Arquivo de Agosto de 2008
Blog História do Futebol & x15) O Mundo é uma bola!!! Andre em 31 Ago 2008
Protegido: o Flamengo é azul na Escócia?
Blog História do Futebol & (RIO DE JANEIRO) & x3) Estádios & Artigos-Gerson Rodrigues Gerson Rodrigues em 31 Ago 2008
Estádio do Municipal da Ilha de Paquetá, Rio de Janeiro
Segue uma foto do estádio do Municipal da Ilha de Paquetá, em um jogo pelo antigo Departamento Anônimo, em 74.
Blog História do Futebol & (RIO DE JANEIRO) & Artigos-Gerson Rodrigues Gerson Rodrigues em 31 Ago 2008
Camisa do Manufatora de Niterói
Blog História do Futebol & (RIO DE JANEIRO) & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 31 Ago 2008
Protegido: TODOS OS JOGOS DO BOTAFOGO NO ESTÁDIO DE CAIO MARTINS
Blog História do Futebol & (RIO DE JANEIRO) & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 31 Ago 2008
Protegido: TODOS OS JOGOS DO BOTAFOGO NO ESTÁDIO VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA
Blog História do Futebol & x7) Perfis & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 31 Ago 2008
Protegido: A HISTÓRIA DE IDÁRIO DO CORINTHIANS
Blog História do Futebol Juvando Oliveira em 31 Ago 2008
Memória do Futebol Cearense - Mitotônio e a panelada
No dia 1º de abril, Fortaleza amanheceu com a notícia que todos gostariam que fosse mentira. O ídolo alvinegro Mitotônio falecera poucas horas depois de defender o clube. O motivo: uma panelada mal digerida
“Repercutiu dolorosamente no seio da família esportiva cearense o falecimento ocorrido ontem, às 3 horas da madrugada, do popularíssimo craque Mitotônio”. Foi desta maneira que a edição de O POVO de 2 de abril de 1951 noticiou o falecimento de Mitotônio. O texto explorou “a tristeza e espanto” com que a cidade recebeu a tragédia.
Mitotônio chamava-se, na verdade, Antônio Edgar da Silveira e morreu com 35 anos (Foto: do Mitotônio/Reprodução Marcos Campos) Parece mentira, mas não é. Na madrugada do dia 1º de abril de 1951, um dos maiores nomes do futebol cearense, o ponta-esquerda Mitotônio, do Ceará, faleceu em decorrência de uma tabelinha nada saudável: panelada e futebol. Principal ídolo dos alvinegros, dez anos de clube, Mitotônio decidiu almoçar panelada no dia anterior à sua morte e, pouco depois da refeição, uniforme no corpo, corria pelo time na vitória por 4 a 1 sobre o Gentilândia, no estádio Presidente Vargas, pelo Estadual do ano anterior.
No início do jogo tudo parecia normal para Mitotônio. Logo aos 6min, deixou sua marca de artilheiro, abrindo o placar para o Ceará com mais um de seus famosos “petardos”. Contudo, pouco depois, começava a sentir-se mal. Tentou atuar por toda a partida - na época não eram permitidas substituições - mas acabou permanecendo em campo apenas na primeira etapa, vencida por 3 a 0 pelo Vovô. No segundo tempo, o Alvinegro confirmou a vitória por 4 a 1. Mitotônio não viu o escore final. Neste momento já era atendido na Assistência Municipal, hoje Instituto José Frota.
O diagnóstico apontou congestão estomacal aguda, transformada em hemorragia, ocasionada pela refeição pesada e mal digerida. Como na época as equipes não contavam com departamentos médicos, muito menos com nutricionistas, Mitotônio não se preocupou em relatar o que almoçara pouco antes de encarar o sol de 16 horas no PV. O jogador chegou a ser liberado do hospital após o atendimento, mas, durante a madrugada, voltou a sofrer com dores estomacais e acabou falecendo em sua residência.
A morte trágica comoveu a cidade. “Foi um período de muita tristeza. O Ceará tinha muito mais torcida naquela época e todo mundo sentiu. Até porque ele era o ponta-esquerda da Seleção (Cearense)”, conta o ex-jogador Zé Cândido, contemporâneo de Mitotônio. “Ele era muito bom. Tinha um chute muito forte e fazia um lado esquerdo fatal no Ceará com o Hermenegildo”, completa.
Carreira
Mitotônio - na verdade, Antônio Edgard da Silveira - tinha 35 anos na época em que faleceu. Nascido em Granja, chegou à capital para atuar pelo Fortaleza, em 1938, participando discretamente do título leonino daquele ano - não possuía contrato formal com o time. Jogou no Tricolor até o início de 1941 quando o técnico Valdemar Santos (Gavião) brigou com a diretoria e foi para o Ceará, levando metade dos atletas.
No Vovô, Mitotônio ficou por dez anos quase ininterruptos, sagrando-se três vezes campeão cearense (1941, 42 e 48) e tornando-se um dos maiores ídolos da torcida alvinegra. A popularidade do ponta o levou a ganhar o concurs “Craque Mais Querido do Estado” e a figurar entre os vinte jogadores mais votados do País em promoção semelhante, promovida pelo Jornal dos Sports, do Rio de Janeiro. (Colaboraram os esquisadores Airton Fontenele e Cristiano Santos)
PERFIL DO MITOTÔNIO
Nome: Antônio Edgar da Silveira (Mitotônio)
Posição: ponta-esquerda
Nascimento: 22.2.1916
Falecimento: 1.4.1951
Times que defendeu: Fortaleza (1938-41); Ceará (1941-45; 1946-51) e Náutico (1945)
Títulos: quatro vezes campeão cearense (1938, pelo Fortaleza; e 1941, 42 e 48, pelo Ceará); Campeão pernambucano (1945, pelo Náutico)
CAMPEONATO CEARENSE - 1950
CEARÁ 4 - Juju; Valdemar e Pedro Matos; Julinho, Marciano e Oxigenado; Mauro, Pipiu, Alencar, Pretinho e Mitotônio.
GENTILÂNDIA 1 - Assis; Airton Monte e Zemilton; Deim, Otávio e Luizinho; Carlos, Aldo, Dedé, Gilson e Luiz.
Data: 31.3.1951 (o jogo valia pelo Estadual do ano anterior)
Local: estádio Presidente Vargas
Público: aproximadamente 2 mil pessoas
Árbitro: Raimundo Cunha Rola (Rolinha)
Gols: Mitotônio (6min 1ºT), Pretinho (14min e 29min 1º T) e Pipiu (42min 2ºT), para o Ceará; Luiz (8min 2ºT), para o Gentilândia.
Obs: Sentindo-se mal, Mitotônio não retornou a campo para o segundo tempo. Como não havia substituições na época, o Ceará continuou a partida com dez jogadores.
Emais
- Na época da morte de Mitotônio, o ex-jogador Airton Monte, que marcou o ponta no jogo fatídico, chegou a ser acusado de ter ocasionado a morte do atleta. “Andaram insinuando que tinha sido uma porradas que eu teria dado nele no jogo. Mas isso é de gente maldosa”, diz. “Eu nem toquei nele. Sempre marquei duro, mas com lealdade”, acrescenta.
- O Ceará não disputou o Estadual de 1945 - havia brigado com a Federação no ano anterior. Sem clube, Mitotônio e Hermenegildo, os dois melhores atletas do time, foram para o Naútico, de Recife. Ganharam o Campeonato Pernambucano daquele ano e voltaram para o Alvinegro em 1946.
- O ex-jogador Zé Candido atuou com Mitotônio no primeiro jogo do atleta pelo Fortaleza, em 1938. Ele conta que o atacante veio para o clube a convite do diretor leonino Lauro Martins, que também era natural de Granja. No Tricolor, o técnico Gavião se negou a colocá-lo no time principal. “O Gavião disse que não ia escalar um jogador que ele nunca tinha visto jogar e colocou ele no aspirante (que fazia a preliminar). Foi só o Mitotônio jogar uns 20 minutos e, do jeito que ele jogava, o Gavião colocou logo ele pro primeiro time”.
- Mitotônio chegou a ser escalado algumas vezes com o nome de Massantônio, em alusão ao centroavante de mesmo nome da seleção argentina de 1940. A apelido não pegou.
- O jogo em que Mitotônio faleceu era importante para o Ceará. O time precisava vencer para decidir o título na semana seguinte, contra o Ferroviário. Bateu o Gentilândia por 4 a 1 mas perdeu o Estadual na derrota por 1 a 0 para os corais.
- Conheça mais detalhes da história de Mitotônio nos livros “Ceará - Alegria do Povo”, de Haroldo Moura e “Ceará - Uma História de Paixão e Glória”, de Airton de Farias.
O último marcador do craque
O ex-jogador do Gentilândia e hoje pesquisador de futebol, Airton Monte, foi o responsável por tentar marcar Mitotônio na última partida do ponta-alvinegro - Ceará 4 x 1 Gentilândia, dia 31 de março de 1951, no estádio Presidente Vargas. Airton afirma que Mitotônio logo demonstrou não estar na melhor forma física, o que não impediu o alvinegro de anotar o primeiro gol do time na tarde de sábado.
Airton diz ter presenciado o lance que pode ter ocasionado a complicação no quadro de Mitotônio. “O Gentilândia foi ao ataque e eu apoiei pela direita. Aí perderam a bola e o Pipiu (ponta-direita do Ceará) veio no contra-ataque e chutou. A bola pegou no travessão superior e, na volta, ele (Mitotônio) aproveitou para cabecear e caiu de joelhos, com a mão na cabeça. Eu vinha correndo atrás dele e cheguei perto e perguntei: o que foi, Mitotônio?. Ele respondeu: rapaz, parece que enfiaram uma espada na minha cabeça”, relata.
Conforme Airton Monte, o lance aconteceu nos minutos finais da primeira etapa e Mitotônio permaneceu em campo até o intervalo. “Quando eu estava voltando para o segundo tempo, passei por ele e ele estava sentado do lado de fora do gramado, com os pés dentro de um buraco, porque tava tendo reforma naquela época. Eu perguntei se ele tinha melhorado, se ia voltar e ele disse “Vô não, vomitei como um todo”. Antes do término do jogo, Mitotônio já estava sendo atendido na Assistência Municipal.
Uma casa para a viúva do craque
A comoção causada pela morte de Mitotônio veio acompanhada por uma série de homenagens ao atleta e promessas de ajuda a família dele. A principal foi a “Campanha da Gratidão”, lançada pelo Ceará. A idéia dos alvinegros era arrecadar donativos de torcedores do clube e demais desportistas para a construção de uma residência para a família do jogador, desamparada após o falecimento de Mitotônio.
“Uma casa para a viúva do craque”, estampou O POVO no dia do lançamento da ação, em 3 de abril de 1951. Na época, uma comissão organizadora foi montada na sede do Vovô, então na avenida Senador Pompeu, para receber doações. No dia 7 de abril, o Vovô decidiria o título estadual do ano anterior com o Ferroviário, e os torcedores presentes ao estádio Presidente Vargas foram convidados a colaborar com a campanha. Foi sugerida a realização de um Torneio Início, com a verba arrecadada sendo revertida para a família de Mitotônio.
Não existem registros se a casa realmente chegou a ser entregue - nem a atual diretoria do Ceará possui a informação. O POVO noticiou que Mitotônio deixava uma esposa e três filhos, porém, nenhum parente do craque foi localizado. Em Granja, o filho de uma irmã de criação de Mitotônio, conhecido como Raimundinho, disse que tanto a mãe dele quanto o atleta foram criados por uma professora do município, de nome Joana Rita da Silveira.
Conforme Raimundinho, que classifica Mitotônio de “tio”, o jogador nunca foi casado oficialmente e não possui parentes consangüíneos em Granja. “Diziam que ele tinha esposa e dois filhos em Fortaleza. Mas, para a gente, ele era solteiro”.
Fonte:Jornal O Povo
Blog História do Futebol & x15) O Mundo é uma bola!!! & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 31 Ago 2008
Conheça o Vasco da Gama Paris!!!
Talvez muitos torcedores do Vasco não saibam da existência deste clube, ele existe e disputa um campeonato oficial da Federação Francesa de Futebol, da região de Paris.
Só que, apesar de parecer o contrário não foi uma homenagem ao famoso clube carioca, mas sim ao navegador português Vasco da Gama e a Portugal, apesar das cores, da cruz de malta, o uniforme é todo preto.
Fundado em 2003, o clube é formado em seu elenco por 90% de jogadores de origem portuguesa principalmente da região de Tras-dos-Montes que fica ao Norte de Portugal na faixa etária de 16 a 26 anos.Possui mais de 300 sócios, espalhados pela França, Portugal e Suiça.
Blog História do Futebol & x15) O Mundo é uma bola!!! & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 31 Ago 2008
Onde o futebol ainda é de graça!!!


Numa realidade mundial onde o dinheiro é o carro-chefe do esporte mais popular do planeta existe um lugar que ainda se podem ver jogos oficiais de campeonato nacional de graça, isso mesmo, não existe cobrança de ingresso.
Este lugar se chama St.Pierre e Miquelon(também conhecido pela forma portuguesa São Pedro e Miquelão)que é um pequeno território francês com 242 km² situado ao sul da ilha canadense da Terra Nova, na América do Norte, a mais de 1800 km a Leste de Montreal e a 4000 km a Oeste de Lisboa.Trata-se de duas pequenas ilhas (Saint-Pierre e Miquelon), banhadas pelo Oceano Atlântico, a cerca de 20 km da costa canadiana. Estas ilhas constituem o último bastião da França no sub-continente norte-americano.
Ilha de St.Pierre
A federação local é filiada a federação francesa de futebol.
O campeonato é disputado por três clubes,AS Miquelonnaise, AS Ilienne Amateur e o AS Saint Pierraise, existe a coupe de l’Archipel que é a Copa dos clubes locais disputada conjuntamente com o campeonato.
Campo em St.Pierra para 500 pessoas
O “grande” time de St.Pierre e Miquelon e maior vencedor é o AS Ilienne Amateur conhecido como A.S.I.A.O clube foi fundado em 1953 como Association Sportive Ilienne Amateur, o clube foi o primeiro campeão local em 1964, atua no estádio John Girardin na ilha de St-Pierre que tem a capacidade para 500 pessoas, todas assistindo de maneira gratuita seus jogos.O clube ainda possui um outro campo só para treinamentos o Stade Leon Mahé.
Foto de cima do estádio principal do território
escudo do A.S.I.A
Blog História do Futebol & Artigos-Ricardo Amaral Ricardo Amaral em 31 Ago 2008
CBF DISTRIBUI VAGS DA SERIE D 2009
Todos os Estados terão direito a uma vaga, resultando num sub-total de 27 clubes.
Os primeiros nove Estados terão direito a um segundo representante na série D, resultando um sub-total de nove clubes (os nove primeiros estados do RNF - Ranking Nacional das Federações).
Os quatro primeiros Estados/DF terão direito a um terceiro representante na Série D, resultando um sub-total de quatro clubes ( os quatro primeiros estados do RNF ).
Observação : O critério acima (3) é válido apenas para o campeonato de 2009. Para o Campeonato da Série D/2010 quatro clubes virão da Série C/2009.
Distribuição das vagas :
SP, RJ, RS e MG - 3 vagas cada (total de 12)
PR, PE, BA, GO e SC - 2 vagas cada (total de 10)
CE, PA, RN, AL, DF, ES, MA, PB, MS, AM, SE, PI, MT, AC, RO, TO, AP e RR - 1 vaga cada (total de 18).
TOTAL DE CLUBES: 40
Blog História do Futebol & Artigos-Gerson Rodrigues Gerson Rodrigues em 31 Ago 2008
Histórias de Placar, por Pepe
Nos anos 80, a Revista Placar publicava algumas histórias contadas por ex-atletas. Abaixo uma do Pepe, ex-Santos:
Para os jogadores do Santos, viajar era apenas rotina. Para Athie Jorge Coury, o presidente, era sempre uma solenidade, e como bom politico, ele nao perdia a oportunidade para fazer um discurso.
Certa vez em que o time viajava para a Velho Mundo, a Europa, ele se despediu da delegação com estas palavras: “Atletas do Santos, desejo que façam uma boa viagem para a outro mundo”.
E os atletas, que sempre temiam viagens de aviao, se benzeram.
Blog História do Futebol & x7) Perfis & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 30 Ago 2008
Protegido: GOLEIRO BATATAIS VIRA MASSAGISTA
Blog História do Futebol & x5) Jogos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 30 Ago 2008
Protegido: O MEMORÁVEL FLA-FLU DA LAGOA
Artigos-Augusto Neves Augusto Neves em 30 Ago 2008
Protegido: Resultados do Campeonato Paulista de 1990 - 1ª Fase
Blog História do Futebol Celso Franco em 30 Ago 2008
Os selos no mundo do planeta bola!!!
Blog História do Futebol & (SANTA CATARINA) & d1 AMISTOSOS NACIONAIS Adalberto Kluser em 30 Ago 2008
FUTEBOL CATARINENSE E SUAS GOLEADAS
26/3/1911 – Blumenau/SC – Turnverein 2 x 5 “Cruzador” Von Der Tann (Alemanha)
27/11/1912 – Florianópolis/SC - Anita Garibaldi 0 x 6 Seleção Paulista – Amistoso
8/2/1914 – Florianópolis/SC – Anita Garibaldi 3 x 6 Naval – Amistoso
25/10/1915 – São José/SC - São José 0 x 11 Riachuelo (Florianópolis) – Amistoso
11/3/1917 – Florianópolis/SC – CS Florianópolis 7 x 2 Wenceslau Braz - Amistoso
26/9/1926 – São Paulo/SP - Sel. São Paulo 16 x 0 Sel. Santa Catarina – Camp. Brasileiro
12/10/1926 – Joinville/SC - América 10 x 1 Joinville FC – Amistoso
21/11/1926 – Joinville/SC - Caxias 13 x 1 Internacional (Araquari) – Amistoso
17/4/1927 – Florianópolis/SC - Avaí 15 x 0 Alex (Florianópolis) – Camp. de Florianópolis
1º/11/1927 – Joinville/SC - América 8 x 1 Ferroviário (Curitiba - PR) – Amistoso
4/11/1928 – Curitiba/PR – Sel. Paraná 8 x 0 Sel. Santa Catarina – Camp. Brasileiro
30/11/1931 – Florianópolis/SC - Atlético Catarinense 2 x 9 Sel. Rio Grande do Sul
3/5/1928 – Florianópolis/SC - Riachuelo 14 x 0 Fluminense (Florianópolis) – Amistoso
14/10/1928 – Joinville/SC - Caxias 9 x 0 Bataclan (São Francisco do Sul) – Amistoso
29/5/1929 – Joinville/SC - Caxias 9 x 1 União SC (Canoinhas) - Amistoso
7/4/1929 – Joinville/SC - Caxias 11 x 4 Seleção Clubes Médios – Amistoso
24/11/1929 – S. Francisco do Sul/SC – Ypiranga 13 x 2 Rocio Grande – Amistoso
29/6/1930 – Fpolis/SC - Adolfo Konder 12 x 1 Independência – Camp. de Florianópolis
13/7/1930 – Fpolis/SC - Externato 13 x 0 Independência – Camp. de Florianópolis
27/7/1930 – Fpolis/SC- Independência 1 x 13 At. Catarinense – Camp. de Florianópolis
10/5/1931 – Fpolis/SC- Figueirense 1 x 12 At. Catarinense – Camp. de Florianópolis
9/8/1931 – Fpolis/SC - Figueirense 9 x 0 Barriga Verde – Camp. de Florianópolis
2/4/1933 – Blumenau/SC - Brasil 15 x 2 Victória (Blumenau) - Amistoso
9/5/1937 – Fpolis/SC - - Figueirense 10 x 2 Íris – Camp. de Florianópolis
18/9/1938 –Fpolis/SC - Atlético Catarinense 2 x 11 Hercílio Luz (Tubarão) – Amistoso
20/2/1938 – Florianópolis/SC- Avaí 11 x 2 Figueirense – Amistoso
10/11/1939 – Concórdia/SC - Spira 16 x 0 Grêmio Rio Capinzal - Amistoso
5/5/1940 – Fpolis/SC - Atlético Catarinense 13 x 1 Tamandaré – Camp. de Florianópolis
15/9/1940 – Blumenau/SC - Recreativo Brasil 9 x 1 Lages FC – Amistoso
19/1/1941 – Florianópolis/SC - Sel. Florianópolis 11 x 2 Figueirense – Amistoso
16/3/1941 – Tubarão/SC - Hercílio Luz 1 x 11 Coritiba – Amistoso
26/10/1941 – Mafra/SC - Peri 10 x 2 Ypiranga (S.F. Sul) - Amistoso
9/8/1942 – Fpolis/SC - Avaí 10 x 2 Figueirense – Campeonato de Florianópolis
4/1/1942 – Florianópolis/SC - Avaí 10 x 2 Combinado Vale do Itajaí – Amistoso
3/1/1943 – Joinville/SC - América (Joinville) 0 x 9 Canto do Rio (Niterói-RJ) – Amistoso
12/9/1943 – Fpolis/SC - Sel. Florianópolis 16 x 3 Seleção Vale do Itajaí – Amistoso
28/11/1943 – Fpolis/SC - Independência 0 x 16 Paula Ramos – Camp. de Florianópolis
5/4/1944 – Joinville/SC - América 10 x 1 Rio Negro (PR) - Amistoso
29/10/1944 – Fpolis/SC - Figueirense 8 x 1 Lopes Vieira – Camp. de Florianópolis
3/12/1944 – Fpolis/SC - Paula Ramos 0 x 11 Crispim Mira – Camp. de Florianópolis
10/12/1944 – Fpolis/SC - Avaí 12 x 5 Colegial – Campeonato de Florianópolis
13/5/1945 – Fpolis/SC - Avaí 21 x 3 Paula Ramos – Camp. de Florianópolis
14/10/1945 – Fpolis/SC - Colegial 9 x 1 Bocaiúva – Campeonato de Florianópolis
4/11/1945 – Fpolis/SC - Caravana do Ar 13 x 1 Bocaiuva – Camp. de Florianópolis
25/8/1946 – Fpolis/SC - Colegial 10 x 5 Coroados – Camp. de Florianópolis (2ª Divisão)
7/3/1948 – Fpolis/SC - Figueirense 9 x 0 Bocaiuva (Florianópolis ) - Amistoso
28/11/1948 – Blumenau/SC - Palmeiras 11 x 1 Carlos Renaux (Brusque) - Amistoso
13/3/1949 – Brusque/SC - Paysandu 9 x 3 Ipiranga (Florianópolis) – Amistoso
13/5/1949 – Blumenau/SC - Olímpico 7 x 1 Avaí - Amistoso
25/9/1949 – Blumenau/SC - Palmeiras 11 x 4 Figueirense – Amistoso
24/5/1952 – Brusque/SC - Carlos Renaux 10 x 1 Avaí - Amistoso
21/4/1954 – Imbituba/SC - Imbituba 9 x 3 Avaí – Amistoso
20/1/1963 – Criciúma/SC - Metropol 12 x 1 Flamengo (Curitibanos) – Camp. Catarinense
22/3/1964 – Lages/SC – Internacional 9 x 1 Tamandaré (P. União) – Camp. Catarinense
30/3/1969 – Criciúma/SC - Metropol 8 x 3 Avaí – Campeonato Catarinense
6/6/1974 – Florianópolis/SC - Figueirense 9 x 0 Atlético São Francisco – Amistoso
19/4/1976 – Blumenau/SC - Artex (ex-Amazonas) 15 x 0 Colorido - Copa Arizona
9/5/1976 – Joinville/SC – Joinville 8 x 0 Guarani (São Miguel do Oeste) – Camp. Catarinense
18/9/1985 – Joinville/SC - Joinville 9 x 0 Juventus (Rio do Sul) – Camp. Catarinense
19/6/1988 – Paulo Lopes/SC - Paulopense 1 x 10 Figueirense – Amistoso
16/11/1993 – Criciúma/SC – Criciúma 9 x 1 Operários Mafrenses – Copa Santa Catarina
11/6/1995 – Ibirama/SC - Hermann Aichinger 1 x 9 Avaí – Campeonato Catarinense
3/8/2008 – São João Batista/SC – Juventus 0 x 9 Avaí - Amistoso
Fonte de pesquisa: jornais A Notícia, Folha Nova, A República, A Nação, O Estado, A Gazeta, Arquivo Histórico do Figueirense, acervo de Osni Meira, Adalberto Klüser e colaboração de Cícero Alves.
Blog História do Futebol & (RIO DE JANEIRO) Diogo Henrique em 30 Ago 2008
Protegido: Andarahy Atlético Club!!!!
Blog História do Futebol & (SANTA CATARINA) & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 30 Ago 2008
Protegido: GRANDES GOLEADAS DO FUTEBOL DE SANTA CATARINA - PARTE I
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 30 Ago 2008
DUPLA, TRIOS, QUARTETOS FANTÁSTICOS DO FUTEBOL MUNDIAL
No futebol mundial sempre tivemos e guardamos na nossa memória jogos, jogadores que sempre estaram vivos na nossa lembrança, times como Real Madrid da decáda de 50 e 60, o Santos de Pelé, o Botafogo de Garrincha, as seleções como as da Hungria em 54, o Brasil de 58 e 70, a Holanda de 74. Nestas equipes todas elas tinha em seus quadros meias e atacantes que só de se pensar em enfrenta-los os times adversários perdiam o sono antes do confronto aqui segue alguns destas linha de meio campo e atacante que assombraram o futebol mundial.
Na decáda de 30 tivemos o Wunderteam que era a Seleção da Austria treinada por Hugo Meisl, tinha um trio de atacantes que faziam a terra tremer e conquistaram a europa, formada por MATTHIAS SINDELAR, JOSEF SMISTIK e WALTER NAUSCHantes do mundial da Itália em 1934 a equipe maravilha venceu a Alemanha por 6 a 0, a Suiça também por 6 a 0 e a Hungria por 8 a 2.
Na decáda de 40 tivemos a celebre equipe do Torino da Itália, que dominou a europa neste periodo. Formada apartir da temporada 45/46 a equipe possuia uma linha de meio e ataque fabulosa formada por OSSOLA, LOIK, GABETTO, MAZZOLA E FERRARIS, este time era quase imbativel neste periodo vencendo o campeonato italiano por quatro anos seguidos.
Na decáda de 50 tivemos duas seleções com ataques fantásticos mais que não venceram as copas em que eram favoritos: o Brasil da Copa de 50 com um quarteto formado por FRIAÇA, ZIZINHO, JAIR DA COSTA, ADEMIR MENEZES e CHICO, foram 22 gols naquele mundial mais a derrota para os uruguaios na final tirou um pouco o brilho daquele time.
Em 1954 a poderosa equipe hungara que vinha assustando o mundo, sem sofrer uma unica derrota em quatro anos, chegou ao mundial da Suiça franca favorita seu ataque formado por PUSKAS, CZIBOR, KOCSIS E HIDEGKUTI marcou 27 gols um recorde até hoje em mundiais.
No final dos anos 50 e inicios dos anos 60 na Europa e na América do Sul dois clubes que usavam o uniforme da mesma cor o branco, davam as cartas no mundo da bola: o Real Madrid com seus cinco títulos da Liga dos Campeões da Europa com seu ataque formado por KOPA, DI STEFANO, GENTO, CANÁRIO e DEL SOL, depois PUSKAS se juntou ao grupo merengue para fazer história, enquanto isso aqui no Brasil quem não perdia o sono só de pensar em enfrentar DOVAL, COUTINHO, PELÉ E PEPE, foram muitas conquistas nacionais e internacionais.
Nos anos 70 tivemos o Brasil com seu quarteto verdadeiramente mágico formado por JAIRZINHO, TOSTÃO, PELÉ E RIVELINO que veio brindar a conquista do tri campeonato no México. Quatro anos mais tarde tivemos a Laranja Mecânica encantando o mundo com um futebol total e incansável com sua frente avassaladora formada por REP, CRUYFF, NEESKENS E RENSENBRINK, perdeu a final para a Alemanha mais quem não se lembra das jogadas circulares deste ataque.
Aqui no Brasil tivemos no final da decáda de 70 três formações formidaveis de ataques: Os meninos da Vila que deram ao Santos o seu primeiro título paulista pós era Pelé, com sua formação genial de PITA, NILTON BATATA, JUARY E JOÃO PAULO, em 1978 o Guarani de Campinas conquistou o título brasileiro com um quinteto fabuloso formado por RENATO, ZENON, CAPITÃO, CARECA E BOZÓ e o Flamengo que deu até musica com sua formação infernal de ADILIO, TITA, ZICO E CLÁUDIO ADÃO que se tornou tricampeã carioca.
Os anos 80 começaram com o Flamengo ainda assustando o Brasil, a América Latina e o Mundo, com NUNES no lugar de Adão, ADILIO, ZICO, TITA, na Seleção Brasileira que encantou na Copa da Espanha tinhamos FALCÃO, SOCRÁTES, ZICO E EDER. O São Paulo de Cilinho tinha SILAS, PITA, CARECA E MULLER, quem não se lembra das tabelinhas sensacionais do quarteto que levaram o tricolor ao título paulista de 85 e o brasileiro de 86. Na Itália o Milan voltava a dar as cartas no calcio depois de anos mergulhado em crises e escandalos, com a dupla holandesa GULLIT E VAN BASTEN o time venceu o calcio e a liga dos campeões.
Nos anos 90 o Napoli de MARADONA, CARECA e CARNEVALLE ganharam tudo no calcio, na Espanha o Barcelona de ROMÁRIO, JULIO SALINAS, STOITCHKOV E LAUDRUP varreram La Liga Primera, no Brasil o Palmeiras ganhava tudo com ZINHO, EDILSON, EDMUNDO, RIVALDO E EVAIR, foram dois paulistas e dois brasileiros. Por fim o Real Madrid do final dos anos 90 e inicio do novo milénio com ZIDANE, RAUL, MORIENTES, FIGO E RONALDO, ganhando tudo na Espanha, na Europa e no Mundo.
Texto: Galdino Silva
Blog História do Futebol & (SANTA CATARINA) & Artigos-Michel McNish Michel McNish em 30 Ago 2008
Craques Catarinenses: Osni Gonçalves

Osni Gonçalves, o Nizeta, foi um dos maiores dribladores do futebol catarinense. Iniciou carreira no Guarani da Capital, passando em seguida para o Avaí , onde sempre jogou. Na foto, ele está com o netinho no colo ao lado do genro, o radialista Nimar Bittencourt, no desaparecido estádio Adolfo Konder da rua Bocaiúva (onde hoje está o Beiramar Shopping).
Blog História do Futebol & (MINAS GERAIS) & Artigos-R. Trida Ruy Trida em 30 Ago 2008
América e clubes do interior se unem contra o campeonato faz-de-conta. Será?
Clube dos 10 unido, jamais será vencido
Em reunião realizada em Nova Lima, na última segunda-feira, os 10 clubes que disputarão o campeonato mineiro do módulo I de 2009 — América e os nove do interior — resolveram que o certame será com primeira fase, mais semifinais, reunindo os quatro melhores, e final, tudo em turno e returno. Para fazer isto terão de manter a superioridade de votos que possuem sobre a dupla Cruzeiro e Atlético. Hoje são 55 contra 23. Os dois grandões não querem mudar nada e fazer apenas o campeonato rapidinho, tipo faz-de-conta, que conseguiram impor nos últimos anos. Vão tentar cooptar outros, a partir de Tupi (10 votos), Ituiutaba (9) e Guarani(8), com parcerias como vem fazendo, entra ano, sai ano. Felizmente, o presidente do Uberlândia, Everton Magalhães, já informou ao presidente Ziza Valadares, do Atlético, que não mistura as coisas. Ziza aceitou numa boa, até porque o Uberlândia tem um insignificante votinho.
Também admitiram as possibilidades de não haver rebaixamento em 2008, subindo três do módulo dois, rebaixando só um em 2009, com a subida de dois. Assim, o campeonato principal passaria para 15 e depois 16 times. Ora, trata-se de ilegalidade e incoerência. O Estatuto do Torcedor não permite suspender o rebaixamento. Se propuserem o aumento do número de clubes, Cruzeiro e Atlético vão dar risada, pois isto inviabilizaria o campeonato em turno e returno, por falta de datas. Também ficou pré-convencionado que o campeonato deva começar em 11 de janeiro e terminar em 3 de maio, utilizando 26 datas. Como Cruzeiro e Atlético terão de dar férias de 30 dias aos seus jogadores, teriam só quatro dias de pré-temporada. Inaceitável e fácil de derrubar até na Justiça Desportiva, sem necessidade de Justiça Comum.
Como o período previsto comporta 33 datas, com jogos aos fins e meios de semana, certamente o campeonato deve começar dia 21 de janeiro, com os grandes tendo 14 dias para a pré-temporada. Também precisam acertar a melhor maneira de pressionar Globo-Minas, Cruzeiro e Atlético para que seja feita divisão mais justa e digna do dinheiro relativo aos direitos de transmissão. Do jeito que está, Cruzeiro e Atlético querem fazer com o “Clube dos 10” pior do que choram sofrer de Flamengo, Corinthians e outros no Clube dos 13. O melhor é que já marcaram outra reunião para o próximo dia 26, em Belo Horizonte, quando deverão chegar ao plano correto, enxuto, realista. Tomara que consolidem a união, que é indispensável. Daria até para copiar o lema de ordem político-sindical: Clube dos 10 unido, jamais será vencido.
Fonte: Artigo extraído da Coluna Bola em Jogo, do jornalista Camargo Neto, publicada no Correio de Uberlândia em 18-08-2008.
Artigos-Rodolfo Stella Rodolfo P. Stella em 30 Ago 2008
Protegido: Como estão os 14 clubes paulistas para o campeonato de 1968
Blog História do Futebol & (RG DO NORTE) & Artigos-Ricardo Amaral Ricardo Amaral em 30 Ago 2008
CLUBES DO RN: A D U - RN
Blog História do Futebol & (RG DO NORTE) & Artigos-Ricardo Amaral Ricardo Amaral em 30 Ago 2008
CORINTIANS VIAJA PARA O CANADA
O Atlético Clube Corintians,de Caicó/Rn, perdeu o seu tecnico Reginaldo Souza, as vésperas de viajar para uma excursão ao Canadá. O técnico optou por concorrer a vereador em Itaporanga, na Paraíba e estava sentindo, segundo ele, sua candidatura prejudicada. Além disso, teve propostas do Treze/Pb ,Ipiranga/PE e Santa Cruz de Recife, segundo ele. O Corintians efetivara Humberto Cardoso da Silva (Betinho). Ele será técnico e jogador., já que joga no meio campodo time. O Galo do Sérido segue no dia 10 de setembro para 5 jogos no Canadá nas cidades de Vancouver, Otawa e Toronto.
Blog História do Futebol Cicero Alves Urbanski em 29 Ago 2008
FUTEBOL DE JOAÇABA - 30 ANOS
Livro resgata história do futebol profissional joaçabense
O historiador e pesquisador Rogério Augusto Bilibio, coordenador da Área das Ciências Humanas e Sociais da Unoesc Campus de Joaçaba, conclui recentemente o livro “30 anos de Futebol Profissional em Joaçaba: JEC, ADJ e JAC”. A obra faz um resgate dos fatos e acontecimentos marcantes do futebol joaçabense destacando as conquistas e glórias dessa trajetória.
Segundo o autor, muitas histórias e informações acabam se perdendo ao longo do tempo, o que justifica o registro da memória do futebol profissional de Joaçaba.
“Espero que este trabalho sirva de incentivo para as futuras gerações e mantenha acesa a tradição do futebol no município. Escrever sobre o futebol joaçabense é uma mistura de realização de um sonho e compromisso. Desde 2000, quando concluí a graduação em História, entendi que tinha assumido uma responsabilidade com a comunidade joaçabense e regional, no sentido de contribuir com as questões histórico-culturais. Um dos aspectos deste desafio é o de reavivar a memória do futebol”, destaca o professor.
A escolha sobre o período do profissionalismo foi em função da facilidade de obter os dados sobre os jogos e campeonatos. O objetivo é trazer para a lembrança o que a população presenciou desde 1977, quando o Joaçaba Esporte Clube iniciou sua caminhada em jogos oficiais no Estádio Oscar Rodrigues Da Nova enfrentando a Chapecoense. O trabalho é, também, um reencontro para o autor. Embora a cidade já tenha experimentado três agremiações diferentes, pela grande maioria, não é reconhecida dessa forma.
“O Joaçaba Esporte Clube (JEC), a Associação Desportiva Joaçaba (ADJ) e o Joaçaba Atlético Clube (JAC) resumem a expressão futebolística de Joaçaba. Não houve diferenciação entre as três fases quando mencionados resultados estatísticas”, esclarece. O historiador explica que cidades como Concórdia, Caçador e Rio do Sul, também deram nomes diferenciados a seus times, mas também estes eram sempre a representação local.
A obra se baseia, principalmente, na memória oral de dirigentes, jogadores, treinadores e jornalistas. Contudo, a lista é extensa e, muitos nomes, não foram citados ou foram brevemente. Os dados fazem referência aos jogos oficiais e, na quase totalidade, são partidas do campeonato catarinense da 1ª e 2ª divisão, além de competições como a Copa Governador nos anos 70, Copa Santa Catarina nos anos 90 e uma única participação em certames nacionais, em 1981, na época chamada de Taça de Bronze, um equivalente a Série C atual.
Entre os entraves, no decorrer da pesquisa, o autor destaca a dificuldade de se obter os dados e cita o incêndio ocorrido na Federação Catarinense de Futebol, nos anos 80, quando boa parte da documentação se perdeu. Além disto, segundo ele, nos relatórios não constam as escalações dos times. Os jogadores que marcaram gols partida a partida, também não estão relacionados. Os nomes dos jogadores são os de batismo e, em muitos casos, a torcida, a imprensa e os próprios companheiros não os conhecem por outra forma que não o apelido.
Citando e agradecendo os colaboradores, Bilibio destaca os entrevistados, que sem hesitação passaram a sua experiência no futebol, a Federação Catarinense de Futebol, que abriu seus arquivos com presteza, e a Biblioteca Pública de Santa Catarina, com seu acervo de jornais, que facilitou a obtenção de fotos e informações sobre jogos
Fonte: Setor de Comunicação e Marketing UNOESC
Blog História do Futebol Cicero Alves Urbanski em 29 Ago 2008
AD GREMIO TIMBO - ESCUDO DO SITE
Blog História do Futebol & f4 CLUBES REGIÃO SUL Andre em 29 Ago 2008
Protegido: CLUBES SC/A.D. GREMIO TIMBÓ
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 29 Ago 2008
Alguns dos mais famosos “frangos” de todos os tempos
Alguns dos mais famosos “frangos” de todos os tempos
Cada um tem seus “favoritos”, mas alguns frangos históricos, como o engolido por Waldir Peres na Copa de 1982, têm lugar cativo na lista de qualquer pessoa. A bola veio lá de longe e caprichosamente fugiu das mãos do goleirão, que, graças ao momento infeliz, até hoje é lembrado como “frangueiro”. Embora a expressão frango tenha surgido para descrever falhas como essa de Waldir Peres - quando a bola foge como galinha desesperada -, também consideramos frango falhas decorrentes da falta de habilidade do goleiro com os pés - como a furada histórica do goleirão Marcos, do Palmeiras, em 2003, na derrota por 7 a 2 contra o Vitória - ou mesmo uma pane geral, como a que acometeu Rogério Ceni na final da Libertadores deste ano. Para a sorte desses goleiraços, essas megafalhas não figuram no nosso top 5 dos maiores frangos, que você vê abaixo. Para montar essa divertida lista, contamos com a colaboração valiosíssima de um time de jornalistas esportivos: Sérgio Xavier, da revista Placar; José Roberto Torero e Rodrigo Bueno, colunistas da Folha de S. Paulo; Celso Unzelte e Mauro César Pereira, da ESPN Brasil; Tomaz Alves, do site Trivela; e Paulo Guilherme, autor do livro Goleiros - Heróis e Anti-Heróis da Camisa 1.Sai que é sua…
Reconstituímos cinco frangos históricos com sérias restrições :
Waldir Peres
Times - Brasil 2 x 1 União SoviéticaData - 14/6/1982Campeonato - Copa do Mundo (estréia do Brasil)
1. 34 minutos do primeiro tempo. O volante soviético Andreij Bal resolve testar o goleiro Waldir Peres e solta uma bicuda da intermediária
2. Tudo parecia sob controle: bola de longe, não muito forte… Waldir Peres se abaixa para pegá-la, mas fica só com o vento e as penas deixadas pelo caminho
Zetti
Times - Palmeiras 1 x 3 São PauloData - 30/8/1987Campeonato - Campeonato Paulista (semifinal)
1. Falta para o São Paulo na intermediária do campo palmeirense. Neto (que anos depois brilharia jogando pelo Corinthians) ajeita a bola
2. O goleirão Zetti estava 13 jogos sem tomar gol. Cheio de confiança - já tinha defendido um pênalti no jogo -, manda a barreira abrir
3. A bola vem fácil e Zetti se adianta para encaixá-la no peito. Quando tenta agarrá-la, ela escapa e passa entre suas pernas. Frangaço!
Taffarel
Times - Bolívia 2 x 0 BrasilData - 25/7/1993Campeonato - Eliminatórias para a Copa
1. Etcheverry, o rápido ponta boliviano, partiu pela esquerda. Chegou à linha de fundo e, sem ângulo para chutar, deu uma bica para o meio da área. O jogo estava 0 a 0 e já passava dos 42 do segundo tempo
2. Nenhum boliviano chegou na bola, mas Taffarel deu uma forcinha: a bola bateu no seu calcanhar esquerdo e rolou para o fundo do gol. E assim o Brasil perdeu sua primeira partida em eliminatórias…
Oliver Kahn
Times - Bayern de Munique 0 x 1 GotemburgoData - 10/12/1997Campeonato - Copa dos Campeões (1ª Fase)
1. O jogo parecia fácil para o Bayern. O time alemão jogava em casa e tinha craques como Lothar Matthäus, o brasileiro Élber e o goleirão Oliver Kahn, já famoso e marrento nessa época
2. Tudo ia bem até que o zagueiro Babbel recua uma bola para Kahn e ela rola mansa sob o pé esquerdo do goleirão. 1 a 0, placar final
Júlio César
Times - Bahia 1 x 2 FlamengoData - 6/4/2003Campeonato - Campeonato Brasileiro (2ª Rodada)
1. 30 minutos do segundo tempo, 1 a 0 para o Flamengo. Júlio César solta o pé para repor a bola em jogo
2. O chutão sai muito baixo, acerta a nuca do volante flamenguista Fabinho (hoje no Internacional) e volta com força em direção à meta de Júlio César
3. Sem chances para chegar à bola, Júlio lamenta a falha. Fabinho, a “vítima” da bolada, é assinalado como autor do gol contra
Obs. Manga jogando pelo Brasil nos anos 60 , no Maracanã, contra a Rússia, fez a mesma coisa que o Julio Cesar.
Blog História do Futebol & (SANTA CATARINA) & Artigos-Michel McNish Michel McNish em 29 Ago 2008
Protegido: Clubes Catarinenses: Esporte Clube Internacional de Lages
Blog História do Futebol Fernando Pereira em 28 Ago 2008
LOGOS DE TIMES DE SÃO PAULO
Blog História do Futebol & (MINAS GERAIS) & Artigos-R. Trida Ruy Trida em 28 Ago 2008
Histórias da bola: O drama dos campos gramados
Por Antônio Pereira da Silva
Juca Ribeiro não era propriamente um técnico. Era um tio carinhoso e duro ao mesmo tempo. Um psicólogo que cuidou de um time de futebol por mais de 10 anos e formou um dos mais belos esquadrões que esta cidade jamais possuiu. A partir de sua batuta, o Uberabinha Esporte Clube tornou-se um time à altura dos outros grandes do Triângulo, os de Uberaba e de Araguari.
Nos anos 20 e 30, o amadorismo era total, nem campeonato havia. A medicina do UEC resumia-se num emplastro de erva de Santa Maria e pronto! — o atleta já estava preparado para outra.
As três cidades que se guerreavam dentro dos campos de futebol eram Uberaba (sempre a vencedora), Araguari e Uberabinha. Só que, no Triângulo, não havia campos gramados. Era tudo terra ou areia.
No fim da década de 20, Juca Ribeiro foi ver um time de moleques que treinava atrás da Santa Casa e que vinha dando surra em todos os juvenis da cidade. Foi um período em que o Uberabinha Esporte dispensou seu elenco formado na maioria de enxertos buscados fora (até entre os profissionais de São Paulo). Ele tinha resolvido montar um time com prata da casa. Daquele juvenil, ele trouxe Ramiro Pedrosa, Turquinho (que era irmão do Waldemar Silva) e Catalão.
Antes de o time se desfazer, fizeram um jogo contra o Comercial de Ribeirão Preto, em 1928. Os meninos foram, não para jogar, mas para observar como era a coisa. Psicologia do Juca. Os meninos ficaram empolgados com o campo gramado. Porque, por lá, era tudo gramado.
Montado o novo Uberabinha Esporte só com a prata da casa, Juca iniciou um período de treinos intensos, porém sem jogos. Uns seis a oito meses assim. Quando foi em 1935 aconteceu aquela série de partidas contra o bicho-papão do Triângulo, o Uberaba Esporte. O Uberabinha venceu todas, inclusive uma que ascendeu a cinco a zero — a última!
A rapaziada estava acostumada a levantar poeira, a escalavrar-se nas quedas, a se enlamear no tempo das chuvas. Nossos campos eram carecas.
Foi quando o Araguari resolveu fazer um campo novo, nas regras da modernidade. Num sigilo danado, plantou grama, cuidou e espalhou o verde por cima da terra fofa.
Para inaugurar seu novo estádio, convidou o Uberabinha. Naquele tempo, quem resolvia se aceitava jogo ou não era o técnico. Juca aceitou, mas também não sabia de nada. A intenção do Araguari era dupla: inaugurar o seu campo e, com a surpresa dos adversários, meter-lhes uma vingativa lavada.
Quando os rapazes foram para o campo, ai, meu Deus! quase caíram de costas. Assustados correram para o Juca que também não sabia pra que lado ia esse negócio de jogar em campo gramado. Mas o Catanduva sabia das coisas. Era um grande jogador. Um clássico, tinha um jogo elegante e preciso. Uma visão larga dos espaços e grande experiência. Dizem que, dentro do campo, ele é que mandava no jogo e orientava o seu pessoal. Conhecia aqueles campos gramados todos ali do norte da Mogiana. E começou a explicar como é que a bola pulava, como é que a bola corria num campo gramado. E dizia: “Vocês não se preocupem, vai ser melhor, muito melhor, a bola vai atender melhor aos toques, aos chutes, aos passes. Vai correr lisa em cima do chão. Nós vamos fazer o seguinte: jogamos os primeiros 20 minutos recuados, nada de ir pra frente. Depois, quando já estivermos acostumados, aí vamos jogar. Vocês vão ver como é melhor”.
E assim se fez. Ramiro me contou, numa conversa em 1988 (está gravada), que, com 15 minutos, gritaram para o Catanduva, que era o maestro dentro de campo, “pode soltar a bola que nós já sabemos como é que é”. E o Cantudava soltou. E foi aquele vexame. O Araguari queria inaugurar o campo e, ao mesmo tempo, vingar-se do Uberabinha Esporte, aplicando-lhe uma lavada exemplar. Deu o contrário; apanharam de seis a zero!
Fonte: Ramiro Pedrosa
Obs.: Artigo originalmente publicado na coluna “Crônica da cidade”, jornal Correio de Uberlândia, em 31/10/2007.
Blog História do Futebol & ESCUDOS & (MINAS GERAIS) & Artigos-Michel McNish Michel McNish em 28 Ago 2008
Protegido: Novo Escudo do Santarritense Futebol Clube MG
Blog História do Futebol & (MINAS GERAIS) & Artigos-R. Trida Ruy Trida em 28 Ago 2008
Clássicos que o tempo levou: Najá x Ipiranga
No iníco da década de 50, o futebol em Araxá era dos mais animados. Najá e Ipiranga, dois tradicionais times amadores da cidade e rivais históricos, protagonizavam combates que dividiam a importante cidade do Alto Paranaíba, mais conhecida como a terra de Dona Beija.
Naquela época, a torcida ipiranguense se reunia diariamente nas dependências da Alfaiataria Seleta, do saudoso Chico de Assis. O Najá Futebol Clube, por sua vez, conhecido como “O Ciclone do Triângulo”, foi por muitos anos temido em toda a região, registrando belas campanhas no Campeonato Regional do Triângulo e no Campeonato do Alto Paranaíba.
No início da década de 50, entretanto, a rivalidade foi posta de lado para a montagem de um combinado das duas equipes. O objetivo: derrotar o então poderoso esquadrão do América Mineiro, que se equivalia aos rivais Atlético e Cruzeiro. Em campo, no estádio Fausto Alvim, a Seleção Araxaense não deu chances ao América e venceu por 2x1. Comandados pelo treinador Arthur Naquesauer, os jogadores araxaenses se superaram e, com gols de Walter Natal e Camarota, derrotaram o então bicho papão das Alterosas.

Foto do Combinado Najá/Ipiranga (Site da Torcida Jovem Ganso)
O Najá, infelizmente, foi tragado pelo tempo. O Ipiranga continua vivo, nas disputas amadoras de Araxá.
Títulos:
NAJÁ: Bi-campeão de Araxá 1954/1955
IPIRANGA: Bi-campeão de Araxá 1957/1958
Fonte: Site da Torcida Jovem Ganso, do Araxá Esporte Clube
Blog História do Futebol & (MINAS GERAIS) & x15) O Mundo é uma bola!!! & Artigos-R. Trida Ruy Trida em 28 Ago 2008
Histórias da bola: O VELHO PÃO-VELHO
Por Parajara dos Santos
De repente, veio-me, assim, uma saudade do Pão-Velho. Lembra-se dele?
Era um crioulo comprido, de quase dois metros de altura, de dentes branquinhos, que jogou no Democrata de quarenta e tantos – o famoso Expresso-do-Vale – alguns anos mais tarde no Pastoril, quando os chamados “mulatinhos suburbanos” faziam o diabo com a bola.
Pão-Velho parava um time no meio do campo, na bola, porque jogava o fino, e na pancada, porque “espanava” que não era mole. Era uma figura querida, simpática, amena e amiga, sempre alegre, brincando com todo mundo. Dizem que, hoje, ele está em Belo Horizonte – os anos não lhe pesaram, não tem uma ruga - onde teria se dedicado a pregação religiosa, sempre precedida de dois dedinhos da boa cana, Segundo ele, para “levantar o moral”.
Azuil que era o ponta direita do Democrata no tempo em que Pão-Velho jogava no Pastoril, conta que, as vezes, quando ele se livrava do lateral esquerdo pastorilense, Pão-Velho saia na cobertura e, rindo, na corrida, gritava:
Cuidado, “Papai Noel” (era o apelido do Azuil), porque pode acontecer um “acidente” com você.
E o Azuil, é claro, despachava a bola logo. De outra feita, jogavam, Pastoril e Flamengo do Rio. E Pão-Velho marcava o atacante Sarcineli. Este deu uma entrada mais dura em Pão-Velho, que advertiu:
Olhe, se você quebrar minha perna, não tem importância nenhuma. Vou pra minha fazendinha beber leite das minha vacas. Mas se eu quebrar sua perna, você vai passar fome.
Sarcineli fez cara de desdem e contestou:
Que é isso, crioulo?! Eu sou Sarcineli, ganho 10 mil contos por mês.
Pão-Velho encarou Sarcineli e fechou o “papo”:
Com essa bolinha curta? Ladrão!!!
Fonte: Crônica publicada na edição 101 do jornal Tá na Mão Classificados, de Governador Valadares.
Blog História do Futebol & (DISTRITO FEDERAL) & f5 CLUBES E SUAS HISTÓRIAS-BRASIL & Artigos-Jose Ricardo Almeida Jose Ricardo Almeida em 28 Ago 2008
Protegido: CLUBES EXTINTOS DO DF: A CURTA E VITORIOSA EXISTÊNCIA DO PIONEIRA F. C.
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 28 Ago 2008
Palestra Itália, da fundação até a inauguração do Pacaembu

Luigi Cervo, Vicenzo Ragognetti, Luigi Emanuele Marzo e Ezequiel Simone, idealizaram a formação de um clube de futebol representativo da comunidade italiana e projetaram a criação do Palestra Itália. Os sucessos obtidos pelas apresentações dos clubes italianos Pro-Vercelli e Torino ao excursionarem a São Paulo, em 1913 e 1914, inspiraram e estimularam os idealizadores do Palestra.
Mais que nunca, desejavam criar um clube de futebol que, em terras paulistas, congregasse a imensa colônia italiana. A partir desta idéia surgiu a seguinte carta no “Fanfulla”:
Pela formação de um quadro Italiano de Futebol em São Paulo.
São Paulo, 14 de agosto de 1914. Egrégio Sr. diretor do “Fanfulla”:
Uma palavra apenas e para esta um cantinho no vosso jornal. Eis do que se trata: alguns conhecidos futebolistas italianos, mas associados à clubes brasileiros, encarregaram-me de escrever-vos acerca de um projeto pôr eles ideado, entre dois goles de café, fazendo-me então compreender que tal projeto o vosso jornal deverá se tornar o propugnador e o propagandista.
Nós temos em São Paulo - afirmam os referidos esportistas - o clube de futebol dos alemães, dos ingleses, dos portugueses, dos internacionais e mesmo dos católicos e dos protestantes, mas, um clube que seja exclusivamente de “sportmen” italianos, e sendo nossa colônia a maior do Estado, nada se tentou ainda realizar!
Futebolistas italianos que jogam bem encontram-se em São Paulo, porque, de comum acordo, não reunimos os referidos senhores, e assim como temos associações de remo, filodramáticas, mundanas, patrióticas, etc., etc., de estrutura italiana, poderemos também ter um clube de futebol exclusivamente de italianos”. Ai fica a proposta dos futebolistas italianos; com vossa senhoria, diretor, o comentário.
Vicente Ragognetti.
Após à publicação desta carta, parece que se notou no seio da juventude da colônia, um imprevisto e maravilhoso despertar do entusiasmo pelo jogo do futebol, conseqüência da visita dos jogadores peninsulares no Brasil.
Cinco dias depois da publicação da referida carta, na mesma rubrica do mesmo jornal, em data de 19 de agosto, apareceu o seguinte comunicado:
PALESTRINOS
Foi organizada uma diretoria provisória, para a formação de uma sociedade que será denominada Palestra Itália. A sociedade compreendera também a seção filodramática e dançante, uma seção esportiva objetivando a organização de um time puramente italiano para o jogo do “football”.
Os aderentes, que. até ao momento se compõem de estudantes e empregados no comércio, reunir-se-ão hoje às 20 horas no Salão Alhambra, à rua Marechal Deodoro nº 2, com o fim de eleger a diretoria provisória e para a completa formação da sociedade. Este comunicado foi publicado sob os auspícios de funcionários da firma Matarazzo local, cujos elementos pertenciam ao elenco de sócios da sociedade Recreativa Bela Estrela, pertencentes ao partido da oposição. Desgostoso com a atitude da direção da “Bela Estrela”, o grupo de empregados da Matarazzo pensou em retirar-se e formar uma sociedade dançante à parte com sua seção esportiva.
Sendo todos italianos ou filhos, de italianos; por proposta do Sr. Luigi Cervo, que chefiava, o grupo em questão, foi decidido denominar-se a sociedade que se pretendia fundar “Palestra Itália”: Na noite de 19 de agosto de 1914; no salão Alhambra compareceram 37 pessoas de origem italiana ou de descendência italiana.
Taça Savoia. a primeira taça ganha pelo Palestra
Votorantim, 24 de janeiro de 1915
Palestra Itália 2 x 0 Savóia
1 - Bianco - Primeiro gol da história, cobrando falta.2 - Alegretti - Cobrando pênalti.
Savoia: Culbert. Ferreira e Silveira. Gibi. Zecchi e Fredrich. Imparato I. Cardoso. Ferreira II. Imparato II e Pinho.
Palestra: Silitiano. Bonato e Fúlvio. Police. Bianco e Vale. Cavinato. Fiaschi. Alegretti. Amílcar e Ferré.
Estádio: Castelões, Sorocaba - São Paulo
Árbitro: Sylvio Lagrecca ……………………………………………….
GOLEIROS
Goleiros que jogaram no Palestra Italia, de todos o, unico que seguiu jogando pelo Palmeiras,
foi Oberdan Catani, que terminou sua carreira em 1954, indo jogar no C. A. Juventus.

SEDE
No edifício de esquina da Rua São Bento com a Praça Antonio Prado, o Palestra Itália tinha sua sede em 1920. Depois de adquirido o Parque Antártica, o clube já não podia prescindir também de instalações sociais condizentes com o seu progresso sempre crescente.
O escudo palestrino estava permanentemente exposto no balcão do sobrado, no ângulo entre a rua e a praça. Nos dias de festas e nos







