Arquivo de Abril de 2008
Blog História do Futebol & (MARANHÃO) & Artigos-Natanael Duarte Neto Natanael Duarte Neto em 30 Abr 2008
Protegido: Campeonato Maranhense da 2ª Divisão (Série B) 2006
Blog História do Futebol & f6 CLUBES E SUAS HISTÓRIAS-MUNDO Roberto Pypcak em 30 Abr 2008
Protegido: San Lorenzo de Almagro: cem anos
Blog História do Futebol & f6 CLUBES E SUAS HISTÓRIAS-MUNDO Roberto Pypcak em 30 Abr 2008
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Blog História do Futebol & x5) Jogos Históricos & x12) Historia do Futebol & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 30 Abr 2008
HAVIA ALGO DE PODRE NA ZAGA DA DINAMARCA EM 1986
A Copa do Mundo de 1986 ficou marcada como a Copa de Maradona pois o gênio argentino levou a modesta Argentina ao título numa final contra a Alemanha, porém quem jogou um futebol que chamou a atenção do mundo e foi comparada até com a Holanda de 74 por um estilo de jogo solto, alegre e compacto foi uma estreante em Copas do Mundo a Dinamarca que ficou conhecida como DINAMÁQUINA com jogadores habilidosos e técnicos com ginga sul-americana com Laudrup, Arnesen, Jesper Olsen e um goleador nato com faro de gol Elkjaer Larsen e capitaneados por um experiente e competente zagueiro de área Morten Olsen á Dinamarca já havia impressionado a Europa ao ter se classificado para a fase final da Eurocopa de 1984 disputada na França, chegando inclusive as semifinais nas eliminatórias para o mundial do México venceu o grupo que tinha a União Soviética que também apresentou um bom futebol na Copa.
A estreante em Copas caiu no grupo E nesta chave tinha nada mais que nada menos que duas seleções de peso no futebol mundial; Alemanha Ocidental campeã mundial em 1954/1974 e o Uruguai campeão do mundo em 1930/1950 e a Escócia pais que vinha tendo participações seguidas em Copas desde de 1974, na estréia na cidade de Neza uma vitória suada contra os escoceses por 1 a 0, na segunda partida uma partida que encantou o mundo e deu afirmação de futebol total, com uma atuação impecável de Laudrup e Elkjaer que marcou três gol na goleada sobre o poderoso Uruguai por 6 a 1, na ultima rodada da fase de classificação a Dinamarca enfrentou a Alemanha Ocidental temida por acabar com a festa de seleções de futebol revolucionários, mais não deu para o gasto e uma vitória sensacional com um futebol rápido e envolvente sem dar chances aos germânicos, com três vitórias seguidas e ao lado do Brasil que foi a outra seleção a vencer todos os jogos da fase classificatória a Dinamaquina como ficou apelidada chegou as oitavas de finais na cidade de Queretaro para enfrentar a Espanha que ficou com a segunda vaga na chave do Brasil o grupo D.
Bem a Espanha vinha de duas vitórias diante a Irlanda do Norte e Argélia, tinha um bom time começando por um bom goleiro Zubizarreta, o bom meia Michel e os atacantes Butragueño e Julio Salinas, esta mesmo Espanha estava atravessada na garganta dos dinamarqueses pois fora os espanhóis que os tiraram da final da Eurocopa de 1984 com uma vitória nos pênaltis por 5 a 4, o jogo começou tenso com a Dinamarca tomando a iniciativa de jogo e a Espanha se defendendo bem na metade do primeiro tempo a Dinamarca aperta, ataca de todo o jeito impõe o seu melhor futebol e aos 23 minutos do primeiro tempo numa cobrança de pênalti Jesper Olsen abri o placar a Espanha sente o gol e a Dinamarca não parava de atacar como de costume, porém aos 43 minutos do primeiro tempo num vacilo da sua zaga Butragueño marca o gol de empate, no inicio do segundo tempo aos 11 minutos outra falha da zaga e ele novamente marca o gol da virada Butragueño, a Dinamarca enlouquece e parte para cima a Espanha se fecha e Caldere e Michel passam a armar contra ataques mortais num dele Butragueño sofre pênalti e Goicoechea marca o terceiro aos 24 minutos, foi um golpe duro sem conseguir jogar e desesperada em campo a Espanha domina e faz o que quer do jogo aos 35 ele aparece de novo em nova falha da zaga e marca o quarto gol espanhol e no final já aos 45 ele fecha em nova penalidade o escore de 5 a 1 para a Espanha, neste jogo me veio á tona o romance de William Shakespeare, Hamlet mais com um trocadilho que caiu bem neste dia: “HAVIA ALGO DE PODRE NA ZAGA DA DINAMARCA” se havia sim pois o nome do jogo com quatro gols Emilio Butragueño era conhecido na Espanha com “ EL BUTRE” ou O abutre ou seja onde existe algo podre o abutre faz a festa.
Ficha Técnica:
DINAMARCA 1 X 5 ESPANHA
Estadio La Corregidora – Queretaro/México
Árbitro: Jan Keizer (Holanda)
Público: 38.500
Gols: J. Olsen, aos 24, Butragueño, aos 43 minutos do primeiro tempo; Butragueño, aos 11, Goicoechea, aos 24, Butragueño, aos 35 e aos 45 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Goichoecea (E), Camacho (E), Michel (E), Andersen (D)
DINAMARCA: Hogh, Busk, M. Olsen, I. Nielsen, Andersen (Eriksen); Berggren, J. Olsen (Molby), Bertelsen, Lerby; Laudrup, Elkjaer-Larsen
ESPANHA: Zubizarreta, Tomás, Gallego, Goicoechea, Camacho; Julio Alberto, Victor, Michel (Francisco), Caldere; Butragueno, Julio Salinas (Eloy) .
Fonte: Texto Galdino Silva
Dados da partida: Livro A histórias de todas as Copas de Orlando Duarte
Blog História do Futebol & d1 AMISTOSOS NACIONAIS Cicero Alves Urbanski em 30 Abr 2008
Protegido: AMERICANA DE SANTOS EM SANTA CATARINA - 1921
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 30 Abr 2008
O DIA 30 DE ABRIL NO FUTEBOL
30/04/1912 - É fundado em Belo Horizonte o AMÉRICA FUTEBOL CLUBE “O COELHO” tradicional equipe do futebol mineiro atualmente na segunda divisão de Minas Gerais, 15 campeonatos mineiros, 1 Copa Sul-MInas em 2000.
30/04/1949 - BRASIL 5 - 1 URUGUAI, no Rio de Janeiro em São Januário o Brasil goleia e se classifica para a final da Copa América daquele ano com gols de: Tesourinha, Zizinho, Danilo Alvim, Jair R. Pinto (2) (Bra), R. Castro (Uru).
30/04/1981 - GRÊMIO 2 - 1 SÃO PAULO, no Olimpico em noite de gala de Paulo Isidoro “O Tziu” o tricolor gaucho vira em cima do tricolor paulista e deu um passo decisivo para a sua primeira conquista do brasileiro, gols: Paulo Isidoro (2) (Gre) e Serginho (SP).
ANIVERSARIANTES:
30/04/1968 - RIVAROLA zagueiro paraguaio ex-Grêmio e Palmeiras
30/04/1971 - KUKI atacante do Nautico
Blog História do Futebol & (MINAS GERAIS) & Artigos-Julio Diogo Julio Diogo em 30 Abr 2008
Protegido: TORNEIO INCENTIVO MINEIRO - 1976
Blog História do Futebol & Campanhas dos Campeões Sudeste & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 30 Abr 2008
Protegido: SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA - CAMPEÃO DA COPA SÃO PAULO DE FUTEBOL JUNIORES DE 2004
Artigos-Augusto Neves Augusto Neves em 30 Abr 2008
Protegido: Resultados do Campeonato Paulista de 1988 - Fase Final
Blog História do Futebol & (PIAUÍ) & Campanhas dos Campeões Nordeste & Artigos-Gerson Rodrigues Gerson Rodrigues em 30 Abr 2008
RIVER ATLÉTICO CLUBE, CAMPEÃO PIAUIENSE DE 2001
RIVER ATLÉTICO CLUBE, CAMPEÃO PIAUIENSE DE 2001
18/03/2001
RIVER 1X1 PICOS, em Teresina
25/03/2001
CAIÇARA 1X2 RIVER, em Campo Maior
01/04/2001
FLAMENGO 0X0 RIVER, em Teresina
04/04/2001
OEIRAS 2X1 RIVER, em Oeiras
08/04/2001
PARNAÍBA 1X2 RIVER, em Parnaíba
11/04/2001
RIVER 3X1 CORI-SABBÁ, em Teresina
18/04/2001
OEIRAS 2X0 RIVER, em Oeiras
22/04/2001
RIVER 4x2 OEIRAS, em Teresina
06/05/2001
FLAMENGO 2X1 RIVER, em Teresina
13/05/2001
RIVER 1X0 FLAMENGO, em Teresina
16/05/2001
RIVER 4X1 CAIÇARA, em Teresina
19/05/2001
RIVER 1X1 OEIRAS, em Teresina
26/05/2001
RIVER 2X0 PARNAÍBA, em Teresina
01/06/2001
PICOS 3X3 RIVER, em Picos
03/06/2001
CORI-SABBÁ 1X2 RIVER, em Floriano
10/06/2001
RIVER 1X1 FLAMENGO, em Teresina
14/06/2001
RIVER 1X1 OEIRAS, em Teresina
17/06/2001
OEIRAS 3x0 RIVER, em Oeiras
27/06/2001
RIVER 0X0 OEIRAS, em Teresina
30/06/2001
OEIRAS 2X2 RIVER, em Oeiras
08/07/2001
RIVER 3X1 OEIRAS, em Teresina
RIVER Campeão Piauiense de 2001
21 JOGOS
09 VITORIAS
08 EMPATES
04 DERROTAS
34 GOLS PRO
26 GOLS CONTRA
Blog História do Futebol & (SANTA CATARINA) & Artigos-Michel McNish Michel McNish em 30 Abr 2008
Final do Catarinense - Diário Alvinegro
Seleção
O título da Copa São Paulo de Futebol Júnior, no início do ano, continua rendendo bons frutos ao Figueirense. Depois do meia Talhetti, que disputou a Copa Mediterrâneo, em Barcelona, com a Seleção Sub-19, agora é a vez do atacante Marquinhos Júnior receber a convocação. Marquinhos vai participar de dois amistosos com a equipe brasileira, no Canadá: no dia 24 de maio, contra o Wisla Krakow, e no dia 31, diante da Seleção Sub-20 do Canadá.
Prorrogação
O Figueirense prorrogou o contrato com o volante Edson Galvão, outro campeão da Copa SP. O acordo tem vigência até abril de 2009. Galvão marcou um dos gols e foi destaque na vitória diante do Atlético, de Ibirama. O garoto não deve, porém, ser aproveitado durante o Brasileiro; pode ser emprestado, assim como Michel Simplício, atacante que teve uma rápida passagem pela Ponte Preta e também teve o contrato prorrogado até 2009.
Reforços
Cleiton Xavier pode não sair depois do Estadual, mas é certo que na próxima semana haverá novidades no Figueirense. Rodrigo Prisco Paraíso confirmou que a direção está negociando com alguns nomes. Prisco admitiu que o atacante Tadeu, do Grêmio, foi oferecido, mas as negociações não “se encaminharam”. O dirigente negou a chegada de outros nomes especulados, como os volantes Magal e Nunes, e o lateral Walmir.
Sigilo
O Figueirense está mantendo em sigilo o local de concentração no Sul do Estado. Tudo para evitar problemas como o barulho de torcedores - a delegação do Vasco, por exemplo, reclamou da noite mal-dormida antes do duelo pela Copa do Brasil. Especula-se que o grupo permaneça em Águas Mornas até a sexta-feira e viaje no sábado pela manhã.
Ingressos
Os torcedores do Figueirense que quiserem ir para Criciúma assistir à final poderão comprar ingressos no Estádio Orlando Scarpelli. A direção solicitou à diretoria do Tigre a remessa de 500 bilhetes, que serão comercializados na bilheteria da Rua Humaitá a partir das 9h de sexta-feira. Só serão vendidos ingressos inteiros, sem descontos para estudantes.
Blog História do Futebol & (SANTA CATARINA) & Artigos-Michel McNish Michel McNish em 30 Abr 2008
Final do Catarinense - Diário Tricolor
Jantar por adesão
Conselheiros (remidos, vitalícios e transitórios), sócios patrimoniais e sócios torcedores 100% já têm compromisso para a noite do próximo dia 5 de maio. É o jantar por adesão que comemora os 61 anos do clube. A atração principal é o lançamento da nova camisa oficial, produzida pela Penalty. O jantar será realizado no Centro de Eventos Oasis (Avenida Jorge Elias de Lucca, continuação da Avenida Centenário), e o convite pode ser adquirido na secretaria do clube por R$ 30.
Cobranças do goleiro
No primeiro jogo surgiu uma oportunidade, mas o goleiro Zé Carlos não cobrou a falta nas proximidades da área. Não era a melhor posição para o goleiro, que costuma treinar cobranças pelo lado direito de ataque. Mas se aparecer uma chance no domingo, o goleiro Zé Carlos já declarou que irá se apresentar para fazer a cobrança. O goleiro está disposto até a bater pênaltis, se for necessário, já que o título poderá ser decidido na prorrogação.
Trio elétrico
A direção encontrou uma forma de mobilizar o torcedor para a decisão de domingo no Estádio Heriberto Hülse. Contratou um trio elétrico, que promete fazer muito barulho pelas ruas da cidade a partir de amanhã, para conclamar o torcedor a ir ao jogo.
Os jogadores também quiseram dar uma contribuição e se colocaram à disposição das emissoras de rádio e televisão para gravações (chamadas da partida para convidar os torcedores).
Carreata
O administrador de empresas Alexandre Woichinevski Viscardi, 33 anos, tomou a iniciativa de mobilizar o torcedor do Tigre e vai promover uma carreata, na manhã de domingo. A mobilização tem saída marcada para as 10h, em frente ao Módulo Esportivo Içarense, em Içara, município vizinho a Criciúma, e segue em direção ao Estádio Heriberto Hülse, pela Avenida Centenário. Em 2007, contra a Chapecoense, Alexandre promoveu a carreata que se misturou a outras duas carreatas realizadas por duas emissoras de rádio.
Blog História do Futebol & g2 Conmebol & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 30 Abr 2008
Protegido: Salão da Fama do Mundialito da Escola Tahuichi Aguillera na Bolivia
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 30 Abr 2008
Quem viu pode se considerar um privilegiado
Nome completo: Edson Arantes do Nascimento
Nascimento: Três Corações (MG), 23/10/1940
Clubes onde jogou
Santos
Cosmos (EUA)
Títulos
Campeão Paulista (1956, 1958, 1960, 1961, 1962, 1964 e 1965, 1967, 1968, 1969 e 1973)
Campeão da Taça Brasil (1961, 1962, 1963, 1964 e 1965)
Campeão do Torneio Roberto Gomes Pedrosa (1968)
Campeão do Torneio Rio-São Paulo (1959, 1962, 1964 e 1966)
Campeão da Taça Brasil (1961, 1962, 1963, 1964 e 1965)
Campeão do Torneio Tereza Herrera (1959)
Campeão da Taça Libertadores da América (1962 e 1963)
Campeão Mundial Interclubes (1962 e 1963)
Campeão Norte-Americano (1977) pelo Cosmos
Campeão Sul-Americano (1959) pela Seleção do Exército
Campeão Brasileiro de Seleções (1959) pela Seleção Paulista
Campeão da Taça Roca (1957 e 1963)
Campeão Mundial (1958, 1962 e 1970) pela seleção brasileira
Jogos pela seleção brasileira: 104
Gols pela seleção brasileira: 95
Pelé é considerado quase por unanimidade o maior gênio que o futebol já produziu em todo o mundo. Nunca um esporte e um país se identificaram tanto com um único homem. Pelé foi perfeito em todos os fundamentos. Chutava com os dois pés, tinha um preparo físico invejável e impulsionava-se para cabecear como ninguém. Foi eleito várias vezes o Atleta do Século 20, sendo uma delas pelo Comitê Olímpico Internacional, apesar de nunca ter disputado uma Olimpíada.
Ao longo da carreira, foi o único jogador a conquistar três Copas do Mundo pelo Brasil (1958, 1962 e 1970). Também conquistou dois títulos mundiais pelo Santos (1962 e 1963). Além disso, foi o primeiro atleta a superar a marca dos mil gols na carreira. No total, foram 1.282 gols (muitos deles comemorados com o tradicional soco no ar) em 1.375 partidas, sendo 1.091 delas pelo Santos, onde se tornou o maior artilheiro do clube de todos os tempos. Pela seleção brasileira, foram 95 (em 104 jogos).
Pelé nasceu em Três Corações, filho de João Ramos do Nascimento -o Dondinho- e Dona Celeste. Humilde, recebeu dos pais boa educação e estrutura familiar, além da paixão pelo futebol (o pai abandonou a carreira por causa de um problema no joelho). Começou a trabalhar cedo para ajudar a família, como engraxate, entregador de pastel e ajudante de sapateiro. Mas o destino do menino pobre que virou Rei já estava traçado. Depois de passar pelas categorias de base do BAC de Bauru, cidade para onde se mudou com quase cinco anos de idade, Pelé chegou ao Santos, em 1956, com apenas 15 anos, levado por Waldemar de Brito, craque que disputou a Copa de 1934.
Aos 16 anos, vestiu a camisa da seleção brasileira pela primeira vez, durante a Copa Roca de 1957, disputada no Maracanã, contra a Argentina. Na ocasião, o futuro craque substituiu Del Vecchio no segundo tempo, fez um gol, mas não evitou a derrota brasileira por 2 a 1. No ano seguinte, aos 17 anos, foi convocado para a Copa do Mundo da Suécia, ganhando a posição de titular na terceira partida, na vitória do Brasil sobre a União Soviética por 2 a 0. E nunca mais saiu.
Foram quatro Copas do Mundo (1958, 1962, 1966 e 1970) e três títulos (1958, 1962 e 1970). Também foi beneficiado por jogar ao lado de grandes mitos como Didi, Garrincha, Nilton Santos, Djalma Santos, Gérson e Rivelino. Em 1962, sagrou-se bicampeão, apesar de ter jogado apenas o primeiro jogo, contra o México, devido a uma contusão. Em 1966, amargou a eliminação do Brasil frente a Portugal ainda na primeira fase. Em 1970, aos 29 anos, ganhou seu último título mundial.
Além dos vários títulos pelo Santos (11 artilharias do Campeonato Paulista, sendo nove delas consecutivas) e pela seleção, Pelé, que recebeu este apelido, ainda criança, por pronunciar incorretamente o apelido de Bile, goleiro do Vasco e amigo de seu pai, também primou pela individualidade.
Foi por causa dele que os treinadores inventaram a posição do cabeça de área, só para marcá-lo. Ele foi o inventor da paradinha na cobrança de pênalti e da tabelinha com a perna do adversário. Em 1969, foi responsável por um cessar-fogo durante a guerra civil de Biafra. As duas partes decidiram dar uma trégua na batalha para ver Pelé atuar pelo Santos, no empate por 2 a 2, contra a seleção na Nigéria. O craque também foi um exímio goleiro. Jogou na posição em três oportunidades e não sofreu nenhum gol.
Em 1975, aos 35 anos, transferiu-se para o Cosmos, dos Estados Unidos, onde ajudou a difundir o esporte no país, e conquistou o título de campeão norte-americano de 1977, quando encerrou a carreira. Depois disso, fez diversas partidas de despedida. Pelé ainda teve participações em algumas novelas da Rede Globo e em dez filmes e compôs algumas músicas. Empresário de sucesso, ocupou o cargo de Ministro dos Esportes entre os anos de 1995 e 1998, período em que inspirou a criação da Lei Pelé.
Fonte: futebol.bol.com.br
Pelé
Jogador de futebol brasileiro nascido em Três Corações, Minas Gerais, maior craque da história do futebol nacional, personalidade mundial do esporte, chamado o rei do futebol e eleito o atleta do século, eleito pelo jornal francês L’Equipe (1981). Filho de Dona Celeste e de João Ramos do Nascimento, jogador de futebol afamado no sul de Minas Gerais, conhecido como Dondinho, que lhe deu o nome para fazer uma homenagem ao o inventor estadunidense Thomas Edison.
Ainda criancinha mudou-se com a família para Bauru, interior de São Paulo (1945) e começou a jogar aos dez anos, em Bauru. Depois de ser rejeitado em um teste no Corinthians paulista, aos 16 já era titular do Santos Futebol Clube.
Aos 17 foi convocado para a seleção brasileira, e conquistou sua primeira Copa do Mundo, na Suécia (1958). Foi bi-campeão da Libertadores da América e mundial de clubes pelo Santos (1962/1963) e disputou mais três copas do mundo de seleções e ganhou no Chile (1962) e no México (1970).
Despediu-se da seleção brasileira (1971) e do Santos (1972) e ainda jogou no New York Cosmos (1974), a fim de promover o futebol nos Estados Unidos, onde encerrou sua carreira profissional de jogador em clubes de futebol.
Marcou 1282 gols em 1364 partidas oficiais.
O fim definitivo de sua carreira foi celebrado em um jogo entre a seleção brasileira e uma seleção dos melhores do mundo (1981).
Foi ministro extraordinário de Esportes (1995-1998) no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso.
Fonte: www.dec.ufcg.edu.br
Pelé
Quem gosta de futebol e teve a sorte de ver Pelé em campo, pode se considerar um ser humano privilegiado.
Jogos em Copas
15/06/58 2 x 0 URSS
19/06/58 1 x 0(1) País de Gales
24/06/58 5 x 2(3) França
29/06/58 5 x 2(2) Suécia
30/05/62 2 x 0(1) México
02/06/62 0 x 0 Tchecoslováquia
12/07/66 2 x 0(1) Bulgária
19/07/66 1 x 3 Portugal
03/06/70 4 x 1(1) Tchecoslováquia
07/06/70 1 x 0 Inglaterra
10/06/70 3 x 2(2) Romênia
14/06/70 4 x 2 Peru
17/06/70 3 x 1 Uruguai
21/06/70 4 x 1(1) Itália
A história do maior craque de todos os tempos começa com uma derrota. A derrota de um jovem chamado Dondinho em driblar a pobreza usando o futebol como instrumento. Tudo aconteceu no final dos anos 30. Depois de passar por um sem-número de pequenos times no interior de Minas Gerais, Dondinho havia finalmente conseguido uma chance no poderoso Atlético Mineiro. “Naquele tempo, os jogadores de frente jogavam plantados. Dondinho fazia diferente. Ele vinha de trás, com a bola dominada e, por isso, chamava a atenção”, recorda o jornalista mineiro Gérson Sabino.
Dondinho treinou e aprovou no Galo. Foi até morar com a mulher, Celeste, num quartinho localizado embaixo da arquibancada do estádio do Atlético. Sua estréia aconteceu no dia 9 de março de 1940, num amistoso contra o São Cristovão, do Rio de Janeiro. Mas num lance com o duro zagueiro Augusto, mas tarde capitão do Vasco e da Seleção Brasileira, Dondinho se machucou feio. “Água no joelho”, sentenciou o massagista - naquele tempo, o mundo do futebol ainda desconhecia os meniscos. O canditado a jogador nunca mais foi o mesmo. O problema o obrigou a voltar para o minguado futebol do interior. O pior era que Celeste carregava na barriga seu primeiro filho.
HOMENAGENS
“O maior jogador de futebol do mundo
foi Di Stefano. Eu me recuso a classificar Pelé
como jogador. Ele está acima de tudo”
(PUSKAS, craque do escrete húngaro
que dominou o futebol no início dos anos 50)
“Se Pelé não tivesse nascido homem
teria nascido bola”
(ARMANDO NOGUEIRA, jornalista)
“Pensei: ele é de carne e osso como eu. Me enganei”
(TARCISIO BURGNICH, defensor italiano na Copa de 70)
“Pelé é o único que ultrapassa os limites da lógica”
(CRUIJFF, comandante do Carrossel Holandês
na Copa de 74)
“Senti medo, um terrível medo quando vi
aqueles olhos. Pareciam olhos de um animal
selvagem, olhos que soltavam fogo”
(OVERATH, jogador alemão nas Copas de 66 a 74)
“Pelé desequilibrou o mundo”
(GILMAR, goleiro do Santos e da Seleção)
O futebol de Dondinho morreu naquele ano de 1940. Todo esse drama pessoal de mais um obscuro jogador brasileiro passaria ao anonimato não tivesse seu filho se tornado o mais reverenciado craque de todos os tempos. Édson Arantes do Nascimento, Pelé, nasceu no dia 23 de outubro daquele mesmo ano com o destino de vingar as derrotas de seu pai e, num sentido mais amplo, as derrotas de todos os brasileiros.
O DESCOBRIDOR
A honra de descobrir Pelé cabe a Waldemar de Brito, considerado um grande atacante (do São Paulo) entre 1935 e 1945. Waldemar chegou à cidade de Bauru, em 1953, para organizar o time infanto-juvenil do Bauru Atlético Clube, o Baquinho. Na primeira peneira, o novo técnico já ficou deslumbrado com aquele negrinho magrela que entortava os demais garotos e marcava gols aos montes. Em 1956, quando Waldemar deixou a cidade, prometeu voltar para buscar o menino. “Cuida bem desse garoto, que ele é uma dádiva de Deus”, recomendou a dona Celeste que, até então, era contra a entrada do filho no futebol. Meses depois, Waldemar voltou e levou Pelé para o Santos.
HERÓIS DE ÁLBUM
Números em Copas
Pontos: 37
Jogos: 14
Vitórias: 12
Empate: 1
Derrota: 1
Gols: 12
Média de Gols: 0,8
Pelé chegou a santos no dia 8 de agosto de 1956, com apenas 15 anos. Waldemar de Brito entregou o garoto ao treinador Lula e ao craque Jair da Rosa Pinto, que encerrava sua carreira no time da Vila Belmiro. Os demais jogadores se espantaram com a pretensão daquele moleque em treinar no clube. O debochado Zito até combinou de fazer o menino de bobinho no primeiro coletivo. Mas, à noite, quando entrou no quarto de Pelé, Zito viu um álbum de figurinhas sobre a cama. Nele estava escrito com letra de menino: “Deus é tão bom para mim que vai me fazer jogar tanto quanto Zito, chutar tanto quanto Pepe, driblar tanto quanto Pagão”. Zito desistiu da brincadeira. No dia seguinte, Pelé treinou e já fez um gol. Era realmente um fenômeno.
OS NÚMEROS DO REI
1.279 gols. Só perde para Friendenreich
com 1.329 gols reconhecidos pela FIFA,
apesar de não documentados
11 vezes artilheiro do Campeonato Paulista
(de 1957 a 1965, 1969 a 1973). Quem mais se
aproximou foi Friendenreich, com 9 artilharias
no tempo do futebol amador
58 gols em um único campeonato, o Paulista
de 1958. Abaixo só aparece ele próprio, com 49
gols em 1945
1.091 gols por um único clube, o Santos
95 gols pela Seleção Brasileira. O segundo
lugar cabe a Zico, com 67 gols
49 gols marcados em um único clube,
o Corinthiansm entre 1957 e 1974
65 gols entre 1975 e 1977, nas 111 partidas
que disputou pelo Cosmos de Nova York
32 títulos de campeão, uma média de 1,5 por ano
23 outros títulos de campeão em torneios
não-oficiais, o que sobe a média total para 2,6 por ano
Um mês depois, marcou seu primeiro gol oficial, metendo a bola no meio das pernas do goleiro Zaluar, do Corinthians de Santo André. Em menos de um ano, mais precisamente no dia 7 de julho de 1957, estreava na Seleção Brasileira e (adivinhem!) marcava um gol. O Brasil acabou perdendo para a Argentina (2 a 1, no Maracanã), mas a história ia mudar a partir dali.
A REALEZA DE PELÉ
Um dos primeiros a perceber a realeza de Pelé foi o escritor Nelson Rodrigues. “Dir-se-ia um rei (…) sua majestade dinástica há de ofuscar toda a corte em derredor”, escreveu Nélson, numa crônica profética publicada na revista Manchete Esportiva, em 8 de março de 1958. A coroação internacional foi questão de meses. Na Copa da Suécia, Pelé deslumbrou o mundo com apenas 17 anos e passou a ser chamado de o Rei do Futebol.
Com ele, o Brasil deixou de ser apenas mais um país do Terceiro Mundo, conseguindo sentir orgulho por ser conhecido e respeitado - pelo menos no futebol. A Era Pelé se traduziu em um tricampeonato mundial de futebol e na posse definitiva da Taça Jules Rimet. O Rei jogou 114 partidas e marcou 95 gols com a camisa amarela. Nas quatro Copas do Mundo que disputou, nas inúmeras excursões do Santos e na sua temporada pelo Cosmos, de Nova York, Pelé granjeou um número incontável de admiradores. De gente simples e anônima a artistas como Robert Redford e William Hurt, chefes-de-estado com Mikhail Gorbatchóv e Bill Clinton, papas, reis e rainhas. Todos eles prestaram suas homenagens ao Rei Pe
Um mês depois, marcou seu primeiro gol oficial, metendo a bola no meio das pernas do goleiro Zaluar, do Corinthians de Santo André. Em menos de um ano, mais precisamente no dia 7 de julho de 1957, estreava na Seleção Brasileira e (adivinhem!) marcava um gol. O Brasil acabou perdendo para a Argentina (2 a 1, no Maracanã), mas a história ia mudar a partir dali.
A REALEZA DE PELÉ Um dos primeiros a perceber a realeza de Pelé foi o escritor Nelson Rodrigues. “Dir-se-ia um rei (…) sua majestade dinástica há de ofuscar toda a corte em derredor”, escreveu Nélson, numa crônica profética publicada na revista Manchete Esportiva, em 8 de março de 1958. A coroação internacional foi questão de meses. Na Copa da Suécia, Pelé deslumbrou o mundo com apenas 17 anos e passou a ser chamado de o Rei do Futebol.
Com ele, o Brasil deixou de ser apenas mais um país do Terceiro Mundo, conseguindo sentir orgulho por ser conhecido e respeitado - pelo menos no futebol. A Era Pelé se traduziu em um tricampeonato mundial de futebol e na posse definitiva da Taça Jules Rimet. O Rei jogou 114 partidas e marcou 95 gols com a camisa amarela. Nas quatro Copas do Mundo que disputou, nas inúmeras excursões do Santos e na sua temporada pelo Cosmos, de Nova York, Pelé granjeou um número incontável de admiradores. De gente simples e anônima a artistas como Robert Redford e William Hurt, chefes-de-estado com Mikhail Gorbatchóv e Bill Clinton, papas, reis e rainhas. Todos eles prestaram suas homenagens ao Rei Pelé.
AS OBRAS-PRIMAS
Gol da Afirmação
19 de julho de 1958, Estádio Nya Ullevi, Gotemburgo, Suécia,
Brasil 1 x 0 País de Gales. A bola vem da direita, Didi ajeita de
cabeça para Pelé que mata a bola no peito, dá um semilençol no
adversário e toca para o canto direito do arco. Foi seu primeiro
gol em Copa do Mundo. É considerado pelo próprio Pelé o gol mais
importante da sua carreira, o gol da confiança, da afirmação
Gol Mais Bonito
11 de Novembro de 1959, estádio do Juventus, na Rua Javari,
Santos 5 x 1 Juventus. Pelé recebe a pelota de Coutinho na entrada
da grande área. Sem deixar cair no chão, dá três chapéus em três
defensores. Dá ainda um quarto chapéu no goleiro Mão-de-Onça e, ainda
sem deixar a bola tocar o solo, mergulha de cabeça para completar
uma grande obra-prima
Gol de Placa
5 de março de 1961, estádio do Maracanã, Santos 3 x 1 Fluminense.
Pelé pegou a bola fora da área do Santos e partiu para o gol adversário.
Passou entre Valdo e Edmilson, enganou Clóvia, saiu de Altair, fintou.
Pinheiro, driblou Jair Marinho, tocou na saída de Castilho. Pelé venceu.
sete jogadores do Fluminense e marcou o gol que lhe deu direito a placa de
bronze no hall de entrada do Maracanã. Daí nasceu a expressão “gol de placa”.
Gol de Tabela
11 de outubro de 1962, Estádio da Luz, Lisboa, Portugal, Benfica 2 x 5
Santos. Zito toca para Pelé. O Rei chuta a bola nas pernas do zagueiro Coluna.
A bola volta e Pelé passa para Coutinho. Continho devolve para Pelé, para
Coutinho, para Pelé, para Coutinho, para Pelé que passa pelo zagueiro Cavém e
chuta na saída do goleiro. Gol da descisão em que o Santos se tornou o Campeão
Mundial Interclubes e que ilustra a famosa tabelinha com o parceiro Coutinho.
Gol do Meio do Campo
19 de junho de 1977, Estádio Rutherford, New Jersey, Estados Unidos, Cosmos
3 x 0 Tampa Bay. Pelé percebe o goleiro adiantado e chuta do meio do campo. O
Rei marca o gol que tentara na Copa de 70, para delírio dos torcedores norte-
americanos
Quando parou definitivamente em 1977, já havia se transformado numa lenda. Primeiro, com o gol mil em 1969. Depois com a Copa de 70. Entretanto, o reconhecimento absoluto viria em 1981, quando foi escolhido o Atleta do Século numa eleição patrocinada pelo jornal francês L’Equipe em conjunto com outros 19 periódicos do mundo inteiro.
Hoje, Pelé é o cidadão mais conhecido do planeta. Seu nome é uma marca mais conhecida do que Aspirina ou Coca-Cola e sua imagem movimenta o equivalente a 200 milhões de dólares por ano. Com um patrimônio pessoal na casa dos 25 milhões de dólares, Pelé vive pelo mundo levando o futebol e o nome do Brasil para todos os campos. Atualmente, é Ministro Extraordinário dos Esportes, no Brasil.
DE GÊNIO
Zigue-zague em meio à defesa adversário, chapéu rente à cabeça dos zagueiros, cortes precisos com as duas pernas. Pelé foi sem dúvida o craque com maior repertório de jogadores que já existiu. Dele, dizem ainda que era craque em todas as posições. Mas também foi um inventor. É de sua lavra a paradinha na hora do pênalti bem como a tabelinha na perna dos beques.
Na paradinha, Pelé colocava a bola na marca para bater o pênalti e corria para chutar. Só que na hora exata, travava a corrida. Era o suficiente para o goleiro já pular para um canto. Assim, o Rei simplesmente rolava a pelota para o lado oposto. Bola de um lado, goleiro do outro.
Já a tabela com os adversários foi uma invenção que aconteceu por acaso. Certa feita, Pelé errou um passe, ma a bola bateu na canela do beque e sobrou de volta em posição excelente. Outro jogador qualquer, agradeceria a sorte e simplesmente chutaria para gol. Pelé não. Seu gênio vislumbrou naquele lance fortuito uma jogada da qual poderia se valer nas ocasiões mais difíceis. Assim nasceu a tabelinha na perna dos adversários.
A REALEZA DE PELÉ
Depois do jogo América x Santos, seria um crime não fazer de Pelé o meu personagem da semana. Grande figura, que o meu confrade Albert Laurence chama de “O Domingos da Guia do ataque”. Examino a ficha de Pelé e tomo um susto: - dezessete anos! Há certas idades que são aberrantes, inverossímeis. Uma delas é a de Pelé. Eu, com mais de quarenta, custo a crer que alguém que possa ter dezessete anos, jamais. Pois bem: - verdadeiro garoto, o meu personagem anda em campo com uma dessas autoridades irresistíveis e fatais. Dir-se-ia um rei, não sei se Lear, se imperador Jones, se etíope. Racialmente perfeito, do seu peito parecem pender mantos invisíveis. Em suma: - ponham-no em qualquer rancho e a sua majestade dinástica há de ofuscar toda a corte em derredor.
O que nós chamamos de realeza é, acima de tudo, um estado de alma. E Pelé leva sobre os demais jogadores uma vantagem considerável: - a de se sentir rei, da cabeça aos pés. Quando ele apanha a bola e dribla um adversário, é como que enxota, que escorraça um plebeu ignaro e polhento. E o meu personagem tem uma tal sensação de superioridade que não faz cerimônias. Já lhe perguntaram: - “Quem é o maior meia do mundo?”. Ele respondeu, com a ênfase das certezas eternas: - “Eu”. Insistiram: - “Qual é o maior ponta do mundo?”. E Pelé: - “Eu”. Em outro qualquer, esse desplante faria rir ou sorrir. Mas o fabuloso craque põe no que diz uma tal carga de convicção, que ninguém reage e todos passam a admitir que ele seja, realmente, o maior de todas as posições. Nas pontas, nas meios e no centro, há de ser o mesm, isto é, o incomparável Pelé.
OS LANCES HISTÓRICOS
CHUTE DO MEIO DO CAMPO
Pelé percebeu o Goleiro Viktor, da Tchecoslováquia,
adiantado e deu um chute de 70 metros, direto do meio do campo.
Viktor voltou desesperado mas a bola raspou a trave.
MAIOR DEFESA
Cruzamento na área e Pelé acerta uma cabeçada
certeira. A bola toca no chão e vai entrando quando
o goleiro Banks, da Inglaterra, se estica todo e espalma
A bola sobe e sai por cima do gol. A defesa passou a ser
considerada a maior de todos os tempos
TIRO DE PRIMEIRA
O goleiro uruguio Mazurkiewicz bate o tiro de meta errado
e Pelé, da intermediária, emenda de primeira para o gol. O goleiro
ainda tem tempo de se recuperar e encaixar a bola.
DRIBLE DE CORPO
A jogada mais plástica da Copa de 70. Tostão lança Pelé
e o goleiro Mazurkiewicz sai para dividir. Pelé passa pela
bola que também passa pelo uruguaio. O Rei dá a volta no
goleiro e chuta. A bola trisca a trave e vai para fora.
Vejam o que ele fez, outro dia, no já referido América x Santos. Enfiou, e quase sempre pelo esforço pessoal, quatro gols em Pompéia. Sozinho, liquidou a partida, liquidou o América, monopolizou o placar. Ao meu lado, um americano doente estrebuchava: - “Vá jogar bem assim no diabo que o carregue!”. De certa feita, foi até desmoralizante. Ainda no primeiro tempo, ele recebe o couro no meio do campo. Outro qualquer teria despachado. Pelé, não. Olha para a frente e o caminho até o gol está entupido de adversários. Mas o homem resolve fazer tudo sozinho. Dribla o primeiro e o segundo. Vem-lhe ao encalço, ferozmente, o terceiro, que Pelé corta sensacionalmente. Numa palavra: sem passar a ninguém e sem ajuda de ninguém, ele promoveu a destruição minuciosa e sádica da defesa rubra. Até que chegou um momento em que não havia mais ninguém para driblar. Não existia uma defesa. Ou por outra: - a defesa estava indefesa. E, então, livre na área inimiga, Pelé achou que era demais driblar Pompéia e encaçapou de maneira genial e inapelável.
Ora, para fazer um gol assm não basta apenas o simples e puro futebol. É preciso algo mais, ou seja, essa plenitude de confiança, de certeza e otimismo, que faz de Pelé o craque imbátivel. Quero crer que a sua maior virtude é, justamente, a imodéstia absoluta. Põe-se por cima de tudo e de todos. E acaba intimidando a própria bola, que vem aos seus pés com uma lambida docilidade de cadelinha. Hoje, até uma cambixirra sabe que Pelé é imprescindível na formação de qualquer escrete. Na Suécia, ele não tremerá de ninguém. Há de olhar os húngaros, os ingleses, os russos de alto a baixo. Não se inferiorizará diante de ninguém. E é dessa atitude viril e mesmo insolente que precisamos. Sim, amigos: - aposto minha cabeça como Pelé vai achar todos os nossos adversários uns pernas-de-pau.
Por que perdemos, na Suíça, para a Hungria? Examinem a fotografia de um e outro time entrando em campo. Enquanto os húngaros erguem o rosto, olham duro, empinam o peito, nós baixamos a cabeça e quase babamos de humildade. Esse flagrante, por si só, antecipa e elucida a derrota. Com Pelé no time, e outros como ele, ninguém irá para a Suécia com a alma dos vira-latas. Os outros é que tremerão diante de nós.
Fonte: www.geocities.com
Pelé
Edison Arantes do Nascimento KBE (Três Corações, 23 de outubro de 1940), conhecido como Pelé, é, trinta anos após sua retirada dos campos, o mais famoso futebolista brasileiro e mundial. É considerado por muitos como o maior jogador da história do futebol. Recebeu o título de Atleta do Século de todos os esportes em 15 de maio de 1981, eleito pelo jornal francês L’Equipe. No final de 1999, o COI, através de uma votação internacional entre todos os Comitês Olímpicos Nacionais associados, também elegeu Pelé o “Atleta do Século”.
Biografia
Filho de Dona Celeste e de João Ramos do Nascimento, conhecido futebolista no sul de Minas Gerais, alcunhado Dondinho, em 1945, mudou-se com a família para Bauru (São Paulo). O nome “Edison” foi escolhido pelo pai para fazer uma homenagem ao inventor Thomas Edison.
Ainda criança manifestou a vontade de ser jogador de futebol. Ironicamente a alcunha “Pelé” que serviu para identificar o jogador considerado o maior goleador de todos os tempos teve origem num goleiro. Em 1943 o pai de Pelé jogava no time mineiro do São Lourenço. Pelé, que então tinha três anos, ficava bastante impressionado com as defesas do goleiro da equipe do pai e gritava: “Defende Bilé”. As pessoas próximas começaram a chamá-lo de “Bilé”. Muitas crianças colegas do garoto Edison tinham dificuldade em pronunciar “Bilé” e com o tempo o apelido virou “Pelé”.
Com dez anos já jogava em um time infanto-juvenil, o Canto do Rio, cuja idade mínima para participar era de 13 anos. O pai então o estimulou a montar o seu próprio time: chamou-o Sete de Setembro. Para adquirir material, como bolas e uniformes, os garotos do time chegaram a pegar, sem autorização, produtos nos vagões estacionados da Estrada de Ferro Sorocabana para vender em entrada de cinema e praças.
Um fato que destacou a importância de Pelé no exterior foi quando de sua visita a África em 1969. No transcorrer da guerra civil na África, para que Pelé e o time do Santos FC transitassem em segurança entre Kinshasa e Brazzaville, as forças rivais declararam a interrupção das agressividades, chegando a ocorrer, numa região de fronteira, a transferência da delegação sob tutela de um exército para o outro.
Este fato fez lembrar o sonho do Barão Pierre de Coubertin ao fazer renascer os Jogos Olímpicos no século XX. Pois era costume na Grécia Antiga a decretação de um armistício quando da realização dos jogos olímpicos da época.
Pelé começou sua carreira no Santos FC, em 1956 e disputou sua primeira partida internacional com a seleção brasileira dez meses depois.
Professor de Educação Física, formado em 1974, pela Faculdade de Educação Física de Santos (Universidade Metropolitana de Santos)
Na década de 1980, namorou a então aspirante a modelo Xuxa, sendo considerado o principal responsável pela projeção inicial da mesma na midia. O mesmo período em que foram lançadas filmagens de Xuxa em um filme erótico chamado Amor, Estranho Amor. O filme com cenas polêmicas de Xuxa teve a exibição embargada na Justiça Brasileira anos depois, por iniciativa da própria atriz, que se tornara famosa e rica na TV e brasileira atuando como apresentadora infantil, e não por Pelé.
Foi ministro dos Esportes do Brasil de 1995 a 1998.Nessa época aprovou mudanças na Lei Zico, que passou a ser conhecida como Lei Pelé. A legislação, muito criticada pelos dirigentes de clubes brasileiros, na verdade segue em linhas gerais as diretrizes internacionais da FIFA para contratação de jogadores.
Em 2000, na conturbada eleiçao de Melhor Jogador do Século da FIFA, Pelé foi aclamado como o melhor de todos os tempos, a frente do craque argentino Diego Maradona.
Em 3 de março de 2004, revelou uma lista contendo os cem melhores jogadores de futebol vivos. Lista esta que gerou polêmica, e críticas de vários seguimentos da mídia, de jogadores, e intelectuais do futebol mundial.
Em maio de 2005, Pelé ganhou espaço no noticiário por conta da prisão de seu filho Edson Cholbi Nascimento, o Edinho, autuado sob suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas.
Camisa 10
Depois de Pelé, a camisa 10 passou a ser vestida pelo melhor jogador do time, tanto no Brasil quanto no exterior. No time do Santos, ele utilizava esse número por ser o meia-esquerda e na seleção, por sorteio.
Seleção Brasileira
Estréia: derrota de 1 a 2 pela Argentina em 1957, pela Copa Roca. Gol dele.
Copa de 1958: convocado depois de uma brilhante partida no Maracanã, na qual atuou em um combinado do Santos e Vasco da Gama. Se machucou na véspera da competição, mas Paulo Machado de Carvalho resolveu levá-lo assim mesmo. Estreiou no terceiro e decisivo jogo do Brasil, juntamente com Zito e Garrincha. Ele não marcou, mas o Brasil venceu por 2x0 a URSS. Nessa copa Pelé foi chamado pelos franceses de “Rei do Futebol”, dando início a uma verdadeira lenda internacional, tornando-se uma das personalidades mais conhecida do mundo durante o século XX.
Copa de 1962: Pelé se machucou na virilha, no segundo jogo do Brasil. No primeiro ele havia feito um gol. Não jogou mais aquela competição.
Copa de 1966: Pelé foi caçado em campo pelos adversários, que usavam do chamado “Futebol Força” para surpreender o Brasil. Jogou apenas duas, das três partidas que o Brasil disputou naquela Copa. Fez sua última partida com Garrincha, na vitória de 2x0 sobre a Bulgária. Juntos, os dois astros nunca perderam uma partida de futebol pela seleção.
Copa de 1970: Ameaçado de ficar no banco de reservas, quando Zagallo assumiu a seleção, Pelé jogou tudo que sabia e comandou o Brasil na sua mais impressionante campanha em Copas, ganhando definitivamente a Taça Jules Rimet.
Despedida: Maracanã, dia 18 de julho de 1971, com público de 138.575 pagantes. Brasil 2 a 2 Iugoslávia.
Clubes
Santos Futebol Clube
1956 a 1974
Estréia: Santos 7 - 1 Corinthians de Santo André, em 7 de Julho de 1956. (primeiro gol de Pelé ,sexto do Santos na partida).
Última partida: Santos 2 - 0 Ponte Preta, 2 de Outubro de 1974.
New York Cosmos
1975 a 1977
Última partida: New York Cosmos 2 - 1 Santos, no Giants Stadium (Nova Iorque), em 1 de Outubro de 1977. Pelé atuou um tempo por cada equipe e marcou o primeiro gol da equipe norte-americana cobrando falta.
As despedidas
Além da Seleção Brasileira, Pelé se despediu como jogador do Santos em 1974 (vitória por 2 a 0 sobre a Ponte Preta) e do New York Cosmos (1977, jogando um tempo em cada equipe, marcando um gol pelo time estadunidense que venceu o Santos por 2 - 1). Na festa americana, com direito a participação de Mohamed Ali, Pelé daria seu grito repetido por milhares de pessoas: “Love! Love!”.
Seria a estrela de partidas de despedida de outros astros, como Garrincha em 1973 (fez um gol pela Seleção Brasileira, driblando toda a defesa adversária formada por estrangeiros que atuavam no Brasil); e da de Beckenbauer em 1982, quando fez seu último gol. Carlos Alberto Torres reclamou que Pelé não participou da sua despedida. Tanto Beckenbauer como Carlos Alberto, foram seus companheiros no Cosmos.
Polêmicas
Pelé sempre foi muito criticado por diversas de suas declarações.
Durante o regime militar, deu declaração polêmica dizendo que “o povo brasileiro não sabe votar”, o que provocou a reação de políticos na época.
Em 2005, falou que Romário deveria se aposentar, ao que o mesmo replicou que Pelé “com a boca fechada é um poeta”, completando que ele deveria “colocar um sapato na boca para deixar de falar besteiras”. Também criticou Ronaldo por estar acima do peso em 2006.
Em 2006, disse antes do jogo pela Copa do Mundo entre Brasil e França que tinha um mau pressentimento quanto ao jogo. O Brasil realmente acabou perdendo o jogo por 1 a 0.
Muitos jogadores declararam que em campo ele era um “jogador sujo”, e também costumava revidar as agressões dos adversários:
Quebrou a perna do alemão Kiesman em um amistoso em que o Brasil venceu a Alemanha Ocidental em 1965 no Maracanã por 2 a 0.
Também causou a fratura da perna do cruzeirense Procópio em 1968 numa partida entre Cruzeiro e Santos.
Um dos lances que ficou famoso também foi a cotovelada desleal que Pelé desferiu contra o uruguaio Dagoberto Fontes, na semi-final da Copa de 70. No início do jogo, esse zagueiro havia pisado na mão de Pelé quando ele estava caído, irritando o Rei. Mas o lance da cotovelada foi tão bem feito, que o juiz deu falta do zagueiro e não de Pelé.
Há de se considerar, no entanto, que suas incursões surpreendentes entre os zagueiros em jogadas espetaculares que freqüentemente resultavam em gols, o que o tornava objeto de caça dos zagueiros dos times adversários. Pelé era constantemente atingido e agredido pelos marcadores, o que pode ter resultado em que algumas vezes seu comportamento, em revés, tenha sido uma resposta a essas constantes agressões. Depois da Copa de 1966, principalmente, quando Pelé mal pode jogar devido as “entradas” desleais que sofreu e que o machucaram, muitos o aconselharam a jogar com mais “dureza”, intimidando sempre que possível seus implacáveis marcadores.
Quando era Ministro do Esporte, criou a Lei Pelé, que tinha como objetivo modernizar o futebol brasileiro ao transformar os clubes em empresas. A lei até hoje é polêmica: Pelé acusa os grandes clubes de terem deturpado o projeto original, enquanto os mesmos dizem que a lei teria facilitado a saída dos jogadores de seus clubes, favorecendo as transferências para o exterior.
Seu filho Edinho (Edson Cholbi Nascimento) que jogou como goleiro pelo Santos, foi preso em junho de 2005 por envolvimento com o tráfico de drogas.
Tem sete filhos reconhecidos: três com a primeira mulher, Rosemeri Cholbi, dois com a segunda, Assíria Lemos, e mais duas filhas extraconjugalmente, uma das quais Pelé foi obrigado a reconhecer a paternidade judicialmente, Sandra Regina Machado, vereadora de Santos, vitimada por um câncer em 17 de outubro de 2006.
Estatísticas
Partidas: 1375
Gols: 1284
Recorde de gols em uma partida: seis gols, em 21 de novembro de 1964, na partida Santos 11 a 0 Botafogo de Ribeirão Preto
Partidas pela seleção brasileira: 115 (92 oficiais)
Gols pela seleção brasileira: 95
Mais jovem artilheiro Campeonato Paulista: 1957 - Santos (fez 17 anos durante a competição)
Mais jovem Campeão Mundial: 1958 - Brasil (17 anos)
Mais jovem Bicampeão Mundial: 1962 - Brasil (21 anos)
Maior artilheiro em uma temporada do Campeonato Paulista: 1958 - 58 gols
Maior número de temporadas como artilheiro do Campeonato Paulista: 11
Maior artilheiro em uma temporada: 1959 - 127 gols
Maior artilheiro da história da Seleção Brasileira: 95 gols
Maior artilheiro do futebol profissional: 1284 gols
Bola de Ouro Especial da revista Placar: 1987
Placa de bronze afixada no Maracanã: 1961 - Em virtude de um lindo gol marcado contra o Fluminense, no dia 12 de junho de 1961.
Origem do termo “Gol de placa”, cunhado por Joelmir Beting.
Artilharia
Campeonato Paulista
1957 - Santos (17 gols)
1958 - Santos (58 gols) - Recorde da Competição
1959 - Santos (45 gols)
1960 - Santos (33 gols)
1961 - Santos (47 gols)
1962 - Santos (37 gols)
1963 - Santos (22 gols)
1964 - Santos (34 gols)
1965 - Santos (49 gols)
1968 - Santos (26 gols)
1973 - Santos (11 gols)
Copa América
1959 - Brasil (8 gols)
Campeonato Brasileiro das Forças Armadas
1959 - Seleção da 6ª Grupo de Artilharia de Costa Motorizado (6º GACosM)(11 gols)
Campeonato Sul Americano das Forças Armadas
1959 - Seleção Brasileira das Forças Armadas (11 gols)
Taça Brasil
1961 - Santos (9 gols)
1963 - Santos (12 gols)
Torneio Rio-São Paulo
1961 - Santos (7 gols)
1963 - Santos (15 gols)
1964 - Santos (3 gols)
1965 - Santos (8 gols)
Mundial Interclubes
1962 - Santos (3 gols)
Taça Libertadores da América
1963 - Santos (11 gols)
Gol 500
Marcado em 2 de setembro de 1962, na partida Santos 3 a 3 São Paulo. Pelé marcou dois gols, sendo o segundo o 500º gol.
Milésimo gol
Um fã coloca seus pés na marca de Pelé na calçada da fama do Maracanã, local do gol 1000.
Marcado em 19 de novembro de 1969, às 23h11, Vasco 1 - Santos 2, com 65.157 pagantes.
A partida era válida pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o campeonato brasileiro da época. Aos 33 minutos do segundo tempo o zagueiro do Vasco Renê cometeu pênalti. Pelé cobrou com pé direito no canto esquerdo do goleiro Andrada, que se esforçou, mas não conseguiu defender o pênalti. Andrada não queria sofrer gol de Pelé pois achava que deixaria de ser conhecido como bom goleiro e passaria a ser lembrado somente como o goleiro do milésimo gol.
Ao ser cercado pelos repórteres, Pelé disse: “Pensem no Natal. Pensem nas criancinhas”. Pelé vestiu uma camisa do Vasco de número 1000 e deu a volta olímpica no Maracanã. A bola do milésimo gol era da marca Drible.
Fonte: pt.wikipedia.org
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 30 Abr 2008
Jogos em que: Pelé foi expulso e quando substituiu o goleiro
Jogos em que Pelé foi expulso
22/17/57 - Santos 1 x 0 Corinthians Campeonato Paulista Árbitro: Juan Brozzi
19/07/59 - Santos 0 x 0 Seleção de Pernambuco Amistoso Árbitro: Alfredo Bernardes Torres
Foram expulsos também, Dorval, Fioti e Getúlio
10/09/61 - Santos 3 x 0 Botafogo-SP Campeonato Paulista Árbitro: Romualdo Arpi Filho
19/11/61 - Santos 0 x 1 América-RJ Taça Brasil Árbitro: Armando Marques
15/08/63 - Santos 1 x 4 São Paulo Campeonato Paulista Árbitro: Armando Marques
Partida encerrada aos 8 minutos do segundo tempo, pois o Santos ficou com 6 jogadores em campo. Coutinho foi expulso e Aparecido, Dorval e Pepe saíram contundidos.
10/01/65 - Santos 2 x 3 Botafogo-RJ Torneio Rio-São Paulo Árbitro: Albino Zanferrari Expulsos também: Manga e Paulistinha
8/12/65 - Santos 1 x 0 Vasco Taça Brasil Árbitro: Armando Marques Expulsos também: Geraldino, Lima, Orlando, Ananias, Luizinho e Zezinho
3/11/66 - Santos 2 x 6 Cruzeiro Taça Brasil Árbitro: Armando Marques Procópio também foi expulso
28/02/67 - Santos 2 x 1 Colo Colo Amistoso Internacional Árbitro: Jayme Amor Também foram expulsos: Zito e Eruz
15/08/68 - Santos 2 x 3 Vasco Roberto Gomes Pedrosa (Robertão) Árbitro: Agomar Martins (expulso aos 30 minutos do segundo tempo)
Data indefinida - Santos 2 x 1 River Plate (Argentina) Amistoso Internacional Árbitro: Ângelo Coereza
20/11/68 - Santos 3 x 1 Grêmio-PA Roberto Gomes Pedrosa (Robertão) Árbitro: Agomar Martins (expulso aos 30 minutos do segundo tempo)
23/11/69 - Santos 0 x 2 Atlético Mineiro Roberto Gomes Pedrosa (Robertão) Árbitro: Amílcar Ferreira (expulso aos 25 minutos do segundo tempo)
Jogos em que substituiu o goleiro
1959 - Pelé substituiu Lalá em uma partida contra o Comercial de Ribeirão Preto. O goleiro santista desmaiou após uma pancada na cabeça.
19/01/64 - Pelé substituiu Gilmar, que foi expulso, em um Santos 4 x 3 Grêmio, no Pacaembu, pela Taça Brasil. árbitro: Teodoro Nitti
14/11/69 - Santos 3 x 0 Botafogo-PB Amistoso Quando Pelé anotou o 999º gol de sua carreira; substituiu Jair Pessoa, o Jairzão. Jair foi goleiro da Prudentina e hoje é aposentado. No jogo, o técnico Antoninho pediu ao arqueiro para simular uma contusão, fazendo com que Pelé fosse para o gol, a fim de evitar que o 1000º gol acontecesse fora do eixo Rio-SP.
19/06/73 - Santos 4 x 0 Baltimore Bays (Estados Unidos) Amistoso Internacional
Pelé substituiu Cláudio
Fonte:M.Neves
A título de curiosidade, eu, Gilberto, estava no Pacaembu na tarde de 15/08/63, quando o Santos ficou com 6 jogadores em campo e também em 19/01/64 contra o Grêmio. Segundo Juca Kfouri, no livro Meninos, eu vi, neste jogo, o grande Gilmar foi expulso aos 41 minutos do segundo tempo, e o negão vestiu a camisa negra de goleiro. A antiga revista Manchete, cujo texto fala em duas grandes defesas, tem a foto da cara de Pelé amassada na canela do gremista. O Pacaembu estava cheio naquele domingo a tarde.
Segundo o Juca, o jogo foi em 1963. O site de M.Neves fala da data precisa de 19/01/64.
Blog História do Futebol & (MINAS GERAIS) & d1 AMISTOSOS NACIONAIS Walter Iris em 29 Abr 2008
Protegido: TORNEIO DE JUIZ DE FORA – 1951
Blog História do Futebol & (SANTA CATARINA) & Artigos-Rodrigo Santana Rodrigo Santana em 29 Abr 2008
AMÉRICA F.C. - PRIMEIRO CAMPEÃO DE JOINVILLE
CAMPEONATO DE JOINVILLE DE 1920
O PRIMEIRO CAMPEONATO DE JOINVILLE FOI DISPUTADO POR 03 (TRÊS) EQUIPES E PATROCINADA POR COMERCIANTES DA CIDADE, JÁ QUE NÃO HAVIA UMA LIGA OFICIAL NA CIDADE.
PARTICIPANTES:
- AMÉRICA
- OPERÁRIO
- UNIÃO MILITAR
CAMPEÃO: AMERICA F.C.
FONTE:
SHOW DE BOLA: A História do Futebol em Joinville e Santa Catarina - Edson dos Santos
Blog História do Futebol & (BAHIA) & d1 AMISTOSOS NACIONAIS Walter Iris em 29 Abr 2008
Protegido: TORNEIO INTERMUNICIPAL DE SALVADOR – 1951
Blog História do Futebol & (PARANÁ) & Artigos-Rodrigo Santana Rodrigo Santana em 29 Abr 2008
CAMPEONATO DE PARANAGUÁ DE 1921
CAMPEONATO PARNANGUARA DE FUTEBOL 1921
(ASSOCIAÇÃO PARANAENSE DE SPORTS ATHLETICOS)
INICIO DO CAMPEONATO: 08/05/1921
Participantes:
- RIO BRANCO (PARANAGUÁ)
- ELITE (PARANAGUÁ)
- OPERÁRIO (PARANAGUÁ)
- CRUZEIRO (MORRETES)
- SEGUNDO S.C. (PARANAGUÁ)
- SANTA CRUZ (PARANAGUÁ)
- BRASIL (PARANAGUÁ)
CAMPEÃO: ELITE
CURIOSIDADE: O RIO BRANCO LIDERAVA O CAMPEONATO DE FORMA INVICTA ATÉ AGOSTO, QUANDO RESOLVEU ABANDONAR O CERTAME AO NÃO CONCORDAR COM A TRANSFERENCIA DE SEU JOGO CONTRA O ELITE. SEUS JOGOS FORAM CANCELADOS E O ELITE DECLARADO CAMPEÃO.
FONTE:
RIO BRANCO SPORT CLUB - 90 ANOS DE HISTORIA - Heriberto Ivan Machado
Blog História do Futebol & (MARANHÃO) & Artigos-Natanael Duarte Neto Natanael Duarte Neto em 29 Abr 2008
Foi goleado, mas foi campeão!
Nesta segunda-feira (28/4/2008), à noite, o Babacal Esporte Clube foi goleado pelo São José de Ribamar Esporte Clube por 4 a 1, mas sagrou-se campeão da Taça Cidade de São Luís de 2008. BEC e Sampaio Corrêa terminaram o quadrangular final, com 10 pontos ganhos, cada, sendo que o “Becão” ficou com um saldo de 3 gols e a Bolívia com dois, o que determinou o título. São José de Ribamar EC terminou em 3° lugar com 7 pontos ganhos e a Sociedade Imperatriz de Desportos em 4° lugar com 6 pontos ganhos.

Vejam como foram os gols da partida:
32′ do 1° tempo - SJREC 0-1 BEC - O goleiro Dida tenta sair jogando e dá um presentão ar artilheiro da Taça. Douglas avança e chuta no canto direito, abrindo o placar;
36′ do 1° tempo - SJREC 1-1 BEC - Grafitti lança Pelezinho. O baixinho escapa livre pela esquerda e cruza. Kélson recebe e arruma para Josivan chutar sem chance de defesa do goleiro Baby;
27′ do 2° tempo - SJREC 2-1 BEC - Careca bate falta, a bola bate em Grafitti que serve Carlinhos. O atacante do São José chuta forte no canto direito de Baby;
38′ do 2° tempo - SJREC 3-1 BEC - Carlinhos é lançado na grande área, passa pelo goleiro Baby e cruza na cabeça de Kélson que sobe sozinho para fazer o gol;
45′ do 2° tempo - SJREC 4-1 BEC - a defesa do Leão dá um Branco, mais esperto Washington rouba a bola, dribla Baby e faz o gol.


Mesmo com a derrota, a torcida bacabalense fez a festa. Ao soar o apito final os torcedores do Bacabal invadiram o campo e fizeram a festa com gritos de É CAMPEÃO e muitos cânticos para comemorar mais um titulo da Taça Cidade de São Luis. O Capitão Cadu ergueu o troféu e fez a volta olímpica no Estádio Nhozinho Santos.

José Alberto disse ao Blog do Zeca Soares que o Bacabal deverá contratar aproximadamente dez jogadores e confirmou o interesse em Rodrigo Ramos e Lindoval, ambos do Imperatriz. Ele descartou qualquer possibilidade de contratar os destaques do São José na Taça Cidade de São Luís.

A permanência do meia Sérgio Manoel, no time do Bacabal para o Campeonato Brasileiro Série C será definida na próxima quarta-feira em reunião entre o jogador, diretoria do clube e o prefeito de Bacabal, José Lisboa. A prefeitura de Bacabal é quem paga o salário do jogador, em torno de R$ 25 mil.
Após a conquista da Taça Cidade, Sérgio Manoel disse que as chances de continuar no Leão são grandes.
As chances são boas. Vou definir tudo na quarta-feira em reunião com o prefeito e se tudo der certo vamos fazer um bom Campeonato Brasileiro da Série C - afirmou.
Além de Sérgio Manoel, a diretoria do BEC deverá definir na quarta-feira todo o planejamento para o Brasileirão. O técnico Dário Lourenço viaja para o Rio de Janeiro na quinta-feira e só deverá retornar após o início do Campeonato Maranhense, mas antes ele espera definir a sua situação na reunião de depois de amanhã.
Ficha da Partida
SÃO JOSÉ DE RIBAMAR 4-1 BACABAL
Local: Estádio Nhozinho Santos (São Luís)
Árbitro: Josivan Ribeiro
Assistentes: Márcia Fonseca de Sousa e Aelson Mariano Campelo Gomes
Gols: Douglas 32′, Josivan 36′, Carlinhos 72′, Keulson 83′ e Washington 90′
SJREC: Dida; Careca, Carlão, Grafiti e Josivan; Valtinho (Cidinho), Raí, Kelson e Washington; Carlinhos e Pelezinho (Gê). Técnico: Sandow Feques
BEC: Baby; Boiadeiro, Marcelo, Fabiano e Anderson; Beto (Robson), Cadu, Donizete Amorim (Edvan) e Edson (Sérgio Manoel); Gilmar e Douglas
Técnico: Dário Lourenço
Fontes: Jornal Pequeno, fmesportes.uniblog.com.br, www.leaodomearim.com e www.imirante.com
Blog História do Futebol & (PARANÁ) & x12) Historia do Futebol & Artigos-Rodrigo Santana Rodrigo Santana em 29 Abr 2008
CAMPEONATO DE PARANAGUÁ DE 1920
CAMPEONATO PARNANGUARA DE FUTEBOL 1920
(ASSOCIAÇÃO PARANAENSE DE SPORTS ATHLETICOS)
CLUBES PARTICIPANTES:
- RIO BRANCO (PARANAGUÁ)
- ELITE (PARANAGUÁ)
- AMÉRICA (PARANAGUÁ)
- OPERÁRIO (PARANAGUÁ)
- BRASIL (PARANAGUÁ)
- 29 DE MAIO (ANTONINA)
- CRUZEIRO (MORRETES)
- CLUBE COMANDANTE SOLEDADE (PARANAGUÁ)
FONTE:
RIO BRANCO SPORT CLUB - 90 ANOS DE HISTORIA - Heriberto Ivan Machado
Blog História do Futebol & (RIO DE JANEIRO) Andre em 29 Abr 2008
Protegido: CLUBE ESPANHOL DE NITERÓI-HISTÓRICO
Blog História do Futebol & (PERNAMBUCO) & Artigos-Julio Diogo Julio Diogo em 29 Abr 2008
Protegido: TORNEIO AUGUSTO LUCENA - 1973
Blog História do Futebol & (RIO DE JANEIRO) & Artigos-Julio Diogo Julio Diogo em 29 Abr 2008
Protegido: CAMPEONATO NITEROIENSE DE FUTEBOL DE 1973
Blog História do Futebol & (RG DO NORTE) & Artigos-Julio Diogo Julio Diogo em 29 Abr 2008
Protegido: TORNEIO INÍCIO POTIGUAR DE 1973
Blog História do Futebol & (AMAZONAS) & Artigos-Julio Diogo Julio Diogo em 29 Abr 2008
Protegido: TORNEIO INÍCIO AMAZONENSE DE 1973
Blog História do Futebol & x15) O Mundo é uma bola!!! Andre em 29 Abr 2008
Protegido: Morales se inscreve em clube da 2ª divisão boliviana
Blog História do Futebol & CLUBES Thiago em 29 Abr 2008
Camisas do São Paulo Futebol Clube
Senhores,
Fiz um levantamento histórico das camisas do São Paulo Futebol Clube, redesenhando-as e expondo-as no seguite site: http://www.bbshop.com.br/mantotricolor/
O link acima se fez necessário pois não tem como colar todas aqui. Existem algumas pequenas correções a fazer, possuo fotos de todas elas, para garantir sua veracidade.
Sei que o Kussarev não concordará com o fato de a camisa de 1930 estar inserida.
Aceito sugestões, críticas, apontamentos de erros, etc.
No artigo insiro algumas camisas.
Blog História do Futebol & (SERGIPE) & f5 CLUBES E SUAS HISTÓRIAS-BRASIL & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 29 Abr 2008
Protegido: ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA CONFIANÇA,“O DRAGÃO DO BAIRRO INDUSTRIAL”
Blog História do Futebol & x7) Perfis Historia do Futebol em 29 Abr 2008
Protegido: Perfil:Paulo César Carpegiani
Blog História do Futebol & (SANTA CATARINA) & Artigos-Michel McNish Michel McNish em 29 Abr 2008
Final do Catarinense - Diário Tricolor
Elogios e críticas
O preparador físico Adriano Lancetta recebe ligações telefônicas após os jogos. Do outro lado da linha está o pai, o professor Carlos Alberto Lancetta, que mora no Rio. Ontem, não foi diferente, e Adriano ouviu elogios sobre o desempenho da equipe. Mas nem sempre é assim. Após o jogo contra o Vasco, Adriano ouviu bronca do pai por ter sido expulso durante a partida.
Valdeir dentro
O meia esteve, ontem, no Estádio Heriberto Hülse para continuar o trabalho de fisioterapia orientado pelo fisioterapeuta Alessandro Dalponte. O jogador está otimista em relação a sua participação no jogo decisivo deste domingo. Ontem pela manhã, correu no gramado, fez exercícios com bola e não sentiu mais dores na coxa direita.
Carlos fora
Utilizado pelo técnico Leandro Machado como opção para o lado direito do meio-de-campo, o ala Carlos está afastado dos treinos desde a semana passada e nem poderá figurar no banco de reservas na grande final. O jogador está com uma inflamação no músculo posterior da coxa e não tem prazo para ser liberado pelo departamento médico do clube.
Folga geral
A comissão técnica do Criciúma decidiu conceder folga geral, ontem, para os jogadores, como uma espécie de recompensa pela dedicação da equipe nas últimas partidas decisivas.
A folga também foi pensada para que os jogadores pudessem ficar com os familiares, já que a concentração deverá ser antecipada para quinta-feira, feriado do Dia do Trabalhador.
O técnico Leandro Machado aproveitou a folga e viajou para o Rio Grande do Sul, onde residem seus familiares.
Os treinamentos recomeçam hoje e seguem até o sábado, quando o time estará pronto para a grande final do Catarinense.
Blog História do Futebol & (SANTA CATARINA) & Artigos-Michel McNish Michel McNish em 29 Abr 2008
Final do Catarinense - Diário Alvinegro
Reapresentação
Os jogadores do Figueirense se reapresentaram ontem pela manhã, fizeram um trabalho regenerativo e ganharam folga à tarde. Hoje iniciam os treinos para a segunda partida da decisão do Campeonato Catarinense, domingo, em Criciúma. O grupo continua concentrado em Águas Mornas e trabalha no Centro de Formação e Treinamento do Cambirela, em Palhoça.
Desgaste
A comissão técnica terá menos de uma semana para tentar recuperar os jogadores que saíram fisicamente bastante desgastados, como o volante Élton e o meia Cleiton Xavier.
- Uma partida decisiva sempre existe um desgaste um pouco maior. É um desgaste natural, nada que comprometesse - avaliou o preparador físico Cristiano Nunes.
Desfalques
A situação mais delicada é a do zagueiro Asprilla, que sentiu uma contratura leve.
- Asprilla foi uma pequena contratura, algo que ele já vinha reclamando, mas a gente espera tê-lo para o próximo jogo - diz Cristiano Nunes.
Já o meia Rodrigo Fabri, que levou o terceiro cartão amarelo, está fora da decisão.
Uniforme
O Figueirense apresenta, amanhã, a nova coleção de uniformes para o Campeonato Brasileiro. O lançamento dos trajes oficiais será realizado na Alameda Casa Rosa, no Bairro Itacorubi, em Florianópolis, em evento exclusivo para imprensa e convidados. Antes do desfile, a Umbro e o Figueirense assinam a prorrogação da parceria até 2011.
Além de dirigentes, a cerimônia contará com a presença de “torcedores ilustres” como o surfista Teco Padaratz, a ex-BBB7 Bruna Tavares e a Miss Brasil 2005 Carina Beduschi. Os jogadores Rodrigo Fabri, Wilson, Diogo, Marquinhos Júnior, Cleiton Xavier e Luan também participarão do evento.
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 29 Abr 2008
O DIA 29 DE ABRIL NO FUTEBOL
29/04/1960 - É inaugurado no Rio de Janeiro o Estádio de Italo del Cima em Campo Grande com o jogo entre Campo Grande 2 x 1 Oriente Naldo Pires fez o primeiro gol do estádio que tem capacidade para 18.000 torcedores.
29/04/1960 - EGITO 0 X 5 BRASIL, no Cairo pela primeira a seleção brasileira joga na Africa e contra um pais africano os gols foram de: Pepe (2), Quarentinha (2), Garrincha
29/04/1970 - BRASIL 1 X 0 AUSTRIA, no Maracanã a seleção se despediu do pais no ultimo amistoso oficial antes da Copa do Mexico o gol foi de: Rivelino
ANIVERSARIANTES:
29/04/1952 - RUBENS GALAXE ex-jogador do Fluminense/RJ
29/04/1974 - PASCAL CYGAN jogador francês
29/04/1975 - FABIO LUCIANO zagueiro do Flamengo/RJ
29/04/1976 - FABIO LIVERANI jogador italiano da Fiorentina
Fonte: Confraria do Esporte
Blog História do Futebol & x7) Perfis & x9) CURIOSIDADES & x12) Historia do Futebol & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 29 Abr 2008
ZICO VS MARADONA O DUELO ENTRE UM TITÃ E UM GÊNIO DA BOLA
No mundo inteiro do futebol há uma pergunta que jamais se cala! “Quem foi melhor Pelé ou Maradona” até a própria FIFA entrou nesta questão promovendo uma votação e que no final teve controvérsias e muita polemica e terminou agradando a todos. Mas para mim que acompanhei a carreira Del Pibe d’oro por ser mais de meu tempo e só ter visto Pelé jogar com a camisa do Santos no dia da sua despedida na Vila Belmiro e no Cosmos de Nova York, afirmo que Maradona foi um gênio da bola, mais jamais comparável a Pelé, alem do mais eles jogaram em épocas diferentes quando Maradona nasceu Pelé já era o “Rei do Futebol” encantava o mundo parava até guerra era visitados por príncipes e rainhas, quando El Pibe começou a sua trajetória Pelé já estava praticamente se despedindo; porém na década de 80 foi feita outra pergunta envolvendo um brasileiro e o famoso craque argentino! “Quem é melhor Zico ou Maradona” ai já se cabia uma melhor analise pois apesar de Zico já ter começado a se destacar desde as categorias de base do Flamengo, Maradona aos 15 anos despontava no Argentino Juniors.
Em 1978 Maradona está pré-convocado para a Copa da Argentina mais fora preterido por César Luis Menotti por ser muito jovem e Villa foi em seu lugar, Dieguito tinha 17 anos, já Zico vinha sendo destaque da seleção brasileira com 25 anos disputava seu primeiro mundial mais sem o brilho e dividia a condição de titular com Jorge Mendonça, no final da década de 70, Zico deu uma guinada e iniciou-se uma época de ouro na sua carreira com grandes conquistas muitos gols jogadas geniais levando ao Flamengo a conquistar o Brasil á América e o Mundo foram dias de glorias embora fosse marcado com jogador de Maracanã o que não era verdade na seleção o galinho também começou a se destacar brilhando nas eliminatórias e em jogos amistosos numa turnê pela Europa em 1981, enquanto isto na Argentina, Maradona era unanimidade absoluta foi eleito o melhor jogador do Mundial Junior de 1979 vencido pela Argentina, encantou os olhos do mundo com dribles, golaços e jogadas de mágico uma genialidade total e uma transferência para o famoso Boca Juniors em 1981 e fora neste mesmo ano que se começou a especular quem era melhor “Zico ou Maradona” em 15/09/1981 se realizou o jogo de despedida de Carpegiani e o Boca Junior de Maradona veio jogar contra do Flamengo, mais o que interessava mesmo era o embate entre Zico X Maradona e deu Zico que marcou os dois gols da vitória do Flamengo, mas antes desde embate eles já haviam se enfrentado defendendo suas seleções em 1979 pela Copa América em 02/08/1979 no Maracanã deu Brasil 2 x 1 com Zico marcando um dos gols da nossa seleção, ás vésperas da Copa da Espanha em 1982, Maradona é contratado por um dos gigantes do futebol europeu o Barcelona sendo recebido com muita pompa na Catalunha enquanto Zico era a maior referência da seleção brasileira que ao lado da Argentina eram as favoritas ao títulos e a pergunta não se parava de calar “Zico ou Maradona” bem a Copa foi um fracasso para Maradona ele não jogou a que se esperava dele e Zico apesar de belos gols e ter ajudado o Brasil a encantar o mundo com um futebol mágico e alegre também não ter conseguido o titulo, porém houve um novo confronto entre eles no dia 02/07/1982 no Estádio Sarriá o Brasil bateu a Argentina por 3 x 1, Zico deixou sua marca com um gol e duas assistências uma para Falcão servir a Serginho no segundo gol e outra para Junior marcar o terceiro e Maradona ainda fora expulso por entrada violenta em Batista.
Depois de alternar boas jornadas e muitas contusões e muitas confusões pelo Barcelona, Dieguito é contratado pelo Napoli time de grande torcida na Itália mais sem conquistas, lá já estava Zico jogando também por uma equipe mediana a Udinese e fazendo uma primeira temporada estupenda sendo vice-artilheiro do cálcio mais ai os ventos mudaram de lado Zico se viu no inferno na sua segunda temporada italiana, Maradona começou a brilhar no final do primeiro turno da temporada 84/85 no dia 06/05/1985 o único confronto deles na Itália e deu Napoli de Maradona que marcou dois de pênalti na vitória por 4 x 3, Zico partiu sem vencer na velha bota e Maradona começou a viver a sua era de ouro, vence o Scudetto por duas vezes em 86/87 e 89/90, a Copa Itália de 86/87 e a Copa da Uefa de 88/89 levando o Napoli a ser conhecido no mundo.
A grande resposta de quem era melhor Zico ou Maradona para muitos veio na Copa de 1986 no México, Maradona brilha nas eliminatórias com a Argentina apesar do susto contra o Peru, Zico também mais discreto, depois das eliminatórias Zico sofre uma seria contusão no joelho que ameaça sua participação no mundial, e Maradona segue sua trajetória de sucesso na Itália o desfecho desta questão chega com Maradona passando de vilão a herói dando a Argentina com um time em que ele era o astro rei o título e atuações fantásticas e gols marcantes de todo jeito até de mão e Zico passando de herói a vilão por ter perdido um pênalti contra a França no tempo normal no jogo que eliminou o Brasil da Copa, Maradona depois seguiu brilhando até o inicio da década de 90 quando seu mundo deu um volta ao contrario com escândalos com drogas e seu retorno à Argentina e Zico continuou no Flamengo até 1989 conquistou a Copa União de 1987 seguiu até o Japão onde virou ídolo por difundir o futebol na terra do sol nascente.
Para mim Zico foi um Titã da bola um jogador que os números jamais poderão omitir seu brilho, suas jogadas e seus belos gols até hoje são lembrados não só por torcedores do Flamengo, da Udinese e do Kashima Antlers da Seleção Brasileira, Zico encantou o Brasil e o mundo suas cobranças de faltas seus lançamentos sua classe sempre em busca do gol e foram muitos gols 812 no total da sua carreira, Zico não foi só jogador de Maracanã, Zico foi jogador da vários estádios pelo Brasil, foi jogador do Estádio Centenário em Montevidéu, foi jogador do Estádio Comunalle de Friuli, foi jogador do Estádio Nacional de Tóquio, foi jogador de vários estádios do Mundo.
Para mim Maradona foi um gênio da bola, um artista que brincava de jogar futebol seus números generosos traduzem o que ele representou para o futebol mundial, sua plástica impressionante agilidade seus toques de canhota como no gol histórico contra a Inglaterra o domínio da bola os dribles todos com a perna esquerda, aliás um inglês me confessou que por causa de gol marcado os ingleses não choram muito o gol de mão marcado antes no mesmo jogo pois este gol valeu por mil.
Números da Carreira:
Zico (Flamengo, Udinese, Seleção Brasileira e Kashima Antlers)
Gols: 812
Títulos: Mundial Interclubes 1981, Libertadores 1981, 7 Campeonatos Carioca, 3 brasileiros e 1 Copa União 1987, Torneio Bicentenário dos EUA em 1976 pela Seleção Brasileira, bola de ouro revista placar 74 e 82, melhor jogador das Américas em 77 e 82 em 1981 eleito o melhor jogador do mundo pelas revistas EL Mundo, Guerin Esportivo e El Balón.
Maradona (Argentino Juniors, Boca Juniors, Barcelona, Napoli, Sevilha, New Old Boys)
Gols: 345
Títulos: Mundial 1986 e Mundial Junior 1979 pela Seleção Argentina, 2 Campeonatos Italianos, 1 Copa Itália e 1 Copa da Uefa pelo Napoli, 1 Copa do Rei pelo Barcelona, eleito melhor jogador do Mundo em 1986 e das Américas em 79,80, 86 e 89
Confrontos Diretos:
02/08/1979 – BRASIL 2 X 1 ARGENTINA – Maracanã/BRA
15/09/1981 – FLAMENGO 2 X 0 BOCA JUNIOR – Maracanã/BRA
02/07/1982 – BRASIL 3 X 1 ARGENTINA – Sarriá-ESP
06/01/1985 – NAPOLI 4 X 3 UDINESE – Napoli/ITA
Gols nos confrontos:
Zico 4 x 2 Maradona
Fonte: Pesquisa dos Confrontos, Gols e Numeros da Carreira Biografias de Zico e Maradona.
Blog História do Futebol & (SANTA CATARINA) Roberto Pypcak em 29 Abr 2008
Protegido: Escudo: Grêmio Timbó/SC
Blog História do Futebol & (SERGIPE) Roberto Pypcak em 29 Abr 2008
Protegido: Escudo: Força Jovem Aquidabã/SE
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & f6 CLUBES E SUAS HISTÓRIAS-MUNDO & x15) O Mundo é uma bola!!! & Artigos-R. Trida Ruy Trida em 29 Abr 2008
A tragédia e as glórias do Bradford City, “The Bantams”.
Em 2006, em viagem à Europa com minha esposa decidi visitar um supermercado para abastecer-nos daqueles itens inflacionados que compõem o frigobar dos hotéis. Estávamos em Milão, capital da Ligúria. Após colocarmos no carrinho todos os mantimentos de que precisávamos, resolvi dar uma passadinha pelo setor de roupas, para ver se achava alguma pechincha digna de aquisição.
Após uma rápida olhada, a treinada visão boleira encontrou um móvel com camisas do tipo Polo de alguns dos principais times europeus. Tinha de tudo, Milan, Inter, Real, Bayern, Manchester e….bem, um time que eu não conhecia. Se eu fosse um dos amigos aficcionados pelos escudos de equipes européias talvez reconhecesse na hora. Mas aquele escudo vermelho e amarelo, com um galinho na parte superior, as iniciais BC AFC e a inscrição “The Bantams” não significaram muito naquele momento.
A camisa azul escura, por si, já valia o investimento. Então comprei. Só fui me interessar novamente pelo assunto quando retornei ao Brasil e comecei a vasculhar na internet todas as referências da viagem que eu não conseguira identificar “in loco”.
A história que que eu encontrei me emocionou. É daquelas que eu, aficicionado pela história do futebol, não dispenso. O time é o Bradford City, fundado em 1903, conhecido por uma grande tragédia ocorrida na década de 80. Em 11/05/1985, um incêndio destruiu uma tribuna do antigo estádio de Bradford, situada no norte da Inglaterra, causando a morte de pelo menos 52 pessoas e ferindo mais de 200. Uma das vítimas foi o ex-presidente do clube, Samuel Firth, de 86 anos, que morreu no hospital.
Campeão da Terceira Divisão de 84/85 por antecedência, o Bradford jogava em casa, no antigo estádio Valley Parade, contra o Lincoln. Mais de 11.000 torcedores se espremiam, entusiasmados com a conquista. Antes do início da partida a equipe deu a volta olímpica e o capitão Peter Jackson ergueu a taça.
Ainda durante o primeiro tempo um torcedor colocou um cigarro aceso dentro de um copo de isopor, e isso foi o suficiente para iniciar um pequeno incêndio, o que de início não preocupou a torcida. Em pouco tempo, no entanto, as chamas consumiram o velho pavilhão de madeira do estádio, construído em 1908. Aos 40 minutos do primeiro tempo, a partida foi interrompida. O desastre foi inevitável. O jogo ficou oficialmente com o placar de 0x0 e nunca foi remarcado.
A tragédia. Foto PA. Guardian.co.uk
O incidente fez com que se modificassem as leis do futebol inglês. Proibiu-se que qualquer estádio do país, de qualquer divisão, tivesse setores de madeira. Um ano e meio depois, o estádio Valley Parade foi totalmente reformado, tendo agora a capacidade de abrigar 25 mil torcedores, todos sentados em cadeiras.
A tragédia trouxe à tona a tradicional história do clube, que chegou a ser campeão da FA Cup na temporada 1910/1911. Aliás, o nome “The Bantams” teria surgido, reza a lenda, depois que um Bantam (espécie de Galo/galinha) entrou ou foi posto no ônibus da equipe, o que teria dado sorte e levado o Bradford ao título. Nessa competição o clube registrou o recorde de público mais antigo da Inglaterra (39.146), em uma partida contra o Burnley. O clube ainda conseguiu nessa temporada sua principal colocação em todos os tempos na primeira divisão inglesa, um honroso quinto lugar. Em sua história recente destaca-se a bela temporada de 1998/1999, quando o Bradford conseguiu o acesso à Premier League.
Grandes nomes da história do clube:
Peter O’Rourke
O principal treinador de sua história foi Peter O’Rourke. Nascido em Newmilns, na Escócia, em 1876, O’Rourke jogou pelo Bradford na primeira partida da história do clube em casa, uma derrota de 3 a 1 para o Gainsborough Trinity. Em novembro de 1905, com a saída do treinador Robert Campbell, O’Rourke, que era o médio-volante titular e capitão do time, acumulou de maneira interina o cargo de treinador. No mês seguinte, após uma vitória de quatro a zero sobre o Darlington, quando marcou seu primeiro e único gol com a camisa do Bradford, ele decidiu se aposentar e iniciar uma longa e vitoriosa carreira de treinador. Treinou o clube até 1921, conquistando a Segunda Divisão em 1907/1908 e a FA Cup de 1910/1911.
Em 1921, voltou para Gales, desiludido com a morte de seu filho dois anos antes. Retornou ao clube em 1928, em um péssimo momento dos Bantams, que acumulavam dois rebaixamentos consecutivos. Com O’Rourke no comando o Bradford conquistou a terceira divisão inglesa e vários recordes na temporada 1928/1929. A equipe anotou 128 gols, marca até hoje não igualada na terceira divisão. Consolidado na segunda divisão O’Rourke deixou o clube definitivamente em maio de 1930. Ainda treinou o Walsall e o Llanelli antes de se aposentar em 1933. Morreu em janeiro de 1956, aos 82 anos.
William Henry “Fatty” Foulke
“Fatty” Foulke passou para a história como o mais gordo jogador de futebol profissional de todos os tempos, pelos cerca de 165kg que exibia quando encerrou sua carreira no Bradford.
Nascido em Dawley, em 12 de abril de 1874, começou no Blackwell Colliery e jogou durante a maior parte de sua carreira, cerca de 11 anos, no Sheffield United, onde ajudou o time a chegar a três finais da FA Cup – com duas conquistas do título — e a vencer o Campeonato Inglês em 1898. Um ano antes, em 1897, chegou a jogar uma partida pelo “English Team”, na vitória de 4 a 0 sobre o País de Gales. Depois atuou uma temporada pelo Chelsea e, em 1906, transferiu-se para o Bradford City, onde encerraria a carreira anos depois.
William Henry Foulke faleceu em 1916, na miséria, vítima de uma cirrose, segundo consta em seu atestado de óbito. Entretanto, algumas pessoas defendem que foi uma forte pneumonia, aliada ao seu excesso de peso, a verdadeira causa da sua morte. Sua história nunca foi esquecida pelos amantes do futebol. Alguns dizem que foi ele a inspiração do cântico “Who ate all the pies?”, ainda hoje ouvido nos estádios britânicos.
Who ate all the pies?
You fat bastard,
You fat bastard,
You ate all the pies!
Recentemente, a lenda em torno deste grande personagem ganhou uma biografia, publicada em 2005 por Graham Phythian.
Donald Bell
Morto em combate em 1915, durante a Primeira Guerra Mundial, o zagueiro Donald Bell recebeu postumamente a condecoração Victoria Cross. Foi o único jogador de futebol profissional a receber a honraria em todos os tempos.
Jimmy Speirs
Donald Bell não foi o único a relacionar o Bradford à Primeira Guerra. O atacante Jimmy Speirs, autor do gol mais importante da história do clube, o do segundo e decisivo jogo contra o Newcastle United, em 1911, também padeceu em combate.
Jimmy chegou ao Bradford no início da temporada 1909/1910. Em 96 partidas, considerando os jogos pela Liga e pela FA Cup, anotou 33 gols. Em dezembro de 1912 transferiu-se para o Leeds City, onde encerraria a carreira em 1915. James Hamilton Speirs nasceu em 22/03/1886 e morreu em combate no dia 20/08/1917.
Hoje o Bradford disputa hoje a terceira divisão inglesa, a Coca Cola Football League 2. E a bela camiseta, eu usei tanto que se desbotou.
Títulos:
Campeão da FA Cup 1910/1911
Campeão da Segunda Divisão 1907/1908
Campeão da Terceira Divisão 1928/1929, 1984/1985
Ficha:
Bradford City Football Club
Coral Windows Stadium
Valley Parade
Bradford
BD8 7DY
Tel.: (01274) 773355
Fontes:
- Site do Clube: www.bradfordcityfc.premiumtv.co.uk
- Artigo “O Futebol e a primeira guerra mundial, de Edu Cacella”, Blog História do Futebol
- Artigo “”Fatty” Foulke, o obeso”, www.papodebola.com.br
- Site da BBC: http://news.bbc.co.uk/onthisday
- Site Livre Indirecto: http://livreindirecto.net
- http://jimmy-speirs.co.uk
- Site The Guardian: http://www.guardian.co.uk
(ESPÍRITO SANTO) & Artigos-Rodolfo Stella Rodolfo P. Stella em 28 Abr 2008
Protegido: Campeonato Capixaba 2007 - Times Base
(PERNAMBUCO) & Artigos-Rodolfo Stella Rodolfo P. Stella em 28 Abr 2008
Protegido: Campeonato Pernambucano 1985 - Times Base (Incompleto)
Blog História do Futebol & (SÃO PAULO) & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Julio Diogo Julio Diogo em 28 Abr 2008
Protegido: TORNEIO INÍCIO PAULISTA DE 1953
(PERNAMBUCO) & Artigos-Rodolfo Stella Rodolfo P. Stella em 28 Abr 2008
Protegido: Campeonato Pernambucano 2007 - Times Base
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 28 Abr 2008
A Improbabilidade Infinita ou A Batalha dos Aflitos…..
….ou ainda, Eu Nunca Deixei de Acreditar
“- Mas… mas… Isso é impossível! - gritou ele, atônito.
- Não. É apenas muito, muitíssimo improvável.”
Existem momentos. Existem mistérios. E existem os deuses. Sim, os deuses. Aqueles mesmos que eu canto, vez por outra, e em quem alguns de vocês se recusam a acreditar. Os deuses da bola, que sabem quando devem agir, e quando devem esperar.
Os mesmos deuses que têm sido tão atacados esse ano por aqui. O Brasil demorou mais de 100 anos pra ter um campeonato de verdade. Era a vergonha maior: o país do futebol passou um século vivendo apenas com “torneios” ou
“taças”, e só em 2003 ganhou o direito de ter um campeonato. O sonho durou dois anos. No terceiro, resolveram dar um jeito de voltar à bagunça cotidiana. Jogos anulados, resultados manipulados, equipes com jogos a mais
ou a menos, times jogando cinco vezes em oito dias. O feijão com arroz que nos acostumamos a achar “normal”.
Os deuses a tudo assistiram, impávidos. Esperavam o seu momento para agir, castigar os responsáveis pelos sacrilégios cometidos. Para grandes males, grandes remédios. Eles foram dando sinais de que algo especial estava para acontecer. Os ateus se recusavam a percebe-los, mas eles eram visíveis, como nuvens escuras prenunciando a tempestade redentora.
E ela veio, como não poderia deixar de vir.
Recife, Estádio dos Aflitos, 26 de novembro de 2005. Náutico e Grêmio decidem uma vaga na primeira divisão em 2006. O Náutico não pode mais disputar o título, mas precisa da vitória pra garantir o acesso à divisão superior. Já o Grêmio pode até ser campeão da segundona, basta vencer o jogo. Porém, entra em campo cauteloso, jogando com o regulamento, sabendo que o empate é suficiente para a subida. E como o Santa Cruz perde o outro jogo, contra a Portuguesa, esse empate é também o que basta para o título.
Por isso, uma retranca, uma estratégia de bloquear o jogo e não correr muitos riscos além do necessário. O Náutico, claro, tem que fazer o papel do gato, e parte para o ataque, embora sem muita qualidade. O tempo vai passando, o Náutico (”gato”) tem o domínio territorial do jogo, fica com a bola mais tempo, ataca mais, mas o Grêmio (o “rato”) vai levando a sua tática avante, conquistando o seu objetivo.
É quando o soprador de apito de plantão, senhor Djalma Beltrani, resolve começar a tentar desequilibrar o jogo, e ajudar o gato a fazer o que ele não consegue fazer sozinho. Um jogador do Náutico mergulha na área, e Djalma apita. Um penalti que se não é escandaloso é no mínimo muito duvidoso.
Bruno Carvalho bate, e a bola explode na trave. Os deuses deram o primeiro aviso. Hoje não!!!! Já basta tudo que fizeram durante o ano, vocês já se divertiram bastante inventando lances, anulando jogos, determinando resultados. Hoje não!
Mas o homem moderno não acredita em deuses. E não vai ser um aviso leve desses que vai fazer isso mudar. Os deuses balançam a cabeça. Homens de pouca fé. Vai ser preciso empregar uma dose maior.
O jogo continua na mesma toada. O gato corre a casa toda, sem objetividade, o rato dá algumas estocadas ocasionais, mas também não consegue levar o queijo à toca. O jogo caminha para um 0×0, se algo não for feito para mudar o equilíbrio.
Bem, se um pênalti não deu certo, que tal tirar um jogador do Grêmio? E é assim que o lateral Escalona é expulso, num lance um tanto quanto inexplicável. Os jogadores gremistas reclamam, sem entender que neste momento já são apenas peças num jogo muito maior que eles.
O Grêmio, com um a menos, se fecha ainda mais, segurando heroicamente o empate, e deixando apenas Ânderson isolado, para tentar algum contra-golpe. E o gato continua a caçada. O jogo começa a ganhar um leve tom épico. Garantir a classificação, na casa do adversário, com uma arbitragem
desfavorável, e com um jogador a menos, seria um grande feito.
É quando o temerário Djalma resolve desafiar de vez o poder dos deuses. Ah, incrédulo Djalma! Ah, tolo irreverente! Se tivesses percebido a mão divina, se tivesses visto os sinais, talvez as coisas ficassem por aí. Talvez os deuses se dessem por satisfeitos com o 0×0, com a heróica defesa do castelo
levada a cabo pelos tricolores. Mas não! Não, ó impenitente juiz! Tinhas que mostrar que os deuses não existem! Tinhas que mostrar que és tu que decides o resultado. Tinhas que inventar mais um penalti absurdo!
E é o que ele faz. Os jogadores do Grêmio, compreensivelmente, se desesperam. É demais. Primeiro, o pênalti. Depois, a expulsão. Agora, isso. O trabalho de um ano jogado no lixo em 90 minutos, por causa de uma arbitragem desastrosa. O tempo fecha. Os jogadores cercam Djalma. Três jogadores são expulsos. Mesmo que o penalti não entre, serão sete ratos cansados para tentar parar onze gatos famintos. Impossível. A torcida gremista, cabisbaixa, não quer acreditar no que vê.
Anoiteceu em Porto Alegre.
(Em algum lugar que não podemos revelar onde fica, os deuses sorriem.)
Vinte e poucos minutos depois, o “Rapidão Cometa” parte da marca do penalti em sua interminável jornada rumo à rede adversária. Longos milésimos de segundo, que terminam nas mãos de Galactus, Gallato, o goleiro mediano com nome de chocolate que é alçado à categoria de devorador de mundos e
candidato a herói.
A bola não entra. Plunct Plact Zum, o “Rapidão Cometa” não vai a lugar nenhum. O “Coração de Ouro” bate mais forte, com a dose extra de combustível que recebeu.
Agora são os jogadores do Náutico que parecem não acreditar no que aconteceu. Não percebem que não é nada pessoal. Eles apenas estão no lugar errado, na hora errada, destinados a fazer o papel secundário na ópera armada pelos deuses.
O que acontece no minuto e meio seguinte é simplesmente um dos momentos mais incríveis da história do futebol. Inesquecível. Um momento daqueles que torna privilegiados os que o assistem, e dignos de pena aqueles que não o viram. (Pra não falar daqueles que, tendo olhos, não viram, tendo ouvidos, não ouvem.)
É um sonho, um momento paradoxal. Paradoxal, sim. Por um lado, basta fechar os olhos, e o filme está inteiro na memória, e ficará assim pra sempre, cada cena, cada segundo. Mas por outro lado… a cada vez que relembro, duvido um pouco dos detalhes, e chegará o dia em que mesmo nós, aqueles que vivemos, iremos duvidar da sua realidade.
Ânderson, rato atrevido, parte pela ponta, pra cima de Batata, o gato gordo. O gato, inebriado pela superioridade, dá uma patada no ratinho, e não sobra outra alternativa pra Djalma a não ser expulsa-lo. Dez contra sete. Ainda é muita diferença, mas nem tenho tempo pra pensar nisso. Ânderson levanta, e segue seu caminho, segue rumo ao seu destino programado.
Ele entra pela cozinha, no meio de dois gatos tontos com aquela audácia. Mas como aquele rato ainda não percebeu que ele está morto? E Ânderson vai, avança, rumo ao meio da área, driblando a oposição.
Se isso fosse um jogo de futebol, ele podia ser parado. Mas não era. Já tinha deixado de ser um jogo há muito tempo. Ali, ele não era mais Ânderson, o camisa 17 do Grêmio. Ele era Ânderson, o escolhido, o mensageiro dos deuses, aquele que tinha um recado a dar aos que não acreditam.
E foi assim, aos 61 (61!!!!!) minutos do segundo tempo, que a palavra se fez ouvir, através do seu profeta. A bola encosta mansamente no fundo da rede.
O Grêmio é campeão.
Eu nunca deixei de acreditar! Eu nunca deixei de acreditar!
O sol brilha, azul, no céu negro.
Amanheceu em Porto Alegre.
Eu não vou ser doido de tentar descrever a minha reação depois disso. Eu não vou ser louco de tentar imaginar o que sentiu um gremista, em Porto Alegre, vendo esse jogo. Eu não vou ser maluco de tentar sequer sonhar com a sensação de viver um momento desses no estádio.
Só vou dizer que isso, senhores, isso é futebol. Não são 22 jogadores correndo atrás de uma bola. Não é uma mesa redonda discutindo sobre as vantagens do 4-3-3. Tudo isso faz parte, mas não *é*. Assim como futebol não é apenas um gol bonito, um drible bem dado. Isso é arte. E futebol pode ter traços de arte, mas não *é* arte. Futebol é algo além. Futebol é um título ganho aos 61 minutos do segundo tempo, com sete jogadores em campo, e um juiz trapalhão complicando tudo. Futebol é sangue, é suor, é lágrimas. É alma.
Ou, como diria Bobby Robson, “Futebol não é um caso de vida ou morte. É algo muito maior que isso.”
Caio de joelhos, agradecido aos deuses por, uma vez mais, mostrarem a sua força a nós, os que acreditamos sempre. Essa foi a prova de que mesmo com todos os “erros”, toda a manipulação, toda a politicagem, tudo isso que aconteceu esse ano, ainda existe algum espaço pra magia do futebol.
Sinto minha alma lavada, purificada de todos os Zveiters e Cia. Em qualquer época, esse jogo seria especial, fantástico, inesquecível. Mas nesse ano, ele foi ainda mais. Ele foi simbólico, em vários sentidos.
“Eu vou contar isso pros meus netos, daqui a 50 anos, e eles vão me chamar de mentiroso”. Marcelo Costa, meia do Grêmio.
É isso. E bem-aventurados os que viveram esse momento. Felizes os convidados para a ceia.
Finalizando, não posso deixar de fazer um agradecimento e um cumprimento.
Primeiro, o meu muito obrigado ao senhor Djalma Beltrani. Sem ele, nada disso seria possível. Gallato e Ânderson podem dividir as honras de “herói do jogo”. Mas não vamos nunca esquecer que o sr. Beltrani é o principal responsável por termos vivido essas emoções. Sem ele, não haveria os penaltis, nem as expulsões. Sem ele, o título do Grêmio seria mais fácil, mas muito menos significativo. A torcida gremista devia entregar uma medalha a ele, a diretoria lhe dar o título de sócio honorário. Com suas lambanças, Djalma Beltrani fez pelo Grêmio algo muito maior do que a imensa maioria dos beneméritos do clube. Ajudou a criar uma lenda que irá acompanhar o Grêmio por décadas.
Muito, muito obrigado, senhor Beltrani. Do fundo do coração.
O verdadeiro campeão de 2005 é o Grêmio. Eu sempre pensei que 2005 seria marcado como “aquele ano do Zveiter, e dos juízes que roubaram, e dos jogos anulados, em que o Corinthians ganhou o título por causa disso”, mas agora tenho certeza que 2005 será sempre “o ano daquele título do Grêmio”.
É ou não é uma sorte?
cap.navarre@gmail.com
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 28 Abr 2008
Fla x Flu, por Nelson Rodrigues
Reacionário, no meu caso, é a reação contra tudo o que não presta. Se o homem não fosse eterno, ou não tivesse uma alma eterna, não tivesse garantido a sua eternidade, esse homem andaria de quatro. Toda manhã sairia de quatro, ferrado, aí pelas ruas e montado num Dragão de Pedro Américo. Eu diria, quando me perguntam, como você agora: mas quando, quando começou o Fla-Flu? Eu diria: - O Fla-Flu não tem começo. O Fla-Flu não tem fim. O Fla-Flu começou quarenta minutos antes do nada. E aí então as multidões despertaram. E Mário Filho, já então, antes do Paraíso, escrevia sobre o Fla-Flu e dizia que o Fla-Flu ia ser o assombro do futebol, o milagre do futebol.
Marcos de Mendonça, Fortes, Vidal e Chico Neto eram os heróis, os verdadeiros heróis. Mais que o cow-boy, mais que o mocinho, mais que o próprio bandido. O futebol era a epopéia, o épico, compreendeu? … Eu me lembro, uma vez andava na rua, era um garoto de calças curtas, tinha cinco anos, quando passou um jogador de futebol. Eu não sei, devia ser Lais ou Manga, que morreria em 22, ou Welfare. Eu sei que aquilo para mim foi um espanto, eu corri para dentro de casa como se estivesse sendo ungido de glória, de glórias fantásticas.
O Fla-Flu, já me dizia o meu irmão Mário Filho, o Fla-Flu é um jogo para sempre, não é um jogo para um século, um século é muito pouco para a sede e a fome do Fla-Flu… Começado o Fla-Flu, ele percorreria o tempo dos tempos. Foi uma criação do meu irmão Mário Filho, ele que era o gênio da crônica esportiva, ele era o autor de piadas fantásticas. Ele se lembrou de fazer Fla-Flu, tinha notado que Fla-Flu possuía uma flama, uma trepidação que nenhum outro jogo possuía. Até hoje em todo o mundo não há um jogo que chegue aos pés do Fla-Flu. Que é cada vez mais empolgante. E cada jogo entre o Fluminense e o Flamengo parece ser o maior do século e será assim eternamente.
E então, o Welfare pegou sua bola fora da área e encheu o pé, foi um estrondo. O nosso amigo keeper, o goleiro quis defender, foi atirado no fundo da rede como se também fosse uma bola, foi radiante, foi uma coisa incrível e a nossa torcida, naquele tempo em treino também havia torcida, a nossa torcida ficou naquela euforia louca com este gol. Este gol nunca eu me esqueci. Agora neste momento eu estou vendo o campo do São Cristóvão e a bomba de Welfare. Há gols que atravessam os tempos que atravessarão os séculos. E por isso que digo que o futebol vive de eternidade e por isso não acaba nunca, não acabará nunca. Ou tudo se acaba, menos o Fla-Flu.
E depois, o futebol é a pátria da piada. O sujeito vai para a arquibancada, que além de ser a pátria do palavrão é uma pátria da piada, uma pátria da graça popular das graças que vem das profundezas do nosso querido povo. A pessoa fica criando, inventando até palavrões.
De vez em quando, eu ouço das arquibancadas um palavrão que não conhecia, que ninguém conhecia, e o sujeito sai com um palavrão novo e uma satisfação profunda. Só o futebol é que te dá isso, essas surpresas maravilhosas.
Porque o futebol é uma linguagem universal. Todo mundo entende de futebol. Você pega uma velhota grã-fina, ela sabe discutir futebol com você. A grã-fina das narinas de cadáver, por exemplo, esta, até esta, que foi a primeira que não entendeu de futebol, e ela entrou um dia no estádio Mário Filho e disse:”Quem é a bola?” Aí, todo mundo apontou para a bola e ela ficou ali radiante e passou a ser uma enciclopédia de futebol. Esse é o problema do futebol. E que não tem problema nenhum de comprensão…
Chegamos ao fim de nossa longa conversa, não é?… Eu sou um brasileiro triste! É, um brasileiro triste, o brasileiro, diga-se de passagem, de uma maneira geral, não sou eu só, está sempre a um milímetro da melancolia, na esquina, no boteco, ele está sempre roendo melancolias milenares. E aí nós acabamos.
Nélson Rodrigues
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 28 Abr 2008
SEIS FLA-FLUS QUE ABALARAM O RIO
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“Tudo é Fla-Flu, o resto é paisagem”. (Nelson Rodrigues)
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Em 21 de dezembro de 1919:
Fluminense 4 x 0 Flamengo (Flu tricampeão).
Local: Laranjeiras.
Público presente: cerca de 20 mil torcedores.
Gols: Machado (2), Welfare e Bacchi.
“[Japonês, do Flamengo, bate o penâlti e] Marcos cai de um lado e rebate a bola com a mão. Sidnei invade a área e emenda. Marcos rebate de novo. Japonês corre e chuta outra vez. Marcos segura a bola. A multidão ficou parada, sem compreender logo, tal qual um cômico de cinema que só percebe, minutos depois, a graça de uma anedota. … A bola estava longe quando a torcida despertou, prorropendo em aplausos” (Mário Filho).
Em 23 de novembro de 1941:
Fluminense 2 x 2 Flamengo 2 (Flu campeão).
Local: Gávea.
Público presente: cerca de 15 mil torcedores.
Gols: Pedro Amorim e Russo, para os tricolores; Pirilo, para o Flamengo.
“[Faltavam seis minutos para o jogo acabar, quando os rubros-negros empataram, mas só a vitória lhes interessava] A bola caía na Lagoa. O cronometrista travava o cronômetro. E o tempo parava. O Flamengo queria que o cronômetro parasse, o Fluminense que corresse. Eram duas concepções de tempo que se chocavam, irreconciliáveis. Não é possível, o cronômetro não anda. E andava, bem que andava. Para o Flamengo corria. A angústia fazia com que para o Fluminense o tempo parasse; e corresse, desembestado, para o Flamengo” (Mário Filho).
Em 15 de dezembro de 1963:Flamengo 0 x 0 Fluminense (Fla campeão).
Local: Maracanã.
Público pagante: 177.020 torcedores.
“Amigos, o berro da legião flamenguista, ao soar o apito final, comoveu o Maracanã em suas raízes eternas…” (Nelson Rodrigues).
Em 15 de junho de 1969:
Fluminense 3 x 2 Flamengo (Flu campeão).
Local: Maracanã.
Público pagante: 171.599 torcedores.
Gols: Wilton, Cláudio e Flávio, para o Flu; Liminha e Dionísio, para o Fla.
“Enorme, esmagador, capaz de transformar em carnaval um espetáculo de futebol, o Maracanã já é uma lenda. A realidade, contudo, é muito maior. A memória que em mim para sempre ficará do Fla-Flu e, mais, do próprio futebol brasileiro, será desta enorme, pungente, feliz experiência humana” (Hugh McIllvaney, correspondente do Observer, de Londres).
Em 16 de dezembro de 1984:
Fluminense 1 x 0 Flamengo (Flu campeão).
Local: Maracanã.
Público pagante: 153.520 torcedores.
Gol: Assis.
“Quando o urubu, solto pela torcida rubro-negra, antes do jogo começou a sobrevoar o anel da arquibanda, senti que a sorte estava lançada. Na primeira passagem os flamenguistas comemoraram o vôo do seu símbolo, que, ao passar do lado tricolor, foi bombardeado por rojões tricolores, sem qualquer resultado; na segunda passagem, os rubro-negros, eufóricos, saudavam o pobre urubu, já cansado, que, mesmo assim, conseguiu sair incólume, mais uma vez, do nosso bombardeio, provocando incontido entusiasmo entre os adeptos do clube da Gávea. Na terceira passagem por cima dos arquibaldos tricolores, finalmente o urubu foi abatido. Uma explosão de alegria carnavalesca animou a galera tricolor, como se um gol fora feito. Começamos a ganhar o jogo exatamente naquele momento” (Moacy Cirne).
Em 25 de junho de 1995:
Fluminense 3 x 2 Flamengo (Flu campeão).
Local: Maracanã.
Público pagante: 109.204 torcedores.
Gols: Renato Gaúcho (2) e Leonardo, para o Flu; Romário e Fabinho, para o Fla.
“… Ailton, rejeitado pelo presidente Kleber Leite no começo da temporada, driblou Charles duas vezes pelo setor direito de ataque e chutou com raiva. A bola iria para fora, mas bateu na barriga de Renato Gaúcho e entrou” (Clóvis Martins).
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 28 Abr 2008
30/08/1962 - Santos F.C. , campeão da Libertadores da América
Santos: 45 anos do primeiro abraço à América
Há 45 anos o Santos dava o primeiro passo para tornar-se sinônimo de futebol brasileiro no exterior. No dia 30 de agosto de 1962, Pelé e seus companheiros foram à Argentina para levantar a primeira das duas Taças Libertadores da América do Alvinegro praiano. A irrepreensível vitória por 3 a 0 sobre os uruguaios do Peñarol iniciou o maior período de glórias conquistadas por um time de futebol.
A finalíssima foi cercada de muita polêmica. Alguns dias antes, as duas equipes protagonizaram uma batalha campal na segunda partida. O valente Peñarol não se inibiu com a Vila Belmiro e ganhou na bola (3 a 2) e na mão. Como o Santos havia vencido o primeiro jogo, em Montevidéu, a Confederação Sul-americana marcou a decisão para um país supostamente neutro: a Argentina.
No entanto, neutralidade foi tudo o que não se viu no campo do River Plate. Os craques santistas tiveram de superar as vaias dos argentinos, solidários aos “hermanos” de língua espanhola, e o péssimo estado do gramado – só havia grama nas proximidades das duas áreas. Cenário perfeito para um filme que o Brasil já se acostumara a assistir: a habilidade contra a catimba.
Mas quem vestia os uniformes brancos era uma elenco de artistas disposto a mudar o enredo. Caçados em campo, os santistas revidavam com fantasia. Como um rolo compressor, o time abriu placar aos onze minutos de jogo, quando Coutinho desceu pela direita e chutou em direção ao gol; o lateral-esquerdo Caetano tentou cortar e acabou colocando a bola dentro das redes.
O segundo tempo serviu para ratificar a supremacia brasileira. Logo aos quatro minutos, Pelé fez o que mais gostava: tabela com Coutinho, drible de corpo no zagueiro e bola no canto do goleiro. A um minuto do fim, Maidana não segurou escanteio de Pepe e soltou a bola nos pés do Rei, que só empurrou para as redes.
Mas o 10 não teve tempo para comemorar. Mal havia chutado a bola, foi abraçado pelos argentinos que, conquistados por sua magia, invadiram o gramado para festejá-la. Toda a adversidade do início transformou-se em festa – com o toque portenho, como não poderia deixar de ser. As camisas de Pelé, Durval e Lima viraram motivos de briga e obrigaram a intervenção da polícia. Era a prova cabal de que o Santos subira o litoral para abraçar a América.
Ficha técnica da decisão:
Santos 3 x 0 Peñarol
Santos: Gilmar; Lima, Mauro e Dalmo; Zito e Calvet; Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.
Peñarol: Maidana; Gonzalez, Lescano, Cano e Caetano; Gonçalves e Sasia; Rocha, Matosa, Spencer e Joia.
Data: 30/08/1962
Horário: 15h15 (de Brasília)
Local: Estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires (Argentina)
Árbitro: Léo Horn (Holanda)
Gols: Caetano (contra) aos 11 minutos do 1° tempo; Pelé aos 3 e aos 45 do 2°.
Campanha:
1ª fase:
Deportivo Municipal (Bolívia) 3 x 4 Santos
Santos 6 x 1 Deportivo Municipal (Bolívia)
Cerro Porteño (Paraguai) 1 x 1 Santos
Santos 9 x 1 Cerro Porteño (Paraguai)
Semifinais:
Universidad Católica (Chile) 1 x 1 Santos
Santos 1 x 0 Universidad Católica (Chile)
Santos 2 x 1 Universidad Católica (Chile)
Finais:
Peñarol 1 x 2 Santos
Santos 2 x 3 Peñarol
Santos 3 x 0 Peñarol
Fonte : Gazeta Esportiva
Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Julio Diogo & FUTEBOL DE PRAIA Julio Diogo em 28 Abr 2008
Protegido: CAMPEONATO BRASILEIRO DE CLUBES CAMPEÕES DE FUTEBOL DE PRAIA DE 1970
Blog História do Futebol & (SÃO PAULO) & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Julio Diogo & Futebol Amador na Baixada Santista Julio Diogo em 28 Abr 2008
Protegido: TORNEIO VARZEANO IMPRENSA E RÁDIO DE 1969
Blog História do Futebol & x5) Jogos Históricos & Artigos-Julio Diogo Julio Diogo em 28 Abr 2008
DECISÃO DO CAMPEONATO CARIOCA DE 1968
A partida que decidiu o campeonato carioca de 1968, colocou frente a frente dois alvinegros, Botafogo e Vasco da Gama. Com uma grande goleada o BOTAFOGO DE FUTEBOL E REGATAS conquistou o título. Abaixo a ficha desta partida:
BOTAFOGO 4 - 0 VASCO DA GAMA
Data: 09 de junho de 1968
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro / GB
Juiz: Armando Marques
Renda: NCr$ 513.379,28
Público: 120.178 pagantes
Gols: Roberto aos 15 min, Rogério aos 33 min, Jairzinho aos 61 min e Gerson aos 66 minutos
Botafogo: Cao; Moreira, Zé Carlos, Leonidas e Valtencir; Carlos Roberto e Gerson; Rogério, Jairzinho, Roberto e Paulo César.
Vasco da Gama: Pedro Paulo; Jorge Luis, Brito, Ananias (Sérgio) e Ferreira; Buglê e Danilo Menezes; Nado (Alcir), Ney, Valfrido e Silvinho.
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 28 Abr 2008
O maior clássico que o Mineirão já viu.
Seria exagero afirmar que o Cruzeiro 5 x 4 Internacional, da Libertadores 76, foi o maior jogo da história do Mineirão? Definitivamente, não.
Já imaginaram Raul, Nelinho, Zé Carlos, Joãozinho, Jairzinho, Palhinha Manga, Falcão e Figueroa dirigidos por Rubens Minelli e Zezé Moreira, dois dos maiores treinadores da história do futebol?! O resultado foi uma aula de futebol ofensivo a ser lembrada pro resto da vida.
Na verdade, aquela partida começou 3 meses antes, na final do Brasileiro 75, num jogo igualmente memorável vencido pelo Inter.
Mesmo reconhecendo a luta do time, a derrota naquela final ficou atravessada na garganta do torcedor celeste. Mais uma vez o fantasma das decisões assombrava o clube. Amarga seqüência: derrota para o Vasco na decisão do Brasileiro 74, desclassificação diante dos argentinos na Libertadores 75, perda do Brasileiro 75 para o Inter. Estava na hora de mudar a história. E a estréia na Libertadores 76, no Mineirão, parecia feita sob medida pra uma guinada.
Não fui ao jogo. Com 13 anos recém-completados, não tinha autonomia pra decidir o que fazer. E, naquele final de semana, fui, com pais e irmãos, visitar parentes em Sete Lagoas. Restava ouvir a transmissão pelo rádio.
Ainda estávamos na estrada quando começou a epopéia. De cara, Palhinha fez Cruzeiro 1x 0. Festa no carro, onde eu e meus 2 irmãos, o mais novo também cruzeirense, nos apertávamos.
Dez minutos, Cruzeiro 2 x 0! Palhinha, de novo. O Chevette azul trepidou com a vibração. Lula diminuiu para o Inter. Joãozinho fez Cruzeiro 3 x 1. Vinte minutos, 4 gols. Chegamos em casa: alívio pro irmão do meio, atleticano, que ficou livre da algazarra.
Grudamos no radinho pra acompanhar o resto da partida. Foi dramática. Valdomiro fez o 2º gol do Inter, no fim do 1º tempo. No inicio do 2º, Zé Carlos, coisa rara, marcou contra: Inter 3 x 3.
O fantasma voltou. Pra piorar, Palhinha foi expulso, após aplicar cotovelada que mal acertou Figueroa, vingança de outra, essa sim, pra valer, que recebera na final do Beira-Rio, 84 dias antes.
Mas Joãozinho, em tarde cinematográfica, nos tranqüilizou: Cruzeiro 4 x 3. Mas o Inter não se entregou. Aos 25, Ramon fez 4 x 4. Inacreditável. Que jogo!
Já me sentia veterano em emoções, mas aquilo era demais. O coração quase me saiu pela boca quando Joãozinho fez outra grande jogada pela esquerda e sofreu pênalti de Valdir, que substituíra Cláudio Duarte, ameaçado de expulsão pelas entradas violentas no Bailarino da Toca.
O intervalo entre a marcação e a cobrança foi o mais angustiante da minha vida de torcedor. Felizmente, Nelinho deslocou Manga e estufou as redes: Cruzeiro 5 x 4!
O nome do jogo foi Joãozinho. Na maior atuação de sua carreira, ele fez 2 gols, infernizou a vida de Don Elias Figueroa, tido e havido como o maior beque das Américas e, na hora do aperto, sofreu o pênalti que decidiu a partida.
Quatro meses depois, meu ídolo decidiria outra partida épica, a final da Libertadores, em Santiago. Mas esta é outra história…
CRUZEIRO 5 x 4 INTERNACIONAL, domingo, 07mar76, 1ª rodada da 1ª fase da Libertadores 1976 - Público: 65.463 pagantes - Renda: Cr$793.407 - Juiz: Luiz Pestarino (Argentina) - Cartão vermelho: Palhinha, 12 do 2º tempo - Gols: Palhinha, 3 e 10, Lula, 14, Joãozinho, 21, Valdomiro, 39 do 1º tempo; Zé Carlos, contra, 6, Joãozinho, 18, Ramon, 25, e Nelinho, 40 do 2º - Cruzeiro: Raul Plassmann, Nelinho, Morais, Darci Menezes e Vanderlei Lázaro; Zé Carlos e Eduardo Amorim; Roberto Batata (Isidoro), Palhinha, Jairzinho e Joãozinho. Tec: Zezé Moreira / Internacional: Manga, Cláudio Duarte (Valdir), Figueroa, Hermínio e Vacaria; Caçapava e Falcão; Valdomiro, Escurinho, Flávio Minuano (Ramon) e Lula.
Mauro França, 44, bacharel em História, nasceu e mora em Belo Horizonte.
Blog História do Futebol Edu Cacella em 28 Abr 2008
Protegido: VOTAÇÃO DE SUGESTÕES DOS MEMBROS - RESULTADO FINAL
Blog História do Futebol & (MINAS GERAIS) & x5) Jogos Históricos & Artigos-R. Trida & Artigos da Semana 2008 & c 6 Minas Gerais-Dados Históricos Ruy Trida em 28 Abr 2008
ARTIGO DA SEMANA N°17/2008, Uai, a trave encolheu???? Mais uma mirabolante história do campeonato mineiro.
Algo de muito inusitado ocorreu no Campeonato Mineiro de 1958. O primeiro turno, concluído ainda em 1958, foi ganho pelo Atlético. O segundo turno foi disputado no ano de 59 e houve um grande equilíbrio entre os participantes. Cruzeiro, América e Uberaba, caçula da divisão extra, chegaram à rodada final empatados na liderança, com chances de conquistar o returno e o direito de disputar o título máximo contra o Atlético.
01/03/1959.
Na última rodada, em Belo Horizonte, o Cruzeiro fez sua parte e venceu o Atlético por 1x0. Em Uberaba, o time da casa e o América disputaram um jogo interessantíssimo. O Uberaba saiu na frente com gols de Paulinho e Reinaldo, abrindo 2x0. O América diminuiu em um penalti contestadíssimo pelos uberabenses, anotado por Miguel. O Uberaba seguiu dominando e teve dois gols anulados pelo juiz. O primeiro com a alegação de impedimento e o segundo com a justificativa de que o jogador Paulo Gonçalves, do Uberaba, havia tocado com a mão, e não com a cabeça, a bola que entrara no gol americano. No segundo tempo, o América empatou com um gol, mais uma vez, contestado pela torcida e dirigentes do Uberaba, que alegaram que Gunga se encontrava impedido.
Gol de cabeça feito por Paulo Gonçalves, anulado pelo juiz.
O juiz foi Luiz Pereira Filho, o popular Luiz Guarda, membro da Polícia Militar em Belo Horizonte, que antes da partida foi muito elogiado pela crônica esportiva uberabense. No final 2x2 e o título do segundo turno seria do Cruzeiro. A torcida do Uberaba, incrédula e decepcionada, não conseguia deixar o estádio. Depois os torcedores fizeram o enterro simbólico do juiz.
As manchetes do tradicional jornal “Lavoura e Comércio”, de Uberaba, de 02/03/59, são o retrato da revolta de toda uma cidade:
“Esbulho Calamitoso”
“Um homem destruiu tudo: Sacrifícios sem conta e gols legítimos. Uberaba Sport foi roubado em sua casa.”
“Ninguém pode contestar: O juiz foi o n.° 1 em campo!”
Inconformados, os dirigentes do Uberaba fizeram de tudo para anular a partida. Tal situação também agradava ao América, que desta forma teria uma nova chance de vencer o Uberaba e fazer um jogo extra contra o Cruzeiro, que já havia comemorado o título do returno. Inicialmente, a defesa do Uberaba se baseava nos erros do juiz, mas surpreendentemente o relatório do árbitro trouxe uma nova opção para uberabenses e americanos. Nele, Luiz Guarda afirmava que uma das traves do Estádio Boulanger Pucci não estava dentro das medidas padrão, cerca de doze centímetros menor .
Esqueceram-se então os erros do árbitro, os gols anulados e toda a revolta da cidade do Triângulo. Havia uma luz no final do túnel. Depois de muito bate-boca o jogo foi cancelado pela Justiça Desportiva Mineira, e desta vez a bronca foi dos dirigentes cruzeirenses, que não admitiam a hipótese de colocar em risco o título que já tinham comemorado.
O Cruzeiro entrou com recurso que paralisou o campeonato por algum tempo. A pendenga só seria resolvida após um acordo que envolveu todos os clubes interessados, em reunião, realizada em Belo Horizonte, que durou mais de cinco horas. Participaram representantes de Atlético, Cruzeiro, América, Siderúrgica e Uberaba. Os termos desse acordo foram:
1) América e Cruzeiro abriram mão do Super Campeonato de Aspirantes, dando o título ao Atlético.
2) Definida a realização da 4a. partida entre Cruzeiro e Atlético pelo título de 1956.
3) O Cruzeiro retiraria o recurso contra a realização da partida entre Uberaba e América.
Foi então marcada uma nova partida, para o mesmo estádio, com as traves corretamente instaladas. Desta feita, com toda a imprensa esportiva de Minas Gerais interessada na partida, foi escolhido, com aprovação de ambas as partes, o juiz carioca Amílcar Ferreira.
29/03/59
Finalmente o novo jogo. O América vinha embalado após vencer Cruzeiro e Atlético em jogos amistosos mas o Uberaba confiava na repetição da boa atuação da última partida. O jogo começou e o Uberaba logo marcou, em penalti convertido pelo artilheiro Paulinho, aos 5 minutos de partida, dando a falsa impressão de que poderia vencer com facilidade. O América se ajustou em campo e empatou ainda no primeiro tempo, com gol de Ernani e já merecia o gol da virada quando, aos 17 minutos do segundo tempo, o juiz suspendeu a partida devido à forte chuva que caía sobre o estádio.
As equipes voltaram a campo no dia seguinte, 30/03/59, para a disputa do tempo restante. E o América conseguiu a vitória, com um gol de Gunga em falha clamorosa do goleiro Waldo, o que gerou suspeitas sobre o arqueiro colorado. Decepção total em Uberaba, que sonhava disputar o título mineiro logo em sua primeira participação. Mas desta vez o juiz foi elogiado por todos. Não havia espaço para contestação.
Pelos lados do América, tanto esforço foi recompensado, pois o time conseguiu vencer o Cruzeiro na série decisiva do returno e enfrentou o Atlético Mineiro na decisão, essa vencida pelo Galo. A vitória do América no segundo jogo foi incontestável, mas nada tira da memória dos antigos torcedores colorados que o time esteve perto, muito perto, de decidir o título mineiro de 58 e não conseguiu por culpa única e exclusiva do juiz.
Fonte: Jornal Lavoura e Comércio, de Uberaba, diversas edições de Fevereiro a Abril de 1959, com a colaboração do Arquivo Público de Uberaba.
Blog História do Futebol & Artigos da Semana 2008 Edu Cacella em 28 Abr 2008
ARTIGO DA SEMANA 17/2008 VOTAÇÃO ENCERRADA
RESULTADO FINAL
1°Uai, a trave encolheu???? Mais uma mirabolante história do campeonato mineiro.do Ruy Trida 09 VOTOS
2°Maranhão: Primeiro clube empresa do estado colhe os frutos: SPORT CLUB MARANHÃO DO SUL de Roberto Saraiva 08 VOTOS
3°BOCA JUNIOR CARRASCO DOS CLUBES BRASILEIROS! DEVEMOS TEME-LO TANTO? - Galdino Antonio 06 VOTOS
4°TAÇA EMÍLIO GARRASTAZU MEDICI / 1969 - de Julio Diogo 04 VOTOS
- CRUZEIRO x ATLÉTICO: TODAS AS DECISÕES DO TÍTULO DE CAMPEÃO MINEIRO - Jose Ricardo Almeida 04 VOTOS
- Campeonato Carioca de Aspirantes - 1953, de João Alberto Machado 04 VOTOS
7°Taça São Paulo de 1962, de Decio Vital 02 VOTOS
-Fatos Inusitados do Campeonato Catarinense de 1977 - publicado por Roberto Pypcak 02 VOTOS
- Domicio Pinheiro fatidico fotográfo esportivo - Giberto Maluf 02 VOTOS
- SPORT CLUB ITAPUÍ / RS por Roberto Saraiva 02 VOTOS
11°O “Fantasminha” assombrou o sergipano de 1988 de Edu Cacella 01 VOTO
-Ibope de torcidas no Rio em 1954 do Gilberto Maluf 01 VOTO
-Clubes de Minas Gerais do André Martins 01 VOTO
-Clubes Amadores de Portugal - André Martins 01 VOTO
-LENDÁRIOS BOLEIROS DAS ILHAS BRITÂNICAS de Galdino Antonio 01 VOTO
-O TEMPO PASSA…O TEMPO VOA.., MAS???????, de Edu Cacella 01 VOTO
-Temporada do Jabaquara Atlético Clube em 1969, de Julio Diogo 01 VOTO
-Breve história da União Tijucana de Esportes - Júlio Diogo 01 VOTO
-A série de artigos dos times bases do Rodolfo Stella 01 VOTO
-Taça Cidade de São Luís de 2003 - de Natanael Duarte 01 VOTO
(PERNAMBUCO) & Artigos-Rodolfo Stella Rodolfo P. Stella em 28 Abr 2008
Protegido: Campeonato Pernambucano 2000 - Times Base
Blog História do Futebol & (SERGIPE) Roberto Pypcak em 27 Abr 2008
Protegido: Três clubes sergipanos
Blog História do Futebol & (RG DO NORTE) & Artigos-Ricardo Amaral Ricardo Amaral em 27 Abr 2008
ABC CAMPEÃO POTIGUAR 2008
O ABC , beneficiado pela melhor campanha ao longo da competição, conquistou o bicampeonato potiguar ao empatar em 2 a 2 com o Potiguar de Mossoró, neste domingo, no estádio Frasqueirão. Bosco e Vinícius abriram a vantagem paa os alvinegros e Eduardo e Ítalo descontaram para os mossoroenses. Este é o 50º título estadual do alvinegro, um recorde!
Apesar das chuvas torrenciais que caiu durante todo o dia na cidade a torcida do ABC não deixou se abater e caiu na festa, após o apito final do arbitro Sálvio Spindola, ao som da banda Araketu
O ABC foi o vencedor da Copa RN, correspondente ao 1Turno e o Potiguar de Mossoro o campeão da Taça Cidade do Natal, que é o 2 trno. O STJD não atendeu ao pedido do ASSU que pedia a suspensão do jogo final. Esta semana será julgado o processo do ASSU, que se perder terá o título confirmado para o ABC, porém se acontecer do STJD der causa ganho ao ASSU, o estado poderá ter quatro campões(ABC,Potiguar-M, Potyguar-CN e ASSU) já que não terá mais datas para reiniciar uma nova semi finais.
O ABC foi campeão com:Paulo Musse; Glauco, Ben-Hur e Fabiano; Bosco (Alex Santos), Adelmo, Márcio Hann (Jean), Halysson (Rodriguinho) e Rogerinho; Waldir Papel e Vinícius. Técnico: Ferdinando Teixeira.
Blog História do Futebol & x5) Jogos Históricos & Artigos-Julio Diogo Julio Diogo em 27 Abr 2008
JOGO HISTÓRICO - PORTUGUESA DE DESPORTOS(SP) X JABAQUARA(SP)
Tranquilo devido a resolução da Federação Paulista de Futebol em suspender o descenso no campeonato paulista de 1950, a equipe do Jabaquara foi a capital bandeirante e sofreu uma grande goleada. No arco santista estava um dos maiores goleiros da história do futebol brasileiro, Gilmar dos Santos Neves, que estava no início de carreira. Foi a partida em que tomou a maior quantidade gols em toda a sua vida. Outra curiosidade foi a marcação de dois gols contra pelo mesmo jogador, Souza, defensor da equipe santista. Abaixo a ficha técnica desta partida:
PORTUGUESA 9 - 2 JABAQUARA
Data: 23 de dezembro de 1950
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo/SP
Juiz: Mr. Eason
Renda: Cr$ 16.316,00
Gols: Renatinho aos 17 min, Niquinho aos 20 min, Nininho aos 21 min, Nininho aos 42 min, Pinga aos 44 min, Souza (contra) aos 51 min, Souza (contra) aos 54 min, Pinga aos 57 min, Niquinho aos 69 min, Feijó aos 75 min e Pinga aos 84 min
Portuguesa: Aldo; Guilherme e Nino; Santos, Brandãozinho e Manduco; Niquinho, Renato, Nininho, Pinga e Simão.
Jabaquara: Gilmar; Domingos e Souza; Ciciá, Negrinhão e Feijó; Renato, Bode, Jaime, Veiguinha e Clóvis.
Blog História do Futebol & x5) Jogos Históricos & Artigos-Julio Diogo Julio Diogo em 27 Abr 2008
Protegido: TAÇA GIUSFREDO SANTINI DE 1950
Blog História do Futebol & (SANTA CATARINA) & Artigos-Michel McNish Michel McNish em 27 Abr 2008
Final do Catarinense - Figueira derrota Criciúma por 1 a 0 e fica a um empate do título
Com um gol de Edu Sales, logo aos nove minutos de jogo, o Figueirense derrotou o Criciúma por 1 a 0, em Florianópolis, e largou na frente na briga pelo título do Campeonato Catarinense. Com o resultado, o alvinegro pode empatar no duelo de volta diante do Tigre, no próximo domingo, dia 4, no Estádio Heriberto Hülse. Depois da derrota no Scarpelli, apenas a vitória interessa ao tricolor, que precisa somar os três pontos (não há saldo de gols) para levar a disputa à prorrogação e, se necessário, à cobrança de pênaltis.