados:
Paysandu (apenas pelo time principal) – 33 gols
Vitória – 25 gols
Seleção Baiana – 8 gols
Bonsucesso – 18 gols
Botafogo – 313 gols (em 447 partidas)
Seleção Brasileira – 17 gols (em 19 jogos)
ARTILHARIA:
Campeonato Carioca
1958 – 20 gols
1959 – 27 gols
1960 – 25 gols
Torneio Rio-São Paulo
1960 – 11 gols
Artilheiro absoluto do Torneio Rio-São Paulo – 36 gols (em 67 jogos)
TÍTULOS:
Campeonato baiano: 1953
Campeonato carioca: 1957 e 1962
Torneio Rio-São Paulo: 1962 e 1964
Torneio Cidade do México: 1962
Torneio de Paris: 1963
Blog História do Futebol & (SANTA CATARINA) Cicero Alves Urbanski em 30 Mar 2008
Protegido: CAMPEONATO CATARINENSE DA DIVISÃO DE ACESSO 2008
Artigos-Augusto Neves Augusto Neves em 30 Mar 2008
Protegido: Resultados do Campeonato Carioca de 1999
Blog História do Futebol & (MINAS GERAIS) & Artigos-R. Trida Ruy Trida em 30 Mar 2008
Em Minas, briga contra o rebaixamento terá 4 clubes. Ipatinga é um deles.
A décima e penúltima rodada da fase classificatória do Campeonato Mineiro de 2007 acirrou a briga pela última vaga no Quandrangular Final e definiu as quatro equipes que lutarão contra o rebaixamento.
Já estão classificados para as semifinais Cruzeiro, Tupi e Atlético Mineiro. A última vaga será disputada por Ituiutaba (16), Guarani (15), Rio Branco (15) e Villa Nova (14). No grupo de baixo, o Democrata de Sete Lagoas (6) está praticamente rebaixado. Só um milagre salva o tradicional Jacaré, duas vezes vice-campeão mineiro. O Uberaba (9) precisa vencer em casa o tranqüilo Democrata de Governador Valadares (12), que não aspira mais nada no torneio, e torcer para que Ipatinga (9) ou Social (10) não vençam seus jogos, contra Villa Nova e Rio Branco, respectivamente.
É surpreendente a posição do Ipatinga. O time do Vale do Aço disputará em 2007, pela primeira vez, a primeira divisão do campeonato brasileiro mas corre sério risco de rebaixamento no fraco campeonato das Minas Gerais. Na última rodada enfrentará uma equipe com chances reais de classificação, o Villa Nova, e precisa vencer para não depender de outros resultados.
Blog História do Futebol & Artigos-Marcos Galves Marcos Galves em 30 Mar 2008
Protegido: São Paulo FC – Campeão da “Pequena Taça do Mundo” de 1963
Blog História do Futebol Marcos Galves em 30 Mar 2008
Morreu Calvet, ex-zagueiro do Santos
Raul Donazar Calvet, o Calvet, quarto-zagueiro do Grêmio de Porto Alegre, de 1956 a 1959, e do Santos FC, de 1960 a 1965, que foi bicampeão mundial interclubes e bicampeão da Libertadores pelo Peixe, em 1962 e 1963, faleceu no sábado(29/03/2008) aos 72 anos devido as conseqüências de um câncer no esôfago, no hospital Santa Rita, na cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.
Republicamos a noticia do site gaúcho Zero Hora sobre o falecimento do ex-zagueiro Calvet:
Morre o ex-zagueiro do Grêmio Raul Calvet aos 72 anos
Ex-jogador tinha câncer no esôfago e morreu neste sábado em Porto Alegre
Atualizada às 20h45min
Morreu neste sábado aos 72 anos o ex-zagueiro do Grêmio Raul Calvet. Ele tinha câncer no esôfago e estava internado desde segunda-feira no hospital Santa Rita, na Capital.
Nascido em Bagé, Calvet defendeu o Guarany-Ba e jogou no Grêmio, na década de 50, quando fez dupla com Airton, e também no Santos, na década de 60, no qual foi campeão mundial juntamente com Pelé. Calvet fez parte do grupo campeão da Seleção na Copa do Mundo de 1962, no México, segundo informações da Rádio Gaúcha.
Segundo a família, a cerimônia de cremação do corpo será no crematório metropolitano, em Porto Alegre, a partir das 16h deste domingo. Calvet tinha duas filhas: Gislaine, que mora na África do Sul, e Sônia, que reside em São Paulo. As duas vão participar da cremação amanhã, juntamente, com dois irmãos do ex-zagueiro, Luiz Vicente e Carlos Calvet, que jogou no Botafogo.
A única irmã de Raul Calvet, Alda Calvet, 62 anos, relembra a época em que ele defendeu o Grêmio e o Santos.
— Ele jogou no Grêmio de 1956 até 1960, quando foi para o Santos, onde jogou até 1965. Eu era pequena e achava maravilhoso ouvir no rádio ele jogando — lembra ela.
Segundo Alda, o irmão estava com a saúde bastante debilitada e a causa da morte, que ocorreu por volta das 18h, foi uma pneumonia.
Fonte: Site Milton Neves
Blog História do Futebol & (SÃO PAULO) & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 30 Mar 2008
Protegido: A polêmica dos pênaltis em 1956!!!!
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 30 Mar 2008
O gol uruguaio não tinha porta
Num ponto os torcedores brasileiros eram unânimes: Zizinho foi o maior jogador do futebol brasileiro em sua época. Durante mais de dez anos defendeu a seleção brasileira. Sentiu muitas emoções e poucas decepções. Mas, aquela de 1950 fez o mestre chorar. Flávio Costa formou uma equipe cheia de craques acostumados a ganhar títulos importantes. Naquela final, contra os uruguaios, seria mais um.
Se Zizinho pudesse tirava do calendário do futebol brasileiro aquele 16 de julho de 1950. Embora reconhecendo o quanto é doloroso recordar, principalmente para aqueles que viveram o dramático momento, o Mestre Ziza comentou a decisão contra os uruguaios –
“Estamos ás vésperas do último compromisso do Brasil. Na intransitável concentração, a balbúrdia era geral. Ninguém entendia ninguém. Industrias queriam fotografias dos futuros campeões segurando seus produtos. Abraços e mais abraços de felicitações antecipadas. Todo o pensamento do Brasil se concentrava em São Januário. O estádio do Vasco não era de ninguém, era de todos. Para três que saiam, dez entravam. Perto de Mario Américo, eu não compartilhava da alegria geral. Alguma coisa me deixava apreensivo. Mentalmente, me perguntava – pra que serve a concentração?”.
Visivelmente emocionado Zizinho continuou falando sobre a decisão de 1950, no maracanã.
“Já no vestiário do maracanã, tivemos noticias de que faixas haviam sido preparadas. Cartazes com dizeres alusivos a conquista do campeonato do mundo pelos brasileiros. Mais tarde vim a saber de que até edições de jornais haviam sido preparadas antecipadamente para sair logo após o termino do jogo com manchetes anunciando nossa brilhante vitória. Bebi água, fizemos uma fila indiana e subimos os degraus de acesso ao gramado. Fomos recebidos de forma entusiástica. O povo, também, todo otimista, olhava para nosso selecionado como campeões”.
E foi a partir dai que as coisas começaram a se complicar para o Brasil.
“Endossando meu pensamento, o time demonstrava que não se encontrava em seus melhores dias. Não parecia aquela seleção que enfrentara a Suécia e a Espanha. Os passe não tinham a mesma precisão. Os chutes não pareciam possuir a mesma potência. Senti que, aos vinte minutos, o torcedor já não se sentia à vontade. Mas, como o empate servia… O jogo foi se arrastando até que terminou o primeiro tempo sem gols. Somos recebidos nos vestiários como vencedores. Era só voltar para mais quarenta e cinco minutos e depois beber champanha na Taça Jules Rimet. E logo no inicio do segundo tempo veio o gol de Friaça. O Maracanã, superlotado, explodiu em um delírio nunca visto. As bombas estouravam sobre nossas cabeças”.
Zizinho gostaria de não continuar, mas com um sorriso triste ele falou sobre o dia em que Gighia calou o Brasil interiro.
“Sem entender o que aconteceu vi os uruguaios empatarem o jogo. A torcida que estava mal acostumado com as vitórias de 7x1 contra a Suécia e 6x1 contra a Espanha, aquele empate não estava no programa. Somente quando tomamos o segundo gol é que passamos a compreender toda extensão do drama que começávamos a viver. Nosso time partir todo para o ataque. E o bombardeio ao gol de Maspoli começou. Os minutos se passavam, a bola batia nas costas de um, batia na trave, passava raspando a meta de Maspoli que também fazia defesas milagrosas. Houve um momento que vislumbrei o gol de empate. Ademir correu ao lado de Obdulio Varella, ganhou na corrida e no momento no chute foi derrubado. E com ele caiu nossa melhor chance de gol. A falta foi cobrada para fora. No último minuto, um escanteio cobrado por Chico com a bola caindo no meio da área. Não me recordo quem chutou, o certo é que a bola bateu nas contas de um uruguaio e caiu nas mãos de Maspoli. O gol dos uruguaios estava fechado. Os chutes dos Brasileiros encontravam a porta fechada. Quando o juiz deu o último apito, veio à sentença: os futuros campeões de mundo não passavam de eternos e desacreditados vice-campeões “.
O mestre Zizinho será sempre lembrado como um dos craques mais talentosos do nosso futebol. E aquele 16 de julho de 1950 será, para sempre, o dia de finados para a história do futebol brasileiro.
Ultima hora de dezembro de 1952.
Blog História do Futebol & (SANTA CATARINA) Michel McNish em 29 Mar 2008
Protegido: Memórias do Futebol Catarinense - Figueirense x Avaí
Blog História do Futebol Rodolfo P. Stella em 29 Mar 2008
Protegido: Campeonato Paulista 1979 - Times Base
Blog História do Futebol Rodolfo P. Stella em 29 Mar 2008
Protegido: Campeonato Paulista 1980 - Times Base
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 29 Mar 2008
O lado da Copa que poucos conhecem
SÉTIMA COPA DO MUNDO EM 1962
A Copa no fim do mundo. Depois de dois anos na Europa, a Fifa decidiu que o de 1962 seria de novo nas Américas. E o obstinado presidente da Confederação Sul-Americano não só convenceu os delegados a votar no Chile como superou até terremotos para organizar a festa.
Quatro paises se candidataram para sediar a Copa de 1962: Espanha. Alemanha ocidental. Argentina e Chile. Mas a Fifa decidiu que, após duas Copas seguidas na Europa (1954 e 1958), chegara à vez das Américas. Assim, a mais forte candidata, a Espanha, foi descartada. Sobraram então a Argentina, que vinha pleiteando a realização de uma Copa desde de 1930, e o Chile, que apresentara sua candidatura ainda em 1952, no Congresso da Fifa em Helsinque por meio do diplomata Ernesto Alvear. Os delegados dos paises europeus torceram o nariz para as pretensões chilenas, argumentando que o pais era pobre e sem a necessária estrutura para promover uma Copa.
Mas a candidatura do Chile tinha um defensor de peso: Carlos Dittborn Pinto, que em 1956 havia sido eleito presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol. Mesmo sem o apoio da Argentina e do Uruguai, ele fez uma ardorosa defesa das possibilidades chilenas no Congresso de Lisboa, em 16 de julho de 1956. Aí, os 56 paises membros presentes foram convidados a votar. Surpreendentemente, o Chile conseguiu 32 votos, incluindo o do Brasil, e a Argentina apenas 11. Outros 14 paises se abstiveram da votação. Frustrados, mas impávidos, os argentinos deixaram registrada sua pretensão de sediar a Copa de 1970, que acabou sendo realizada no México.
Carlos Dittborn foi à alma e o coração da preparação da Copa. Nascido em 26 de abril de 1921, em Niterói, cidade onde seu pai desempenhava a função de diplomata, mudou-se para o Chile aos 4 anos de idade, e lá, descobriu sua paixão pelo futebol principalmente pela Universidade Católica, clube do qual foi presidente em 1954. Sob os olhares desconfiados dos opositores à Copa do Mundo, ele arregaçou as mangas em 1957. De acordo com seus planos, o estádio Nacional de Santiago, inaugurado em 1937, teria capacidade aumentada de 45.000 para 70.000 expectadores. E um novo estádio seria construído em Viña del Mar.
Quando os dirigentes pareciam estar começando a ganhar o respeito dos céticos, o Chile foi surpreendido por uma hecatombe: em 21 e 22 de maio de 1960, dois violentos terremotos atingiram o pais. O segundo foi o mais forte do mundo no século 20. Registrou 8,5 pontos na escala Richter, com epicentro em Valdivia e Comcepcion, 750 quilômetros ao sul de Santiago, causando 5.000 mortes e deixando ao desabrigo 25% da população nacional. Para um pais de poucos recursos, o enorme prejuízo financeiro decorrentes da tragédia era uma sentença de morte para a Copa do Mundo. Mas o obstinado Dittborn pronunciou uma frase que se tornou célebre e acabou reproduzida em cartazes por todo território chileno: “Porque nada tenemos, lo haremos todo” (porque nada temos, faremos tudo). E a Fifa impressionada tanto com a frase quanto com a persistência de Dittborn, deu-lhe o necessário voto de confiança. No entanto, ele não viu o resultado final de sua grande obra. pois sofreu um ataque cardíaco e morreu um mês antes do inicio do evento, aos 42 anos de idade, no dia 28 de abril de 1962. É bem provável que as provações enfrentadas nos seis anos anteriores e os incríveis esforços, tanto físicos quanto mentais, dedicados à preparação do Mundial, tenham influído em sua morte prematura. O estádio de Arica, em homenagem ao homem que nunca desistia, foi batizado de Carlos Dittborn.
Um recorde de 54 paises se inscreveram para as eliminatórias. Só quatro não entraram em campo, mas o cruzamento definido pela Fifa fez com que os africanos r asiáticos acabassem fora do mundial.
Depois da Copa de 1958, quando ganhou o titulo na Suécia, a seleção do Brasil entrou em campo 32 vezes, conseguindo 28 vitórias, 2 empates e 2 derrotas. Nesses jogos, foram 102 gols a favor e 31 contra. Melhor ainda, em 191 e 1962. Foram 11 jogos e 11 vitórias. Nesses dois anos, o técnico já era Aymoré Moreira, porque Vicente Feola tinha sido acometido de nefrite aguda e também padecia de crônicos problemas cardíacos. Mas,tirando Feola, a comissão técnica de 1962 era a mesma de 1958. O presidente da Confederação Brasileira de Desportos, João Havelange, decidira repetir, tintim por tintim, o planejamento tão bem sucedido de quatro anos antes.
Os jogadores também seriam, na medida do possível, os mesmos. Incluindo Nilton Santos, que afirmara em várias entrevistas que tinha dado o máximo de si para aproveitar a chance de ser campeão do mundo, porque “nunca mais haveria outra”. Mas aos 37 anos, ele não só estava na lista como ainda era titular absoluto da lateral esquerda. Em abril, os jogadores seguiram para Campos de Jordão, para exames clínicos. O doutor Hilton Gosling montou uma equipe de dez médicos e eles logo perceberam que muitos craques tinham algo insuspeito: calo. E um enfermeiro-calista foi chamado. De Campos do Jordão, todos foram para treinar, primeiro em Friburgo e depois em Serra Negra. Em um mês, a comissão técnica decidiu quais seriam os 22 jogadores que iriam a Copa.
Jogo Final –17 de junho de 1962.
Brasil 3 x Tchecoslováquia 1.
Gols de Masopust e Amarildo no primeiro tempo. Zito e Vavá no segundo tempo.
Estádio Nacional de Santiago.
Horário: 15 horas.
Publico: 68.679 torcedores.
Juiz: Nikolai Latichey (União Soviética).
Brasil: Gilmar. Djalma Santos e Mauro. Zito. Zozimo e Nilton Santos. Garrincha. Didi. Vavá Amarildo e Zagalo.
Tchecoslováquia: Schroiff. Lala. Popluhar e Novak. Pluskal e Masopust. Pospichal. Scherer. Kadraba. Kvasnak e Jelinek.
Brasil levou 22 jogadores.
GILMAR dos Santos Neves – Santos.
DJALMA SANTOS – Palmeiras.
MAURO Ramos de Oliveira – Santos.
ZOZIMO Alves Calazans – Bangu.
NILTON dos SANTOS – Botafogo.
ZITO José Ely de Miranda – Santos.
GARRINCHA Manoel Francisco dos Santos – Botafogo.
DIDI Valdir Pereira – Botafogo.
VAVÁ Edvaldo Ecídio Neto – Palmeiras.
AMARILDO Tavares da Silveira – Botafogo.
Mario Jorge Lobo ZAGALLO – Botafogo.
Carlos José CASTILHO – Fluminense.
ALTAIR Gomes Figueiredo – Fluminense.
COUTINHO Antonio Wilson Honório – Santos.
Hideraldo Luiz BELINI – São Paulo.
JAIR DA COSTA – Portuguesa de Desportos.
JAIR MARINHO de Oliveira – Fluminense.
JURANDIR de Freitas – São Paulo.
MENGALVIO Pedro Figueiró – Santos.
PELÈ Edson Arantes do Nascimento.
PEPE – José Macias.
ZEQUINHA José Ferreira Franco – Palmeiras.
Comissão Técnica.
Chefe da delegação – Paulo Machado de Carvalho.
Supervisor – Carlos Nascimento.
Médico – Dr. Hilton Goslig.
Dentista – Mario Trigo.
Superintendente – Mozart Machado Di Giorgio.
Administrador – José de Almeida.
Tesoureiro – Ronald Vaz Moreira.
Psicólogo – Ataíde Ribeiro.
Secretario – Adolfo Marques Junior.
Jornalista – Ricardo Serran.
Técnico – Aymoré Moreira.
Massagista – Mario Américo.
Roupeiro – Aristides Pereira.
Convidados – João Mendonça Falcão e João de Paiva Menezes.
O chefe da delegação brasileira, Paulo Machado de Carvalho, levou tão ao pé da letra a ordem de Havelange para repetir todos os passos da vitoriosa campanha de 1958 que começou tirando ao armário o mesmo terno marron, cheirando a naftalina, que usara durante toda a campanha em gramados suecos.
Além de ouvir as vibrantes transmissões dos locutores de rádio – o radinho portátil foi a grande sensação do inicio da década de 1960, comparável à febre do celular dos anos noventa – os brasileiros puderam pela primeira vez ver os jogos pela televisão. O vídeotape embarcava no Chile, de avião, e era apresentado aqui apenas dois dias depois de cada jogo. Para que isso se tornasse realidade, um sério problema precisou ser superado. Em 1960, o Chile não tinha condições técnicas de gravar os jogos da Copa. Atendendo a um pedido da Fifa, o multimilionário mexicano Emlio Azcárraga, dono da Televisa e, mais tarde, do próprio estádio Azteca. Na cidade do México, instalou os equipamentos necessários. Para a América do Sul era um progresso enorme. Para a Europa nem tanto.
Um lance muito lembrado do jogo Brasil e Inglaterra foi à invasão de campo por um cachorrinho preto que ciscou pela intermediária, driblou Garrincha só foi capturado pelo atacante inglês Jimmy Greaves, que se pôs de quatro em frente ao bichinho, produzindo a cena mais divertida da Copa.
Blog História do Futebol & (RIO DE JANEIRO) & x5) Jogos Históricos & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 29 Mar 2008
Protegido: Futebol de Várzea:A noite que o Flamengo passou um sufoco!!!
Blog História do Futebol & (RG DO SUL) & f5 CLUBES E SUAS HISTÓRIAS-BRASIL & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 29 Mar 2008
Protegido: Grêmio Atlético Osoriense
Blog História do Futebol & (RG DO SUL) & d1 AMISTOSOS NACIONAIS & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 29 Mar 2008
Protegido: GREMIO X BRASIL DE PELOTAS, AMISTOSOS DÉCADA DE 50
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 29 Mar 2008
O DIA 29 DE MARÇO NO FUTEBOL
29/03/1959 – BRASIL 4 – 1 PARAGUAI, em Buenos Aires pela Copa América o Brasil venceu bem com gols de: Pelé (3), Chinesinho, Silvio Parodi (Par).
29/03/1960 – BAHIA 3 – 1 SANTOS, Na final da primeira Taça Brasil criada em 1959 o Bahia vence o Santos na terceira partida no Maracanã com gols de: Coutinho (San), Vicente, Léo e Alencar (Bah).
29/03/1981 – BRASIL 5 – 0 VENEZUELA, em Goiânia o Brasil de Telê deu show e carimbou o passaporte para a Copa da Espanha em 82 os gols foram de: Tita (2), Sócrates, Zico, Júnior
ANIVERSARIANTES:
29/03/1952 - Arouca ex-zagueiro do Palmeiras na década de 70.
29/03/1952 - Rainer Bonhof, meia da Seleção Alemã campeã da Copa de 74 ex-Borusia Munchengladbach, Valência/ESP, Colônia e Hertha.
29/03/1972 - Rui Costa, meia português da Seleção e Benfica, Fiorentina, Milan.
29/03/1973 - Marc Overmars, ponta da Seleção Holandesa e do Ajax, Arsenal e Barcelona.
29/03/1974 - Iarley meia-atacante revelado pelo Ferroviário/CE, Real Madrid B, AD Ceuta/Esp, Ceará, Paysandu, Boca Juniors, Inter/Rs.
Blog História do Futebol & (SÃO PAULO) & d AMISTOSOS INTERNACIONAIS & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 28 Mar 2008
Protegido: Primeira vitória de um clube brasileiro no estrangeiro!!!
Blog História do Futebol & (SÃO PAULO) & d AMISTOSOS INTERNACIONAIS & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 28 Mar 2008
Protegido: I Torneio Internacional de El Salvador
Blog História do Futebol & (MINAS GERAIS) & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 28 Mar 2008
O RODÔ JOGANDO UMA BOLA PRETA!
Era uma tarde de verão, mais precisamente no dia 06 de janeiro de 1991, o local era o Estádio Prefeito Lazíco(Antígo Major Dornelles) na vizínha cidade de Elói Mendes. Naquela tarde aconteceu um grande jogo, um jogo de rivalidade e que alí se enfrentaram: Rodoviário Esporte Clube e Bola Preta Esporte Clube pelo campeonato Sulmineiro daquele ano e neste dia a equípe celesteouro levou a campo os seguintes jogadores, em pé: Almir Felizardo(Técnico),Valdair,Tiãozinho do Amenôr,Dodô,Dinga,Fabão e Luciano. Agachados: Adaury,Alvaro,Pedrão,Adnan e Marquinho Sudério. Bom, neste dia para quem se lembra foi o maior chocolate, pois não é que o Rodoviário tirou o Bola Preta para dançar e lhe meteu 3 x 0 em pleno Estádio Lazíco, que me desculpe os Eloienses, mas neste dia aí o grande time do Bola Preta não viu a cor da bola.
Fonte:http://futebolvga.nafoto.net/
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 28 Mar 2008
OS GOLS DE ZICO NO CALCIO DA SERIE A ITALIANA
TEMPORADA 83/84
12/09/1983 – GENOA 0 – 5 UDINESE / 2 GOLS
18/09/1983 – UDINESE 3 – 1 CATÂNIA / 2 GOLS
25/09/1983 – AVELINO 2 – 1 UDINESE / 1 GOL
02/10/1983 – UDINESE 1 – 1 VERONA / 1 GOL
23/10/1983 – UDINESE 2 – 2 INTER / 1 GOL
06/11/1983 – UDINESE 1 – 0 ROMA / 1 GOL
31/12/1983 – UDINESE 4 – 1 NAPOLI / 1 GOL
08/01/1984 – MILAN 3 – 3 UDINESE / 2 GOLS
22/01/1984 – CATANIA 0 – 2 UDINESE / 2 GOLS
29/01/1984 – UDINESE 3 – 1 AVELINO / 2 GOLS
12/02/1984 – VERONA 2 – 1 UDINESE / 1 GOL
19/02/1984 – UDINESE 3 – 1 FIORENTINA / 1 GOL
21/04/1984 – JUVENTUS 3 – 2 UDINESE / 1 GOL
29/04/1984 – UDINESE 2 – 0 LAZIO / 1 GOL
19 GOLS E A VICE-ARTILHARIA UM GOL A MENOS QUE PLATINI DA JUVENTUS.
TEMPORADA 84/85
23/09/1984 – UDINESE 5 – 0 LAZIO / 1 GOL
31/03/1985 – UDINESE 3 – 1 INTER / 1 GOL
14/04/1985 – JUVENTUS 3 – 2 UDINESE / 1 GOL
3 GOLS EM SUA SEGUNDA TEMPORADA, MARCADA POR MUITAS CONTUSÕES E PROBLEMAS COM O FISCO ITALIANO.
Blog História do Futebol & (PARANÁ) Roberto Saraiva em 28 Mar 2008
Protegido: Futebol em Cianorte/PR
Blog História do Futebol Edu Cacella em 28 Mar 2008
NEWS:Confirmada Série C com 20 equipes em 2009
SERÁ???????
Noveletto confirma Série C com 20 equipes em 2009
Competição nacional seguirá modelo da Série B ano que vem
O presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF) confirma que em 2009 a Série C do Brasileirão vai adotar a mesma fórmula da Série B Nacional. A partir do ano que vem, a terceira divisão vai ser disputada por apenas 20 equipes, sem classificação conforme os campeonatos regionais.
Também em 2009 será criada a Série D do Brasileirão. Segundo Noveletto, a Série D vai assumir o modelo que hoje é adotado pela terceira divisão: 64 times, classificados de acordo com os Estaduais.
Vai funcionar da seguinte maneira: a Série B terá 20 equipes, subindo 4 para a A e caindo 4 para a C; a Série C também vai ter 20 equipes, subindo 4 para a B e caindo 4 para a D. E a Série D será regionalizada, com 64 equipes, e aberta aos clubes indicados pelas federações estaduais.
A Série C 2009 será composta pelos 4 rebaixados da Série B e pelos 16 melhores classificados da própria Série C deste ano.
- Está confirmado sim, vai ser uma valorização da Série C. A nova fórmula começa em 2009 - afirma Noveletto
Blog História do Futebol & g4 Uefa & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 28 Mar 2008
FRANCESES QUE ENCANTARAM O FUTEBOL MUNDIA
Raymond Kopaszewski, ou simplesmente Kopa, nascido em 13 de Outubro de 1931 este meia defendeu a França nas Copas de 54 e 58 onde foi eleito o melhor jogador deste mundial. Começou a carreira no Angers SCO, Stade Reims e Real Madrid onde conquistou 3 títulos europeus em 1957,1958 e 1959.
Pela França jogou 45 partidas marcando 18 gols, na carreira marcou 141 gols.
Just Fontaine, nascido em Marraquexe no Marrocos até então colônia francesa no norte da africa em 18 de agosto de 1933, Fontaine
começou sua carreira profissional no US Casablanca, onde jogou de 1950 a 1953. O OGC Nice o recrutou em 1953, e ele acabou fazendo 44 gols em 3 temporadas pelo clube. Em 1956, ele se mudou para o Stade de Reims para substituir Raymond Kopa, onde ele marcou 121 gols em 6 temporadas. No total, Fontaine marcou 165 gols em 200 partidas na Liga 1, e ganhou duas vezes o campeonato em 1958 e 1960.
Vestindo a camisa azul da França, as estatísticas de Fontaine foram ainda mais impressionantes. Em sua estréia com o time em 17 de Dezembro de 1953, Fontaine marcou um gol de chapéu numa vitória esmagadora de 8x0 sobre a Seleção de Luxemburgo. Apenas em 1960, ele marcou 30 gols em 21 partidas pelo time. Contudo, Fontaine será sempre lembrado pela Copa do Mundo de 58, na Suécia, onde marcou 13 vezes em apenas 6 partidas, incluindo ter metido 4 na Alemanha Ocidental.
Fontaine jogou sua última partida em Julho de 1962, sendo forçado a se aposentar precocemente por causa de uma contusão recorrente. Ele brevemente assumiu as rédeas da Seleção Francesa em 1967, mas foi substituído após dois jogos apenas, ambos amistosos que terminaram em derrota.
Alain Giresse, nascido em 02 de Agosto de 1952, este meia baixinho habilidoso de técnica refinada em campo Passou quase toda a carreira no Bordeaux, clube em que jogou de 1970 a 1986. Os dois títulos no campeonato francês vieram justamente na antepenúltima e penúltima temporada. Giresse deixou o clube em 1986 para jogar seus dois últimos anos como profissional no Olympique, que estava emergindo para seu domínio nacional que cuminaria em um pentacampeonato (que se reduziu a um tetra depois da anulação do último título).
Jogou duas Copas do Mundo em 1982 e 1986 onde a França realizou grandes campanhas, e marcou para sempre a história do futebol francês com um meio campo que ficou conhecido como os 3 mosqueteiros ao lando de Jean Tigana e Michel Platini, marcou 6 gols em 47 jogos pela seleção.
Jean Tigana, nascido em Bamako, Mali na Africa em 23 de Maio de 1955, de porte atlético esbelto e bem definido, clássico, habilidoso, altamente refinado, esguio e jogando sempre de cabeça erguida participou da mágica seleção francesa que encantou o mundo em 1982 e 1986 e venceu a Eurocopa de 1984, sempre atuou em clubes franceses Lyon, Bordeaux e Marsellie, atuou pela seleção 52 vezes e marcou apenas um gol, mais o jeito clássico de atuar como volante ajudou muito no surgimentos de volantes clássicos no futebol europeu.
Marius Trésor, nascido Saint-Anne, Guadalupe, 15 de janeiro de 1950 O defensor começou a carreira em 1969 no Ajaccio, da Córsega. Em três anos, estava no Olympique Marselha, onde jogaria com Jairzinho e Paulo Cézar Caju. Jogou no clube até 1980 e jogaria os quatro anos seguintes no Bordeaux, encerrando a carreira na temporada em que conquistou seu único título no campeonato francês.
Pela França, Trésor marcou quatro gols em 65 jogos, participando das Copas do Mundo de 1978 (onde foi o capitão da equipe) e 1982. Nos anos 90, teve uma espécie de “sucessor” entre Les Bleus: Lilian Thuram, outro defensor vindo da colônia caribenha de Guadalupe.
Michel Platini, nascido em Jœuf, 21 de junho de 1955, para mim foi o maior craque francês e europeu que meus olhos viram jogar, refinado, elegante, clássico, gênio, goleador eximio cobrador de faltas dentro de campo um jogador que todo time ou seleção desejaria ter.
Ganhou três bolas de ouro da France Football em anos seguidos, um recorde Johan Cruijff e Van Basten ganharam três mas não seguidas.
Foi um dos maiores jogadores da história do futebol mundial. Marcou época carregando nas costas a França rumo ao título da Eurocopa de 1984, e principalmente com a Juventus, que entre sua estada por lá de 1982 a 1987, viveu conquistas e momentos dos mais fantásticos.
Defendeu os seguintes clubes:
Nancy (1972-1979)
Saint-Étienne (1979-1982)
Juventus (1982-1987)
Foram 265 gols na carreira sendo 41 pela Seleção ganhou a Eurocopa de 84 pela França, campeão na Itália pela Juventus e na França pela Saint Etiene.
Jean-Pierre Papin, nascido em 05 de Novembro de 1963, Papin foi um golaedor nato tanto na seleção francesa e nos clubes que defendeu como Marsellie, Milan, Club Brugge e Bordeaux, em sua carreira foram 30 gols pela França em 54 jogos e 215 gols pelos clubes.
Zinédine Yazid Zidane, nascido em Marselha em 23 de junho de 1972, é o maior jogador francês d etoda história, enquanto atuou, Zidane foi considerado por muitos o melhor jogador de todos os tempos, utrapassando gênios como Pelé, Maradona, Beckenbauer e Cruijff. ‘O novo Rei do futebol?’ Essa foi a pergunta que o mundo se fez quando passou a conhecer a fundo toda sua magia. Driblador elegante, sua fantástica visão de jogo e sua habilidade de passe lhe valeram os adjetivos de “gênio” e “mágico”, atribuídos pela mídia esportiva. Zizou era um jogador completo, indiscutivelmente o jogador de maior técnica da história, ele era um exímio cabeceador, tinha velocidade, driblava como ninguém e era super inteligente. A própria UEFA o considerou, em 2001, o melhor jogador europeu dos últimos 50 anos. Zidane éra o jogador mais bem pago da história, e ainda detem o recorde de maior transferência, 78 milhões de euros. O melhor jogador da história, assim que acabou o jogo em que eliminou o Brasil da Copa do Mundo de 2006, foi elevado ao nível de Deus do futebol, pelo jornal alemão Bild. A manchete foi: “Por favor, não nos deixe Zidane, ou melhor Zideus”.
Três vezes melhor jogador do mundo, jogou também 3 copas em 1998 onde foi o grande nome da final onde marcou 2 gols contra o Brasil, em 2002 só jogou um jogo ondea França sucumbiu diante a Dinamarca e em 2006 onde voltou a mostrar toda sua técnica e elegância dentro de campo com jogadas plásticas, principalmente no jogo contra o Brasil e comandou a França até a final contra a Itália onde já sabemos o que aconteceu e ele mesmo assim foi escolhido como o Bola de Ouro daquele mundial, sua carreira foi marcada por uma serie de títulos não só pela seleção onde também ganhou a Eurocopa de 2000, mais muitos títulos pela Juventus de Turim e Real Madrid e muitos golaços como aquele da final da champions league de 2002 contra o Leverkusen.
Thierry Daniel Henry, nascido em 17 de agosto de 1977, Henry cresceu no bairro de Les Ulis, Essonne, onde jogou por clubes locais como junior e mostrou grande potencial. O AS Monaco contratou-o em 1990. Estreou entre os profissionais em 1994, e ficou no Monaco até 1998, onde, em boa forma, foi convocado para a seleção francesa de futebol. Em 1998 Henry foi transferido ao gigante italiano Juventus, mas após uma temporada sem sucesso foi vendido ao Arsenal por £10.5 milhões em 1999.
Foi no Arsenal que Henry teve maior sucesso como jogador. Jogando na Premiership, logo ele se firmou como principal artilheiro da equipe em quase todas as temporadas suas pelo clube. Seu mentor e treinador Arsène Wenger transformou-o no maior artilheiro da história do Arsenal, com mais de 200 gols. Com os Gunners, Henry venceu duas vezes a Premiership e três vezes a FA Cup. Foi também indicado duas vezes para Melhor Jogador do Ano e recebeu duas vezes o prêmio de melhor jogador da temporada pela Barclays Premiership.
Com a seleção francesa, Henry venceu a Copa do Mundo de 1998 e a Euro 2000 e jogou ainda as Copas e 2002 e 2006 onde se tornou o carrasco do Brasil e foi um dos artilheiros da equipe.
São até hoje 248 gols na carreira, 174 pelo Arsenal e 44 pela Seleção onde já se tornou o maior artilheiro dos Azuis, atualmente joga no Barcelona.
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 28 Mar 2008
O dia em que a terra (Piracicaba) parou
Existe uma história, a qual não é desmentida por ninguém, de que a nossa “terrinha” parou por um dia. Outros dizem que isso é mentira. Pois era parou por vários dias … Este fato completa na próxima semana seus 40 anos. Foi quando os piracicabanos aguardavam a decisão do Torneio do Acesso ao Futebol Profissional de 1967. A cidade acompanhou na expectativa as três partidas do triangular decisório. Parou também para comemorar a vitória do E. C. XV de Novembro e para receber como heróis os jogadores do alvinegro local. Toda essa festividade ocorreu em janeiro, encerrando assim as comemorações do bicentenário de fundação do município.
Foi exatamente na noite de 17 de janeiro de 1968 que o XV venceu o Bragantino, em pleno Pacaembu, na capital paulista, sagrando-se Campeão do Acesso (atual Série A-2), retornando, assim, à elite do futebol paulista onde ficou de 1948 a 1965.
Testemunhos da época relatam que, no início de 1968, a cidade torceu para o alvinegro como se fosse a Seleção Brasileira de Futebol disputando uma final do mundial. Até o carnaval, que ocorreria duas semanas depois, começou cedo. As festividades prosseguiram por semanas pois foi um orgulho o retorno do time às partidas junto aos grandes, como São Paulo, Palmeiras, Santos, Corinthians e outros, sem levar em conta a projeção que a cidade conseguiu em todo o país. A cidade estava em efusão constante devido à ousadia do prefeito Luciano Guidotti que instalava obras grandiosas para tudo que era canto. Foi o ano de crescimento da cidade, condecorada como a cidade de maior desenvolvimento do país.
Especialistas acreditam que a euforia de janeiro de 1968 só foi sentida em 1947 quando o time subiu para a divisão principal decretando ser equipe profissional, e, em 1976, quando foi o segundo colocado no Campeonato Paulista.
Segundo Rubens Braga, 78, ex-dirigente do basquete e do futebol do XV, a conquista de 1967 serviu para ratificar o esporte como profissão na cidade. “Os anos 60 serviram para as grandes contratações do alvinegro e, com este retorno à Divisão Especial, houve a necessidade de contratar jogadores de grandes times”, diz. A equipe contratada pelo presidente Humberto D’Abronzo, industrial proprietário da Caninha Tatuzinho, é considerada como uma das melhores em toda sua história. Braga é mais enfático e diz que as comemorações pelo título não duraram apenas algumas semanas. “A comemoração foi o ano todo, pois até dezembro, quando se decidiria o próximo campeão, o título era de Piracicaba”.
Era uma época diferente, período em que o futebol era transmitido apenas pelas emissoras de rádio, gerava rodinhas nos bares, era motivo de festa até para a alta sociedade e celebrado até por aqueles que não possuíam qualquer simpatia pela bola.
Comércio, indústria, escolas … Tudo parou nos dias 11 e 17 de janeiro, quando o alvinegro foi a São Paulo jogar, respectivamente contra o Paulista F.C., de Jundiaí, e o C. A. Bragantino, de Bragança Paulista. A cidade acompanhava as partidas pelas emissoras de rádio, sendo que três delas transmitiam pela freqüência A.M.
Nestas duas disputas, os jogadores viajaram em ônibus da Prefeitura Municipal cedido pelo prefeito Luciano Guidotti (que faleceria no dia 7 de julho do mesmo ano), um amante do esporte e assíduo incentivador do time. Guidotti tinha paixão imensurável pelo time, utilizando seus jogadores como garotos-propaganda para propagar a imagem da cidade. Ele chegou a presidir o XV por vários anos.
Em ambas as partidas, o Executivo Municipal pediu atenção especial à segurança no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho (o Pacaembu), sendo que foram disponibilizados cerca de 200 soldados da Força Pública e Guardas Rodoviários.
No dia 11 de janeiro de 1967, o alvinegro partiu a tarde para São Paulo. Venceu o Paulista por 2 a 0 (Piau aos 19’ do primeiro tempo e Amauri aos 45’ do segundo), garantindo vaga para a final que ocorreria seis dias depois. No dia 14, o Bragantino vence o Paulista por 1 a 0 definindo sua vaga na final diante do XV.
A partir de então, a euforia tomou conta de Piracicaba. A vitória era previamente comemorada pois o time havia feito uma excelente campanha no Paulista de 1967. Para chegar à fase decisiva, o alvinegro esteve junto a outros 29 times divididos em duas séries. Na primeira fase foi campeão do grupo B, tendo como vice o Paulista. A campanha foi positiva pois foram 30 jogos, sendo 22 vitórias, seis empates e duas derrotas. Foram feitos 68 gols e a defesa deixou passar 15 gols dos adversários.
Contavam-se os minutos para a disputa final. Os comandados do técnico Renganeschi eram a esperança da terra. Motivaram, inclusive, os vereadores a realizar uma sessão extraordinária, no dia 12, para votar a cessão de NCR$ 150 mil ao E.C. XV de Novembro, valor que seria utilizado para premiar os jogadores caso ocorresse a vitória. Foi aprovado por unanimidade pelos 15 presentes do legislativo municipal que participaram da sessão. Um dia antes, o time participa de uma missa de ação de graças celebrada pelo então padre Jorge Simão Miguel na Matriz Imaculada Conceição.
Às 15 horas de 17 de janeiro, data da partida decisiva, o alvinegro ruma ao Pacaembu novamente em ônibus cedido pela prefeitura. A partida ocorreu à noite permeada por pancadas de chuva que castigaram a torcida.
Em sua edição desta data, um jornal da cidade relata que uma “caravana monstro” foi organizada para levar a torcida alvinegra para São Paulo. Desde o dia anterior já não era possível encontrar um ônibus disponível para ser fretado. Muitos foram de carro, trem ou táxi. Segundo Waldemar Romano, cirurgião-dentista e vereador na época, a Câmara Municipal fretou três carros para levar vereadores na disputa. “O Legislativo se via na obrigação de acompanhar os passos do time, e como não tinha veículos, contratou-se motoristas para levar alguns vereadores”, diz. Ele comenta que isso não pode ser considerado regalia, pois na época a função de vereador nem era remunerada.
Há notícias de que torcidas de cidades vizinhas também incentivaram o time piracicabano, destacando-se as cidades de Santa Bárbara D’Oeste, Americana, Rio Claro, Limeira e Rio das Pedras. O fato congestionou ruas e avenidas da capital, provocando a falta de vagas no estacionamento para os ônibus nas proximidades do estádio. Interessante é que muitos dos ônibus chegaram ao mesmo tempo, como que por acaso. A bola começou a rolar em campo, e a torcida ainda estava na fila no portão do Pacaembu. Alguns sequer viram o primeiro gol alvinegro marcado aos dois minutos iniciais. Foi motivo para que, os que estavam fora, iniciassem uma correria para o interior do estádio, pulando catracas a fim de não perder nenhum minuto da disputa. O fato não atrapalhou o juiz Armando Marques e seus assistentes Wilson Medeiros e Eraldo Gongora.
A partida foi acirrada definindo-se no primeiro tempo quando o alvinegro marcou os seus quatro gols feitos por Amauri (aos 2’), Joaquinzinho (13’), Piau (25’) e Amauri (38’). Luizão fez o primeiro para o adversário ainda no primeiro tempo. O Bragantino marcou mais dois no segundo tempo, provocando pavor na torcida. Resultado : XV de Piracicaba 4 Bragantino 3. Piracicaba desabou de alegria. Foi a glória para o município. Praticamente ninguém dormiu naquela noite. Muito menos na noite seguinte, quando a equipe retornaria a cidade.
Após a partida, mesmo molhada, a torcida caiu na folia em pleno Pacaembu, com música a noite toda. Nos vestiários, jogadores tomavam banho com champanhe. Piracicaba era uma alegria só. As manifestações se concentraram na Praça José Bonifácio que era toda aberta, com travessias por todas as suas laterais.
Autoridades estudavam a recepção dos atletas-heróis para o dia 19 no período noturno. O trajeto da equipe, diretores e comissão técnica foi traçado. Todos circulariam em carro do Corpo de Bombeiros concentrando-se na avenida Independência próximo à atual sede do DER, percorrendo a avenida Armando de Salles Oliveira, a avenida Rui Barbosa, avenida Barão de Serra Negra, rua do Rosário, avenida Doutor Paulo de Moraes, rua Governador Pedro de Toledo, rua São José, finalizando em frente à catedral de Santo Antônio. No local foi montado um palanque no qual o elenco quinzista seria recebido pelas autoridades.
A cidade não funcionou normalmente no dia 19 de janeiro. Por volta das 15 horas, a praça José Bonifácio começa a receber os torcedores. A cidade vivia um clima de feriado e carnaval nesta data. Consta que a TV Tupi acompanhou a viagem do alvinegro de São Paulo a Piracicaba filmando manifestações de cidades vizinhas que esperaram à beira das rodovias para acenar aos campeões. A própria emissora, mais a TV Bandeirantes, cobriram as festividades levando o nome do alvinegro para todo o país.
A população comemorava com flâmulas, faixas, serpentina, confete, rojões … Era o carnaval - que cairia naquele ano em 5 de fevereiro - sendo antecipado. A Banda União Operária abriu as festividades tocando no palanque pontualmente às 18 horas. A comitiva chega por volta das 21 horas e inicia o trajeto programado. Às 22h10m começa chover motivando encurtar o percurso. Decide-se que a equipe não daria a volta por toda a Praça José Bonifácio entre a população.
Todos os campeões saem do ônibus e sobem o palanque. Gritaria incontrolável. Rojões. Dos prédios vizinhos, moradores soltam água através de bisnagas e com serpentinas criam um clima festivo. O chafariz da praça é invadido por pessoas que festejam de forma saudável, não chegando a ser reprimida pela força policial. É estendida nela uma faixa com mais de 24 metros quadrados com a inscrição “XV”. No palanque, prefeito Luciano Guidotti saúda os jogadores alvinegros, seguido pelo presidente do time comendador Humberto D’Abronzo, Lodovico Trevizan (Corregedoria) e Francisco Antonio Coelho (Presidente da Câmara Municipal). Outros pronunciaram-se até que os populares decidem subir no palanque criando um clima desconcertante para a equipe que é agarrada pelos mais afoitos, deixando alguns jogadores apenas de calça, levando suas camisetas, meias e calçados como souvenirs. Relatos da época dizem que cerca de mil pessoas sobem desordenadamente ao palanque, ocasionando sua queda e fazendo vários feridos. Como a aglomeração era intensa, a força policial encontrou resistência para prestar auxílio aos machucados. Mas, imperou o bom-senso e as festividades seguiram por toda a madrugada sem qualquer outra ocorrência. O incidente adiou a entrega de medalhas, desenhadas por Archimedes Dutra, que seria feita pelo prefeito Luciano Guidotti.
Outras manifestações foram realizadas nas semanas seguintes. Foram feitas homenagens nos clubes recreativos locais com membros da diretoria e jogadores recepcionados junto ao Rei Momo oficial vivido pelo radialista Antonio José. Santa Bárbara D’Oeste, Saltinho e o Rotary Club, dentre outros municípios e entidades, realizaram sessões para recepcionar o time.
O XV realizou um amistoso comemorativo à vitória no Torneio do Acesso contra a Seleção da Romênia em pleno Estádio Barão da Serra Negra (inaugurado dois anos antes), no dia 23 de janeiro. A comemoração era tão importante que o governador do estado, Abreu Sodré, marcou presença na partida fazendo questão de participar da solenidade. Por ironia, levou uma goleada : 6 a 2. Na ocasião seriam entregues as faixas aos campões do acesso. Aos 25 minutos, o juiz paralisou a partida. Um pára-quedista de Rio Claro saltou no meio do Barão trazendo uma bandeira do XV. O estádio ovacionou a iniciativa.
Na primeira partida de seu retorno à Divisão Especial, o XV empatou com o Comercial em 2 a 2, no dia 28 de janeiro de 1968.
No livro “A História Ilustrada do Futebol Brasileiro” (Edobrás, 1968), escrito por Roberto Porto e João Máximo, diz que os pequenos times escrevem sua história com espírito de sacrifício que o futebol exige de quem o pratica. Isso faz com que muitos times pequenos desapareçam e os times grandes, com bases sólidas e constantes investimentos acabem se perpetuando. “Na comemoração de uma vitória, na alegria do povo nas ruas, no carnaval improvisado pela conquista de um ansiado título, no cerco ao juiz que se equivocou, na luta pela bola, está o esforço heróico, dramático e até trágico dos pequenos clubes”, fala um trecho. Outro diz que “partidas ou títulos conquistados no interior paulista, onde o campeonato de acesso – esperança de equipes modestas no sentido de subirem à divisão principal – mobiliza uma população inteira”. Foi o que ocorreu em Piracicaba.
A Província de Piracicaba
Blog História do Futebol & (RIO DE JANEIRO) & c 4 Rio de Janeiro-Dados Históricos Edu Cacella em 28 Mar 2008
Protegido: O FUTEBOL CHEGA AO RIO E A CRIAÇÃO DA LIGA METROPOLITANA!!!
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 28 Mar 2008
O DIA 28 DE MARÇO NO FUTEBOL
28/03/1957 - BRASIL 2 - 3 URUGUAI, em Lima pela Copa América os celestes batem o Brasil num jogo eletrizante com gols de: Ambrois, Campero (2) (Uru), Evaristo, Didi (Bra)
28/03/1984 - UBERLÂNDIA 1 - 0 REMO, no Parque do Sabiá com um gol de Vivinho aquele mesmo da chapelaria conta a Portuguesa em 88 pelo Vasco, o time mineiro saiu na frente na final do Serie B de 84.
28/03/1990 - INGLATERRA 1 - 0 BRASIL, em Londres o English Team quebra uma serie de 15 jogos invictos do Brasil em jogo preparatório para a Copa de 90 o gol foi de Gary Lineker
28/03/1999 - CORÉIA DO SUL 1 - 0 BRASIL, em Seul o Brasil sofre pela primeira vez na história uma derrota com seu time principal para uma Seleção Asiática o gol foi de:Do-Hoon Kim
28/03/2000 - COLÔMBIA 0 - 0 BRASIL, em Bogotá o Brasil começou sua trajetória rumo ao penta na Coréia e Japão em 2002.
28/03/2001 - EQUADOR 1 - 0 BRASIL, em Quito o Brasil perde para o Equador pela primeira vez em sua história o gol foi de: Delgado
Bem o dia 28 de Março não é um bom dia para a Seleção Brasileira é um dia nebuloso só tomou pancadas e empatou uma.
ANIVERSARIANTES:
28/03/1943 - Denilson ex-zagueiro do Fluminense-RJ
28/03/1952 - Odirley ex-lateral esquerdo da Ponte Preta
28/03/1972 - Galeano volante ex-Palmeiras, Juventude, Bahia hoje no Sertãozinho.
28/03/1975 - Marcão zagueiro ex-Atlético/PR hoje no Inter/RS
28/03/1986 - Abuda atacante ex-Corinthians e hoje no Vasco
Blog História do Futebol & (SANTA CATARINA) & Artigos-Michel McNish Michel McNish em 28 Mar 2008
NEWS: Organizadas são barradas nos estádios de SC
O futebol catarinense viveu uma situação inusitada na sétima rodada returno do campeonato estadual. A Polícia Militar não permitiu a entrada das torcidas organizadas nos estádios. Isto, porque elas não se cadastraram no prazo estipulado pelo Termo de Ajuste de Conduta.
O documento, assinado, no dia 10 de março, pela PM, Federação Catarinense de Futebol e o Ministério Público, determinava a regulamentação das organizadas. Para que fosses consideradas legais, estas associações deveriam entregar, em 10 dias, a relação dos sócios, a apresentação dos estatutos.
Apesar do prazo expirar no dia 20 de março, três dias antes do início da sexta rodada, as torcidas começaram a ser barradas na última rodada. Capella afirma que isto ocorreu, pois a federação não trabalhou nesta data.
- Quando o prazo final cai em um fim de semana ou porventura não houver expediente no órgão competente, automaticamente por lei passa para o dia útil subseqüente. Por não haver expediente no dia 20, a resolução passou a ser exigida a partir do dia 24 - esclarece.
Fonte: DC
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 28 Mar 2008
Quando os craques visitavam Ribeirão Preto
Ribeirão-pretanos acostumados com Botafogo e Comercial na então 1ª Divisão do futebol paulista, lembram que jogos como o de hoje não aguçam tanto a rivalidade do torcedor local.
“Bom era quando o Corinthians enfrentava o Comercial e nós íamos a Palma Travassos torcer contra. Ou vice-versa. Botafogo e Palmeiras e os comercialinos engrossavam a torcida palmeirense”, disse o vendedor Afrânio Daniel Teixeira, 54 anos.
Embora torça pelo Palmeiras, disse que não vai ao campo por total desinteresse.
“A minha ligação básica com o futebol é Ribeirão Preto”, afirmou.
Pelé nos visitou 16 anos, para encarar Botafogo e Comercial
Pelé, o atleta do século, durante 16 anos, com raras interrupções, visitou Ribeirão Preto para enfrentar Comercial e Botafogo. Sua primeira aparição foi em 1958, com 18 anos de idade, já campeão mundial na Suécia.
Neste longo período em que esteve entre nós, até sua despedida, em julho de 74, num jogo contra o Comercial, Pelé hospedou-se em apenas dois hotéis.
O primeiro deles foi o Umuarama (depois Bradesco) no centro da cidade, hoje o Vila Real. O segundo, foi o Umuarama Recreio, ao lado da USP.
Pelé era um enigma. Na véspera dos jogos deixava o hotel prometendo regressar logo para uma conversa mais calma com os repórteres de plantão. Não voltava nunca. Ficava com as namoradas.
Pelé era tão profissional, que numa fria noite de junho de 73, ao ser abordado por quatro repórteres, optou por dar entrevista exclusiva a cada um deles. Pelé, no bom sentido, sabia reconhecer a sua importância.
Da Guia, Gerson
Outros grandes craques também estiveram em Ribeirão vários anos seguidos. Ademir da Guia, um dos maiores meias da história do Palmeiras, atraia uma pequena multidão por onde caminhava.
Roberto Rivelino, o gênio do Corinthians, era ídolo dos mais jovens. Onde o Corinthians se hospedasse, estabelecia-se o caos. No começo dos anos 70, o goleiro Ado, campeão do mundo no México, era o preferido das meninas. Numa tarde, recebeu mais de cincoenta bilhetes ardorosos de fãs, levados por repórteres e funcionários do hotel.
Os mais antigos lembram-se de Gilmar, Idário, Roberto, Cláudio. Os de meia idade não se esquecem de Luís Pereira (Palmeiras), Dudu, Edu, César e Leivinha.
Mauro Ramos de Oliveira (Santos) e Gérson (São Paulo) estiveram entre nós, bem como Garrincha e Paulo Borges (Corinthians).
Garrincha fez um jogo melancólico, numa quarta-feira à noite, diante do Comercial, defendendo um combinado carioca.
O grande Garrincha não recebeu aplausos, nem vaias. O que se viu foi uma uma sofrida indiferença. Na noite de terça para quarta, Garrincha dormiu no apartamento 18 do Hotel Brasil, com mais três companheiros, sem jamais perder a tolerância.
Craque-fã
Nesta época, a relação entre torcedor e fã era tímida. Apenas conversa. Autógrafos eram raros. Comércio de camisa de clube não existia. Só a autêntica, usada no jogo, dada espontaneamente. Ninguém arrancava à força a camisa de ninguém.
Quando as delegações ficavam no Umuarama ou Bradesco, o centro “bufava”. O Pingüim e o Lanches Paulista transbordavam. Não havia o Calçadão. O movimento de carro era infernal. Formava-se corso em torno do hotel.
O rádio mandava
No fim dos anos 60 e início dos 70, a televisão engatinhava nas transmissões esportivas. Assistia-se, no máximo, teipes com um ou dois dias de atraso, transmitidos pela TV Cultura, com narração de Valter Abraão e depois Luiz Noriega.
O grande meio de comunicação era o rádio. Radialistas como Pedro Luís, Fiori Giglioti, Haroldo Fernandes, Alfredo Orlando, Mário Moraes, Mauro Pinheiro, Ethel Rodrigues, Victor Moran e Luiz Augusto Maltoni eram tão reverenciados quanto os grandes craques. O rádio em Ribeirão não era diferente. Forte e respeitado, dedicava ao futebol várias horas diárias.
Hotel Brasil
Mas Ribeirão Preto teve outro hotel antológico no que diz respeito à hospedagem de delegações: o Brasil, na avenida Jerônimo Gonçalves com a General Osório. Recebia como hóspedes os times do Interior, chamados “pequenos”. O hotel Aurora, que existe até hoje, igualmente hospedou várias delegações.
Pelos apartamentos e refeitórios do Hotel Brasil passaram craques inesquecíveis. A Ferroviária de Araraquara trazia Bazani, Faustino, Ismael, Pimentel, Baiano, Dirceu, Téia ou Galhardo.
O Guarani desfilava com Dimas, Babá, Beluomini, Nelsinho, Careca, Amaral e Benê.
A Ponte Preta tinha Dicá, Oscar, Valdir Perez, Aníbal, Esnel e Pitico. O XV de Piracicaba trazia o central Fernando, o volante Chicão, Gatão, Osvaldo ou o lendário presidente do clube, o engenheiro Romeu Ítalo Rípoli. Na década de 60, em plena guerra fria União Soviética-Estados Unidos, o XV do presidente Rípoli, disputou quinze amistosos em países da Cortina de Ferro, como Hungria, Iugoslávia e Checoeslováquia. Uma façanha inesquecível.
Mais times
A extinta Prudentina trazia para Ribeirão o goleiro Glauco, o meia Lopes e Ademar Pantera. O Corinthians de Prudente tinha o meia-esquerda Zé Amaro e o lateral Sabirú. O Taubaté vinha com Mazolinha, Teck, Henrique, Almir e Machadinho.
O Noroeste de Bauru podia trazer Toninho Guerreiro, Davi (cunhado de Pelé), o goleiro Julião ou o atacante Baroninho.
A Portuguesa Santista vinha com Samaroni, Clóvis, Aparecido, Pixu, Adelson, Marcos ou Dé. O América de Rio Preto tinha Valtinho, Bertolino, Ambrósio, Cuca e Dirceu.
O “encardido” Juventus atazanava nossos clubes com o central Buzzeto, Lanzoninho, Suingue ou o goleiro Bernardino.
A Portuguesa de Desportos era uma exceção. Hospedava-se no Palace Hotel, ao lado do Pedro II. Jogadores como Djalma Santos, Brandãozinho, Julinho e o central Ditão podiam ser vistos nos bancos da Praça XV.
Muitos dos jogadores citados já morreram. Com eles, o futebol de Ribeirão também morreu um pouco. O Comercial está entre a 3ª e 2ª Divisão há 20 anos. O Botafogo também se apegou à 3ª e 2ª Divisão. E o torcedor está perdendo a identidade com nossos clubes
Jornal A Cidade de RP
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 28 Mar 2008
Romeu Italo Ripoli, raposa do XV de Piracaicaba
E Rípoli transformou Ditinho em Ditão
Se houve o que Romeu Ítalo Rípoli soube jogar, esse foi o jogo da vida. Pois a vida é jogo. E jogo é algo profundamente sério, parte da alma humana, elaboração do “homo ludens”. Os que não entendem pensam que jogo é algo menor, mas é ciência e arte que começaram a se compor desde que o homem saiu de sua caverna e descobriu ter um vizinho. Nos esportes, na ciência, na família, na convivência e na coexistência, há sempre um jogo. E são jogos sérios, pois tem regras definidas. O jogo acaba quando as regras são menos prezadas. Pois, então, vira bagunça, desordem.
Rípoli sabia jogar. Às vezes, pensava ser dono do jogo e, então, as coisas complicavam. Mas, dentro das regras, ele sabia como agir, como fazer, como recuar e atacar. O futebol, em toda parte do mundo, tem, fora de campo, um jogo de influências, de simulações e de dissimulações. Rípoli não apenas tinha consciência disso, mas era um especialista. Na verdade, já eram “regras do mercado”, mesmo antes de o Brasil tê-las oficialmente adotado.
Aconteceu na década de 1960. A Portuguesa Desportos havia revelado, em São Paulo, um zagueiro que se transformara sensação nacional, um gigante de ébano, o Ditão. Atlético, vigoroso, imponente, Ditão acabou transferindo-se para o Corinthians onde se transformou em ídolo da torcida e obteve consagração nacional. Pois bem. Ditão tinha um irmão, o Ditinho, com semelhanças físicas e também no estilo de jogar. E Ditinho iniciou sua carreira no XV de Piracicaba, sob a presidência do XV. Mas Ditinho era inexpressivo, em relação à fama e ao prestígio do Ditão, irmão mais velho.
E seria lá, isso, problema para Romeu Ítalo Rípoli? Pelo contrário: no jogo, era uma vantagem, a tal “prata da casa”, jóia rara, uma promessa real de grande jogador, como os clubes e empresários têm feito nos últimos anos. Rípoli fazia antes, visionário que foi. E começou a divulgar o nome de Ditinho: “É o novo Ditão.” E, em poucas semanas, já apregoava e anunciava: “É melhor do que o Ditão. O Ditinho é o do Corinthians; Ditão é o do XV. ” E já tinha planos para faturar em cima do garoto.
Diante de tanto barulho na imprensa, o Flamengo começou a se interessar pelo passe de Ditinho. Mas era interesse ainda pálido, tímido. Rípoli, no entanto, sabia jogar, tinha relações. Era grande amigo do então presidente do Santos, o influente Modesto Roma. E pediu ao colega santista que lhe fizesse um grande, um imenso favor: que, pela imprensa, informasse que o Santos estava interessado em adquirir o passe de Ditinho. E Modesto Roma participou do jogo: “O Santos está negociando o passe de Ditinho, um craque com muito mais categoria do que o Ditão, do Corinthians. São irmãos, mas Ditinho é mais jovem, mais habilidoso e tem grande futuro.”
Não deu outra. O vice-presidente do Flamengo - o suíço Gunnar Goransson, todo-poderoso presidente da multinacional Facit - se interessou, quis “passar a perna no Santos” e “atravessou” o negócio, para alegria e felicidade de Romeu Ítalo Rípoli. Resultado: o Flamengo comprou o passe de Ditinho que nunca chegou a ser Ditão e, além de pagar um dinheirão, o Gunnar Goransson fez a Facit financiar e montar todo um esquema para o XV de Piracicaba excursionar à Europa.
O dr.Thomas Caetano Rípoli, filho querido de Romeu, lembra-se de tudo isso e, entre orgulhoso e ainda assustado - pois foi testemunha ocular das entranhas do jogo - conta das peripécias do pai. De vice-campeão paulista, de clube e time conhecidos na Europa, de clube e time respeitados no Brasil todo - a uma dramática saga de estar na divisão dos pequeninos….
Rípoli liderava e, em torno dele, a cidade, o povo, empresários mobilizavam-se com confiança e entusiasmo. Rípoli sabia que, no jogo do desenvolvimento da própria Piracicaba, o XV, o “Nhô Quim” era a grande marca, a griffe especial.
Fonte: Cecilio Elias Neto
Blog História do Futebol & Artigos-Augusto Neves Augusto Neves em 28 Mar 2008
Protegido: Resultados do Campeonato Mineiro de 1987 - 2º Turno
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 27 Mar 2008
Protegido: PELÉ PAROU UMA GUERRA NA ÁFRICA
Blog História do Futebol & x7) Perfis & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 27 Mar 2008
Protegido: Neném Prancha,o botafoguense não supersticioso!!!
Blog História do Futebol & g4 Uefa & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 27 Mar 2008
O Futebol no Socialismo!!!
O futebol nas repúblicas socialistas soviéticas
Uma das grandes frustrações dos torcedores brasileiros é o fato de que apesar de todas as conquistas do nosso futebol, nenhuma seleção brasileira conseguiu, até o momento, conquistar uma medalha de ouro em Jogos Olímpicos. Durante muito tempo, as Olimpíadas permitiam apenas a participação de atletas amadores.
Assim, os jogadores de futebol brasileiros que participavam dos Jogos eram em sua maioria muito inexperientes. O Brasil não podia enviar os seus melhores jogadores profissionais. Por outro lado, na época da Guerra Fria, a União Soviética e os seus países-satélites no Leste europeu viam nas Olimpíadas uma oportunidade para fazer propaganda do regime socialista.
Amadorismo profissional
Oficialmente, os atletas desses paises eram amadores, pois jogavam em times de unidades militares ou de operários de fábricas. Um exemplo era a seleção húngara de futebol, que conquistou a medalha de ouro em 1952, nos jogos realizados em Helsinque, na Finlândia. Teoricamente, seus jogadores eram membros do exército húngaro, que, em suas horas de vagas, jogavam futebol.
Na prática, eram atletas profissionais, cujo prestígio no esporte permitia que usufruíssem privilégios negados para a maioria de seus compatriotas: podiam passar direto pela alfândega e contrabandear objetos que eram considerados artigos de luxo nos países socialistas, como, por exemplo, relógios de pulso fabricados no Ocidente.
Ferenc Puskas: um craque húngaro
Entre os craques da seleção húngara de 1952, estava o atacante Ferenc Puskas, o “Major Puskas”, considerado um dos maiores nomes do futebol de todos os tempos, ao lado de Pelé, Maradona, do holandês Cruyff e do alemão Beckenbauer. Na Copa de 1954, realizada na Suíça, a seleção húngara era a favorita, mas acabou perdendo a final para a Alemanha. Os alemães marcaram três gols e os húngaros marcaram dois, dos quais, um foi anulado.
Em 1957, após uma excursão ao Brasil, vários jogadores húngaros aproveitaram uma estada na Áustria para “desertar” e jamais voltar para a Hungria. Esses jogadores pretendiam tentar a sorte nos clubes dos países capitalistas da Europa ocidental, onde ganhariam mais dinheiro e teriam mais liberdade. Foi assim que Puskas acabou entrando para o time do Real Madrid.
O esquema 4-2-4
Os húngaros foram os inventores do esquema tático que, no Brasil, recebeu o nome de 4-2-4. Aqueles que insistiam em misturar qualidade técnica no esporte logo rotularam o futebol jogado pelos húngaros de “futebol socialista”.
Depois de 1956, o esquema foi trazido ao Brasil pelo técnico húngaro Bela Guttmann, que trabalhou no São Paulo Futebol Clube. O segundo clube brasileiro a usar esse esquema foi o Santos. Inventado pelos húngaros, esse esquema tático foi aperfeiçoado pelos brasileiros. Foi usando esse esquema que o Brasil conquistou as Copas de 1958, na Suécia, e de 1970, no México.
Alemanha versus Alemanha
Em 1974, a Copa do Mundo foi disputada na Alemanha Ocidental. Naquela época, ainda existia o Muro de Berlim, que dividia a Alemanha em duas: a Alemanha Ocidental, capitalista, e a Alemanha Oriental, socialista. Aquela Copa foi marcada por um jogo inusitado entre as duas Alemanhas.
Foi a única vez em que as duas seleções se enfrentaram em uma Copa do Mundo. O time da Alemanha Ocidental foi calculista e preferiu perder para a Alemanha Oriental por 1 x 0, para não cair no grupo de Brasil e Holanda, que era a grande favorita, na segunda fase da Copa. O Brasil foi goleado pela Holanda por 2 x 0 e perdeu a disputa pelo terceiro lugar para a Polônia por 1x0. A Alemanha Ocidental venceu a Holanda na final por 2x1 e ganhou o campeonato.
Autor:Túlio Vilela
Blog História do Futebol & (MINAS GERAIS) & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 27 Mar 2008
UM VARGINHENSE EM SÃO JOÃO DEL REY!
Esta é uma foto marcante na carreira do nosso amigo e ex-atleta Vitinho Lorenzoni e porque não dos varginhenses? Nela está a marca de um grande jogador, amigo e pai de família que por quatro temporadas defendeu a equipe Sanjoanense do Athletic e por lá como cá, fazendo muito sucesso. E neste dia aí com casa cheia era dia de clássico local contra o Minas Esporte Clube e a equipe do Athletic entrou em campo com, em pé: Barrinha,Valtinho,Bosco,VITINHO LORENZONI,Gaia e Bolota(Massagista). Agachados: Miguelzinho,Wilson,Batistinha,Tarciso e Zito. Isto tudo que estamos narrando na foto foi no ano de 1960 e é com muito orgulho que mostramos e falamos deste filho de Varginha que muito nos honra como varginhenses e que como alguns outros atletas conterranêos levou o nome de nossa Varginha por estes rincões a fora, parabéns VITINHO LORENZONI por tudo que fez pelo nosso esporte e pela nossa cidade através de sua grande categoría como atleta do futebol!
Fonte: Gilberto Beneton Jr.
Blog História do Futebol & (SÃO PAULO) & CLUBES & Artigos-Rodrigo Santana Rodrigo Santana em 27 Mar 2008
Protegido: CLUBES DE SANTO ANDRÉ - PARTE I
Blog História do Futebol & (PARANÁ) & Artigos-Rodrigo Santana Rodrigo Santana em 27 Mar 2008
Protegido: NACIONAL - ROLÂNDIA - CAMPEÃO NORTE PARANAENSE DE 1948
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 27 Mar 2008
Outros grandes jogadores da Alemanha
ANDREAS BREHME
Um dos mais completos defensores da história do futebol europeu, Andreas Brehme estreou na seleção de seu país em 1984 e seu futebol contribuiu para o sucesso da Alemanha nos anos seguintes.
Teve uma atuação brilhante na Copa do Mundo de 1986, contemplada com o gol que marcou contra a França, na semifinal.
Mais tarde tentou a sorte no Campeonato Italiano, na Internazionale de Milão, time pelo qual conquistou o título nacional de 1989, ao lado dos compatriotas Lothar Matthäus e Jürgenn Klinsmann.
No ano seguinte, conquistou a Copa do Mundo com a Alemanha, numa revanche contra a Argentina, campeã de 86.
Após sua passagem pela Itália, retornou ao futebol alemão para jogar no Bayern de Munique. Mais tarde voltou ao Kaiserslautern, equipe que o revelou.
Ainda teve tempo de ganhar uma Copa da Alemanha e um Campeonato Alemão, em 1998, já com 37 anos. Depois disso, despediu-se dos gramados.
PAUL BREITNER
Em uma de suas primeiras partidas com a seleção da Alemanha Ocidental, Paul Breitner ganhou a Eurocopa de 1972, disputada na Bélgica.
Em 1974 levou a Copa do Mundo numa final histórica contra a Holanda. Seu gol, na estréia contra o Chile, com um chute de 25 metros de distância, deu a vitória à equipe. Na decisão, marcou outro, desta vez de pênalti.
A conquista motivou a sua contratação pelo Real Madrid, clube onde atuou por duas temporadas e ganhou o bicampeonato espanhol.
Em 1977 retornou ao Bayern de Munique e conseguiu o título de melhor jogador da Alemanha na temporada 1980/1981.
Em 1978 deixou a seleção num jogo pelas Eliminatórias do Mundial da Argentina, contra a Grécia. Decidiu voltar na Copa da Espanha, em 1982, ano em que conquistou o vice-campeonato.
Meio-campista de habilidade, tinha entre as suas principais virtudes a mobilidade em campo e a versatilidade.
Em 1983 abandonou o futebol profissional e se tornou presidente do Bayern de Munique. Desde então trabalha como comentarista esportivo na imprensa local e como representante de marcas esportivas.
FRITZ WALTER
Começou a jogar futebol aos oito anos naquele que seria seu clube de sempre, o Kaiserslautern. Aos 17 anos já atuava como atacante, destacando-se por seu faro de goleador. Mas foi no meio-de-campo que firmou sua lenda como um dos melhores jogadores alemães de todos os tempos.
Sua grande visão de jogo e capacidade de liderança o transformaram na peça central do time. Desde 1985 o estádio do Kaiserslautern leva seu nome.
Começou na seleção em 1940. Porém, sua carreira esportiva se viu interrompida pelo início da Segunda Guerra Mundial. Fritz Walter se alistou no exército alemão, foi convocado para servir na Brigada de pára-quedistas do Reich e foi feito prisioneiro na frente do Leste. Até 1951 não voltou a vestir a camisa da Alemanha.
No Mundial de 1954, na Suíça, Fritz Walter já era um veterano jogador de 34 anos, porém, conduziu a equipe a uma emocionante final contra a Hungria de Puskas. Os alemães ocidentais venceram por 3 a 2 e levaram a Copa do Mundo pela primeira vez na história.
Na Suécia, em 1958, voltou a capitanear a equipe, mas os alemães perderam nas semifinais. Aposentou-se no ano seguinte, depois de uma grande e vitoriosa carreira esportiva.
HASSLER
Thomas Hässler disputou três Copas do Mundo pela Alemanha e leva no currículo o título mundial de 1990, além da Eurocopa de 96.
Passou por uma série de equipes alemãs e italianas: Colônia (1984-90), Juventus (1990-91), Roma (1991-94), Karlsruhe (1994-98), Borussia Dortmund (1998-99), Munique 1860 (1999-2003) e Salzburg (2003-04).
Retornou ao Colônia no final da carreira, onde parou de jogar em 2005.
Pequeno, mas muito hábil e inteligente, atuava no setor do meio-campo, mais precisamente na armação das jogadas.
Pela Alemanha, Hässler disputou 101 partidas e marcou 11 gols. Na Olimpíada de Seul, em 1988, conquistou a medalha de bronze, após ter perdido para a Seleção Brasileira, nas semifinais, na disputa de pênaltis.
KLINSMANN
Conhecido como “Atacante de Ouro”, Jürgen Klinsmann foi um dos centroavantes mais importantes da última década na Europa. Suas principais armas foram a velocidade e perícia no jogo aéreo e nas finalizações.
Começou a carreira no Stuttgart. De lá passou por muitos clubes: Internazionale de Milão (1989-1992), Monaco (1992-1994), Tottenham Hotspurs (1994-1995), Bayern de Munique (1995-1997), Sampdoria (1997) e Tottenham (1998) novamente.
Na seleção alemã ganhou a Copa do Mundo de 1990 e a Eurocopa de 1996, tornando-se um dos maiores goleadores da história do futebol alemão.
Depois do Mundial da França, em 1998, se retirou definitivamente do futebol profissional.
Klinsmann se caracterizou sempre pela lealdade em campo e espírito humano e solidário. Isso o levou a participar de atos beneficentes e a criticar a excessiva comercialização que envolve o mundo do futebol.
MATTHAUS
Lothar Matthäus não tinha o físico ideal para a média do futebol alemão, mas, com o tempo, se converteu num grande atleta e ganhou o apelido de “Super-Homem”. Começou a carreira no Borussia Monchengladbach, no final dos anos 70 e, em 1984, foi jogar no Bayern de Munique.
Na final da Copa dos Campeões, em 1987, o Bayern perdeu para o Porto e o jogador terminou como bode expiatório da imprensa alemã.
A partir de 1988, Matthäus se tornou capitão da seleção alemão e, no mesmo ano, foi vendido à Internazionale de Milão.
As relações com o clube italiano foram fortes. Na Itália, conquistou o Campeonato Italiano da temporada 1988/1989, a Copa da Uefa de 1990/1991 e a Supercopa da Itália em 1989.
Alguns anos depois, em 1992, Matthäus voltou ao Bayern. Encerrou a carreira nos Estados Unidos, jogando pelo New York Metrostars, em 2000.
Em 1990, recebeu a Bola de Ouro e o prêmio de melhor jogador do mundo. Ingressou no Clube dos Cem, formado por jogadores que superaram as cem partidas pelas suas respectivas seleções.
Após abandonar o futebol como jogador, começou a carreira de treinador no Rapid Viena, da Áustria. Passou pelo Partizan Belgrado, da Sérvia e Montenegro, e, por fim, a seleção da Hungria.
LITTBARSKI
Não é todo mundo que disputa três finais de Copa do Mundo. Littbarski é, junto ao brasileiro Cafu, um dos únicos atletas que conseguiu tal feito. Ele foi campeão em 1990 e vice em 1982 e 1986.
Baixinho e rápido, Littbarski era um alemão com nome francês e futebol de sul-americano. Extremamente habilidoso, abusava dos dribles, mas sempre em direção ao gol.
Jogando pela seleção alemã, fez 73 jogos e marcou 18 gols.
Littbarski começou sua carreira profissional em 1978, jogando pelo Colônia, clube que tornou sua casa.
Ficou na equpe da segunda maior cidade da Alemanha até 1986, quando se transferiu para o Racing, de Paris.
Mas seu lugar era mesmo no Colônia. Após um ano na França voltou ao seu clube do coração, onde permaneceu até 1993.
Nos 15 anos de Colônia, Littbarski foi campeão da Copa da Alemanha, em 1983, e vice-campeão nacional em três oportunidades.
Antes de abandonar os gramados, o atacante ainda atuou por dois anos no futebol japonês, onde defendeu as cores do JEF Ichihara.
Fonte: TERRA
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 27 Mar 2008
Gerhardt Müller - Atacante - Nördlingen (Alemanha) -
Pouco se podia esperar do gordinho atacante alemăo que, na infância, era apelidado de Der Dick, em alemăo, o gordinho. Tanto assim que o técnico da seleçăo alemă Helmut Schön justificava-se para năo convocá-lo (quando já começava a marcar os seus gols no Bayern de Munique) dizendo que “Müller é gordo, năo é bem um jogador de futebol, e faz gols por sorte”.
No decorrer de sua carreira, entretanto, Müller foi deixando de ser Der Dick para ser Der Bomber de “o gordinho” para o “bombardeiro”.
Agora sim o apelido estava bem colocado. Afinal, Gerd Müller é, até hoje, quem mais marcou gols na história das Copas do Mundo: dez na Copa de 70 e quatro na de 74, totalizando 14 gols.
Além de marcar muitos gols, Müller marcava gols importantes: foi dele o gol que deu o título mundial ŕ Alemanha em 1974 e marcou 3 no jogo que deu ao seu país a Eurocopa de 72. Por 7 vezes, Müller foi artilheiro do campeonato alemăo, estabelecendo em 71 um recorde: 40 gols no campeonato nacional. No ano seguinte, esse recorde seria igualado. Por ele mesmo. Foi por duas vezes artilheiro da Europa. Pela seleçăo, jogou 62 partidas, marcando 68 gols. É o maior artilheiro da história da seleçăo alemă, com uma média de 1,1 gol por jogo.
Logo que chegou no Bayern de Munique, ajudou o clube da capital alemă a subir para a primeira divisăo em 1965. Já no ano seguinte, estrearia na seleçăo contra a seleçăo da Turquia (era a primeira partida da Alemanha Federal depois de perder a final da Copa de 66 para os donos da casa, os ingleses). Campeăo do campeonato alemăo em 69, 72,73 e 74, venceu também as Copas da Alemanha de 66, 67, 69, 74, 75 e 76. Foi também campeăo da Recopa em 74, da Copa dos Campeőes em 74, 75 e 76, e Mundial Interclubes em 1976, todos esses títulos pelo Bayern. Pela seleçăo alemă, foi campeăo da Eurocopa de 72 e do Mundo em 74.
Em 1970, ganhou o título de melhor jogador da Europa. Em 1978, machucou-se gravemente, nunca chegando a se recuperar por completo. Foi entăo jogar no futebol americano, assim como seu compatriota, Franz Beckenbauer. Em 75 jogos pelo Fort Lauderdale, marcou 38 gols. Jogou ainda pelo Smith Brothers Lounge, também dos Estados Unidos.
Ao terminar a carreira, teve sérios problemas com a bebida, perdendo todo o dinheiro acumulado em anos de futebol. Aos 45 anos, internou-se numa clínica, com as despesas pagas por Franz Beckenbauer. Recuperado, assumiu o cargo de técnico das categorias de base do Bayern de Munique.
“Müller é gordo, năo é bem um jogador de futebol, e faz gols por sorte.”
(Helmut Schön, ex-técnico da seleçăo alemă, justificando porque năo convocava Gerd Müller, que viria a ser o jogador que mais gols fez na história das Copas do Mundo (superado por Ronaldo na Copa de 2006)
“Chuto rente ao chăo, assim é mais difícil para o goleiro.”
O conhecido jornalista desportivo Wolfgang Golz regularmente entrevista jogadores, técnicos, fãs e especialistas . Desta feita ele fala com o ex-jogador da seleção alemã e recordista de gols em Copa do Mundo, Gerd Müller, sobre sua expectativa em relação à Copa do Mundo, seu gol mais famoso, e as peculiaridades do futebol atual.
Antigamente o senhor sempre entrava em campo com uma calma impressionante – ou era só aparência?
Antes de jogos importantes o nervosismo vai aumentando. Mas, uma vez em campo não havia mais nervosismo. Também, no meu caso tenho de reconhecer: eu sempre joguei em equipes de ponta. Aí, não há porque ficar nervoso.
O senhor é o maior goleador alemão de todos os tempos. Onde é mesmo que está a sua estátua?
Imagina - não, isso não existe. Não preciso disso.
O senhor era conhecido com “Der Bomber” ou Müller baixinho, gordinho.
Nesse caso preferia o Bomber. O meu ex-técnico Cajkovsky me chamava de Müller baixinho, gordinho. E na realidade era um apelido carinhoso.
Senhor Müller, no final da Copa do Mundo de 1974 o senhor fez o gol decisivo contra a Holanda, na vitória de 2x1. O senhor hoje em dia ainda sabe o ponto certo?
O ponto exato. Até porque este gol está sempre sendo mostrado na televisão. Mas eu também tenho este gol na memória. Quando eu vejo o lance, muitas vezes me pergunto: como consegui chutar aquela bola dentro do gol? Toda vez me arrepio.
E como foi, exatamente?
(Gerd Müller levanta de súbito e organiza a cena em cima da mesa, mesmo sem bonecos que representem jogadores). Bem, havia três holandêses, eu fui para frente, eles também. Eu voltei, eles ficaram. A bola veio da direita, chutada pelo Bonhof, a bola quicou e escapou do meu pé esquerdo …
Desculpe, o senhor não trocou de pé de modo propositado?
Não, não, a bola pulou do meu pé esquerdo para o pé direito. Eu me virei e chutei direto. Como atacante a gente não tem que parar para pensar onde está o gol …
O senhor chutou em gol de qualquer posição. Os atacantes hoje em dia costumam chutar para o gol com força bruta.
É o que eu sempre digo e reclamo. Eles só usam a força e na maioria das vezes chutam em cima do goleiro. As vezes a bola tem de ser rolada ou levantada. O que conta é a bola atrás da linha. Gols pequenos também valem.
O senhor é técnico da seleção de amadores do FC Bayern. O que o senhor transmite a estes jovens?
Eu lhes dei vídeos para que vissem como eu joguei, mas isso é algo que não se aprende, só aperfeiçoa. O Bruno Labbadia foi o único, que tinha um estilo de jogo parecido. Não há outro.
Aqui entre nós, Senhor Müller, considerando a quantidade de gols que o senhor marcou, surge a pergunta: os defensores eram tão ruins, ou o senhor era tão bom?
Eu era bom, sem dúvida. Naquela época ainda havia o beque e o médio-volante contra você. Quase não havia espaço. Agora eles jogam com a linha de quatro. Com este sistema eu teria feito ainda mais gols. Mas os que eu fiz já está bom.
Qual o gol que considera o seu gol mais bonito, e qual foi o mais importante?
O 2x1 na final da Copa do Mundo sem dúvida foi o mais importante. Mas o meu gol mais bonito foi o do jogo repetido da Copa da Europa, final, em 1974, no 2x0 contra o Atlético Madrid: bola do Kapellmann - mas não tenho mais bem certeza -, bola matada no peito, volley e gol.
(Nota o primeiro jogo terminou em 1:1, o segundo em 4:0 para o FC Bayern, gols: Müller e Hoeneß, 2 gols respectivamente)
Comparando com os anos 70 e 80, quais as alterações que ocorreram no sistema de jogo?
Nós ainda jogavamos com cinco atacantes , ou pelo menos três. Hoje em dia as vezes eles jogam com dois atacantes, as vezes só um. E com a linha de quatro sempre há um jogador a mais atrás, do que havia antigamente. Quando o Franz (Beckenbauer.) como libero ia pra frente, o Zobel ou o Bulle Roth tinham que lhe dar cobertura. O beque “Katsche” Schwarzenbeck nunca podia ir pra frente.
O senhor trabalha como técnico – antigamente o senhor aparecia mais. O senhor gosta do que faz?
Sim, é o que mais gosto. Acabei de prolongar meu contrato em cinco anos, até 2010. Até lá estarei com 65 anos, e aí vou parar.
Fonte: deutschland.de/PT/Content/WM-Aktuell/Interviews
Meus amigos, para aqueles que não o viram jogar, não precisa nem ler o currículo, basta somente ler a entrevista para sentir o quanto era perigoso este baixinho alemão.
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 27 Mar 2008
OS DIAS 26 E 27 DE MARÇO NO FUTEBOL
26/03/1924 - É fundado em Curitiba/PR o CLUBE ATLÉTICO PARANAENSE ( O FURAÇÃO), com a fusão entre o Internacional FC e o América FC do Paraná. Campeão Brasileiro Serie A em 2001 e Serie B em 1995, 21 vezes campeão paranaense, 2 vezes campeão do Torneio de Winterthur na Suiça em 1991/1992 e muitos outras conquistas.
26/03/1956 - FLAMENGO 1 - 0 AMÉRICA, No Maracanã o Flamengo com um gol de Evaristo sai na frente nas finais do Carioca de 1955.
26/03/1959 - BRASIL 3 - 1 URUGUAI, Em Buenos Aires pela Copa América o Brasil venceu numa batalha em campo em todos os sentidos inclusive um quebra-pau daqueles famosos, o jogo teve 4 expulsões e os gols foram de: Paulinho Valentim 3 (Bra) e Escalada (Uru).
26/03/1975 - FORTALEZA 3 - 1 CEARÁ, Baile tricolor no Castelão e conquista do bi-campeonato com gols de: Haroldo e Amilton Melo (2) (For) e Cl’óvis (Cea).
27/03/1981 - GUARANI 1 - 1 ANAPOLINA, Em Campinas o Bugre se torna o primeiro clube a vencer as Series A e B do Brasileiro após empate com sabor de vitória com gols: Marcelo (Gua) e Osmário (Ana).
ANIVERSARIANTES:
26/03/1974 - Odvan ex-zagueiro do Vasco e Seleção Brasileira hoje no Madureira.
26/03/1974 - Bruno Carvalho, ex-lateral direito revelado pelo Vasco, passou por Botafogo/RJ e Flamengo, Bahia e Nautico.
27/03/1950 - Romeu, ponta esquerda que infernizou muitas defesas Brasil afora ex-Atlético/MG e Corinthians.
27/03/1974 - Fernando Diniz meia ex-Palmeiras, Guarani/SP, hoje no Juventus/SP.
27/03/1981 - Jeronimo Baretto, Cacau brasileiro idolo do Stuttgart da Alemanha.
Blog História do Futebol & x5) Jogos Históricos & (PARAÍBA) & Artigos-Jose Ricardo Almeida Jose Ricardo Almeida em 27 Mar 2008