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Blog História do Futebol & (BAHIA) & x7) Perfis & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 07 Nov 2008
FLUMINENSE DE FEIRA “ O TOURO DO SERTÃO” DEU OLÉ NOS ANOS DE 1963 E 1969 NO FUTEBOL DA BAHIA.
O Fluminense de Feira de Santana, segunda maior cidade do Estado da Bahia, foi o primeiro clube do interior baiano a disputar o campeonato de futebol profissional no ano de 1954. Fundado em 01 de janeiro de 1941 como clube amador o “Touro do Sertão” assim como é chamado aqui na Bahia viveu as suas primeiras glorias no amadorismo local nos anos de 1947 e 1949 quando venceu o campeonato feirense de futebol amador.
No ano de 1954 o clube foi convidado para disputar o campeonato baiano de profissionais, sendo o primeiro clube fora da capital baiana a participar do torneio, logo na estréia um empate em 1 a 1 com o Vitória campeão de 1953 em plena Fonte Nova. No ano de 1956 o time surpreendeu logo na primeira partida vencendo o Bahia por 1 a 0 em plena Fonte Nova, depois de um bom inicio a equipe caiu de rendimento e terminou o turno na quarta colocação, já no segundo turno a equipe veio com a corda toda e venceu o returno o que levou a fazer a final com o Bahia numa melhor de quatro pontos a equipe perdeu o titulo para o tricolor da capital por 2 a 0, mais mostrou seus cacos e os chifres afiados, a boa equipe daquele ano era formada por Periperi, Eduardo e Valdir; Maneca, Bueiro e Amorim; Raimundinho, Valter Vieira, Elías, Fontoura e Gilberto.
Nos anos seguintes apesar de manter um time base as campanhas foram razoáveis no ano de 1963 a equipe preparou um time forte com bons jogadores do campeonato intermunicipal e alguns jogadores remanescentes do time de 56, a base era com: Mundinho; Misael, Zé Oto, Onça e Nico; Veraldo e Neves; Mario, Chinesinho, Renato e Macalé com um começo arrasador com seis vitórias nas primeiras 6 partidas a equipe levou o primeiro turno de forma invicta, o segundo turno a equipe teve uma queda de rendimento devido a uma excursão a Sergipe quando a equipe venceu as equipes do Sergipe por 3 a 2, o Cotinguiba por 5 a 0 e o Confiança por 4 a 1 o que atrapalhou a equipe mais como o campeonato só veio a ser decidido em 1964 quando o Fluminense enfrentou o Bahia, assim como na final de 56 a revanche desta vez teve um desfecho favorável ao Touro do Sertão, numa melhor de três após dois empates 0 a 0 em Salvador, 1 a 1 em Feira a equipe mostrou o seu valor e derrotou o Bahia em plena Fonte Nova por 2 a 1 com dois gols de Renato o herói da tarde com mais de 21.000 pagantes.
Foram 19 jogos com 10 vitórias, 05 empates e 04 derrotas, o ataque marcou 23 gols e a defesa sofreu 19, Renato com 8 gols foi o goleador da equipe.
Depois de campanhas regulares nos anos de 64, 65, 66 e 67 a equipe voltou a mostrar um bom futebol na temporada de 1968, quando trouxe do Flamengo alguns jogadores como Sapatão, Merrinho e Mario Braga a equipe chegou a final com o Galicia após um empate em 0 a 0 o time feirense ficou com o vice-campeonato. No ano seguinte com mais alguns reforços vindos do Flamengo e com Freitas no comando do ataque um verdadeiro timaço que encantou os baianos por onde se apresentava, o Estádio Jóia da Princesa sempre com casa cheia com medias de 9.000 pessoas por jogo a capacidade era de 10.000 nesta época: Ubirajara; Ubaldo, Sapatão, Mario Braga e Nico; Merrinho, Delorme e Robertinho; João Daniel, Freitas e Marco Chinês a equipe sobrou neste ano, só o ataque marcou 61 gols, foram 20 vitórias em 32 jogos e apenas 03 derrotas, o título veio de forma antecipada com uma vitória sobre o Vitória por 1 a 0 com gol de Freitas aos 27º do segundo tempo o Touro do Sertão levantou a taça de campeão baiano de 1969 o vice ficou com o Galicia no troco do tricolor da Princesa do Sertão, aquela tarde de 05/10/1969 entrou para a história do futebol baiano, pois além de ser a única equipe do interior a vencer a competição até então, fato somente quebrado pelo Colo-Colo de Ilhéus que foi a segunda equipe do interior a ser campeão e de quebra interrompeu uma seqüência da dupla Ba-Vi que vinha ganhando todos os campeonatos desde 1970, portando o Fluminense de Feira era a única equipe sem ser Bahia ou Vitória a ganhar o torneio principal do futebol da Bahia, do elenco Ubirajara, Sapatão, Merrinho, João Daniel e Mario Braga vieram do Flamengo, Freitas que fora revelado pelo rival da cidade o Bahia de Feira foi o artilheiro da equipe e da competição com 22 gols ao lado de Tanajura do Jequié.
Particularmente eu tive o prazer de conhecer Ubaldo lateral direito campeão em 69 que teve uma passagem pelo Flamengo, Bahia e Sport, onde inclusive marcou um dos gols mais rápido dos campeonatos brasileiros, Mundinho goleiro campeão em 63 e reserva em 69 e Merrinho que hoje é radicado na Bahia e treinador de várias equipes do nosso futebol local, além de Sapatão com quem tive o prazer de trabalhar fazendo peneiras para o Sport Camaçariense segundo eles aquele tive era muito técnico era difícil encarar o Touro Bravo do Sertão em qualquer local o time era afinado regido por João Daniel e Delorme no meio campo, na frente Freitas e Marco Chinês faziam tremer qualquer defesa o Ideal de Santo Amaro sofreu 12 gols em duas partidas em dois massacres 7 a 0 e 5 a 1, encarar o nosso time de maneira de igual para igual era suicida deu gosto jogar num time assim me disse Merrinho, já o finado Ubaldo falava-me da capacidade de reação do time principalmente contra a dupla Ba-Vi e as arbitragens tendenciosas que existiam aos extremos na época “não adiantava o homem de preto querer melar, jogávamos o fino da bola e muitas vezes a torcida de Bahia e Vitória nos aplaudiam ai não tinha como meter a mão.” “Tanto que depois do campeonato alguns jogadores do nosso time foram para o Bahia como João Daniel, Delorme e Mario Braga, eu fui para o Santa Cruz e vim para o Bahia em 1972.
Depois de 1969 o Flu de Feira voltou a chegar nas finais do Baianão nos anos de 1990 e 1991 quando terminou em segundo lugar perdendo respectivamente para Vitória em 90 num jogo conturbado que teve falta de energia no intervalo depois de uma forte chuva, o Vitória não voltou para o segundo tempo e mesmo assim ficou com a taça e em 91 perdeu o jogo final para o Bahia por 3 a 0.
O Fluminense de Feira é um patrimônio do futebol da Bahia, seus feitos neste texto mostram o quanto a sua tradição e grandeza não só do clube mais da cidade que é a segunda maior do estado que pode-se com organização força de vontade de termos novamente um Fluminense forte que volte a disputar títulos e empolgar a cidade “O Touro do Sertão” é a maior força da cidade e se a nova diretoria se modernizar e administrar o futebol como um negócio certamente a povo feirense poderá a viver os tempos de glórias no futebol baiano.
Fontes: Texto Galdino Silva
Pesquisas: Site do Fluminense de Feira
Site Granadeiros Azulinos
Blog História do Futebol & x7) Perfis & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 03 Nov 2008
ELES JOGAVAM COM A 8! MAIS TINHAM A GENIALIDADE DOS CAMISA 10
No futebol mundial a camisa 10 é o símbolo do craque do gênio,desde que Pelé surgiu na Copa da Suécia envergando este numero as suas costas que passou a usar no mundial de 1958. No Brasil todo craque do time jogava com ela coma camisa 10, e em outras partes do mundo também, embora tivéssemos Eusébio que jogava com a 13 e Cruijjf na Holanda com a 14, a dez passou a ser a simbologia do gênio da bola pelo mundo afora também como Michel Platini e Zidane na França, Roberto Baggio na Itália, Gullit na Holanda, Maradona na Argentina e Matthaus na Alemanha. Porém venho destacar aqui que antigamente quase todo time que tinha um camisa 10 fenomenal ele era acompanhado de verdadeiros escudeiros que também mostravam uma genialidade digna de um 10, o chamado meia ponta de lança que desfilava em campo com a camisa 8, infelizmente nos dias de hoje que joga com esta camisa são os alguns cabeças de bagres também chamados de segundo volantes ou jogador de contenção que são na verdade volantes que sabem sair mais um pouco para o jogo.
Em outros tempos víamos DIDI “O Príncipe Etíope” desfilar com a camisa do Botafogo e da Seleção na Copa de 62, pois em 58 jogou com a 6, com sua categoria fora do comum um jeito elegante e clássico de jogar futebol, tempos depois no mesmo Botafogo tivemos GERSON “ O Canhota de Ouro” com seus passes milimetricos sua habilidade e classe com a perna esquerda que colocava a bola onde desejava quem o viu jogar jamais se esquecerá de seus lançamentos na Copa de 70 para Jairzinho e Pelé.
No Santos, MENGALVIO exibia sua categoria ao armar as jogadas infernais com Dorval, Coutinho, Pelé e Pepe, era ele a articulador das jogadas de ataque por onde a bola passava primeiro, além de chegar bem na frente pois tinha uma boa finalização, no inicio dos anos 70 o Palmeiras tinha em seu camisa 8 um jogador leve, habilidoso e com uma boa impulsão LEIVINHA era o parceiro de César Maluco, por ter facilidade de saber jogar foi recuado para a meia ponta de lança e não negou fogo fez muitos gols e deu muitas alegrias a torcida alvi-verde, na mesma época a Portuguesa apresentava ENEAS. Como no time Dica jogava com a 10, o jovem de categoria refinada assumiu a 8 e deslanchou até 1980 quando transferiu-se para o Bolonha da Itália, no mesmo ano retornou para defender o Palmeiras, revelado pelo Santos no final dos anos 60, DOUGLAS FRANKLIN aprendeu muito com Pelé, em 1972 desembarcou na Bahia para ser um ídolo eternizado para muitos como o maior jogador da história do clube e realmente para mim sem sombra de duvidas, segundo maior goleador com a camisa do Bahia com 211 gols Douglas exibia em campo toda a praticidade que na época um meia ponta de lança jogava, armando e chegando a frente e marcando muitos gols, na década seguinte BOBÔ me fez relembrar as jogadas de Douglas, com jeito leve e solto de jogar, a sua elegância sutil foi citada em musica de Caetano Veloso cantada na voz de Maria Betânia, herói da conquista do título brasileiro de 1988, Bobô também fez historia com a 8 do Bahia.
No grande time do Flamengo dos finais dos anos 70 e inicio dos anos 80, um neguinho com jeito de moleque passeava em campo com seus passos longos, velocidade cadenciada, dribles secos e arrancadas sensacionais; ADILIO com a 8 do Mengão ele ao lado de Zico infernizaram muitas defesas e deram muitas dor de cabeça aos volantes e zagueiros que para pararem usavam de trancos e solavancos, e muitas vezes nem assim pois era muito liso, na era um grande finalizador mais o armador de maestria, em 1982 no clássico contra o Vasco na final extra da Taça Guanabara, Adílio marcou um golaço aos 45º do segundo tempo, mostrando habilidade e técnica ao driblar a defesa do Vasco e tocar com classe e efeito quase sem ângulo para o fundo das redes.
Ainda no Rio no inícios dos anos 80 tivemos DELEI no Fluminense jogando com classe e para o time ele era o ponto de equilíbrio do time o armador que fornecia a dupla Assis e Washington as bolas no meio e também aos laterais Aldo e Branco e o ponta esquerda Tato ou Paulinho, Delei jogava para o time e raramente errava um passe ou cometia uma falta, já no Vasco tínhamos GEOVANI vindo do Espírito Santo, chegou ao clube em 1981 em 1982 já desfilava com a 8 em algumas partidas, mais veio a se firmar mesmo depois de brilhar com a 8 da seleção brasileira no mundial de juniores no México em 1983, brilhou no Vasco até 1988 quando depois foi jogar no Bolonha da Itália.
Em São Paulo em meados da década de 70 no Botafogo de Ribeirão Preto um jogador alto, magro mais com uma classe e elegância no tratar da bola começava a despertar o interesse dos grandes clubes da capital, SOCRATES “ O Doutor” terminou vindo jogar no Corinthians onde imortalizou a camisa 8, era um lorde dentro do gramado com toques refinados na bola, inclusive de calcanhar sua marca registrada na seleção com a 8 jogou as Copas de 82 e 86, também no interior paulista na mesma década na equipe de ouro do Guarani de Campinas que ganhou o brasileiro de 78, um meia ponta de lança que era chamado de “Pé Murcho” encantava ao lado de Zenon em um das maiores meia cancha que vi jogar em um clube, RENATO era rápido, inteligente e finalizava muito para o gol e marcou muitos gols, no inicio dos anos 80 transferiu-se pára o São Paulo onde também com a 8 mostrou um bom futebol e muitos gols, com a sua saída em 1985 a camisa 8 do tricolor do Morumbi passou a ter um novo dono SILAS revelado pelas categorias de base que vinha com o prestigio de levar o Brasil ao bicampeonato mundial de juniores na antiga União Soviética, com uma habilidade fantástica e bom senso de colocação ele passou a ser ao lado de Pita o maestro do time campeão paulista de 1985 e brasileiro de 1986, outro camisa 8 que marcou muito no futebol paulista fora OSVALDO revelado pela Ponte Preta seus gols e suas jogadas ao lado do mestre Dica o levaram para o Grêmio onde veio a ser campeão da libertadores e do mundial interclubes, em 1979, 80 e 1981 ele fez muito sucesso na Macaca e era um dos destaques da Ponte por fazer muitos gols.
Apartir dos anos 90 aos dias de hoje, não temos mais no futebol a figura do meia ponta de lança com suas jogadas para cima dos adversários, seus lançamentos e marcando gols, meias como estes citados acima no futebol brasileiro é muito difícil, existem uns poucos mais não jogam o mesmo futebol refinado dos citados no texto acima, a camisa 8 de Gerson, Sócrates e Leivinha na seleção, passou a ser de Dunga, Gilberto Silva, verdade que Kaká esteve com a 8 em 2006 mais não mostrou seu futebol real, nos clubes não é diferente a 8 já não pertencem mais aos craques e se a jogadores medianos para ruins mesmo vide o Bahia de hoje a 8 no momento é do terrível Emerson Cris, no Palmeiras a Evandro e etc. De 1990 pra cá 8 bom de bola só apareceu no exterior: Rijkaard no Milan, Gascoine na Inglaterra, Stoitchkov do Barcelona e Bulgária, Hasler na Alemanha.
No futebol o camisa 8 não era um condiajuvante do camisa 10 como muitos pensam, muitos deles eram lideres de seus times e da própria seleção brasileira, como Didi, Gerson e Socratés e será que ainda teremos o prazer de poder ver novamente aqueles lances geniais de Adilio, Douglas, Leivinha, Bobô, Renato e ouvir uma locução de radio como narrava o saudoso Jorge Curi ” GOOOOOOOOOLLLLLLLLLLL DO …………………… ………………….CAMISA NÚMERO 8″será.
fonte: Texto Galdino Silva
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 31 Out 2008
OS MAIORES GOLEIROS ARTILHEIROS DO FUTEBOL MUNDIAL
Divulgada pela IFFHS que é um orgão especializados em estatisticas futebolisticas e nela consta uma relação dos maiores goleiros goleadores do futebol mundial segue abaixo a relação liderada pelo Rogério Ceni goleiro do São Paulo FC.
1. Rogério Ceni São Paulo FC do Brasil 83 GOLS
2. José Luis Félix Chilavert* CA Peñarol Montevideo Paraguai 62 GOLS
3. René Higuita ** CS Deportiva y C de Pereira da Colômbia 41 GOLS
4. Jorge Campos* Puebla FC do México 40 GOLS
5. Dimitar Ivankov Bursaspor K Bursa da Bulgária 35 GOLS
6. Johnny Martín Vegas Sport Ancash Huaraz do Perú 34 GOLS
7. Álvaro Misael Alfaro CD Atlético Balboa de El Salvador 31 GOLS
8. Hans-Jörg Butt Sport Lisboa e Benfica de Portugal Alemanha 28 GOLS
9. Marco Antonio Cornez* Deportes Iquique do Chile 24 GOLS
10. Dragan Pantelić* FK Radnicki Nis da Sérvia 22 GOLS
11. Žarko Lučić* FK Mladost Podgorica de Montenegro 21 GOLS
12. Nizami Sadigov* Turan Tovuz do Azerbaijão 21 GOLS
Fonte: IFFHS
Blog História do Futebol & x12) Historia do Futebol & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 31 Out 2008
BOTAFOGO vs YPIRANGA A PRIMEIRA GRANDE RIVALIDADE DO FUTEBOL DA BAHIA.
Enganam-se muitos que pensam que o tradicional clássico BA-VI é o mais antigo do futebol da Bahia, afinal é um dos maiores do nosso futebol onde sempre temos casa cheia, jogos terminados em confusões, brigas entre jogadores e dirigentes onde até mesmo um desses jogos foi terminar numa delegacia de policia. Pois bem o BA-VI só passou a ter a rivalidade levada aos extremos no inicio dos anos 50 quando o Vitória voltou a se dedicar mais ao futebol e a ganhar títulos e a ser um ferrenho adversário do Bahia, clube fundado em 1931 e que passou a dominar o futebol baiano daí por diante, antes mesmo do Bahia ter o Vitória como maior rival o mesmo teve no Botafogo de Salvador e no Ypiranga seus maiores rivais até 1937 quando surge o Galicia passando a dividir com o tricolor a pose do nosso futebol, durante o final da década de 30 e inicio da de 40 o jogo entre Bahia e Galicia era comparado ao Fla-Flu no Rio de Janeiro. Porém no inicio do nosso futebol aqui trazido por Zuza Ferreira até meados de década de 10 não tínhamos lá grandes rivalidades esta se passou a se acirrar a partir do ano de 1917 quando Ypiranga o auri-negro o mais querido e o Botafogo o alvirrubro o glorioso, passaram a dominar o futebol em nosso estado com suas conquistas alternadas de 1917 a 1930 apenas duas agremiações fora Botafogo e Ypiranga venceram o campeonato baiano a Associação Atlética da Bahia e o Clube Bahiano de Tênis os outros títulos ou eram do Botafogo ou do Ypiranga.
A rivalidade que começou no Ground do Rio Vermelho logo se transferiu para o então inaugurado Campo da Graça que tinha uma capacidade para 7.000 pessoas entre arquibanca e geral e 100 para automóveis, isso mesmo no Campo da Graça tinha entradas para automóveis como nos drive-in. No inicio dos anos 20 a rivalidade tomava conta da cidade de Salvador quando se antecedia a partida entre os clubes mais populares o Ypiranga tinha em seu quadro o maior jogador da Bahia: Apolinário Santana o (Popó) ídolo no estado tinha até uma musica “Popó chuta chuta, chuta por favor, mela, mela, mela e lá vai é gol” (melar na época era driblar o adversário), com uma linha média formada por Mica, Nebulosa e Hercílio e uma linha de ataque formada por Lago, Popó, Dois Lados, Matices e Cabloco o Ypiranga assombrava com goleadas de quatro, cinco, seis e até mesmo de dez gols, em 1923 no dia 15 de abril em uma tarde de gala Popó marca os cinco gols do Ypiranga sobre o Fluminense/RJ no Campo da Graça em jogo vencido pelo auri-negro por 5 a 4.
Já no Botafogo que também tinha uma linha media espetacular como assim me contava Chico Bezerra, a quem eu tive o prazer de conhecer em 1987 quando trabalhava em um escritório de advocacia, ele que fora jogador do Vitória e depois do Botafogo, a linha formada por Serafim, Tenente e Chico Bezerra, tinha no ataque um arsenal vigoroso formado por Tatuí, Macedo, Manteiga, Seixas e Pelego, sendo Manteiga o seu astro principal ele também foi o grande nome na vitória sobre o Fluminense/RJ no dia 12 de abril de 1923 marcando os dois gols do alvi-rubro.
Com estes grandes quadros compostos de bons jogadores se tem a idéia do que era este jogo, campeão em 1917/1918, viu o sonho do tri se acabar em duas derrotas por 1 a 0 e 2 a 1 para o rival e nem chegar a final e ver o Botafogo levantar a taça, em 1920 volta a erguer a taça numa final memorável contra a Associação Atlética por 1 a 0 com um gol de Dois Lados, que após o jogo teve o pé que marcou o gol banhado por champagne, e com uma goleada de 4 a 1 sobre o rival. Em 1921 um Ypiranga arrasador vence facilmente o campeonato com onze vitórias nos onze jogos e claro bate o rival por 2 a 1 no dia 08/05/1921.
Na temporada seguinte o glorioso reacende a rivalidade ao impedir um novo tri do Ypiranga e vencer as duas partidas entre eles uma por 2 a 0 em 14/07/22 e uma goleada pra fechar com chave de ouro a campanha por 7 a 0 no dia da padroeira de Salvador Nsª Srª da Conceição dia 08/12/22 com esta goleada o auri-negro ficou apenas na quarta colocação, Manteiga e Seixas brindaram o torcedor e em especial Pedro Capenga que comandava a animação no lado da torcida alvirrubra. No ano seguinte mais alegrias para os botafoguenses com a conquista de um inédito bicampeonato em uma final extra contra a Associação Atlética da Bahia por 1 a 0 gol de Pelego nos confrontos houve uma vitória para cada Ypiranga 2 a 0 e uma do Botafogo 3 a 1.
Em 1924 a Associação Atlética da Bahia vence o campeonato, nos jogos entre os rivais mais uma vez uma vitória para cada Botafogo 2 a 0 e Ypiranga 3 a 0, porém neste ano houve um quadrangular final e ambos foram eliminados nas semifinais, já em 1925 tivemos a retomada da hegemonia da dupla com o Ypiranga campeão neste ano e duas vitórias esmagadoras por 3 a 0 e 5 a 1, no ano seguinte o Botafogo leva a melhor nos turnos uma vitória para cada 4 a 2 para o Botafogo e 1 a 0 Ypiranga que tirou o título neste jogo e levando a decisão para uma extra já em 1927 no dia 09 de janeiro festa alvirrubra com uma acachapante vitória por 7 a 2 neste jogo um jovem Rubinho comandou a goleada marcando três gols, mais tarde jogou também no Bahia. Em 1927 o campeão é o Clube Bahiano de Tênis mais nos clássicos só deu Ypiranga que venceu por 3 a 2 e 4 a 1.
Em 1928 e 1929 o Ypiranga vem com a corda toda pra ter posse da hegemonia da terra e com uma novidade na linha de frente Pelágio um atacante rápido, habilidoso que passou a ser o terror das defesas adversárias, no dia 19/08/28 um jogão com um empate em 5 a 5 segundo Chico Bezerra neste jogo ele se contundiu após um choque com Delano do Ypiranga e nunca mais voltou a jogar, no segundo turno o Ypiranga venceu por 7 a 4 e venceu o campeonato com outra goleada diante o Bahiano de Tênis por 7 a 3 neste ano o auri-negro marcou 47 gols e 10 jogos media fabulosa de 4,7 gols por jogo. No ano de 1929 os dois travaram uma disputa bem acirrada até a rodada final, no turno a Ypiranga venceu por 2 a 0 com gols de Pelágio, no segundo houve um empate em 4 a 4 o time canário somente se sagrou campeão por ter a Associação Atlética da Bahia segurado um empate contra o Botafogo em 4 a 4 na ultima rodada e deu ao Ypiranga mais um bicampeonato, fato que levou um diretor do mais querido a se dirigir para a Associação Atlética à noite e pagar uma rodada de gasosa de limão aos atletas a agremiação como agradecimento ao título Brás Moscoso que era famoso por ter dado a chance de muita gente começar no futebol no amadorismo, pois os atletas às vezes se atrasavam para o jogo por irem de bonde ou a pé e ele pegava jovens na arquibanca ou geral e botava o cara pra jogar mesmo fato feito com Rubinho, Gegê, Nelson e Serra.
No ano de 1930 o Botafogo mais uma vez estragou a tentativa de um tricampeonato do Ypiranga que apesar do ataque arrasador com 44 gols em 8 jogos não foram o suficiente para levar o time à conquista, nos jogos entre eles Botafogo 3 a 1 no turno e Ypiranga 3 a 0 no returno, neste ano o Ypiranga aplicou uma sonora goleada diante o Democrata FC por 16 a 0 com Pelágio marcando 6 vezes e Popó 4 vezes.
Em 1931 surge à nova e maior força do futebol da Bahia, o Esporte Clube Bahia e logo de inicio começa a demolir a hegemonia da dupla que elevava o nome do futebol na Bahia, o Ypiranga ainda venceu os campeonatos de 1932, 1939 e 1951, enquanto o Botafogo venceu o campeonato de 1935 e o primeiro de 1938 já que neste ano se realizou dois torneios o outro vencido pelo Bahia, em 1933 surge o Galicia que levou a taça em 1937 e 1941, 1942 e 1943 e passou a rivalizar com o Bahia no jogo mais quente do estado. Em 1932 o Ypiranga levantou a taça com Baiano na zaga que depois se transferiu para o Andaraí do Rio, Nova no gol, Popó e Lago ainda dando muito trabalho na frente e Pelágio que no ano seguinte se transferiu para o Bahia, nos jogos contra o Botafogo foram dois empates em 1 a 1 e 2 a 2, em 1935 o Botafogo levou a melhor venceu uma por 4 a 2 e perdeu a outra por 2 a 1, neste ano o Botafogo apresentou para o futebol baiano o atacante Henrique que era apelidado de Teleco mais não o que foi ídolo no Corinthians eles se pareciam segundo a crônica da época fato relatado por Jorge San Martin a minha pessoal em 2006.
Em 1938 o Botafogo vence o seu ultimo campeonato e em três confrontos com o rival todos empatados por 2 a 2 o primeiro e os dois últimos em 3 a 3 e com este empate no ultimo clássico o alvirrubro ergueu a sua ultima taça. Em 1939 o Ypiranga leva a taça para casa com uma novidade são três turnos, com um empate em 3 a 3 no terceiro turno e uma vitória por 3 a 2 no primeiro e 7 a 2 no segundo para o mais querido, o fato interessante é que apesar da rivalidade entre ambos na época o Ypiranga só levou o troféu porque na ultima rodada o Botafogo derrotou o Galicia por 3 a 2 resultado que deu o titulo ao clube da Vila Canária.
Em 1951 é a vez do ultimo titulo do Ypiranga, o primeiro campeão de um campeonato na Fonte Nova recém inaugurada, com um time que para muito que viram jogar foi um dos maiores quadros do futebol da Bahia: Ferrari; Pequeno e Valder; Walter, Zizo e Raimundo; Chaves, Antonio Mario, Novinha, Israel e Raimundinho era quase que imbatível só tenho registro de uma partida vencida pelo Ypiranga por 4 a 1 com gols de Antonio Mario (2) e Israel (2).
Em 1965 tivemos um dos últimos ou talvez o ultimo grande capitulo da historia do clássico quando houve a decisão do 1º turno que ficou conhecido como o super turno quando ao lado do Fluminense de Feira tivemos um triangular sensacional em ida e volta com o Ypiranga vencendo o jogo da ida por 2 a 1 e no final do returno o Botafogo venceu de forma magistral por 4 a 1 Nilson (2), Machado e Dario ©; Zé Oto marcou o gol do auri-negro com este resultado o Botafogo venceu o primeiro turno naquele ano.
Conheci muitas pessoas além de meu finado pai que me falavam deste jogo, gente como Chico Bezerra e Valder que jogaram partidas eletrizantes entre eles mesmo em épocas diferentes Chico jogou nos anos dourados do clássico e Valder em tempos que o clássico maior era Bahia e Galicia ou Bahia e Ypiranga, mais me falava que quando o jogo era contra o Botafogo a chama da rivalidade se ascendia como em 1950 numa goleada de 6 a 1 do Ypiranga com Antonio Mario só faltando chover no Campo da Graça com dois golaços e passes e jogadas de categoria, já em 1956 foi à vez de Zague levar Valder e seus companheiros a loucura na vitória de 4 a 1 do alvirrubro diante o rival mais no segundo turno houve o troco com vitória auri-negra por 4 a 2 com Vadu marcando dois e Antonio Mario e Amor completando o massacre, são histórias fantásticas relatadas por gente que este mais que lá, esteve dentro do gramado correndo, suando, brigando tentado levar o seu clube a vitória em um jogo que mexia com os nervos da população nos primórdio do nosso futebol.
Em 1976 eu tive o prazer de acompanhar pela primeira vez um clássico entre Ypiranga e Botafogo numa preliminar de Bahia e Galicia, ao ver a entrada dos clubes em campo o Botafogo com suas camisas vermelhas, calções brancos e meias vermelhas e o Ypiranga com suas camisas amarelas com listras finas negras, calções amarelos e meias amarelas e negras fiquei a imaginar como não seriam no passado glorioso aquelas duas equipes jogando no Campo da Graça lotado, deveria se muita emoção.
No dia 03 de Junho de 1987 foi realizado o ultimo embate entre os dois rivais pelo segundo turno do campeonato baiano de 1987 na Fonte Nova numa rodada dupla que teve na preliminar o Galicia perdendo para o Fluminense de Feira por 1 a 0, naquela tarde de chuva na Fonte Nova estive presente como passei a fazer desde de 1976 para ver aquele jogo que me atraia pelos padrões dos times, aquele foi o ultimo confronto entre ambos um empate em 1 a 1 com Carlinhos Mocotó marcando para o Botafogo e Rubem para o Ypiranga e para a minha tristeza de ser o ultimo o Botafogo jogou de branco e o Ypiranga todo de amarelo.
Texto: Galdino Silva
Fontes: RSSSF Brasil
Blog granadeiros azulinos
Jornal A Tarde
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 28 Out 2008
OUTUBRO MÊS ABENÇOADO PARA O FUTEBOL! MUITOS CRAQUES NASCERAM NO MÊS 10
Realmente o mês de outubro é para o futebol um transbordo de natalidade de grandes personalidades do mundo do futebol de todos os tempos, muitos craques fantasticos nasceram no mês que leva o numero dez, dez de camisa 10 que simboliza e imortalizou muitos craques do passado e no presente ainda é marca registrada do diferencial jogador e craque do mundo extraordinário do futebol mundial.
01/10/1966 – GEORGE WEAH – LIBERIA
02/10/1935 – OMAR SIVORI - ARGENTINA
03/10/1981 - ZLATAN IBRAHIMOVIC – SUÉCIA
05/10/1960 - CARECA – BRASIL
07/10/1934 - PAGÃO - BRASIL
08/10/1928 - DIDI -BRASIL
08/10/1968 - ZVONIMIR BOBAN – CROACIA
11/10/1937 - BOBBY CHARLTON – INGLATERRA
12/10/1922 - WALDEMAR FIUME - BRASIL
13/10/1931 - RAYMOND KOPA – FRANÇA
16/10/1953 - PAULO ROBERTO FALCÃO – BRASIL
18/10/1933 - GARRINCHA – BRASIL
20/10/1956 - DARIO PEREYRA - URUGUAI
21/10/1933 - GENTO - ESPANHA
22/10/1929 - LEV YASHIN – RUSSO
23/10/1940 - PELÉ – BRASIL
30/10/1960 - DIEGO MARADONA – ARGENTINA
31/10/1964 - MARCO VAN BASTEN – HOLANDA
31/10/1920 - FRITZ WALTER – ALEMANHA
Deu até pra fazer uma seleção com estes jogadores nascidos no mês de outubro, tive de fazer algumas adaptações mais deu um timaço:
SELEÇÃO: YACHIN; WALDEMAR FIUME, FALCÃO e DARIO PEREYRA ; KOPA, DIDI, MARADONA, PELÉ E GENTO; GARRINCHA E VAN BASTEN.
Tem até treinador para este esquadrão:
ARSÉNE WENGER - francês nascido no dia 22/10/1949, hoje técnico do Arsenal da Inglaterra.
Texto: Galdino Silva
Fontes: Wikipédia
Blog História do Futebol & Campanhas dos Campeões Nordeste & Artigos-Galdino Silva & Artigos da Semana 2008 Galdino Antonio Ferreira da Silva em 27 Out 2008
ARTIGO DA SEMANA N° 43/2008 1941/1942 E 1943 OS ANOS DOURADOS DO GALICIA
A década que reservava grandes emoções para o torcedor galiciano começou com o Galícia tentando vencer o Campeonato Baiano do ano anterior. Devido a problemas estruturais e de organização, o Baianão de 39 terminou somente no dia de Yemanjá.
Dois de fevereiro de 1940 foi a data do jogo que deu o título baiano de 1939 ao Ypiranga. O Galícia ocupava o segundo lugar na tabela e precisava vencer o Botafogo para sagrar-se campeão. Chegou a estar à frente do placar, mas permitiu a virada do clube chamado de “glorioso” e perdeu o jogo por 3x2, ficando com o vice-campeonato.
Na década de 1940, o jogo Galícia x Bahia era considerado pela imprensa como o “Fla x Flu baiano”. Isso, porque as duas equipes quando se enfrentavam davam o melhor de si para conquistar a vitória. A rivalidade se assemelha ao memorável Ba x Vi, dos dias de hoje.
Porém, o acontecimento esportivo de mais notoriedade dos anos de 1940 foi à conquista do Tri-campeonato Baiano pelo Galícia. Os três anos seguintes a 1940 foram determinantes para sagrar o Azulino como um grande clube de futebol baiano. A mídia, que havia criticado os azulinos pelas campanhas não muito convincentes nos anos posteriores à conquista do campeonato de 1937, percebia que o Galícia teria destaque no início da década e alertavam que o clube lutaria para reconquistar o título de “O Demolidor de Campeões” - termo usado pela imprensa atribuído ao jornalista do jornal A Tarde, Aristóteles Gomes, a autoria do apelido.
Antes da empreitada em busca do que seria uma seqüência de conquistas do Baianão, o Galícia conquistou em 24/3/1941 o título de campeão do Torneio Relâmpago, vencendo o Bahia na final por 6x4. Os artilheiros do jogo foram Curto e Cacuá, que marcaram dois gols cada, Vevé e Tabaréo marcaram um, cada.
E não foi só isso! Os granadeiros realizaram a façanha de derrubar grandes clubes do eixo Rio-São Paulo, como narra o Diário de Notícias de 31/3/1941: “Não desmerecendo a sua tradição e o seu valor, após 90 minutos de luta equilibrada, disputada palmo a palmo, deixou o campo com as honras do triunfo o ‘Demolidor de Campeões’ – O Galícia soube corresponder à confiança do público esportivo baiano realizando ontem a façanha de derrotar o Vasco da Gama por 2x1. Gols de Reginaldo e Cacuá”.
O Campeonato Baiano de 41 iniciou no dia 12 de maio, com o Galícia vencendo o Fluminense de Salvador, por 2x1. Daí em diante foi só alegria. O Galícia se manteve invicto até as últimas rodadas do campeonato. 2x1 no Vitória e no Bahia, e 5x2 no Botafogo, foram algumas das brilhantes vitórias da equipe galiciana.
Até um empate em 1x1 com o Ypiranga, contando com apenas nove jogadores em campo [o Galícia], foi abrilhantada pela cobertura midiática. Como era o ano de intensas alegrias, fatos inusitados também ocorreram. Num jogo amistoso o Galícia detonou uma goleada de 13x1 em cima da equipe do Hipagriba. Novinha e Mário Porto foram quem mais marcaram, três gols cada. Curto fez dois gols e Carapicú, Palmer e Mimi fecharam a contagem.
Mas, pra variar, Cartolas baianos tentaram ofuscar mais uma vez o brilho inquestionável do azulino. O Bahia queria uma melhor de três contra o Galícia, na final. O azulino, por sua vez, não concordava e considerava-se com quatro pontos à frente do Tricolor na tabela. Depois de muita confusão e indefinição o Campeonato Baiano de 1941 encerrou no dia 25 de fevereiro de 1942, tendo o Galícia proclamado Campeão Baiano.
Já o bicampeonato não foi tão truculento. Depois de uma campanha invejável a equipe granadeira conquistou o Campeonato Baiano de 1942, vencendo o seu sempre freguês, o Bahia, por 3x1, no dia 31 de outubro de 1942. Gols de Palito (dois) e Reginaldo.
A história do Tri, é, sem dúvida, cheia de emoção. O Campeonato de 1943 foi decidido em uma melhor de três contra o Botafogo. O Galícia chegou à disputa do título após está, quase todo o campeonato, na terceira colocação da tabela, e o Botafogo liderando.
A chegada para a reta final foi alcançada por mérito do próprio Galícia, que impediu a acelerada marcha do Botafogo rumo ao título. No jogo em que o Botafogo sagrar-se-ia campeão se vencesse ou empatasse, o Galícia derrubou-o por 3x0. Todos os três gols de Izaltino. E se lançou para a disputa do título.
No primeiro confronto o Galícia saiu na frente e ganhou o jogo por 4x2, no dia 18/4/1944, com gols de Izaltino, Pequeno, Louro e Curto. No segundo embate, no dia 25/4/1944, o Botafogo venceu por 2x1, dando mais emoção à final. Na última e decisiva partida do Campeonato Baiano de 1943 o time da Cruz de Santiago, o Galícia, venceu o Botafogo por 5x1, sagrando-se TRI-CAMPEÃO BAIANO, no dia 28 de abril de 1944, com gols de Pequeno (fez dois), Izaltino, Curto e Alberto.
O time base desta conquista está guardado ainda vivo na memória do torcedor granadeiro e dos bons amantes do futebol, tenho o prazer da amizade de dois sobrinhos de Carapicu os meus amigos Walter Silva e MIlton Silva que foi campeão baiano de 1946 pelo Guarani, que me falam da magia de ver aquela equipe jogando um futebol vistoso e que derrotava qualquer equipe do Brasil ou da América do Sul.
Equipe de 1941: Nova , Carapicú, e Daruanda; Nevercínio, Falabaixinho e Nouca; Louro, Curto, Pequeno, Novinha e Isaltino. Reservas: Valter, Cacuá e Carola.
Campanha de 1941:
25/5/1941
Galícia Esporte Clube 2-1 Botafogo Sport Club
15/6/1941
Galícia Esporte Clube 2-1 Esporte Clube Vitória
29/6/1941
Galícia Esporte Clube 1-0 Esporte Clube Ypiranga
13/7/1941
Galícia Esporte Clube 2-1 Esporte Clube Bahia
17/8/1941
Galícia Esporte Clube 5-2 Botafogo Sport Club
7/9/1941
Galícia Esporte Clube 3-3 Esporte Clube Vitória
21/9/1941
Galícia Esporte Clube 1-1 Esporte Clube Ypiranga
05/10/1941
Esporte Clube Bahia 1-0 Galícia Esporte Clube
Equipe de 1942: Nova , Carapicú, e Daruanda; Nevercínio, Carola e Nouca; Louro, Curto, Pequeno, Cacuá e Isaltino.
Campanha de 1942:
14/6/1942
Galícia Esporte Clube 4-2 Esporte Clube Ypiranga
09/7/1942
Galícia Esporte Clube 5-4 Botafogo Sport Club
26/7/1942
Galícia Esporte Clube 6-4 Guarany Sport Club
06/8/1942
Galícia Esporte Clube 4-1 Esporte Clube Bahia
16/8/1942
Galícia Esporte Clube 2-1 Esporte Clube Ypiranga
07/9/1942
Galícia Esporte Clube 5-1 Botafogo Sport Club
27/9/1942
Galícia Esporte Clube 3-1 Esporte Clube Vitória
11/10/1942
Galícia Esporte Clube 5-1 Guarany Sport Club
30/10/1942
Galícia Esporte Clube 3-1 Esporte Clube Bahia
Equipe de 1943: Nova , Carapicú, e Palmer; Nevercínio, Carola e Nouca; Louro, Curto, Pequeno, Cacuá e Isaltino. Reservas: Valter, Falabaixinho e Daruanda, Tallas e Neiva.
Campanha 1943:
09/5/1943
Esporte Clube Vitória 4-3 Galícia Esporte Clube
13/6/1943
Galícia Esporte Clube 1-1 Esporte Clube Bahia
25/7/1943
Galícia Esporte Clube 4-1 Guarany Sport Club
15/8/1943
Botafogo Sport Club 2-1 Galícia Esporte Clube
12/3/1944
Galícia Esporte Clube 3-1 Esporte Clube Ypiranga
03/10/1943
Galícia Esporte Clube 3-2 Esporte Clube Bahia
02/1/1944
Galícia Esporte Clube 6-0 Guarany Sport Club
16/1/1944
Galícia Esporte Clube 6-0 Botafogo Sport Club
30/1/1944
Galícia Esporte Clube 3-2 Esporte Clube Vitória
19/3/1944
Galícia Esporte Clube 4-4 Esporte Clube Ypiranga
30/3/1944
Botafogo Sport Club 3-3 Galícia Esporte Clube
2/4/1944
Esporte Clube Vitória 4-1 Galícia Esporte Clube
9/4/1944
Galícia Esporte Clube 3-0 Botafogo Sport Club
13/4/1944
Galícia Esporte Clube 3-2 Esporte Clube Vitória
18/4/1944
Galícia Esporte Clube 4-2 Botafogo Sport Club
23/4/1944
Botafogo Sport Club 2-1 Galícia Esporte Clube
27/4/1944
Galícia Esporte Clube 5-1 Botafogo Sport Club
SERIE DEMOLIDOR DE CAMPEÕES:
Galicia 2 x 1 Vasco da Gama/RJ em Salvador em 1941
Galicia 4 x 1 Sport Recife em Salvador em 1941
Galicia 3 x 3 Sport Recife em Recife em 1941
Galicia 7 x 1 Ceará Sporting em Salvador em 1941
Galicia 4 x 2 São Paulo FC em Salvador em 1941
Galicia 9 x 2 Riachuelo/SE em 1941
Galicia 6 x 0 Cotinguiba/SE - 1942
Galicia 4 x 3 Gimnasia y Esgrima/ARG - 1941
Galicia 3 x 2 Gimnasia y Esgrima/ARG - 1941
Galicia 2 x 1 Sport Recife em Recife - 1942
Galicia 3 x 1 Sport Recife em Salvador - 1942
Galicia 4 x 1 Maguary em Fortaleza - 1943
Fontes: blog granadeiros azulinos
textos: Carlos Eduardo Freitas
Jornal A Tarde
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 21 Out 2008
1976! UM BAVI TERMINA NA DELEGACIA. EM 1995 NOVA EMBATE EM UMA DP.
Geralmente, o futebol ocupa, nos jornais, o espaço dedicado aos esportes. O Campeonato Baiano de 1976 mudou um pouco a regra. No dia 25 de julho, assim que o clássico Bahia x Vitória terminou, a Fonte Nova foi palco de um conflito que envergonhou o futebol baiano. Os jogadores do Bahia, que tinham sido derrotados por 1X0, inconformados com o resultado, partiram para cima dos jogadores do Vitória. Não foi o primeiro incidente, já que em outros jogos, a prática anti-desportiva foi idêntica. Só que, desta vez, acabou na delegacia.
Rodolf Fischer, Jurandir, Jorge Valença e Léo Sales, todos eles jogadores do Esporte Clube Vitória, dirigiram-se até a Primeira delegacia no mesmo dia. Acompanhados pelo presidente do clube Alexi Portela, foram submetidos a exame de corpo delito. O artilheiro argentino Fischer apontou Paulo Maracajá ( diretor do Bahia), Perivaldo, Sapatão e Jesum (jogadores), como os seus agressores. Irritado, Fischer lamentou o acontecimento:
“Esses caras são uns selvagens. Não sabem perder. Todo jogo que ganhamos eles procuram apelar. Perdemos recentemente para eles e não houve problemas. Futebol não é isto. Vim da escola do futebol argentino, onde o esporte é muitas vezes viril, mas não há deslealdade. Futebol é para profissionais autênticos e não para selvagens.”
Este episódio originou alguns comentários irônicos e espirituosos. Tim, o técnico do Vitória, que fora um dos grandes craques do futebol brasileiro, comentou:
“Andaram falando que o Bahia viria a campo treinar. Realmente, também preparei meu time para um treino. E como em treino, tem que haver gol, o Vitória foi lá e ganhou o coletivo.”
Já o presidente do Esporte Clube Vitória, Alexi Portela, para protestar contra o ato de violência, enviou uma carta de renúncia ao presidente do Conselho Deliberativo, Luis Catarino Gordilho. O trecho mais interessante da carta é o seguinte:
“Sou presidente de um clube de futebol e não presidente de uma equipe de lutadores profissionais. Não vou trazer craques para o meu time para depois fazer suas esposas viúvas. Meus jogadores são agredidos todas as vezes que ganham do Bahia. Então, cheguei à conclusão de que ganhar do Bahia é um crime. Como não podemos ganhar do Bahia, sem que nossos jogadores sejam massacrados, é melhor sair para não comandar um time que deixará muitas senhoras viúvas.”
Eram tempos de glórias do nosso futebol, um campeonato bem disputado não somente por Bahia e Vitória, mais também pelo Fluminense de Feira, Itabuna e Atlético de Alagoinhas que venceu todos os jogos contra o Vitória neste ano e a cada clássico havia um avitória para cada quadro, como o Bahia tinha vencido o anterior por 3 a 1, se acharam invenciveis e favorito para este jogo e o Vitória que já havia conquistado duas fases do campeonato e vinha de uma derrota para o Atlético de Alagoinhas também por 3 a 1 ai o Bahia contou com ovo antes da galinha por e perdeu por 1 a 0 gol de Fischer e depois do jogo o sururu tomou conta por todos foram pra cima do arbitro Clinamute Vieira França, todos digo do Bahia os jogadores do Vitória tentaram proteger o arbitro e ai o pau quebrou mais não era a primeira vez naquele ano, em outras jogos que o Bahia saiu derrotado para o Vitória houve quase confusão e neste não teve como não conter a fúria sem causa dos jogadores em questão.
Sem dúvidas um dos fatos lamentaveis do futebol baiano.
Em outro Ba-Vi pelo Campeonato Baiano, em 1995, na tentativa de desestabilizar o adversário, forçar uma agressão e, consequentemente, expulsão, o falastrão e baixinho meia Preto, do Vitória, insinuou que ter mantido relações sexuais com a mulher do tricolor Parreira, zagueiro. Prontamente, o defensor do Bahia revidou e acabou levando o vermelho, para a satisfação de Preto e da torcida rubro-negra.
Na saída do gramado, Parreira cometeu a asneira de narrar o fato aos repórteres. Como os dois atletas moravam no mesmo condomínio, na orla de Salvador, a imprensa logo tratou de especular que o suposto envolvimento sentimental entre Preto e a esposa do colega realmente acontecia, o que foi negado pelo provocador.
O caso teve enorme repercussão e foi parar, logicamente, nas arquibancadas. Em outro clássico, dias depois, um dos coros da galera rubro-negra era - “Preto transou com a mulher Parreira”, repetido exaustivamente, para desespero do zagueirão.
Inflamado com os gritos da torcida adversária e as provocações de Preto, Parreira deu um soco no meia e, novamente, foi expulso. Só que, após o jogo, não foi para a sua casa, e sim para a residência de Preto.
Parreira invadiu a casa do meia, armado com um revólver. Puxou o colega pelos cabelos e o levou até a sua casa. Mandou que ele ajoelhasse em frente à sua esposa e, com a arma apontada para a cabeça, desmentisse o adultério. O “pedido” foi plenamente atendido.
Liberado, Preto foi até a delegacia e prestou queixa. Parreira alegou ter agido em defesa da honra. E ficou por isso mesmo.
Este também foi outro fato lamentável do nosso futebol, quem jogou futebol sabe que dentro de campo as vezes saem estas baboseiras um xinga o outro; o outro manda aquele outro tomar naquele lugar, chamam uns aos outros de filho da p… e etc, neste dia Preto que como eu era mestre em destabilizar o emocional de qualquer um fraco de cabeça mais quase pagou caro ainda bem que ficou somente nisto.
Textos: Galdino Silva
Fonte: A História dos Ba-Vis de Normado Reis
Canal EC Vitória na net
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 21 Out 2008
CODINOMES E ALCUNHAS DO FUTEBOL BAIANO DO PASSADO E DO PRESENTE
Aqui na Bahia sempre foi costume da nossa crônica esportiva batizar os jogadores dos nossos clubes com apelidos, adjetivos e outros codinomes em uma entrevista com Jorge San Martins um dos mais brilhantes nomes da nosso crônica esportiva, para mim o maior ele me concedeu o prazer de estar com ele neste dia quando preparava o Programa Esporte Nativa da Radio Comunitária onde eu trabalhava.
DOIS LADOS – Atacante do Ypiranga na década de 20 ( O Especialista)
GAMBARROTA – Atacante do Bahia na década de 30 (Gambá)
FALABAIXINHO – Meia atacante do Galicia nas décadas de 30 e 40 (O Malabarista)
GERECO – Atacante do Bahia nas década de 40 e 50 ( O Craque)
FABRINI – Meia do Bahia na década de 40 ( O Cérebro)
ZÉ HUGO – Atacante do Bahia na década de 40 e 50 ( El Matador)
VELAU – Atacante do Bahia na década de 40 ( O Inspirado)
LESSA – Goleiro do Bahia anos 40 ( Uma garantia)
PERIPERI – Goleiro do Ypiranga e do Vitória anos 50 (O homem elástico)
TOMBINHO – Atacante do Vitória anos 50 ( O Terremoto)
NADINHO – Goleiro do Vitória e do Bahia anos 50 e 60 ( O Macho)
CARLITO – Atacante do Bahia anos 40 e 50 (O Matador)
MARITO – Atacante do Bahia anos 50 e 60 ( Diabo Loiro)
HENRIQUE – Zagueiro do Bahia nos anos 50 e 60 ( O Imponente)
QUARENTINHA – Atacante do Vitória anos 50 ( Cabeção)
MARIO – Meia do Bahia anos 60 ( O Maestro)
DIDICO – Atacante do Vitória anos 60 ( Terrível Matador)
ENALDO – Meia do Galicia anos 60 ( Categoria)
ROBERTO REBOUÇAS – Zagueiro do Bahia anos 60 e 70 ( O Xerife)
ELISEU – Meia do Bahia anos 60 e 70 ( O gênio)
DOUGLAS – Meia do Bahia anos 70 ( O Lorde)
OSNI – Atacante do Vitória e do Bahia anos 70 e 80 ( O Baxinho Infernal)
JUCA – Lateral Esquerdo do Atlético de Alagoinhas ( O Carcará)
BAIACO – Volante do Bahia anos 70 ( O operário padrão tricolor)
THYRSON – Atacante do Bahia anos 70 ( O Chiqitita)
FREITAS – Atacante do Fluminense de Feira anos 60 e 70 (O Índio Apache)
DAVI – Meia do Vitória anos 70 (Cara de Jegue)
FISCHER – Atacante do Vitória anos 70 – ( O Touro Indomável)
SIVALDO – Atacante do Botafogo/BA e Vitória anos 70 ( O Gato Feliz)
XAXÁ – Zagueiro do Vitória anos 70 – ( O Xerifão)
JESUM – Atacante do Bahia anos 70 – ( Uri Jesum – alusão a Uri Geller)
SABINO – Atacante do Leônico e Fluminense de Feira (Coice de Mula)
IBERÊ – Goleiro do Vitória e Leônico anos 70 e 80 ( Doutor – é formado em medicina)
WASHINGTON LUIZ – Jogador do Bahia anos 70 e 80 ( O Gato Seco ou Coringa)
EMO – Meia do Bahia anos 80 – ( O Seco)
BIGU – Volante do Vitória anos 80 ( O Deus da Raça) para a crônica local.
SALES – Volante do Bahia anos 80 – (Super Sales)
DEMA – Volante do Vitória e Galicia anos 80 ( Carregador de Piano)
MARCÃO – Volante da Catuense anos 80 ( O Canhão de Navarrone)
MARINHO – Meia do Bahia anos 80 ( O Apolônio)
EDINHO – Lateral do Fluminense de Feira e do Bahia anos 70 e 80 (Jacaré)
RICKY – Atacante do Vitória anos 80 – (A Gazela Africana)
CHARLES – Atacante do Bahia anos 80 e 90 ( Anjo 45)
BOBÔ – Meia da Catuense e Bahia anos 80 e 90 ( A Elegância Sutil)
ARTHURZINHO – Meia do Vitória anos 90 ( Rei Arthur)
AGNALDO – Atacante do Vitória anos 90 ( O Capacete)
NALDINHO – Atacante da Catuense e Bahia anos 80 e 90 ( Maritaca)
LIMA SERGIPANO – Volante do Bahia anos 90 – (Cabo Lima)
NEI SANTOS – Volante do Vitória anos 90 ( O Capitão)
RUSSO – Lateral do Vitória anos 90 – ( O Cangaceiro ou O Lampião)
ZÉ ROBERTO – Atacante do Vitória anos 90 ( O Loiro Infernal)
UESLEI – Atacante do Bahia e Vitória anos 90 – ( O Pitbull)
NONATO – Atacante do Bahia anos 00 ( O Jabuti Atômico)
BEBETO CAMPOS – Meia do Vitória e Bahia anos 90 e 00 ( A Formiga Atômica)
Fonte: Jorge San Martins cronista e radialista do Radio Baiano.
Entrevista me cedida em 04/09/2006 para o programa Esporte Nativa da Nativa FM 88.3 Radio Comunitária.
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 18 Out 2008
SELEÇÃO ESTADUAIS! SERIA UM CAMPEONATO DAQUELES SE FOSSE DISPUTADO NOVAMENTE
Antigamente no Brasil, antes de serem disputados o Torneio Rio-São Paulo, Taça Brasil, Robertão e Campeonato Brasileiro era disputado o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais mais o Distrito Federal, com o surgimento de novas competições, esta veio com o tempo a ser extinta, no inicio dos anos setenta criou-se um campeonato de juniores de seleções estaduais e com o tempo também deixou de ser disputado. Imaginando como seria uma competição realizada hoje e com os jogadores somente podendo defender os seus estados de origem, fiz uma pesquisa e formei algumas seleções e olhem tem cada timaço e certamente seria uma competição muito equilibrada.
SELEÇÃO DE ALAGOAS
Flávio – Parana
Wagner Diniz - Vasco
Pepe – Real Madrid
Paulo Marcos - Asa
Jadilson - Cruzeiro
Jânio - Asa
Adriano Gabiru - Sport
Morais - Corinthians
Souza - Grêmio
Aloisio – ex-São Paulo
Elton – ex-Corinthians
SELEÇÃO DA BAHIA
Fabio Costa – Santos
Daniel Alves – Barcelona
Eduardo - Botafogo/RJ
Edcarlos – Fluminense/RJ
Junior – São Paulo
Rogério – Bahia
Jorge Wagner – São Paulo
Marquinhos – Vitória
Marcelo Ramos – Bahia
Liedson – Sporting Lisboa
Obina – Flamengo
SELEÇÃO DO CEARÁ
Raul Gomes - Fortaleza
Amaral - Palmeiras
Anderson Martins - Vitória
Ediglê – ex-Inter/RS
Esquerdinha - Icasa
Jonâtas - Flamengo
Dudu Cearense – ex-CSKA
Índio – ex-Vitória
Iarley - Ceará
Jardel - Criciuma
Jajá - Cruzeiro
SELEÇÃO DISTRITO FEDERAL
Alê - Beira Mar/POR
Nem – Atlético/MG
Lucio – Bayer Munique
Digão – Catania
Elivelton- Gama
Robston- Atlético/GO
Túlio – Botafogo/RJ
Amoroso – ex São Paulo
Kaká – Milan
Dimba – Brasiliense
Washington- Fluminense/RJ
SELEÇÃO DO ESPIRITO SANTO
Nilson ex-Vitória
Fabinho Capixaba – Mirasol
Gladstone – Palmeiras
Fabiano Eller – Santos
Maxwell – Internazionale
Maycon – Juventude
Cicero – Hertha Berlim
Luis C.Capixaba – Paysandu
Alan Delon – Ceará
Somália – Fluminense/RJ
Sávio - Desportiva
SELEÇÃO DE GOIAS
Rodrigo Calaça – Goiás
Wilson Goiano –
Renato Silva – Botafogo/RJ
Rogério Correia - Goiás
Romerito - Goiás
Danilo Portugal - Goiás
Sandro Goiano - Sport
Zé Roberto – Schalke 04
Juninho – Atlético/GO
Fernandão – Futebol Árabe
Túlio – Vila Nova
SELEÇÃO DO MARANHÃO
Clemer – Inter/RS
Arlindo Maracanã - Avai
Leonardo – Futebol Arabe
Marcio Araújo – Atlético/MG
Dutra - Sport
Fredson - Espanyol
Anailson – Atlético/GO
Jackson - Vitória
França – Futebol Japonês
Cleber Pereira - Santos
Guilherme - Cruzeiro
SELEÇÃO DO MATO GROSSO
Fabio – Cruzeiro
Schneider – Boavista/RJ
Fabricio – Ceará
Paulino – Luverdense
Nilton - Corinthians
Cadu – Futebol Árabe
Beto – Vasco
Everton – Flamengo
Bruno – Vitória Setúbal
Geilson – Atlético/PR
Jael – Atlético/MG
SELEÇÃO DO MATO GROSSO DO SUL
Marcelo Moretto - Benfica/POR
Alex Sandro - Nautico
Brenno - Partizan/CRO
Edmilson - Palmeiras
Eduardo Rosa - Marilia
Lucas - Liverpool
Jorge Henrique – Atlético/GO
Keirrison - Coritiba
Danilinho – Jaguares/Mex
Alberto – Barueri
Alex Dias - Goiás
SELEÇÃO DE MINAS GERAIS
Bruno- Flamengo
Denis – Corinthians
Roque Junior – Palmeiras
Thiago Heleno – Cruzeiro
Dedé – Borusia Dortmund
Gilberto Silva – Panatinaikos
Cristian – Corinthians
Wagner – Cruzeiro
Ramón Menezes – vitória
Alex Mineiro – Palmeiras
Kerlon – Chievo Verona
SELEÇÃO DO PARA
Alex Faváro- Paysandu
Pará – Ponte Preta
Marcelo Heleno – Santa Cruz
Vanderson - Vitória
Wellington Saci - Corinthians
Jobson - Paysandu
Elson – ex- Guarani
Luis Mario - Criciuma
Landu - Vasco
Lima – Santos
Nonato – Atlético/GO
SELEÇÃO DO PARANA
Rogério Ceni – São Paulo
Rafinha – Schalke 04
Aválos - Barueri
Naldo – Werder Brehme
Adriano - Sevilha
Marcão – Inter/RS
Belleti - Chelsea
Alex - Fernebaçhe
Lucio Flávio – Botafogo/RJ
Nilmar – Inter/RS
Alexandre Pato - Milan
SELEÇÃO DE PERNAMBUCO
Bosco – São Paulo
Tamandaré - Coritiba
Edson - Academica
Rovérsio – Santa Cruz
Leonardo - Nautico
Hernandes – São Paulo
Juninho - Lyon
Cleber Santana - Atlético
Carlinhos Bala - Sport
Rivaldo - Uzbequistão
Araújo – Emirados Arabe
SELEÇÃO DO RIO GRANDE DO SUL
Renan - Valência
Paulo Baier - Goiás
Anderson Polga – Sporting Lisboa
Bolívar - Monaco
Anderson Pico - Grêmio
Mineiro - Chelsea
Emerson – Real Madrid
Anderson – Manchester United
Ronaldinho Gaúcho - Milan
Rafael Sobis – Futebol Arabe
Carlos Eduardo – Futebol Alemão
SELEÇÃO DO RIO GRANDE DO NORTE
Toni - Potiguar de Mossoró
Apodi – São Caetano
Alysson - Bahia
Adalberto – América/RN
Berg - Nautico
Matuzalem - Lazio
Ramalho - Goiás
Richarlyson – São Paulo
Souza – Atlético/MG
Marcio Mossoró –ex-Inter/RS
Marcos Bambam - Fortaleza
SELEÇÃO DO RIO DE JANEIRO
Julio César - Internazionale
Leo Moura - Flamengo
Juan - Roma
Thiago Silva – Fluminense/RJ
Junior César – Fluminense/RJ
Ramires - Cruzeiro
Ibson - Flamengo
Diego Souza - Palmeiras
Roger – Futebol Arabe
Ronaldo - Milan
Adriano - Internazionale
SELEÇÃO DE SANTA CATARINA
Rafael Cordova – Atlético/GO
Maicon - Internazionale
Paulão - Figueirense
Fabio Fidelis - Avai
Edno - Portuguesa
Eduardo Costa - Bordeuax
Ademir Sopa – São Caetano
Marquinhos - Avai
Douglas - Corinthians
Rodrigo Gral – Futebol do Catar
Jean Coral – Vitória Guimarães
SELEÇÃO DE SÃO PAULO
Marcos - Palmeiras
Ilsinho – Shaktar Donesk
Alex Silva - Hamburgo
Chicão - Corinthians
Kleber - Santos
Fabinho - Corinthians
Zé Roberto – Bayern Munique
Diego – Werder Brehme
Dentinho - Corinthians
Luis Fabiano - Sevilha
Robinho – Manchester City
SELEÇÃO DE SERGIPE
Marcio – Atlético/GO
Elicarlos - Nautico
Valdson - Confiança
Alysson - Sergipe
Misso – Ex- Ponte Preta
Jailton - Flamengo
Canindé - Criciuma
Marcelinho - Confiança
Robson Luis – Santa Cruz
Cristiano – Ex- Bahia
Eanes - Nautico
Ficou de fora os estados do Acre, Amazonas, Amapá, Paraiba, Piaui Rondônia, Roraima e Tocantins por não ter conseguido formar um time com onze jogadores nascidos nos respectivos estados.
Texto: Galdino Silva
Fontes: www.sambafoot.com.br
RSSSF Brasil
flaestatistica e flapédia
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 04 Out 2008
BAIANIDADE RUBRO-NEGRA! BAIANOS QUE ABALARAM NO MENGÃO.
Aldair Nascimento Santos - ALDAIR
Data de Nascimento : 30/11/1965
Local : Ilheús(BA)
Posição : zagueiro
Data do 1º Jogo : 26/05/1985
Data do Ultimo Jogo : 21/06/1989
Nº Jogos : 185
N º Gols : 11
José Roberto Gama de Oliveira - BEBETO
Data de Nascimento : 16/02/1964
Local : Salvador(BA)
Posição : atacante
Data do 1º Jogo : 23/03/1983
Data do Ultimo Jogo : 03/11/1996
Nº Jogos : 307
N º Gols : 151
Raimundo Nonato Tavares da Silva - BOBÔ
Data de Nascimento : 28/11/1962
Local : Senhor do Bonfim(BA)
Posição : atacante
Data do 1º Jogo : 06/08/1990
Data do Ultimo Jogo : 16/12/1990
Nº Jogos : 25
N º Gols : 14
Charles Fabian Figueiredo Santos -CHARLES
Data de Nascimento : 12/04/1968
Local : Itapetinga(BA)
Posição : atacante
Data do 1º Jogo : 06/02/1994
Data do Ultimo Jogo : 23/07/1994
Nº Jogos : 29
N º Gols : 18
Edilson Ferreira da Silva - EDILSON
Data de Nascimento : 17/09/1971
Local : Salvador(BA)
Posição : meio campo
Data do 1º Jogo : 22/08/2000
Data do Ultimo Jogo : 14/12/2001
Nº Jogos : 117
N º Gols : 51
José Fabio Alves de Azevedo - FABÃO
Data de Nascimento : 15/06/1976
Local : Vera Cruz(BA)
Posição : zagueiro
Data do 1º Jogo : 10/10/1998
Data do Ultimo Jogo : 10/09/2000
Nº Jogos : 86
N º Gols : 2
Fabio da Silva Moraes - FABIO BAIANO
Data de Nascimento : 22/04/1975
Local : Feira de Santana(BA)
Posição : zagueiro
Data do 1º Jogo : 17/06/1992
Data do Ultimo Jogo : 08/02/2004
Nº Jogos : 327
N º Gols : 40
Raimundo Ferreira Ramos Júnior - JUNIOR BAIANO
Data de Nascimento : 14/03/1970
Local : Feira de Santana(BA)
Posição : zagueiro
Data do 1º Jogo : 11/12/1988
Data do Ultimo Jogo : 22/10/2005
Nº Jogos : 335
N º Gols : 32
Liédson da Silva Muniz - LIEDSON
Data de Nascimento : 17/12/1977
Local : Cairu(BA)
Posição : atacante
Data do 1º Jogo : 03/07/2002
Data do Ultimo Jogo : 17/11/2002
Nº Jogos : 29
N º Gols : 15
Luís Edmundo Pereira - LUIS PEREIRA
Data de Nascimento : 21/06/1949
Local : Juazeiro(BA)
Posição : zagueiro
Data do 1º Jogo : 14/09/1980
Data do Ultimo Jogo : 19/04/1981
Nº Jogos : 35
N º Gols : 1
Valdemiro Lima da Silva - MERICA
Data de Nascimento : 13/09/1953
Local : Santo Amaro da Purificação(BA)
Posição : meio campo
Data do 1º Jogo : 11/09/1975
Data do Ultimo Jogo : 19/07/1978
Nº Jogos : 183
N º Gols : 9
João Batista Nunes de Oliveira - NUNES
Data de Nascimento : 20/05/1954
Local : Feira de Santana(BA)
Posição : atacante
Data do 1º Jogo : 30/03/1980
Data do Ultimo Jogo : 10/09/1990
Nº Jogos : 214
N º Gols : 99
Manuel de Brito Filho - OBINA
Data de Nascimento : 31/01/1983
Local : Vera Cruz(BA)
Posição : atacante
Data do 1º Jogo : 13/04/2005
Data do Ultimo Jogo : 02/12/2007
Nº Jogos : 106
N º Gols : 32
Mario Felipe Pedreira - ONÇA
Data de Nascimento : 13/07/1943
Local : Santa Luz(BA)
Posição : zagueiro
Data do 1º Jogo : 14/01/1968
Data do Ultimo Jogo : 01/08/1971
Nº Jogos : 164
N º Gols : 7
Antônio Dias dos Santos - TONINHO BAIANO
Data de Nascimento : 07/06/1948
Local : Vera Cruz(BA)
Posição : zagueiro
Data do 1º Jogo : 30/01/1976
Data do Ultimo Jogo : 10/06/1980
Nº Jogos : 241
N º Gols : 23
FONTE: fLaestatistica
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 26 Set 2008
O FUTEBOL NOS JOGOS OLIMPICOS DE 1900 E 1904
Você se alegra quando seu time do coração leva a taça do campeonato estadual, regional, nacional ou continental? Se orgulha quando é campeão do mundo? Então, o que diria se seu time conseguisse uma proeza que é o sonho do futebol brasileiro, a medalha de ouro olímpica! Pois bem, ao contrário do que muitos pensam, o primeiro campeão olímpico de futebol não foi o Uruguai, Alemanha, Argentina, União Soviética ou a Hungria do lendário Puskas…
Essa façanha pertence a dois clubes: o Upton Park F.C. da Grã-Bretanha, em 1900, nas olimpíadas de Paris-França e, ao Galt F.C. do Canadá nos jogos de Saint Louis, em 1904, nos Estados Unidos.
A FIFA, órgão máximo do futebol mundial, não reconhece os titulos olimpicos desses clubes, da mesma forma não considera como mundiais os títulos intercontinentais ou da copa toyota.
Porque ela não reconhece, não sei; talvez porque no caso do Upton Park, a arrogante Grã-Bretanha da época, inventora do futebol, exigiu e os fracos organizadores do evento cederam muitos privilégios, tais como:
1° - o torneio só teria três participantes.
2° - o Upton Park deveria fazer a final.
3° - as representações da Bélgica e da França jogariam em jogo único-eliminatório, para decidir o outro finalista.
Irritados por tamanha exigência, a Union des Societès Françaises de Sports Athlétiques (USFSA) fez o melhor time possivel na esperança de conquistar o titulo. Tanto que, no jogo eliminatório, derrotou a Bélgica por 7x4. Na decisão, os franceses amarelaram e foram massacrados pelo Upton Park por 4x0.
As equipes participantes tiveram como time base na disputa, a seguinte escalação:
UPTON PARK: Jones; Buckeham e Grosling; Chalk, Burridge e Quash; Turner, Spackman, Nicholas, Zealley e Haslam.
FRANÇA: Huteau; Bach e Allemane; Gaillard, Bloch e Macaire; Fraysse ( Peltier), Garnier, Lambert, Grandjean e Canele (Duparc).
BELGICA: Leboutte; Kelcom e Moreau; Renier, Pelgrims e Van Hoorden; Neefs, Thornton (Delbeque) Spaunoghe, Van Heuckelum e Londot.
Em 1904, foram três os participantes; os norte americanos: Christian Brothers College e St. Rose School, mais o representante do vizinho e irmão Canadá, Galt Football Club que levou a melhor na decisão contra o Christian Brothers College. Ganhou sem deixar sombra de dúvidas pelo placar de 7x0 e ficou com o ouro.
O Galt Footbal Club/Canadá teve como time base a seguinte escalação: Linton; Ducker,e Gourley; Fraser, Johnson e Lane; Taylor, Steep, Hall, McDonald e Twaits.
O Christian Brothers: Mengues; Lydon e Thomas January; John January, Charles January e Ratican; Brittingham, Cudmore, Bartiff, Brockmeyer e Lawler.
Saint Rose: Frost; George Cooke e Harry Jameson; Brady, Dooling (Johnson) e Dierkes; Cosgrove, O’Connell, Claude Jameson, Tate e Thomas Cooke
Essas olimpiadas foram marcadas pela humilhação, os organizadores submetiam os pigmeus, nativos da america do sul, africanos a um verdadeiro constrangimento, eles ficavam assustados, com medo em meio a um estadio cheio de espectadores tropeçavam nas proprias pernas, tambem pudera eles eram pessoas que na sua maioria que apenas pescava ou caçava para sobreviver.
Esses jogos eram um verdadeiro circo a os espectadores era a platéia , os nativos os palhaços! Isso ficou conhecido como “jogos antropologicos”.
Irritado com isso o Barão de Coubertain disse: “esses que não sabem hoje arremessar um dado, um dia serão melhores que vocês!”
Foram realizados 390 competições - O Barão de Coubertaim, presidente do COI, homologou APENAS 88 !
O decatlo foi criado nessa época porém seu reconhecimento por parte do COI, só se deu em 1954, sendo o campeão o irlandes Thomas Kiely, portanto,meio século depois.
O futebol, diferente de outras modalidades que foram reprovadas pelo Barão de Coubertaim, Presidente do Comitê Olímpico Internacional, foi homologado Sim pela entidade máxima que reje a maior competição do Esporte de todo o mundo.
É bom lembrar que o Comitê Olimpico Internacional, reconhece tais feitos e estes clubes juntos com seus jogadores estão na seleta galeria dos campeões olímpicos.
Ano Ouro Prata Bronze
1900 Upton Park (G.Bretanha) França Bélgica
1904 Galt FC (Canadá) Christian Brothers School (EUA) Saint Rose School (EUA
Fonte: Campeôes do Futebol
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 24 Set 2008
ELES SURGIRAM COMO CRAQUES! MAS NÃO EMPLACARAM!
Washington, nascido em 23 de janeiro de 1953, em Bauru, apontado como o novo Pelé por muitos começou a carreira no Guarani/SP, em 1972 chegou a ser convocado para a seleção brasileira, em 1974 foi contratado pelo Corinthians mais fez somente 24 jogos e marcou 6 gols, depois rodou por vários clubes como Vitória/Ba, Noroeste, Ferroviária, Goiás e Rio Branco/MG, o apelido de novo Pelé com certeza atrapalhou bastante a sua carreira.
Alberto Leguelé, nascido em Santo Amaro da Purificação/Ba em 28/02/1953, revelado pelo Bahia em 1973 por Evaristo de Macedo, chegou a seleção brasileira pré-olimpica em 1976, contratado pelo Flamengo em 1978, chegou com fama de craque, principalmente depois de marcar um gol antológico no Maracanã contra o Vasco em 1976, porém no Flamengo a sombra de Zico, Adílio e Titã atrapalhou muito a sua carreira no time do Gávea, retornou á Bahia, onde defendeu o Vitória, Ypiranga, CSA, Nacional/AM e Galicia.
Cristóvão nascido em Salvador em 09/06/1959, revelado pelo Bahia após ter sido convocado para a seleção brasileira de juniores, passou a ser cobrado a sua presença nos titulares do Bahia tanto pela mídia e pela torcida, sua estréia não foi nada animadora num amistoso do Bahia contra a Seleção da Tchescolováquia em 1979, fora criticado por perder a bola no gol dos tchecos e o Bahia acabou derrotado por 1 a 0, no inicio de 1980 foi negociado para o Fluminense/RJ onde também não se destacou, seguiu para o Atlético/PR até 1985, em 1986 chegou ao Corinthians e nada, somente no Grêmio voltou a ter bons momentos como no inicio de sua carreira e voltou a seleção só que agora a principal, depois do Grêmio passou pela Portuguesa e Guarani mais sem deixar saudades.
Gilmar Popoca, nascido em Manaus/AM em 18/02/1964, chegou a ser apontado como um dos sucessores de Zico no Flamengo, talentoso meia-esquerda que começou a ganhar a fama em 1983, quando ajudou a seleção juniores do Brasil a conquistar o Mundial da categoria, num time que tinha Geovani, Bebeto, Jorginho e Dunga, Gilmar aparecia constantemente entre os titulares do Flamengo, o que favoreceu sua convocação para os jogos olímpicos de Los Angeles, nos Estados Unidos, em 1984, Com a camisa do rubro-negro carioca, Gilmar chegou a fazer boas partidas, mas não o suficiente para deixar os flamenguistas sem muitas saudades de Zico. Gilmar fez 109 jogos pelo time da Gávea, 55 vitórias, 28 empates e 28 derrotas, e marcou 29 gols. Depois do Flamengo passou por Ponte Preta, Santos e São Paulo mais sem muito cartaz.
Carlos Alberto Borges, nascido no dia 14 de dezembro de 1960, em Quintana (SP) revelado pelo Marilia, em 1982 chegou ao Palmeiras, com bom toque de bola e boa visão de jogo, suas atuações excelentes o levaram a seleção em 1983, curiosamente depois da passagem pela seleção e ser atingido por um raio que caiu num treino do Palmeiras o seu futebol sumiu , depois do Palmeiras, passou pelo Santos e Novo Horizontino.
Pianelli, nascido em Piracicaba, no dia 2 de maio de 1963, em 1984 surgiu revelado pelo São Paulo como um assombro, mais logo foi ofuscado pela contratação de Pita e depois nisto nunca mais se firmou no time titular, ficou no tricolor do Morumbi até 1987 quando foi defender o XV de Piracicaba onde voltou a brilhar mais sem a mesma intensidade e depois no Comercial de Ribeirão Preto.
Ademir Chagas, o Bigu surgiu no Flamengo no brasileiro de 1983 como uma promessa, em 1984 depois de uma derrota do Flamengo ele considerado um desastre na partida nunca mais teve chances, comparado a Andrade pelo seu estilo de jogo, acabou vindo para o Vitória/BA onde virou ídolo da torcida ao marcar o gol do título do campeonato baiano de 1985, depois rodou por Portugal, África do Sul, Moto Clube, Paysandu, Santo André e encerrou no São Caetano em 1999.
Francisco Carlos o Chiquinho foi um atacante revelado pelo Botafogo/SP no campeonato paulista de 1984, onde marcou muitos gols o que chamou a atenção dos dirigentes do Flamengo que o trouxeram para o Rio em 1985, chegando com status de goleador, veloz, e bom cabeçeador no entanto no Flamengo ele não conseguiu explodir mesmo chegando a atuar com Adílio, Zico e Titã, ficou apenas um ano e foi negociado com o Benfica e depois seguiu no futebol português, onde defendeu também o Vitórias de Guimarães, de 88 a 91, o Sporting de Braga, de 91 a 93, o Vitória de Setúbal, de 93 a 95, o Acadêmico Viseu, de 95 a 97, o Atlético, de 97 a 98 e o Mafra, de 98 a 2002.
Pedrinho Maradona, Ele chamou a atenção por sua habilidade e por sua canhotinha e logo ganhou o apelido de Maradona. Na realidade, Pedrinho Maradona estava longe de ser o craque argentino, mas era um jogador de boa criatividade no meio de campo.
Destacou-se primeiro no Atlético Paranaense, antes de ser negociado com o Guarani em 88. No Guarani, Pedrinho Maradona não teve muitas oportunidades como titular, já que o Bugre contava com ótimos meias, entre eles Marco Antônio Boiadeiro, Neto e Barbiéri.
Assim como Pedrinho, aqui na Bahia chegou em 1984 um talentoso jogador com o apelido de Dico Maradona com uma habilidade fora do comum Dico logo caiu nas graças da torcida que chegava cedo a Fonte Nova para vê-lo nas preliminares, em 1987 passou a fazer parte do time de cima mais sem o mesmo brilho dos juniores, nunca se firmou como titular apesar de fazer parte do grupo campeão brasileiro de 1988 em 1990 transferiu-se para o Vitória onde ficou até 1992 mais já sem o brilho de outras épocas certamente o nome Maradona adicionado aos seus devem ter incomodado muito a estes jovens talentos que não vingaram muito no nosso futebol.
Sidney, ponta esquerda do São Paulo, lançado por Cilinho em 1984, formou com Silas, Muller os menudos do Morumbi, em 1986 chegou a seleção brasileira em dois amistosos na Europa diante de Alemanha e Hungria e só, ficou no São Paulo até 1987, teve uma rápida passagem pelo Flamengo alguém se lembra? Depois do Flamengo esteve no Santos em 1988 e encerrou sua carreira muito cedo.
Adriano, revelado pelo Guarani/SP chegando a ser comparado a Neto e uma das grandes promessas do futebol brasileiro. Brilhou nas seleções brasileiras de base e em 1996 chegou ao São Paulo clube que defendeu de 96 a 99 e de 2001 a 2003, porem sua carreira no tricolor foi marcada por altos e baixos e aquela promessa sempre ficou na mesma, teve passagens pelo Náutico, Atlético/MG, Sport, Bahia, Urawa Reds/JAP, Pogon/Pol, CRB e Atlético Nacional/Col, hoje além de cartola do Oeste/SP atua ainda como jogador.
Vitor, lateral revelado pelo São Paulo de Telê Santana em 1991, chegou a ser comparado com Zé Maria pela forças física e vigor nas subidas ao ataque, seu currículo de títulos é de fazer inveja, mais ele nunca conseguiu se firmar por onde passou, além de São Paulo onde conquistou brasileiro, libertadores e mundial, jogou pelo Corinthians, Cruzeiro, Vasco, Real Madrid, Botafogo, Osasco e Juventus/SP, teve
uma passagem quase despercebida pela seleção em 93 com Parreira mais como nos clubes nunca se firmou.
Fonte Pesquisa: Site do Milton Neves
Textos: Galdino Silva
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 24 Set 2008
FILOSOFIA E PERÓLAS DO MUNDO DA BOLA
“Futebol é muito simples: quem tem a bola ataca; quem não tem defende.” Neném Prancha
“Tragam-me a pobremática, que eu chego com a solucionática.” Dadá Maravilha ex-atacante do nosso futebol.
“Comigo ou semigo o Bahia ai de vencer o jogo” Baiaco ex-volante do Bahia, antes de uma partida contra o Botafogo/BA em 1971.
“Jogador brasileiro não vai ter problema no México, não. Tudo já morou em favela e não pode se queixar de altitude. ” Neném Prancha
” Vou dar o meu melhor de mim próprio” Rui Barros ex-jogador portugês.
“Apartir de agora meu coração só tem uma cor! a rubro-negra” Fabão zagueiro ex-São Paulo ao chegar ao Flamengo em 1998.
“Quando o jogo está a mil, a minha naftalina sobe lá em cima!” Jardel atacante quando defendia o Grêmio.
“Se concentração ganhasse jogo, o time da penitenciária não perdia uma. ” Neném Prancha
“É tudo muito simples, uma situação que pode ser resumida em duas palavras: A-ZAR” Marinho Chagas ex-lateral do Fluminense e Seleção.
“Pô, o pessoal aqui na Bahia é muito hospitalar!” Zanata ex-lateral do Bahia.
” Pô, isso aqui até parece um cardume de abelhas…” Edson Ampola ex-jogador do Santos durante uma tarde de autográfos.
“Não o meu nome é Dão; Dão de João entende” Dão ex-atacante do Vitoria/BA ao tentar explicar a origem do seu apelido para um reporter da Rede Bandeirantes.
“Estou muito feliz e honrado de poder jogar na cidade onde Cristo nasceu” Claudiomiro ex-atacante do Internacional ao chegar em Belém do Pará.
“Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG…”
Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama mandado a família quando em excursão à Europa:
“Só existem três coisas que param no ar: beija-flor, helicóptero e Dadá.” Dadá Maravilha.
“É do tipo Águas de Março… - e explicando - É pau, é pedra, é o fim do caminho…” frase de um atacante do nosso futebol sobre Junior Baiano.
- Jogamos dentro de uma situação…
- Só temos dois caminhos: o sim e o não…
- Está faltando o faz-me-rir (salário)…
Sebastião Lazaroni quando treinava o Botafogo/RJ.
“Olha Fernando, um gato entrou no meio do transformador, e veja só, ele se transformou numa verdadeira tocha humana…” Reporter de campo Lero em um jogo no Canindé quando a luz fora interrompida por causa de um gato que caiu num transformador de energia.
“O time estava com um esquema mais difícil. Eu sentia que estava saindo das minhas características e isso me prejudicava. O melhor é simplificar. Mas é dificil fazer o fácil…” Túlio Maravilha
“Afastei o Alexandre, porque resolvi privatizar a disciplina.” Joel Santana quando treinava o Botafogo/RJ.
“Não foi nada especial, só chutei com pé que estava mais à mão… ” João Pinto, ex-jogador português.
“Bem, o equipo estava à beira do abismo. Agora, graças a Deus, deu um passo adiante…” João Pinto, ex-jogador português.
“Jogador tem que ser completo, tem que ser como o pato, que é aquático e gramático.” Vicente Mateus ex-presidente do Corinthians.
“O juiz deverá adiar a partida para depois…” Galvão Bueno durante uma falha na iluminação do estádio de Wembley.
” O Flamengo finge que me paga! eu finjo que jogo…! ” Vampeta quando defendia o Flamengo.
“HAJA O QUE HAJAR, O CORINTHIANS VAI SER CAMPEÃO” Vicente Mateus durante as finais de 1977.
Fontes Dados Pesquisas: bobeiras.com.br
blog do veloso
rabisco.net
Blog História do Futebol & x7) Perfis & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 17 Set 2008
BAHIA DE TODOS OS TÍTULOS! TIMES BASE DO BAHIA EM SUAS CONQUISTAS
Campeão do Torneio Inicio de 1931 (A primeira conquista. “Nasceu para vencer”
Teixeira Gomes; Leônidas e Gueguê; Pega-Pinto, Romeu e Gia; Bayma, Canoa, Milton, Gambarrota e Guarany.
Campeão Baiano de 1931
Teixeira Gomes; Odilon e Leônidas; Milton, Canoa e Gia; Bayma, Guarany, Gambarrota, Raul e Rubinho.
Campeão Baiano de 1933
Teixeira Gomes; Odilon e Leônidas, Milton, Cano e Gia; Bayma (Astério), Pelágio (Sandoval) Gambarrota (Celso), Raul e Rubens (Rubinho). Técnico: Armando Cunha
Campeão Baiano de 1934
Nova; Odilon e Bisa; Nouca, Canoa (Guga) e Gia; Ito, Milton (Ludovico), Pelágio, Betinho (Nestor) e Jorge (Odyr). Técnico: Armando Cunha
Campeão Baiano de 1936
Mota; Leônidas e Bisa (Bastos); Nouca, Guga e Gia; Betinho (Sandoval), Milton (Astério), Tintas, Vareta e Jorge (Ito). Técnico: Nicanor Souza
Campeão Baiano de 1938 (Segundo Campeonato de 38)
Menezes (Maia); Baiano e Tarzan (Serra); Mario Ramos, Munt e Gia (Guga); Pedro Amorim; Marzol (Antenor), Vareta, Tintas (Kuko) e Jorge.
Campeão Baiano de 1940
Menezes; Heitor e Serra; Papetti, Bianchi e Gia (Avalle); Antenor, Vareta, Nestor (Tintas), Jorge e Luiz Viana.
Campeão Baiano de 1944
Yoyô; Baiano e Salvador; Silva, Bianchi e Avalle; Gereco, Fernando Cacetão, Zé Hugo, Camerino (Zezito) e Pipiu. Técnico: Nicanor Souza
Campeão Baiano de 1945
Yoyô; Salvador e Zé Grilo; Silva, Prazeres (Bianchi), Avalle (Pedrinho); Gereco, Evilásio, Zé Hugo, Pipiu (Luiz Viana) e Tuca. Técnico: Nicanor Souza e Armando Simões
Campeão Baiano de 1947
Lessa; Arnaldo e Zé Grilo; Pedrinho, Rodrigues e Evilásio; Gereco, Fernando Cacetão (Arquimedes), Zé Hugo (Baiano), Velau e Isaltino (Viana). Técnico: Bianchi
Campeão Baiano de 1948
Lessa; Arnaldo e Zé Grilo; Pedrinho, Ivon e Evilásio; Gereco, Zé Hugo (Baiano), Velau (Farine), Viana e Isaltino. Técnico: Armando Bahia Monteiro
Campeão Baiano de 1949
Lessa; Arnaldo e Zé Grilo; Toia, Ivon e Pedrinho; Camerino, Gereco, Zé Hugo, Carlito e Isaltino. Técnico: Armando Bahia Monteiro
Campeão Baiano de 1950
Lessa; Arnaldo e Zé Grilo (Dario); Toia, Ivon e Pedrinho (Evilásio); Camerino, Zé Hugo (Viana), Gereco (China), Carlito e Isaltino (Roberto). Técnico: Armando Bahia Monteiro
Campeão do Torneio Otávio Mangabeira Inauguração da Fonte Nova 1951
Zaluar; Valdir e Dario; Guio, Ivon e Nilton; Gereco, Zé Hugo, China, Carlito e Isaltino.
Campeão Baiano de 1952
Lessa; Dario (Arnaldo) e Bacamarte (Zé Grilo); Enoque, Juca (Patrocínio) e Nilton; China (Gereco); Camerino (Zé Hugo), Carlito, Maneca (Roberto) e Isaltino.
Campeão Baiano de 1954
Osvaldo Baliza; Juvenal e Bacamarte; Job, Chagas e Rui; Raimundo (Foca), Marito, Carlito, Ruivo (Naninho) e Lierte. Técnico: Armando Simões.
Campeão Baiano de 1956
Jair; Leone, Juvenal Amarijo, Bacamarte e Job; Florisvaldo e Rui(Otoney):
Marito (Frader), Carlito, Hamilton (Isaltino) e Vassil. Técnico: Lourival Lorenzi
Campeão Baiano de 1958
Nadinho; Leone, Vicente (Bacamarte), Henrique e Nenzinho; Bombeiro (Florisvaldo) e Otoney; Marito, Ari (Carlito), Geraldo e Biriba. Técnico: Geninho
Campeão Baiano de 1959
Nadinho; Leone, Henrique (Bacamarte), Vicente e Nenzinho; Beto (Florisvaldo) e Flávio; Marito, Alencar (Carlito), Carioca (Léo) e Biriba (Ari). Técnico: Geninho
Campeão da Taça Brasil de 1959
Nadinho; Beto, Henrique, Vicente e Nenzinho; Flávio e Mario; Marito, Alencar, Léo e Biriba. Técnico:Geninho
Campeão do Torneio da Amizade no Uruguai em 1959
Nadinho (Jair); Leone, Bacamarte (Vicente), Henrique e Florisvaldo; Beto e Flávio; Marito, Carlito (Alencar), Carioca (Léo), Biriba (Ari). Técnico: Geninho
Campeão Baiano de 1960
Nadinho; Calmon, Henrique, Bacamarte e Florisvaldo; Flávio (Bombeiro) e Mario; Marito, Alencar (Ari), Léo (Pernambuco) e Biriba
Campeão Baiano de 1961
Nadinho (Jair); Agnaldo, Henrique, Vicente e Florisvaldo; Flávio e Mario; Marito, Alencar (Carlito), Léo (Didico) e Biriba
Campeão Baiano de 1962
Nadinho; Helio, Henrique (Nilsinho), Vicente (Gonzaga) e Florisvaldo (Ney Andrade); Vadu e Mário; Marito, Hamilton (Aduce), Agnaldo (Didico) e Biriba. Técnico: Pinguela
Campeão Baiano de 1967
Jurandir; Luis Didão, Nildo, Dario e Pão; Ailton (João Adolfo) e Elizeu; Zé Eduardo (Gajé), China, Adauri e Canhoteiro (Biriba). Técnico: Eli do Amparo.
Campeão Baiano de 1970
Jurandir; Paez (Aguiar), Nildo, Roberto Rebouças e Souza (Gigo); Baiaco e Elizeu; Carlinhos, Sanfilippo (Beijoca), Zé Eduardo e Arthur. Técnico: Fleitas Solich
Campeão Baiano de 1971
Renato 74; Aguiar, Zé Oto (Nelson Cazumbá), Roberto Rebouças e Souza; Baiaco e Elizeu; Adilson, Sanfilippo, Amorim (Zé Eduardo) e Carlinhos (Nilo). Técnico: Silvio Pirilo
Campeão Baiano de 1973
Buttice (Zé Luis); Ubaldo, Altivo, Roberto Rebouças e Romero; Baiaco, Fito e Douglas; Natal (Caldeira), Picolé e Peri (Everaldo). Técnico: Evaristo de Macedo
Campeão Baiano de 1974
Rafael; Ubaldo, Sapatão, Roberto Rebouças e Romero; Baiaco, Fito e Douglas (Piolho), Thirson, Jorge Campos e Marquinhos. Técnico: Paulo Amaral
Campeão Baiano de 1975
Luis Antonio; Perivaldo, Sapatão, Roberto Rebouças e Romero; Baiaco (Fernando), Fito e Douglas; Thirson, Mickey (Jorge Campos) e Picolé (Piolho). Técnico: Zezé Moreira.
Campeão Baiano de 1976
Luis Antonio; Perivaldo, Sapatão, Zé Augusto (Roberto Rebouças) e Romero; Baiaco, Fito (Gibira) e Douglas; Jorge Campos, Beijoca e Jesum. Técnico: Orlando Fantoni
Campeão Baiano de 1977
Luis Antonio; Toninho (Edmilson), Sapatão, Zé Augusto e Romero; Baiaco, Fito (Gibira) e Douglas (Alberto Leguelé); Jorge Campos (Washington Luiz), Zé Neto (Miltão) e Jesum (Mazinho). Técnico: Carlos Froner.
Campeão Baiano de 1978
Luis Antonio (Ronaldo); Toninho (Edmilson), Sapatão (Eliberto), Zé Augusto e Romero (Ricardo Longhi); Baiaco, Merica (Fito) e Douglas; Washington Luiz, Beijoca e Jesum (Valdo). Técnico: Carlos Froner
Campeão Baiano de 1979
Luis Antonio; Toninho (Edmilson), Sapatão, Zé Augusto e Romero (Ricardo Longhi); Baiaco, Perez (Fito) e Douglas (Ailton); Botelho (Washington Luiz), Caio Cambalhota (Beijoca) e Gilson Gênio (Téo). Técnico: Zezé Moreira
Campeão Baiano de 1981
Renato; Edinho (Alves), Zé Augusto, Geraldo e Washington Luiz; Edson Soares (Helinho), Emo (Sena) e Léo Oliveira; Osni, Dario e Gilson Gênio. Técnico: Aimoré Moreira.
Campeão Baiano de 1982
Ronaldo; Edinho, Zé Augusto, Edson Soares e Paulo César (Washington Luiz); Helinho, Léo Oliveira e Sena; Osni (Emo), Dario (Ricardo Silva) e Robson. Técnico Carlos Froner.
Campeão do Torneio Imprensa de 1983
Ronaldo (Ricardo); Edinho (Nelinho), Amadeu, Edson Soares e Miguel (Paulo César); Washington Luiz, Sales e Léo Oliveira (Ivanzinho); Osni, Raimundinho e Robson (Rodrigues). Técnico: Paulo Amaral
Campeão Baiano de 1983
Ronaldo; Edinho, Amadeu, Edson Soares e Paulo César (Washington Luiz); Helinho (Sales), Léo Oliveira e Emo; Osni, Heber (Raimundinho) e Robson (Rodrigues). Técnico: Florisvaldo Barreto
Campeão Baiano de 1984
Ronaldo; Edinho, Amadeu, Edson Soares e Paulo César (Miguel); Helinho (Sales), Emo e Leandro (Marinho); Osni, Ademir Patrício (Carlinhos) e Robson. Técnico: Osni
Campeão Baiano de 1986
Rogério; Zanata, Estevam, Pereira (Claudir) e Edinho (Alcir); Paulo Martins (Pires), Leandro e Bobô; Zé Carlos (Marcelino), Cláudio Adão e Emo (Nenê). Técnico: Orlando Fantoni
Campeão Baiano de 1987
Rogério; Zanata, Pereira, Claudir (Mauricio) e Edinho (Emerson); Sales, Leandro e Bobô; Zé Carlos, Ronaldo Marques (Joãozinho) e Sandro (Marquinhos). Técnico: Orlando Fantoni
Campeão Baiano de 1988
Sidmar; Zanata, Pereira, Claudir (João Marcelo) e Paulo Robson; Sales (Paulo Rodrigues), Gil e Bobô (Dico Maradona); Osmar (Zé Carlos),Renato (Charles) e Sandro (Marquinhos) Técnico: Evaristo de Macedo
Campeão Brasileiro de 1988
Ronaldo (Sidmar); Tarantini (Edinho), Pereira (João Marcelo), Claudir e Paulo Robson; Paulo Rodrigues, Gil e Zé Carlos (Osmar); Bobô (Dico Maradona), Charles (Renato) e Marquinhos (Sandro). Técnico: Evaristo de Macedo
Campeão Baiano de 1991
Sérgio Néri; Maílson, Jorginho, Normando e Alex; Paulo Rodrigues, Gil, Lima Sergipano (Uéslei) e Luis Henrique; Naldinho (Zezinho) e Vandick (Marcelo Ramos)
Técnico: Luis Antonio
Campeão Baiano de 1993
Rodolfo Rodriguez; Maílson (Nilmar) , Jorginho, Vilmar (Ronald) e Alex; Lima Sergipano, Nengo (Uéslei), Luvanor e Cacau; Naldinho e Marcelo Ramos (Edmilson). Técnico: João Francisco
Campeão Baiano de 1994
Jean; Odemilson, Advaldo, Missinho e Serginho; Maciel (Raudinei), Souza, Uéslei e Paulo Emilio; Zé Roberto (Naldinho) e Marcelo Ramos. Técnico: Joel Santana
Campeão da Copa Renner 1997
Aílton Cruz, Clébson (Róbson Barbosa), Fabão, Parreira e Wanderley; Lima, Eduardo, Juninho (Mantena) e Messias; Valdo (Róbson Luís) e Edmundo (Júnior). Técnico: Procópio Cardoso.
Campeão Baiano de 1998
Jean; Clebson, Nenê, Samuel (Fabão) e Branco (Chiquinho); Bebeto Campos, Fabio Baiano, Uéslei e Marquinhos; Zinho (Robson Luiz) e Guga (Edmundo) Técnico: Evaristo de Macedo
Campeão Baiano de 1999 (Divido com o Vitória)
Gilberto; Clebson (Vinícius), Júnior, Wellington (Isaias) e Jefferson; Bebeto Camos, Lima (Marcão) Luis Carlos Capixaba e Jorge Wagner; Robson Luiz (Dimba)e Uéslei. Técnico: Joel Santana.
Campeão do Nordeste 2001
Émerson; Japinha, Jean Elias, Carlinhos e Jefferson; Preto, Bebeto, Capixaba (Mantena) e Alex Oliveira; Nonato (Fábio Costa) e Robgol (Washington).
Técnico: Evaristo de Macedo.
Campeão Baiano de 2001
Emerson; Japinha (Mantena), Jean Elias, Carlinhos (Accioly) e Jefferson; Preto, Bebeto Campos (Ramos), Wagner (Luis Carlos Capixaba) e Alex Oliveira; Nonato (Fabio Costa) e Robgol (Vinicius). Técnico: Evaristo de Macedo.
Campeão do Nordeste de 2002
Émerson, Mantena, Marcelo Souza, Valdomiro e Chiquinho; Ramalho, Bebeto Campos, Preto e Sérgio Alves (Capixaba); Róbson (Accioly) e Nonato (Alan). Técnico: Bobô.
Técnico: Evaristo de Macedo.
Fontes: Livro Esporte Clube da Felicidade de Nestor Mendes Jr.
Bahia uma história de lutas e glórias de Normando Reis Carlos Casaes
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 12 Set 2008
CLUBES E SEUS CODINOMES
Sabemos que a maioria dos clubes tem um codinome ou uma alcunha como ele é conhecido segue alguns do Brasil e Exterior pra vocês curtirem!.
Americano/RJ – Fantasma de Campos
Atlético/MG – Galo das Alterosas
Atlético/PR - Furacão
América/MG – Coelho de Minas
América/RJ – Mecão
Bangu/RJ – Time Proletário
Bahia/BA – Esquadrão de Aço ou Tricolor de Aço
Botafogo/RJ – Fogão
Botafogo/SP – Botinha
Brasil/RS – Time Xavante
Comercial/SP - Bafo
Caxias/RS – Time Grená
Confiança/SE – Trovão Azul
Catuense/BA – Laranja Mecânica
Camaçari/BA – Time do Pólo
Ceará/CE – Vozão
Central/PE – Alvinegro
Chapecoense/SC – Furacão do Oeste
Corinthians/SP – Timão ou Time Mosqueteiro
Corinthians/AL – Nelsão
Coritiba/BA – Coxa
CRB/AL – Galo da Praia
Cruzeiro/MG – Raposa Mineira
Ferroviário/Ce – Ferrim ou Moleque Malino
Figueirense/SC – Figueira
Flamengo/RJ – Mengão ou Mais Querido
Flamengo/SP – Rubro-Negro
Fluminense/RJ – Fluzão ou Time Pó de Arroz
Fluminense/BA – Touro do Sertão
Fortaleza/CE – Tricolor do Pici
Francana/SP – Veterana
Galicia/BA – Time Granadeiro ou Demolidor de Campeões
Gama/DF – Verdão
Grêmio/RS – Tricolor dos Pampas
Guarani/SP – Bugre Campineiro
Guaratinguetá – Tricolor do Vale ou Guará
Íbis/PE – Pior time do mundo
Imperatriz/MA – Cavalo de Aço
Internacional/RS – Colorado ou Rolo Compressor
Itabaiana/SE – Tremendão da Serra
Itabuna/BA – Azulão Grapiuna
J.Malucelli/PR – Caçula
Juazeiro/BA – Time das Carrancas
Juventus/SP – Moleque Travesso ou Time da Mooca
Londrina/PR – Tubarão
Linense/SP – Elefante da Noroeste
Madureira/RJ – Tricolor Suburbano
Marcilio Dias/SC – Marinheiro
Moto Clube/MA – Bicho Papão
Náutico/PE – Alvirrubro
Noroeste/SP – Norusca
Palmeiras/SP – Verdão, Porco ou Palestra
Paysandu/PA - Papão da Curuzu
Ponte Preta/SP – Macaca
Portuguesa/SP – Lusa
Portuguesa Santista/SP – Briosa
Remo/PA – Leão Azul
Rio Branco/AC – Estralão
Santa Cruz/PE – Tricolor do Arruda ou Time Coral
Santos/SP – Time Praiano, Time da Vila ou Peixe
Santo André/SP – Ramalhão
São Raimundo/AM – Tufão da Colina
Sampaio Correia/MA – Bolívia
São Caetano/SP – Azulão
São José/SP – Águia do Vale
São Paulo/SP – Tricolor do Morumbi ou Tricolor Paulista
Sport/PE – Leão da Ilha ou
Sertãozinho/SP – Touro dos Canaviais
Taubaté/SP – Burro da Central
Treze/PB – Galo da Borborema
Tupi – Galo Carijó
Uberlândia/MG – Verdão
União S.João/SP – Araras
Vasco da Gama/RJ – Vascão, Time Cruzmaltino, Time da Cruz de Malta
Vitória/BA – Leão da Barra ou Time Vermelho e Preto
Vila Nova/Go – Vila
Volta Redonda/RJ – Voltaço
XJ Jaú/SP – Galo da Comarca
Ypiranga/BA – Time Amarelo e Preto ou Mais Querido
Exterior:
Benfica/Por - Encarnados ou Águias
Braga/Por - Arsenalistas
Belenenses/Por - Azuis do Restelo
Boavista/Por - Enxadrezados
Atlético Madrid/Esp - Rojiblancos ou Colchoneros
Barcelona/Esp - Barça
Real Madrid/Esp - Equipó Merengue
Sevilha/Esp - Palanganas
Valência/Esp - Che
Genoa/Ita - Il Grifoni
Juventus/Ita - La Vecchia Signora
Milan/Ita - La Squadra Rossonera
Sampdoria/Ita - Samp
Torino/Ita - Equipe Granata
Bayern Munique/Ale - FC Hollywood ou Die Roten (Os vermelhos)
Arsenal/Ing - The Gunners ( Os Artilheiros)
Chelsea/Ing - The Pensioners (Os Pensionistas)
Liverpoll/Ing - Red’s (OS vermelhos)
Manchester United/Ing - The Red Devils (Os diabos vermelhos)
Seleções:
Alemanha ( Die Nationalelf)
Africa do Sul (Bafana bafanas)
Argentina ( Los Gauchos)
Bélgica ( Os diabos vermelhos)
Brasil ( Seleção Canarinho)
Camarões ( Os leões indomáveis)
Chile ( La Roja)
Costa do Marfim ( Os Elefantes)
Espanha (La Furia)
França ( Le Blues)
Inglaterra (The English Team)
Itália ( La Squadra Azzurra)
Nigéria ( As Super Águias)
Uruguai ( Celeste Olimpica)
Fontes: Sambafoot e Wikipédia
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 11 Set 2008
ELES QUASE LEVANTARAM A TAÇA!
Bom segundo os especialistas em futebol, as eliminatórias já fazem parte do mundial, segundo a FIFA a Copa do Mundo tem seu inicio com as eliminatórias continentais e sua fase final num país sede previamente escolhido como a Africa do Sul em 2010 e o Brasil em 2014. Preparei aqui um relação dos jogadore
