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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 06 Nov 2008

GOYTACAZ CAMPEÃO CAMPISTA DE 1941

1941 - GOYTACAZ CAMPEÃO - Os resultados do time campeão: Goytacaz 6x1 Rio Branco; Goytacaz 3x2 Aliança; Goytacaz 5x3 Itatiaia; Goytacaz 2x2 Campos; Goytacaz 3x1 Americano; Goytacaz 4x1 Industrial; Goytacaz 3x1 Rio Branco; Goytacaz 2x4 Aliança; Goytacaz 4x2 Itatiaia; Goytacaz 6x1 Campos; Goytacaz 3x3 Americano e Goytacaz x Industrial sem resultado. O time campeão: Bulau; Violeta e Capeta; Heraldo, Moacir e Valdir; Vavá, Geraldo, Tom Mix, Rebolinho e Manoel.

Fonte: Paulo Ourives

Blog História do Futebol & x12) Historia do Futebol & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 17 Out 2008

Protegido: TODOS OS JOGOS E GOLS DA CARREIRA DE PELÉ

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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 17 Out 2008

Protegido: AMERICANO CAMPEÃO CAMPISTA DE 1944

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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 17 Out 2008

Protegido: GOYTACAZ CAMPEÃO CAMPISTA DE 1943

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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 17 Out 2008

Protegido: GOYTACAZ CAMPEÃO CAMPISTA DE 1942

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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 17 Out 2008

Protegido: GOYTACAZ CAMPEÃO CAMPISTA DE 1941

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Blog História do Futebol & x7) Perfis & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 17 Out 2008

Protegido: TODOS JOGOS E GOLS DA CARREIRA DE ROMÁRIO

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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 16 Out 2008

Protegido: GOYTACAZ CAMPEÃO CAMPISTA DE 1940

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Blog História do Futebol & f5 CLUBES E SUAS HISTÓRIAS-BRASIL & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 16 Out 2008

AMERICANO, O GLORIOSO DO PARQUE

“S’imbora, Americano”, foi o título, na época, da matéria de Péris Ribeiro que a revista Placar publicava, dando conta, para os torcedores do resto do Brasil, da existência do Americano, cuja origem é discutida até mesmo por alguns de seus mais devotados adeptos. Sabe-se, a respeito, que a idéia do seu nome teria surgido num bar, cujos proprietários torciam pelo América, do Rio de Janeiro, e onde um grupo de rapazes privilegiados se reunia após o que chamavam de jogos, no início de 1914.
Carlos Barroso, primeiro presidente do Americano, com retrato grande pregado numa das paredes da sede do clube, comentava alguns anos atrás que não se lembrava tanto daqueles primeiros dias, mas insistia em dizer que o alvinegro não era de 1º de junho de 1914 e sim de 3 de maio, “na época, feriado nacional”.
O Monitor Campista, edição de 2 de maio de 1914, escrevia o seguinte:
“Comunica-nos o Sr. Heitor Silva, 2º Secretário do Americano Futebol Clube, recentemente fundado nesta cidade, a eleição de sua Diretoria, que ficou assim organizada: Presidente, Carlos Barroso; Vice-Presidente, Nataniel Galvão; 1º e 2º Tesoureiros, João Henriques e Artur Pinheiro; Comissão de Finanças, Heitor Manhães, Augusto Santos e Inácio Nogueira; Comissão de Sindicância, Abílio Alves, José Olímpio e José Sabino; Diretor Esportivo, Fernando Cretela; Captain, Alfredo Rosas; Procurador, Raul Chagas”.
O mesmo jornal, edição de 14 de maio, escrevia que “na Coroa, no campo do Luso-Brasileiro, jogou pela primeira vez o Americano Futebol Clube, que teve como adversário o Rio Branco. A estréia desse clube foi esplêndida, pois começou marcando duas vitórias. O seu primeiro time ganhou do seu contendor pelo escore de 4 a 1, e o segundo venceu o seu antagonista pelo escore de 3 a 0″.
A Folha do Comércio de 2 de maio de 1914 publicava nota dando conta da fundação do Americano, ocorrida a 23 de abril, e anunciando a diretoria citada no Monitor Campista do mesmo dia. A diferença é que para a Folha do Comércio, o novo clube chamava-se América, o que dever ter sido erro do seu cronista, ainda preocupado com a visita a Campos do time do América, do Rio de Janeiro.
Sobre o assunto, o almanaque de Nilo Terra Arêas dizia, ainda, que “corria o ano de 1914. No mês de abril estava programada a vinda a Campos do América Futebol Clube, do Rio de Janeiro, para disputar uma peleja contra um combinado campista. Na ocasião do jogo, porém, surgiu sério impasse, pois o professor Múcio da Paixão, presidente da Liga Campista de Futebol, exigiu que o combinado de nossa terra tivesse em seu seio dois jogadores de cada time. Com isso não concordaram os entendidos, uma vez que o critério melhor a ser adotado seria o da escolha dos melhores jogadores de cada time. Se um clube possuísse mais de dois jogadores em condições técnicas para integrar o selecionado deveria ter garantida a inclusão dos mesmos no escrete. Na hipótese, porém, de uma agremiação futebolística não ter nenhum dos seus craques deveria ser convocado para a peleja. Figuravam entre os que defendiam a tese da convocação dos melhores, sem se ater a detalhe inócuo e inconseqüente da escolha de dois jogadores de cada time, três grandes craques do futebol campista do passado. Eram eles, Luiz Pamplona, do Rio Branco, Nélson Póvoa, do Aliança e Sinhô Campos, do Luso-Brasileiro, que se reuniram no Caldo do Zeca Póvoa, na Santos Dumont, onde decidiram levar ao presidente da Liga a escalação do time ideal. Múcio da Paixão não só não aceitou a proposta como também ameaçou suspender os clubes que fornecessem jogadores para formar o escrete durante o espaço de um ano. Com isso, os clubes retiraram o apoio aos jogadores que se batiam para a formação de um bom escrete. Esses, contudo, resolveram organizar um bom time e jogar de qualquer maneira com o América, o que ocorreu na data programada, apesar dos protestos de Múcio da Paixão. Curioso é que além de disputar a partida com o verdadeiro escrete de Campos, o América, um dia antes, goleava de 6 a 0 o quadro formado pela teimosia de Múcio da Paixão. O verdadeiro escrete campista também perdeu, mas de 3 a 1 para o campeão carioca que aqui se apresentou com Casimiro; Belfort Duarte e Bertoni I; Bertoni II, Jonatas e Badu; Waite, Juquinha, Ojeda, Wesmann e Parras. A formação local contou com José; Cretela e Santos; Plínio, Nélson Póvoa e Rossine; Heitor, Pamplona I, Sinhô Campos, Pamplona II e Begnardi. A intransigência de Múcio da Paixão teve, na verdade, um grande mérito do qual ninguém suspeitava: o aparecimento de mais um clube de futebol em Campos”.
Nilo Terra Arêas, em seu almanaque, dizia também que Belfort Duarte, jogador do América, fez, na oportunidade, uma conferência no salão do Hotel Internacional, ocasião em que soube da idéia do surgimento de mais uma agremiação no lugar. Pediu, então, que o novo clube se chamasse América Futebol Clube, com o que concordaram os presentes. Quis, porém, o destino, que isso não ocorresse. É que os irmãos Bertoni, uruguaios que integravam o time carioca, convidados pelos irmãos Pamplona para passarem uma semana em Campos, sugeriram que o novo clube se chamasse Americano Futebol Clube, “pois já haviam jogado em São Paulo num clube com esse nome e que morrera sem o desgosto de uma única derrota. Assim, posta em votação a proposta dos irmãos Bertoni, no dia 28 de abril de 1914 foi aprovado o nome de Americano Futebol Clube, bem como escolhidas as cores preta e branca em homenagem ao Clube de Regatas Saldanha da Gama, do qual a maioria dos fundadores do novo clube eram sócios também”.
A ata foi lavrada pelo guarda-livros Amaro Castro, adepto do Goytacaz, na residência de Sinhô Campos, e dela constava a data de 3 de maio, feriado nacional na época.
O jornal A Cidade, no dia 18 de fevereiro de 1974, editava suplemento, tamanho tablóide, em homenagem ao Americano, na oportunidade festejando o heptacampeonato. E, nesse suplemento, foi transcrita carta de Antônio Campos Júnior, o Sinhô Campos, fundador do mesmo clube, com o seguinte teor:
“Agradeço sensibilizado a amável carta que me enviaram, bem como as lembranças do meu querido clube. Quero parabenizá-los pelo título inédito de heptacampeão campista da divisão extra de profissionais. Realmente uma parcela de colaboração, esforço, me cabe na fundação do nosso clube, pois o mesmo foi fundado em minha casa, à Rua Quinze de Novembro, 38, no dia 1º de junho de 1914, dia do meu aniversário. Estou ausente da minha terra, Campos, já há muito tempo, porém acompanho com interesse e sou grande entusiasta e torcedor do nosso clube, que me lembra a minha juventude e a nossa querida cidade. Faço-os portadores do meu grande abraço e da minha admiração para essa equipe espetacular, com votos de que continuem a elevar bem alto o nome do Americano Futebol Clube. Agradecendo a lembrança, envio os meus votos de grande estima e admiração a toda a Diretoria e seus associados, juntamente com as minhas saudações esportivas”.
O Monitor Campista, edição de 3 de junho de 1915, escrevia:
“Americano FC - Este estimado clube, comemorou, anteontem, o primeiro aniversário de sua fundação, oferecendo aos seus associados, à Liga Campista e à imprensa, uma lauta ceia, ao ar livre, no seu campo, à Rua Rocha Leão. Às 9,30 da noite teve começo a festa, que correu no meio da mais franca alegria e cordialidade. Houve diversos brindes, sendo todos muito aplaudidos. A digna Diretoria do Americano foi de extrema gentileza para com todos que tomaram parte na agradável festa”.
O que ninguém discute, no entanto, é que são muitas as glórias esportivas do Americano, e que nenhuma delas se iguala à conquista do eneacampeonato, título que orgulha a imensa família alvi-negra. Dono do octa e a caminho do ênea, o Americano foi incluído, como parte da fusão entre dois Estados brasileiros, no Campeonato Nacional de 1975, tornando-se, com isso, o primeiro clube do lugar e até mesmo do interior do novo Estado do Rio de Janeiro, a participar de tal certame.
O Americano, que surgiu de dissidências havida no Rio Branco, Luso-Brasileiro e Aliança, o da fábrica de tecidos, teve como fundadores Antônio Campos, Antônio Campos Júnior, Fernando Cretela, Daniel Sanz, Diógenes Campos, Luís Pamplona, Zizinho Suppa, Ernesto Pamplona, Heitor Manhães, Begnardi, Jaime Vieira, Alfredo Rosas, Chiquito Almeida, Nélson Póvoa, Renê Almeida e Osvaldo Santos. Seus presidentes, além de Carlos Barroso, que foi o primeiro, foram Nataniel Galvão Batista, Luís Cavalcanti, Godofredo Cruz, Osvaldo Póvoa, Jorge Pereira Pinto, Celso Moreira, Paulo Alves, Ilídio Rocha, Antônio Faria, José Carlos Martins, Paulo de Oliveira Lima, Lenício Viana da Cruz, Lourival Martins Beda, Rubens Sardinha Moll, Antoninho Manhães, Amílcar Monteiro, Valdir Alves Vieira, Antônio Sebastião Póvoa, José Sartro Costa, Giliart Moreira, Jaime Martins Faria, Antônio Henrique Filho, Antônio Carlos Chebabe, Antônio Abdu Neme, Édson Carvalho Rangel, Édson Coelho dos Santos, Osvalnir Barcelso, Francisco Jacob Gayoso y Almendra, Alseu Teixeira de Oliveira, D’Janir Azevedo, Ivony Dias Moura e Maurício Martins.
Pelo Americano passaram grandes jogadores do lugar, muitos dos quais conhecidos fora dos limites campistas, por suas participações em equipes de centros mais adiantados. Entre eles destacam-se Mário Seixas, Soda, Poli, Pinheiro, Valdir Lima, Cri-Cri, Maneco, Vermelho, Mílton Barreto, Vaguinho, Nagib, Hélio Batista, Fubá, Chico Leão, China, Evaldo, Sérgio Lima, Vicente, Cleveland, Nahime, Lula, Zurlinden, Antoninho, Luís Pamplona, Dodge, Ari Bueno, Frajola, Marola, Reginaldo, Marzullo, Degas, Amaro Galego, Jota Alves, Fidelinho, e um sem-número de outros valores que, em suas épocas, foram verdadeiros ídolos do lugar.
Na campanha de 1967/75, período em que o Americano somou os nove títulos seguidos, vestiram sua camisa os seguintes jogadores:
Adalberto Silva Laurindo, Aires Dias, Alci Fernandes de Deus, Alexandre José do Rosário, Altamir Cardoso, Amaro Carlos Gomes, Amaro das Graças de Sousa Nunes, Antônio Carlos Lírio, Antônio Ivo Maciel de Paula, Antônio Vieira Araújo, Benedito Almeida, Carlos Alberto Peixoto Gomes, Carlos Batista Gomes, Carlos Dionísio de Brito, Carlos Francisco Cordeiro, Carlos Roberto dos Santos Sardinha, César Carvalho de Miranda, Cidiomar Alves Custódio, Dorival Jonas dos Santos, Édson Carvalho Rangel, Eduardo Silva, Élio Trigo de Almeida, Enísio Augusto Mata Vieira, Expedito Hermógenes, Fernando Bastos, Fernando Lopes, Fidélis Sérgio Bento, Francisco Barbosa, Francisco Calomeni Neto, Francisco da Conceição de Sousa, Gelson Bento Sardinha, Geraldo Meireles Brás, Gessi Cordeiro de Sousa, Gilberto Gomes Araújo, Guaraci Oliveira de Albuquerque, Haroldo de Jesus Wannisangk, Iran de Araújo, Jarbas Gonçalves Bastos, João Francisco Santos Carvalho, Joaquim Henriques Rangel Sousa, Joel Gomes Machado, Jorge Almeida Lacerda, Jorge Carlos de Sousa, Jorge Luís Nascimento da Silva, Jorge Melo Novas, Jorge Sebastião, José Alcino Filho, José Amaro Mota Rios, José Carlos Rocha, José Geraldo Calil, José Henriques Bernardo, José Maria Delfino, José Messias Porto, Juares Peixoto, Luís Alberto Alves Severino, Luís Carlos Amaral Gomes, Luís Carlos Curi dos Santos, Luís Fernando de Oliveira, Luís Gonzaga Moço Pimentel França, Manoel Manhães Francelino, Marlindo Ferreira Cardoso, Matozinho Pereira Felício, Maurício dos Santos Sardinha, Nei Severino Dias, Nestor Ferreira Campbell Filho, Nivaldo Gomes de Sousa, Odílio Pessanha Pinto, Odir Pessanha Soares, Orival da Conceição Ribeiro Gomes, Osmar Roque Lima, Paulo César Lourenço Porto, Paulo César Stróglio de Oliveira, Paulo Roberto Borges da Silva, Paulo Roberto Vidal, Raimundo Amaral Dias Filho, Rangel Campi de Lamarque, Romeu da Silva Carvalho, Salvador Barcelos Chagas, Salvador Carvalho, Sebastião Campos de Moraes Filho, Sérgio da Silva Lima, Sílvio Monteiro da Silva, Valdelino Viana, Válter Jones dos Santos Martins, Valtirdes Pereira Carneiro e Wallace Alexandre Blanc.
O jogo decisivo do Campeonato Campista de 1975 e que consagrou o Americano nove vezes seguidas campeão, foi disputado na noite de 17 de fevereiro de 1976. O Jornal dos Sports do dia seguinte publicava: “Com um gol de Paulo Roberto, de pênalti, aos 40 minutos da fase final, o Americano sagrou-se eneacampeão campista de futebol ao derrotar o Goytacaz, ontem à noite, no Estádio Godofredo Cruz, na terceira partida da série melhor de quatro pontos, que indicou o campeão de 1975. A renda foi de Cr$ 115.055,00, com 8.125 pagantes, e o juiz, com boa atuação, o carioca José Roberto Wright. Os dois times formaram assim: Americano - Dorival; Nei Dias, Luisinho, Luís Alberto e Capetinha; Ico, Russo e Rangel; Luís Carlos, Dionísio e Paulo Roberto; Goytacaz - Miguel; Totonho, Paulo Marcos, Nad e Júlio César; Ricardo Batata, Wílson Bispo e Naldo (Pontixeli); Piscina, Tuquinha e Chico”.
O Americano conquistou 14 títulos na fase amadorista, nos anos de 1915, 19, 21, 22, 23, 25, 30, 34, 35, 39, 44, 46, 47 e 50, e, no período profissionalista, foi campeão em 1954, 64, 65, 67, 68, 69, 70, 71, 72, 73, 74, 75 e 77, este junto com o Goytacaz, com o qual chegou empatado e a LCD, por falta de datas, resolveu proclamar campeões os dois tradicionais rivais do futebol campista.
Tantas vezes campeão do lugar, fato que orgulha a torcida alvi-negra, o Americano também viajou ao exterior nos anos de 1981 e 1984, jogando no Oriente Médio e na Ásia, onde obteve os seguintes resultados:
1981 - No dia 13 de março empatou de 0x0 com a Seleção do Katar; no dia 14 derrotou a Seleção dos Emirados Árabes por 4x2; no dia 20 venceu o Al Ali por 2x0; a 21, portanto no dia seguinte, empatou de 1x1 com o Etifad; dia 23 perdeu de 1x0 para a Seleção do Kuwait; dia 28 foi derrotado por 2x1 pelo Aleluia; dia 1º de abril empatou de 2x2 com a Seleção da Coréia; dia 5 perdeu de 1x0 para a mesma Seleção; dia 10 perdeu de 3x2 pra a Seleção da Tailândia; dia 14 empatou de 2x2 com a Seleção da Malásia; dia 18 goleou por 5x1 a Seleção da Indonésia-B; dia 20 venceu espetacularmente o Pandang por 8x1 e, no dia 22 de abril, encerrou seu primeiro giro ao exterior, empatando de 0x0 com a Seleção da Indonésia. Nessa excursão o Americano se exibiu em Jedah, Daman, Kwuait, Seul, Bangkok e Kuala Lumpur.
1984 - Na volta ao exterior, o Americano venceu por 1x0, a 17 de janeiro, a Seleção de Oman, a mesma que foi goleada por 4x1 dois dias depois. Dia 24 o Americano perdeu de 1x0 para a Seleção de Tóqui, dia 27 goleou a Seleção da Malásia por 4x0, dia 29 perdeu de 2x0 para o time inglês Sensea, dia 30 perdeu de 2x1 para a Seleção de Tóquio, dia 5 de fevereiro o Americano derrotou a Seleção de Dubai por 1x0, dia 7 perdeu de 2x1 para a Seleção dos Emirados Árabe, dia 9 derrotou o Al Nasser por 1x0 e, no dia 13, encerrando o novo giro, derrotou a Seleção da Arábia Saudita por 1x0.

Fonte : Paulo Ourives

Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 16 Out 2008

Protegido: A HISTÓRIA DA LIGA CAMPISTA

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Blog História do Futebol & x7) Perfis & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 16 Out 2008

Protegido: A HISTÓRIA DE ALMIR PERNAMBUQUINHO

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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 16 Out 2008

Protegido: ALEMANHA CAMPEÃ DA PIOR COPA DA HISTÓRIA - 1990

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Blog História do Futebol & x5) Jogos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 16 Out 2008

A MAIOR GOLEADA SOFRIDA PELA SELEÇÃO BRASILEIRA EM TODOS OS TEMPOS

BRASIL 4x8 IUGOSLÁVIA
Data 03-06-1934
Tipo: amistoso oficial
Competição amistoso
Local : Estádio do Belgrado S.C.
Cidade : Belgrado
Árbitro N. Dossell (Bulgária/Bulgaria)
Brasil Pedrosa
[Botafogo]Sylvio Hoffmann [CBD]
Luiz Luz [CBD]
Ariel [Botafogo]
Martim Silveira [Botafogo]
Canalli [Botafogo]
Luizinho M. Oliveira [CBD]
Waldemar de Brito [CBD]
Armandinho [CBD]
(Carvalho Leite) [Botafogo]
Leônidas da Silva [CBD]
Patesko [CBD]
Técnico :Luiz Vinhaes
Iugoslávia
Bartol Culic, Ivan Belosevic, Jozo Matosic - Milorad Arsenijevic, Iva Stevovic (Ivan Gajer), Gustav Lehner - Aleksandar Tirnanic, Djordje Vujadinovic, Blagoje Marjanovic, Aleksandar Tomasevic (Ivan Petrak), Svetislav Glisovic
Técnico:(Bosko Simonovic

Gols :Leônidas da Silva (2), Armandinho, Waldemar de Brito, Marjanovic (3), Glisovic (2), Tirnanic, Stevovic, Petrak

Fonte: Roberto Assaf e Antônio Carlos Napoeão

Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 14 Out 2008

Protegido: AMERICANO CAMPEÃO CAMPISTA DE 1939

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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 14 Out 2008

Protegido: ALIANÇA CAMPEÃ CAMPISTA DE 1937

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Blog História do Futebol & x7) Perfis & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 09 Out 2008

Protegido: TODOS OS GOLS DA CARREIRA DE ROGÉRIO CENI

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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 09 Out 2008

Protegido: ALIANÇA CAMPEÃ CAMPISTA DE 1936

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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 09 Out 2008

Protegido: AMERICANO CAMPEÃO CAMPISTA DE 1935

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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 09 Out 2008

Protegido: AMERICANO CAMPEÃO CAMPISTA DE 1934

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Protegido: GOYTACAZ CAMPEÃO CAMPISTA DE 1933

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Blog História do Futebol & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 09 Out 2008

Protegido: ESQUEMAS TÁTICOS PARA A SELEÇÃO BRASILEIRA

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Blog História do Futebol & x7) Perfis & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 08 Out 2008

Protegido: A HISTÓRIA DE ARAKEN PATUSKA

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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 08 Out 2008

Protegido: GOYTACAZ CAMPEÃO CAMPISTA DE 1932

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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 08 Out 2008

Protegido: RIO BRANCO CAMPEÃO CAMPISTA DE 1931

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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 08 Out 2008

Protegido: AMERICANO CAMPEÃO CAMPISTA DE 1930

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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 08 Out 2008

Protegido: RIO BRANCO CAMPEÃO CAMPISTA DE 1929

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Blog História do Futebol & x5) Jogos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 08 Out 2008

Protegido: A DESFORRA DE 1952

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Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 07 Out 2008

Protegido: UM MISTÉRIO - QUE FEZ O PRIMEIRO GOL EM COPAS DO MUNDO

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Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 07 Out 2008

Protegido: GILMAR - A CAMISA DE NÚMERO 13

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Blog História do Futebol & f5 CLUBES E SUAS HISTÓRIAS-BRASIL & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 07 Out 2008

Protegido: TODOS OS JOGOS DA HISTÓRIA DO GAMA-DF

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Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 06 Out 2008

Protegido: OS MAIORES MARCADORES DE GOLS DE TODOS OS TEMPOS

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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 28 Set 2008

Protegido: RIO BRANCO CAMPEÃO CAMPISTA DE 1928

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Blog História do Futebol & f5 CLUBES E SUAS HISTÓRIAS-BRASIL & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 28 Set 2008

Protegido: A HISTÓRIA DO BERTIOGA FUTEBOL CLUBE

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Protegido: O CAMPEONATO CAMPISTA DE 1927 NÃO FOI VALIDO

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Protegido: GOYTACAZ CAMPEÃO CAMPISTA DE 1926

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Protegido: AMERICANO CAMPEÃO CAMPISTA DE 1925

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Protegido: CAMPOS CAMPEÃO CAMPISTA DE 1924

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Protegido: AMERICANO CAMPEÃO CAMPISTA DE 1923

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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 24 Set 2008

Protegido: AMERICANO CAMPEÃO CAMPISTA DE 1922

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Protegido: AMERICANO CAMPEÃO CAMPISTA DE 1921

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Protegido: GOYTACAZ CAMPEÃO CAMPISTA DE 1920

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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 23 Set 2008

Protegido: AMERICANO CAMPEÃO CAMPISTA DE 1919

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Protegido: CAMPOS CAMPEÃO CAMPISTA DE 1918

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Blog História do Futebol & f5 CLUBES E SUAS HISTÓRIAS-BRASIL & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 23 Set 2008

Protegido: GOYTACAZ O AZUL DA CIDADE

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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 21 Set 2008

Protegido: RIO BRANCO CAMPEÃO CAMPISTA DE 1917

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Protegido: EM 1916 NÃO HOUVE CAMPEONATO CAMPISTA

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Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 21 Set 2008

Protegido: AMERICANO CAMPEÃO CAMPISTA DE 1915

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Blog História do Futebol & x7) Perfis & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 20 Set 2008

Protegido: DIDI - O GÊNIO DA FOLHA SECA

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Protegido: O TABU DE SOCRÁTES

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Blog História do Futebol & x5) Jogos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 20 Set 2008

Protegido: A HISTÓRIA DO CLÁSSICO ENTRE SANTOS X CORINTHIANS

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Blog História do Futebol & x7) Perfis & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 20 Set 2008

Protegido: RAFAEL CAMMAROTA - O GRANDE GOLEIRO DO CORITIBA

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Blog História do Futebol & x7) Perfis & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 17 Set 2008

AMARILDO NA COPA DO MUNDO DE 1962

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Amarildo Tavares Silveira nasceu na cidade fluminense de Campos. Descendente de um antigo craque da seleção brasileira – é filho de Amaro Silveira, que foi ponta esquerda da seleção em 1929 – Amarildo não poderia degenerar. Apesar das dificuldades que teve de enfrentar, acabou firmando-se com um autentica estrela do nosso futebol, graças à oportunidade que lhe deu o Botafogo. Não se deve esquecer que Amarildo começou e se revelou no Flamengo.
Amarildo ingressou no Flamengo com 17 anos. Demonstrou qualidade, mas não ficou muito tempo. Jogando no time juvenil em 1957, foi dispensado por Fleitas Solich sem nenhuma explicação. Na época, comentou-se que a dispensa foi porque Amarildo fumava muito e Solich não gostava de atleta fumante. Levado para o Botafogo treinou três vezes, agradou e foi contratado. Começou nos aspirantes e foi bi campeão carioca nos anos de 1958 e 1959. Logo depois a passou ser o titular no lugar de Quarentinha. Foi campeão do mundo em 1962 substituindo Pelé e contribuindo para o bi campeonato conquistado no Chile.

Fonte: Revista Esportiva 1962

Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 17 Set 2008

RANKING DO TORNEIO ROBERTO GOMES PEDROSA

I - Ranking de Pontos do Torneio Roberto Gomes Pedrosa ( 1967/1970 ) :

* lembrando que a vitória nesta época valia 2 pontos.
** Entre parêntesis, ao lado dos nomes, o número de participações.

1) Palmeiras (4) : 104.
2) Corinthians (4) : 90.
3) Internacional (4) : 85.
4) Cruzeiro (4) : 79.
5) Santos (4) : 74.
6) Grêmio (4) : 73.
7) Atlético-MG (4) : 72.
8) Fluminense (4) : 64.
9) Botafogo (4) : 60.
10) Flamengo (4) : 55.
11) São Paulo (4) : 52.
12) Vasco (4) : 49.
13) Portuguesa (3) : 42.
14) Bahia (3) : 40.
15) Atlético-PR (2) : 29.
16) Bangu (2) e Santa Cruz (2) : 28.
18) América-RJ (2) : 26.
19) Coritiba (1) : 14.
20) Ponte Preta (1) : 10.
21) Náutico (1) : 8.
22) Ferroviário-PR (1) : 4.

Fonte: Alexandre Magno Barreto

Blog História do Futebol & x7) Perfis & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 17 Set 2008

A HISTÓRIA DE PREGUINHO - AUTOR DO PRIMEIRO GOL BRASILEIRO EM COPAS DO MUNDO

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“João Coelho Netto, o Preguinho, filho do escritor Coelho Netto, foi um atleta completo.
Praticou nove modalidades de esporte, entrando, como jogador de futebol, para a galeria dos grandes ídolos do Fluminense e do Brasil.
Foi ele o autor do primeiro gol brasileiro em Copas do Mundo, no Uruguai, em 1930 - o gol de honra na derrota para a Iugoslávia por 2×1, além de ser também o primeiro capitão do time, no jogo contra a Bolívia, marcou dois gols na vitória por 4×0.
Preguinho e o Fluminense nasceram quase juntos no início do século XX: o clube surgiu apenas dois anos, seis meses e 17 dias antes de Preguinho, atleta que daria ao tricolor 387 medalhas - a maioria de ouro - e 55 títulos em nove modalidades: futebol, basquete, natação, pólo aquático, remo, saltos ornamentais, atletismo, voleibol e hóquei sobre patins.
Mas, o futebol começou a praticar por influência do irmão Emmanuel, o Mano, e sempre foi sua paixão: “Aquela bola de couro sempre me atraiu mais, me dava emoção maior”, dizia aos mais íntimos. Mas este prazer começou a diminuir com o aparecimento do profissionalismo em 1933.
Preguinho, que sempre considerara o futebol um divertimento e jogava por paixão, jamais se profissionalizou e sofreu muito quando foi adotada a lei que só permitia aos amadores jogarem três vezes num time profissional.
Nos jogos que disputou sempre fez gols. Participou da campanha do tricampeonato de 1936, 37 e 38, e por cinco vezes foi artilheiro do Fluminense (em 1928 e 32, também do Campeonato Carioca, com 16 e 21 gols). Em 1929 marcou nove gols, fez 20 em 1930 e 10 em 1931. No total, foram 184 gols com a camisa tricolor.
Um dos jogos inesquecíveis de Preguinho foi o Fla-Flu de 1928.
O goleiro Amado o desafiou, na semana do clássico, com um telegrama: “Amanhã será canja. Não farás nenhum gol”.
Preguinho entrou em campo enraivecido e aos 2 minutos de partida fez o primeiro, de longa distância. O segundo foi de calcanhar, depois que a bola escorregou das mãos de Amado. O Flu venceu por 4 x 1 e Preguinho saiu de alma lavada.
Mas o gol de sua vida, ele dizia sempre, foi marcado em 7 de dezembro de 1930, no dia em que o Botafogo se sagrou campeão da cidade. Preguinho recebeu a bola na sua intermediária e, ao ver o goleiro adversário adiantado, encobriu-o como Pelé tentou fazer na Copa de 1970 contra a Tchecoslováquia.
Preguinho foi campeão carioca de basquete em 1924, 25, 26, 27 e 31; de atletismo em 1925; e de voleibol em 1923. Em 1925, depois de nadar os 600 m e ajudar o Fluminense a ser tri estadual de natação, foi de táxi as Laranjeiras a tempo de jogar contra o São Cristóvão e ganhar o Torneio Início.
Tais façanhas fizeram dele o mais festejado herói tricolor e, em 1952, recebeu o título de Grande Benemérito Atleta, título que mais o orgulhou até sua morte, em 1979.
Um busto na sede do clube lhe presta merecida homenagem.”

Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 16 Set 2008

COPA DE MUNDO DE 1966 - UM MUNDIAL QUE ENTROU PARA A HISTÓRIA

Antes de começar a Copa, durante os treinamentos, o treinador Alf Ramsey, sempre afirmava categoricamente: “A Inglaterra vencerá”. De início, não se deu muita importância a convicção do técnico inglês. Mas logo a frase, curta e incisiva, repetida sempre com a mesma ênfase, se tornou o lema do torcedor inglês antes e durante o campeonato. Organizados, conscientes, trabalhando sem descanso, dentro e fora do campo, os ingleses sabiam o que estava fazendo.
Alf Ramsey representava, de fato, uma mudança de mentalidade no comando da seleção inglesa. Sua experiência em Copas do Mundo, como jogador, eram considerável. Ramsey foi um lateral, muito aplicado, mas pouco brilhante e que participou da copa do mundo de 1950, quando sofreu a humilhante derrota para os Estados Unidos. Como observador, esteve na Suíça, Suécia e Chile, vendo e anotando tudo que ele considerava interessante para seu trabalho de treinador. Ele tinha idéias próprias a respeito do treinador de uma seleção como a Inglaterra. Achava que não podia dirigir uma equipe altamente profissionalizada com métodos quase amadoristas. Nem se podia deixar que a convocação e até, escalação do time, ficasse com conta de uma comissão integrada por velhos dirigentes do futebol inglês. Quando Alf Ramsey foi convidado para ser o treinador da Inglaterra, tratou logo de impor uma condição: “Eu mesmo foi convocar e escalar os jogadores da nossa seleção”. Quando assumiu, em 1963, os efeitos de seus métodos de treinamentos não tardaram a se fazer sentir. Ramsey não era um estrategista, um criador de táticas e sistemas. Mas, era um batalhador incansável, que levava seus jogadores para o campo logo cedo pela manhã, e somente os liberava quando atingia seus objetivos.
Ramsey sabia que a Copa de 1966 seria, certamente, a mais difícil de todas já disputadas. Na Europa, todos se preparavam intensivamente, adaptando-se a nova concepção de futebol, menos individual e mais coletivo. Os grandes talentos individuais teria que abrir mão de seu virtuosismo para se transformar em partes de um conjunto ajustado. O treinador inglês achava que jogadores não tão brilhantes, mas fisicamente bem preparados para correr e cumprir em dobro duas tarefas em campo, poderiam ser mais úteis que os gênios do futebol. O futebol, cada vez mais, era um esporte que a luta pela bola, pelos espaços do campo, dependiam fundamentalmente de fôlego redobrado, de músculos fortes e reflexos apurados. Os Europeus seguiram esse linha de raciocínio e os treinadores das seleções cuidavam mais da preparação física e que se dotasse o jogador de condições que lhe permitisse superar, no plano tático, adversários tecnicamente mais brilhantes.
As oitavas de final começou fria, com a maioria das seleções jogando um futebol retrancado e violento. No grupo um, não houve surpresas. Inglaterra e Uruguai se classificaram, com eliminação da França e do México. No grupo dois, Alemanha e Argentina confirmaram o que se esperava. Espanha e Suíça ficaram de fora. O Brasil ficou no grupo três e teve uma dura e real decepção. Perdeu para os classificados Portugal e Hungria. Vencendo apenas o outro desclassificado, a Bulgária. Para o grupo quatro ficou a grande decepção. A cotadissima Itália foi desclassificada pela frágil Coréia do Norte que continuou na Copa junto com União Soviética. Itália e Chile voltaram para casa mais cedo.
A Inglaterra que lutava para conquistar a Copa do Mundo, não começou muito bem. O zero e zero contra os uruguaios não foi bem recebido pela torcida que esperava muito mais de sua seleção. Contra o México, um modesto 2x0, também não agradou. Mesmo assim, os ingleses se classificaram para as quartas de final. Seu adversário foi a Argentina e, a Inglaterra venceu por 1x0, em partida discutida. Somente depois da expulsão de Rattin da Argentina, os ingleses conseguiram fazer o gol único do jogo. Nos outros resultados, a Alemanha venceu o Uruguai por 4x0. A União Soviética derrotou a Hungria por 2x1 e Portugal ganhou da Coréia do Norte por 5x3, em um dos jogos mais movimentos da Copa.
As duas semi finais premiavam, exatamente, as quatro seleções que melhor se representavam as concepções: o preparo físico como base na aplicação técnica, o jogo de conjunto e o espirito de equipe. A Inglaterra derrotou Portugal por 2x1 e, pelo mesmo marcador a Alemanha venceu a União Soviética.
A finalissima foi disputada no estádio de Wembley. A decisão estava entre Inglaterra e Alemanha, as duas mais eficientes equipes do futebol força. Força no preparo físico, nas condições atléticas, para permitir que uma equipe utilizasse em todo espaço do campo, seus onze jogadores, combinado num esforço conjunto, atacando e defendendo. Inglaterra e Alemanha jogavam assim, e assim foram para a decisão no dia 31 de julho. A rigor, qualquer uma das duas seleções poderiam ter ganho. Os 2x2 no tempo regulamentar, diziam bem da igualdade entre os dois finalistas. Mas, os ingleses tinham algo mais a seu favor. O estádio de Wembley e uma torcida que não parava de cantar e gritar: Inglaterra ! Inglaterra ! Inglaterra! Tudo isso ajudava ao técnico Alf Ramsey a ver sua profecia se confirmar. A Inglaterra venceu a prorrogação por 2x0. O primeiro gol foi discutido. O juiz apontou para o meio do campo dando como legitimo um gol em que a bola não entrou na meta alemã. Mais tarde, filmes e fotos correram o mundo mostrando que a bola não tinha cruzado a linha de meta. Mas Hurst, marcaria outro gol na prorrogação, liquidando a Alemanha e conquistando o titulo de campeão do mundo para a Inglarerra. No dia seguinte, o “The Times”, que 16 anos antes noticiara o fracasso inglês no mundial de 1950 em forma de anúncio fúnebre, ampliava seu noticiário esportivo para ressaltar que, “se a Inglaterra dera o futebol ao mundo, nada mais justo do que receber a taça de ouro como prêmio”.

Fonte: O Jornal

Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 16 Set 2008

GOYTACAZ PRIMEIRO CAMPEÃO CAMPISTA DE 1914

1914, é quase certo que o mesmo teve vida normal e intensa a partir de outubro, dele fazendo parte os jogos

Aliança 4x3 Lacerda Sobrinho; Americano 0x0 Quinze de Novembro; Goytacaz 2x1 Internacional; Campos 2x0 Aliança; Lacerda Sobrinho Wx0 Quinze de Novembro; Aliança Wx0 Americano; Goytacaz 4x2 Americano; Internacional 2x1 Rio Branco; Aliança 2x1 Goytacaz; Americano 1x2 Campos; Lacerda Sobrinho 1x1 Internacional; Rio Branco 1x1 Quinze de Novembro; Aliança 0x1 Rio Branco; Americano 4x0 Internacional; Lacerda Sobrinho 0x2 Campos; Goytacaz 7x1 Quinze de Novembro; Americano 1x0 Rio Branco; Lacerda Sobrinho 0x3 Goytacaz; Quinze de Novembro 0x1 Internacional; Goytacaz 2x1 Campos; Campos 8x1 Quinze de Novembro; Aliança 0 (um outro jornal escrevia 2)x4 Internacional e Lacerda Sobrinho 1x2 Rio Branco. Em jogo extra, para decidir o título, o Goytacaz derrotou o Campos por 2x1 na prorrogação, depois do empate de 1x1 no tempo normal. Nessa conquista, o Goytacaz contou, entre outros, com Artur; Estevan e Diógenes; Políbio, Virgílio e Siqueira; Rudá, Otto, Caramuru, Deodoro e Jorge.

Fonte: Paulo Ourives,historiador do futebol Campista

Blog História do Futebol & x7) Perfis & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 15 Set 2008

A HISTÓRIA DE CARVALHO LEITE DO BOTAFOGO-RJ

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Campeão carioca e três vezes artilheiro do campeonato estadual e autor de 274 gols marcados com a camisa do Botafogo, Carvalho Leite é um dos maiores jogadores da história do clube de General Severiano onde jogou de 1929 a 1940. Único clube que defendeu na sua carreira.
Com seu talento, seu chute forte e sua excelente colocação na área, o centro avante despontou cedo. Já aos 17 anos vestia a camisa do Botafogo pela primeira vez. Aos 18 era campeão carioca pela primeira vez e uma das estrelas da seleção brasileira que disputou a primeira Copa do Mundo em 1930. Para enriquecer ainda mais sua fama, Carvalho Leite foi artilheiro dos campeonatos carioca de 1936, 1938 e 1939.
Quem o viu jogar garante que o centro avante poderia ter feito ainda mais pelo clube, não fosse uma lesão numa partida contra o Bonsucesso em maio de 1941, que praticamente o fez abandonar a carreira. Com 30 anos de idade, Carvalho Leite ainda tentou voltar aos gramados e reeditar suas grandes atuações. Não deu. Ele marcou 317 gols jogando pelo Botafogo, seleção carioca e brasileira.
Carlos Dobbert de Carvalho leite nasceu no Rio de Janeiro no dia 26 de junho de 1912.

Fonte: revista Placar

Blog História do Futebol & x2)Campeonatos Históricos & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 15 Set 2008

Protegido: URUGUAI - PRIMEIRO CAMPEÃO MUNDIAL DE FUTEBOL

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Blog História do Futebol & x12) Historia do Futebol & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 14 Set 2008

CLASSIFICAÇÃO GERAL DA COPA DE 1934 - PAÍS SEDE ITÁLIA

1º - Itália
2º - Techecoslováquia
3º - Alemanha Ocidental
4º - Áustria
5º - Espanha
6º - Hungria
7º - Suíça
8º - Suécia
9º - Argentina
10º - França
11º - Holanda
12º - Romênia
13º - Egito
14º - BRASIL
15º - Bélgica
16º - Estados Unidos

Fonte: Amir Mattos

Blog História do Futebol & x7) Perfis & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 14 Set 2008

O TÉCNICO DA SELEÇÃO BRASILEIRA DE 1950 - FLAVIO COSTA

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Flavio Costa foi o grande técnico do futebol brasileiros das décadas de 40 e 50. Ganhou muitos títulos no Flamengo e no Vasco. Na seleção carioca e brasileira.
Depois de perder a Copa do Mundo de 1950 em pleno maracanã, Flávio Costa, o treinador do Brasil, caiu em descrédito da torcida e da imprensa. Seu prestigio já não era o mesmo dos anos anteriores.
Na foto, capa da revista Esporte Ilustrado de 1941, Flavio aparece com pinta de galã.

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