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Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 07 Nov 2008
São Paulo x Milan, 1º de Abril de 1951
A Rádio Panamericana colocou no ar a narração forjada, causando desespero na torcida são-paulina.
Segundo a ” trasnsmissão ” , o juiz roubava descaradamente para os italianos que ” jogavam ” pesado, agredindo os brasileiros. Hélio Ansaldo frisa: ” Foi criado todo um clima contra o Milan e contra o juiz, e esse clima foi o que fez com que o São Paulo estivesse perdendo de 4 a 0.
Aí ” caiu a linha ” . Muitos desligaram o rádio antes do final da transmissão fictícia.
Já no Bixiga, bairro de imigrantes italianos, os torcedores comemoraram a vitória do Milan.
O segredo da gravação fora tão bem guardado que nem Consuelo Viegas de Almeida, espos de Geraldo José, sabia da verdade. Ela nos contou que um irmão do locutor, Sebastião José de Almeida, são-paulino roxo, até se sentiu mal durante a irradiação.
Aurélio Campos, que estava no estádio do Pacaembu narrando um jogo pelo Campeonato Paulista por uma emissora concorrente, protestou, exaltado, e disse que o governo, os deputados, “seja lá quem fosse” , deveriam tomar providências, por ser um absurdo o São Paulo ter se submetido a esse vexame de apanhar de 4 x 0, desmoralizando o futebol brasileiro.
Paulo Machado de Carvalho Filho assinala que no dia seguinte alguns jornais brasileiros, principalmente de outros estados, publicaram matéria ” como se o jogo fictício realmente tivesse havido “. Com o cuidado de guardar as devidas proporções, ele compara o episódio à falsa invasão dos Estados Unidos pelos marcianos, programa de rádio de Orson Welles, em 1938, que provocou pânico nos norte-americanos.
Quando a Panamericana informou que se tratava de uma brincadeira do ” Dia da Mentira ” , os jornais se dividiram: os que deram o resultado criticaram a emissora; os que não deram o resultado divertiram-se com a “barriga” dos concorrentes. Quatro dias depois o Diário Popular estampo manchete de sua página de esportes: ” Agora, não é Primeiro de Abril….” o jornal noticiava que o São Paulo perdera para a seleção da cidade de Bruxelas por 2 x 1.
A brincadeira da Emissora de Esportes serviu para comprovar que depois do rádio ter iniciado as transmissões diretas, os jornais passaram a utilizar as informações radiofônicas , numa inversão da época da “gilete press”.
fonte: livro O Rádio Esportivo em São Paulo
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 05 Nov 2008
Geraldo José de Almeida, narrador da Copa 70 pela TV
Geraldo José de Almeida começou no rádio em 1936, como locutor comercial. Dois anos depois, estava no rádio esportivo e fez a maior parte de sua carreira na rádio Record, até passar, em 1963, para a televisão.
Dono de grande capacidade de comunicação, conseguiu adaptar-se à linguagem da TV e foi um dos poucos narradores do telejornalismo esportivo a dar certo no novo meio de comunicação.
Ficou conhecido por seu entusiasmo exagerado. São dele as frases: ” Vamos minha gente”, “Lindo! Lindo! Lindo!” , “O que que é isso, minha gente?”, “Por pouco pouco, muito pouco, pouco mesmo!”, ” De ponta de bota” e o mais comum: “mata no peito e baixa na terra”.
Na televisão, nos jogos da Copa de 1970, quando a seleção brasileira ganhou definitivamente a Copa Jules Rimet, criou a expressão “Seleção Canarinho”, aproveitando a cor amarela da camisa da equipe do Brasil.
Respeitado como profissional competente, era criticado por sua paixão declarada pelo São Paulo. Em 08 de fevereiro de 1943, o jornalista que assinava na Folha da Noite, de São Paulo, com o pseudônimo de ” EL Sordo ” , a coluna ” No mundo do Rádio”, ataca Geraldo José de Almeida. O cronista qualifica o radialista como um dos melhores locutores de futebol, que se dedica com amor à sua especialidade mas é ” declarada, clara e indiscutivelmente um speaker que torce de corpo e alma para o São Paulo Futebol Clube”.
Isso depois de afirmar que locutores/torcedores “(…) ficam com voz embargada quando a bola está defronte da meta de seu clube predileto, guaguejam quando esta meta é vazada, vociferam contra o juiz, dizem desaforos aos elementos do outro quadro…”O jornalista Raul Duarte sai em defesa dele e observa que o radialista foi o único narrador a assumir a paixão por seu clube.
Na transmissão das partidas, Geraldo José de Almeida, lembra Hélio Ansaldo, fantasiava bastante a jogada, dava apelidosa todos os jogadores, aos times e até à seleção.Alguns desses apelidos:
Pelé - “Craque Café”
Servílio - ” Bailarino ”
Jairzinho - ” Furacão da Copa”
Tostão - ” Mineirinho de Ouro ”
Everaldo - ” Gauchão ”
Vavá - ” Peito de Aço ”
Rivelino - ” Garoto do Parque ”
Bauer - ” Coca Cola “.
De todas as expressões que criou, Geraldo registrou somente ” Seleção Canarinho “.
Fonte: Livro A Bola no Ar, o Rádio Esportivo em São Paulo , de Edileuza Soares
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 05 Nov 2008
Geraldo José de Almeida, narrador da Copa 70 pela TV
Geraldo José de Almeida começou no rádio em 1936, como locutor comercial. Dois anos depois, estava no rádio esportivo e fez a maior parte de sua carreira na rádio Record, até passar, em 1963, para a televisão.
Dono de grande capacidade de comunicação, conseguiu adaptar-se à linguagem da TV e foi um dos poucos narradores do telejornalismo esportivo a dar certo no novo meio de comunicação.
Ficou conhecido por seu entusiasmo exagerado. São dele as frases: ” Vamos minha gente”, “Lindo! Lindo! Lindo!” , “O que que é isso, minha gente?”, “Por pouco pouco, muito pouco, pouco mesmo!”, ” De ponta de bota” e o mais comum: “mata no peito e baixa na terra”.
Na televisão, nos jogos da Copa de 1970, quando a seleção brasileira ganhou definitivamente a Copa Jules Rimet, criou a expressão “Seleção Canarinho”, aproveitando a cor amarela da camisa da equipe do Brasil.
Respeitado como profissional competente, era criticado por sua paixão declarada pelo São Paulo. Em 08 de fevereiro de 1943, o jornalista que assinava na Folha da Noite, de São Paulo, com o pseudônimo de ” EL Sordo ” , a coluna ” No mundo do Rádio”, ataca Geraldo José de Almeida. O cronista qualifica o radialista como um dos melhores locutores de futebol, que se dedica com amor à sua especialidade mas é ” declarada, clara e indiscutivelmente um speaker que torce de corpo e alma para o São Paulo Futebol Clube”.
Isso depois de afirmar que locutores/torcedores “(…) ficam com voz embargada quando a bola está defronte da meta de seu clube predileto, guaguejam quando esta meta é vazada, vociferam contra o juiz, dizem desaforos aos elementos do outro quadro…”O jornalista Raul Duarte sai em defesa dele e observa que o radialista foi o único narrador a assumir a paixão por seu clube.
Na transmissão das partidas, Geraldo José de Almeida, lembra Hélio Ansaldo, fantasiava bastante a jogada, dava apelidosa todos os jogadores, aos times e até à seleção.Alguns desses apelidos:
Pelé - “Craque Café”
Servílio - ” Bailarino ”
Jairzinho - ” Furacão da Copa”
Tostão - ” Mineirinho de Ouro ”
Everaldo - ” Gauchão ”
Vavá - ” Peito de Aço ”
Rivelino - ” Garoto do Parque ”
Bauer - ” Coca Cola “.
De todas as expressões que criou, Geraldo registrou somente ” Seleção Canarinho “.
Fonte: Livro A Bola no Ar, o Rádio Esportivo em São Paulo , de Edileuza Soares
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 30 Out 2008
Quem não conheceu a geral do Maracanã, não viveu o Rio. (Nelson Rodrigues)
Espaço mais democrático do futebol brasileiro, a geral do Maracanã ficou conhecida por reunir torcedores dos grandes cariocas sempre com alegria. Era o local onde personagens fantasiados expunham seu amor ou indignação de forma criativa, onde a violência sempre passou longe, o cantinho do maior estádio do mundo que as TVs procuravam para ilustrar suas transmissões e quebrar o tédio durante os jogos chatos. E olha que mal dava para se ver o jogo de lá. Infelizmente, a geral sucumbiu à modernidade. E, em 2005, começou a ser destruída para que ganhasse corpo o processo de modernização do maraca. Seus 30 mil lugares foram reduzidos para 18 mil, de cadeiras.
A medida fez parte do novo conjunto de leis imposto pela Fifa segundo o qual ninguém pode assistir a jogos de futebol em pé. Assim, nunca mais se viram figuras travestidas no maior do mundo de Lula, Bin Laden, Superman, Capitão Aranha e outros tantos.
Hoje, o Maracanã tem capacidade para 90 mil pessoas. Embora lindo e confortável, perdeu o folclore dos geraldinos. É o futebol cada vez mais elitizado.

Clássico entre Fluminense e Bangu em 1963 no Maracanã. Estão no lance tentando o gol pelo Bangu, Bianchini (camisa
e Roberto Pinto (10). Tentando afastar o perigo da zaga Tricolor vemos Joaquinzinho (9), Altair (6), Oldair (4) e Castilho (sob a trave). No fundo da foto, a saudosa geral do maior estádio do mundo. Por esta foto, é possível imaginar a dificuldade de visão que os geraldinos tinham no estádio antes de sua reforma de 2005. Mas para eles, o que valia era ficar bem pertinho do gramado e de seus ídolos

Ademir de Menezes (camisa 9) em ação durante a Copa do Mundo de 1950. O atacante foi artilheiro da competição realizada no Brasil para delírio do povão que se esprimia na geral do Maracanã.
Tive a felicidade de trabalhar cinco anos no Rio, comparecendo quase todos os domingos, às vezes sábado também, ao Maracanã. ( Vinicius Coelho )
Muitas vezes sem trabalhar, nosso grupo ficava se deliciando observando a turma da geral. Voltei para Curitiba e fui trabalhar na TV Paranaense, que no começo não era afiliada da Globo. A programação era sustentada pelo Luiz Alfredo Malucelli, que vendia a transmissão dos jogos e lá ia eu, Brasil afora, principalmente para narrar os jogos do Maracanã.
As cabines ficam poucos metros acima da geral. Era um divertimento. Folclore do estádio, folclore do futebol do Rio, folclore de um povo. As duas torcidas juntas, brincando, gozações simultâneas, a alegria do Maracanã. Torcedores fantasiados, pintados, com maquiagem especial de acordo com a importância da partida.
Agora acabaram com a geral. O ingresso custava três reais. Como é que agora eu vou poder vir ao Maraca, disse um torcedor, e outros e outros. Um dia, lá na redação, comentávamos sobre a geral e Nelson Rodrigues deu a frase: quem não conhece a geral do Maracanã, não viveu o Rio.
MAs a FIFA exige que todos os torcedores tenham lugares marcados para se sentarem.
Mas o que que o “Geraldino” tem a ver com isso?
O torcedor que freqüenta a Geral não quer saber de ficar sentado.
Ele que ir ao “Maraca” fantasiado.
Quer ver o craque de perto.
Quer levar a faixa com sua mensagem.
Quer comemorar o gol bem perto do seu ídolo.
Sem os torcedores da Geral, por melhor que o clássico seja, parece que o jogo fica sem alma, sem coração.
Foi na Geral que Rondineli, zagueiro do Flamengo, ganhou o apelido de Deus da Raça.
Pra lá que Romário correu após marcar o gol que levou a seleção à Copa de 94, nos Estados Unidos.
Certamente não existiu lugar melhor no mundo para ver os dribles de Garrincha ou os elásticos de Rivellino.
Abençoado foi o torcedor vascaíno que pôde ver da geral o chapéu e o gol de Roberto Dinamite no clássico contra o Botafogo.
No início da década de 70, trocaram a Concha Acústica do Pacaembu pelo atual Tobogã.
Até hoje ela é lembrada com saudosismo, como marca do futebol romântico que já não existe mais no país.
De uns anos pra cá, o torcedor carioca está proibido de freqüentar seu habitat, seu lugar de festa.
Agora resta torcer para que daqui a alguns anos, a Geral do Maracanã também não vire apenas a lembrança do futebol alegre que existia no Brasil.
Por Marcelo Rozenberg/Milton Neves
JP/Bruno Vicari
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 27 Out 2008
Oscar Scolfaro e suas histórias como árbitro
Se pararmos para lembrar dos cinco melhores árbitros do Brasil, certamente, Oscar Scolfaro, campineiro e corinthiano, estará entre eles. O Oscar apareceu na década de 70 para ajudar, com outros companheiros, a salvar as combalidas e prejudiciais arbitragens, principalmente, contra clubes pequenos.
O Oscar, escalado para apitar Uruguai e Colômbia, jogo válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, pegou o avião em São Paulo com destino ao Uruguai. Lá não havia teto e o pouso teve que ser feito na Argentina, em Buenos Aires. Tomou um taxi e começou a rodar atrás de um hotel. Em todos não havia uma vaga sequer.
Argentino de alma brasileira
O motorista, apaixonado pelo nosso futebol , como todos os argentinos, e ao saber estar transportando um árbitro brasileiro, cavalheiro e cortez, disse:
“Vou resolver o seu problema. Você vai ficar hospedado em minha casa” e para lá seguiu. Mudou o filho de quarto e cedeu ao Oscar a melhor acomodação do lar.
No dia seguinte, ao se levantar o Oscar foi surpreendido por um café simplemesmente maravilhoso: pães, broas, frutas, doces, leite, manteiga, gentilezas e sorrisos de todos os anfitriões, que não sabiam o que fazer para agradar o ilustre hospede.
Depois de muitas fotos da família com o Oscar, o Sr. Puerta Benevides, carregou a bagagem do Oscar para o carro e seguiu em direção ao Aeroporto. Não cobrou absolutamente nada. Nem das corridas, da hospedagem e muito menos do café.
O que chamou a atenção do Oscar, na casa do motorista, foi o interesse de todos pelo Brasil.
“Fauzi, eu nunca vi ninguém conhecer mais o Brasil, suas praias e seu futebol, como aquela família.”, disse Oscar. “Eles foram cordiais, gentís, amam o Brasil e a nossa gente”, completou o grande árbitro de porte internacional.
Dois grandes apitadores
Para Oscar Scolfaro , no passado não muito distante, o melhor árbitro brasileiro foi Romualdo Arpi Filho (foto).
“Além da elegância, cultura e saber falar com os jogadores, o Romualdo sabia tudo de futebol”, assegura Oscar. Quando havia muita rivalidade entre os times e consequentemente entre as torcidas, segundo Oscar, o Romualdo era mestre em saber dirigir a partida, de forma que tudo terminava bem e sem conflitos.
Outro grande árbitro para Oscar Scolfaro foi o Dulcidio Vanderlei Boschilla. Diferente do Romualdo, o Dulcidio falava com os boleiros como boleiro. Diante dos dirigentes fazia valer a sua autoridade. Não se intimidava e enfretava situações horripilantes, mesmo que para tal tivesse que sacar a arma que sempre carregava - ele era policial. Dulcidio sempre foi respeitado pelos boleiros problemáticos: Serginho Chulapa, Sócrates, Casagrande e outros tantos.
Do quadro atual, para Oscar Scolfaro, Leonardo Gaciba é o que tem apresentado o melhor desempenho, embora goste também do gaúcho, Carlos Eugênio Simon.
Cada situação apertada…
Oscar, você já passou algum aperto apitando jogos importantes?, perguntei.
–– Se passei ? Claro que sim, e pior, foi contra o meu Corinthians. Na decisão Corinthians e Santos, o um a zero dava o título ao Corinthians, só que eu marquei um pênalti existente, numa alavanca de Laércio em Ferreira. O Pelé bateu e empatou o jogo. O título ficou com o Santos. Imagina como ficou a situação.
“O Gino Orlando, grande astro do passado e administrador do Morumbi”, continuou falando Oscar, “foi buscar meu carro e o colocou no portão dos fundos. O Silvio Luiz, grande narrador da Bandeirantes, saiu dirigindo e eu deitado no banco traseiro. Se a torcida descobre, nem a tinta do carro sobraria para contar história”, relembra Scolfaro.
O mais engraçado, continuou Oscar, é que o Silvio Luiz, parou num posto para abastecer e, o frentista como o reconheceu disse:
“E ai Silvião… Quer dizer que o Coringão foi campeão ?”
–– Não, Belo. O Santos foi campeão, respondeu o Silvio.
“Como ? Até agorinha tava um a zero pro Corintia”, disse o frentista.
“É meu amigo, tava, mas o juiz muito doidão marcou um pênalti e o Crioulo foi lá e cráu no seu Curíntia”, falou, tirando sarro, Silvio Luiz.
–– Se eu tô lá eu mato esse juiz da péste, falou o frentista.
“Nessa altura, eu no banco traseiro meio que escondido, só não esmurrei o Silvio pra a coisa não ficar pior”, completou Oscar.
História ou mito?
Oscar, no jogo Ponte e Votuporanguense, no Moisés Lucarelli, o José Astolfi terminou a partida aos 54 minutos do segundo tempo, depois que a Ponte marcou o gol salvador que lhe dava o direito de disputar a finalíssima com a Portuguesa Santista, certo? Pois bem, dizem até hoje que o Astolfi, nas cobranças de escanteios, pulava junto com os atacantes para tentar marcar o gol e acabar com a agonia pontepretana ? É verdade, Oscar ?
“Eu também já ouvi muito essa história. O que aconteceu é que o Zé (Astolfhi) numa situação normal, como acontece até hoje, deveria ter dado no máximo três ou quatro minutos de acréscimos, mas ele deu quase 10, e ai deu no que deu. Acho que por isso, essa história vai continuar por muito mais tempo”, concluiu Oscar.
Oscar Scolfaro, hoje, aposentado do apito, administra ao lado do filho Oscarzinho, um lava-jato de autos, próximo ao Liceu Salesiano.
É sempre bom e me faz muito bem, de vez em quando, parar por lá, tomar um cafezinho e ouvir as gostosas histórias que o Oscar conta para os amigos e clientes interessados. Uma virtude do Oscar: ele nunca escondeu de ninguém que é bugrino e corintiano.
www.futebolinterior.com.br
fauzikanso@terra.com.br
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 25 Out 2008
“Causos” de Norte a Sul (parte 3)
Continuando a série de “causos” sobre futebol de cada um das 27 unidades da federação (incluindo os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal), seguem histórias de Goiás, Maranhão, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul:
O Estado de Goiás tem aquele que é, talvez, o único time do mundo a ter usado uma estrela na camisa sem jamais ter sido campeão: a Anapolina, de Anápolis.
Aconteceu em 1981. Na decisão do Campeonato Goiano, Goiás e Anapolina só empataram: 2 a 2 no primeiro jogo, 1 a 1 no segundo, 1 a 1, de novo, no terceiro. Na prorrogação, 0 a 0. Foram 200 minutos de futebol e nada de campeão. Nem a Federação Goiana de Futebol sabia para quem ia dar a taça, até que se descobriu que o armador Osmar Lima, da Anapolina, havia entrado em campo na segunda partida sem condições legais, pois seu contrato com o clube havia terminado dois dias antes.
A Anapolina, no entanto, alegava que o título lhe pertencia, por ter somado mais pontos ao longo do campeonato. O Tribunal de Justiça Desportiva decidiu a causa em favor do Goiás, mas a diretoria da Anapolina, sentindo-se prejudicada, não quis nem saber: mandou estampar uma estrela no alto do escudo nas camisas da equipe, em comemoração a uma conquista que jamais foi homologada.
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No início dos anos 90, o torcedor brasileiro surpreendeu-se com o número de vezes que um certo Oliveira, chamado na Bélgica de Oliverrá, aparecia marcando gols atrás de gols, que eram mostrados no final do programa Fantástico. Mas quem era aquele cara?
Luís Aírton Barroso Oliveira, o Oliverrá, era maranhense, onde começou jogando pelo pequeno Tupan. Foi parar na Europa via uma estranha conexão São Luís – Bélgica, articulada pelo médico Cassas de Lima (ex-presidente do Moto Clube) e por José Rubolota, empresário argentino.
Os “marabelgas”, depois, se multiplicaram. E Oliverrá chegou até a atuar pela Fiorentina, da Itália, e pela própria Seleção Belga, na Copa da 1998, na França. ********************************************************************************
No Mato Grosso, a decisão do campeonato de 2001, entre Juventude, de Primavera do Leste, e Mixto, da capital Cuiabá, deu a maior confusão. No primeiro jogo, o árbitro Jamil Rodrigues anulou um gol do Mixto, marcado em uma cobrança de pênalti em dois toques — o que, pela regra do futebol, é legal.
A pedido do Mixto, o Tribunal de Justiça Desportiva marcou nova partida, mas o Juventude não aceitou a decisão e recorreu ao Superior Tribunal de Justiça da CBF, que lhe deu ganhou de causa. Aí, foi a vez do Mixto se recusar a jogar a segunda partida. No fim da história, a Federação Mato-Grossense proclamou o Juventude campeão e o União de Rondonópolis, terceiro colocado, como vice, no lugar do “rebelde” Mixto.
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Operário e Comercial, ambos de Campo Grande (MS), são os dois únicos times do Brasil que podem se orgulhar de terem sido campeões de dois Estados diferentes.
Diversas vezes vencedores no Mato Grosso do Sul, antes da divisão política (1977) e esportiva (1979) dos dois Estados eles também haviam terminado em primeiro lugar no Campeonato Mato-Grossense. O Operário quatro vezes, em 1974, 1976, 1977 e 1978. O Comercial, uma, em 1975.
por Yahoo Esporte/ Celso Unzelte
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 20 Out 2008
Eles devem estar batendo um bolão no céu, no time do Pedrão
Como a bronca é geral com a atual qualidade de nosso futebol, e também como não temos nenhum craque fora-de-série jogando atualmente, comecei a relembrar com saudades de alguns grandes craques de futebol que já nos deixaram. Lá em cima, nos campos celestiais, certamente nosso Pedrão deve incentivar alguns jogos inter-celestiais.
Como seria o futebol ” lá em cima ” ?
Sem esgotar o assunto, lembrei-me de jogadores, técnicos, dirigentes, árbitros, publicações :
JOGADORES
Castilho, Cláudio, Jose Poy, Pompéia, Fernando, Djalma Dias, Mauro Ramos de Oliveira, Fontana, Everaldo, Dequinha, Ari Ercílio, Pinheiro, Calvet, Aldemar, Zequinha, Roberto Belangero, Bene, Rafael, Chicão, Alcir, Didi, Enéas, Toninho Guerreiro, Ademar Pantera, Garrincha, Vavá, Jair da Rosa Pinto, Zizinho, Dida, Almir, Danilo Alvim, Pinga, Dener.
ÁRBITROS
Mário Vianna, Airton Vieira de Moraes - o popular Sansão, Anacleto Pietrobom, o popular Valussi, Dulcídio Vanderlei Bosquilla, Romualdo Arpi Filho e também Eunápio de Queiróz.
CARTOLAS
Vicente Mateus, Ferrúcio Sandoli, Jordão Bruno Sacomani, Athiê Jorge Curi, Mendonça Falcão, Otavio Pinto Guimaraes, Fadel Fadel, Carlito Rocha, Renato Stelita.
NARRADOR ESPORTIVO DE RÁDIO
Waldir Amaral, Fiori Giglioti, Pedro Luis, Jorge Curi, Oduvaldo Cozzi, Doalcei Camargo, Edson Leite.
NARRADOR ESPORTIVO DE TV
Ari Silva, Raul Tabajara, Geraldo José de Almeida.
TECNICOS
Renganeschi, Irmãos Aimoré e Zezé Moreira, Osvaldo Brandão, Tele Santana, João Avelino, Paulo Amaral, Claudio Coutinho, João Saldanha, Vicente Feola, Filpo Nunes, Oto Glória, Silvio Pirilo, Gentil Cardoso.
REVISTAS ESPORTIVAS
Revista do Esporte, Placar, Manchete Esportiva, Globo Sportivo, Gazeta Esportiva Ilustrada.
SEMANÁRIOS ESPORTIVOS
Mundo Esportivo de Geraldo Bretas e Equipe de Wilson Brasil.
E na arquibancada os milhares de torcedores que lotaram os estádios desde os anos 40 .
Gilberto Maluf
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 20 Out 2008
Jogadores que pisaram na bola na terra da Rainha
1. Micah Richards: O jogador do Manchester City filmou a si próprio e a um
colega mantendo relações sexuais com uma adolescente.
2.Ashley Cole: O lateral-esquerdo do Chelsea foi pego traindo a esposa com a
cabeleireira.
3.Bradley Wright-Phillips: O jogador do Southhampton foi flagrado pelas
câmeras de segurança de uma boate roubando dinheiro e celulares das bolsas
das garçonetes que trabalhavam no local.
4.Glen Johnson: O defensor do Portsmouth foi multado em 80 libras após ter
sido flagrado trocando o preço de uma tampa de privada numa loja de
departamentos.
5.Tim Cahill: O meia-atacante do Everton resolveu homenagear o irmão, que
está preso, comemorando um gol como se estivesse algemado. Passou a semana
seguinte pedindo desculpas e se explicando pelo ato.
6.Ashley Young: O meia-atacante do Aston Villa foi flagrado se masturbando
na internet.
7.Robbie Fowler: Ídolo do Liverpool, o atacante comemorou o gol da vitória
sobre o rival local Everton fingindo “cheirar” uma linha do campo. À época
(1999), Fowler via seu nome envolto em boatos sobre o uso de drogas.
8.Joey Barton: Foi parar na cadeia por agredir um torcedor de seu clube, o
Newcastle, de 15 anos de idade.
9.Craig Bellamy: O atacante agrediu colegas de Liverpool com um taco de
golfe durante partida do esporte da bolinha em horário de folga.
10.Kyeron Dyer: O jogador do Newcastle tomou parte num vídeo de sexo que foi
parar na internet.
11.Mark Bosnich: O então goleiro do Chelsea pegou nove meses de suspensão
(maior gancho da história do futebol inglês) após ser flagrado em um exame
antidrogas. Seu contrato foi rescindido e ele nunca mais voltou à grande
forma.
fonte: http://forum.cifraclub.terra.com.br/forum
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 20 Out 2008
O início da luta pela América
O nome original da competição, Taça Libertadores da América, é uma homenagem
aos principais líderes da independência dos países da América Latina: Simon
Bolívar, Dom Pedro I, José de San Martín, Antonio José de Sucre e Bernardo O
’Higgins.
O formato da competição em seu início era bastante diferente do atual,
contando com apenas um representante por país. Na primeira edição, em 1960,
participaram os campeões de Argentina (San Lorenzo de Almagro), Bolívia
(Jorge Wilstermann), Brasil (Bahia), Chile (Universidad), Colômbia
(Millonarios), Paraguai (Olímpia) e Uruguai (Peñarol).
Na primeira fase, definida por sorteio, aconteceram confrontos entre Peñarol
e Jorge Wilstermann, San Lorenzo e Bahia e Universidad e Millonarios. O
Olímpia começou já na semifinal, quando venceu o Millonarios e se
classificou para a decisão.
A mais importante competição sul-americana de
futebol surgiu em 1959, quando alguns dos principais dirigentes de clubes do
continente se reuniram em Buenos Aires para criar uma competição da qual
sairia um representante da região para disputar o título Mundial Interclubes
contra o vencedor da Copa dos Campeões da Europa.
O Peñarol voltou a ser campeão no segundo ano da competição, quando o
Palmeiras se tornou responsável pela primeira participação destacada de um
clube brasileiro, ficando com o vice-campeonato. O time paulista ainda
repetiria a posição em 1968, ao ser derrotado pelo Estudiantes na final.

Em 1962, passaram a ser dez os participantes, já que, além dos campeões
nacionais, tinha vaga também o campeão da edição anterior da competição. A
partir daí, a primeira fase era disputada em três grupos com três times cada
e o campeão do ano anterior começava a competição já nas semifinais.
Também nesse ano o Peñarol finalmente foi superado na competição. E a
façanha coube justamente ao time que até hoje é considerado um dos maiores
da história do futebol: o Santos de Pelé.
Depois de passar por Cerro Porteño e Deportivo Municipal na primeira fase, o
time da Vila Belmiro bateu o Universidad Católica nas semifinais e, na
decisão, superou o time uruguaio após uma derrota por 1 a 0 em Montevidéu,
uma vitória por 3 a 2 em Santos e uma goleada por 3 a 0 no jogo desempate,
em Buenos Aires.
Em 1963 o Peixe repetiu a dose, desta vez derrotando o Boca Juniors na
final, com duas vitórias, por 3 a 2 e 2 a 1. Nos anos seguintes, a equipe
continuou se destacando no futebol mundial, mas acabou não chegando a outras
decisões de Libertadores por priorizar turnês na Europa.

A primeira década da Libertadores ainda teve mais dois bicampeões, ambos
argentinos: o Independiente, que venceu em 64 e 65 e o Estudiantes, em 68 e
69. Em 1966 o Peñarol tornou-se o primeiro tricampeão e, em 1967, o Racing
conquistou o único título de sua história.
RESUMO
A almejada taça da Libertadores da América foi erguida mais vezes por argentinos do que por brasileiros: ao todo, o placar pela supremacia no futebol sul-americano contabiliza 20 títulos para os irmãos do sul, contra 13 brasileiros - a lista se completa com 8 canecos uruguaios, 3 paraguaios e 2 títulos colombianos. Porém, é possível dizer que a Libertadores tem fases: ora pende com carinho para brasileiros por anos seguidos, outras flerta com argentinos. Em outros tempos, incluía também os uruguaios Peñarol e Nacional.
No geral, o grande campeão da Libertadores segue sendo o Independiente da Argentina, que conquistou o fantástico tetracampeonato entre 1972 e 1975. São 7 títulos, ao todo. Na seqüência, vêm os pentacampeões Boca Juniors e Peñarol. O São Paulo é o primeiro brasileiro a pintar na lista, com três títulos, ao lado de Nacional, Olímpia e Estudiantes de La Plata. Santos, Grêmio e Cruzeiro possuem dois títulos cada; Internacional, Palmeiras e Flamengo levantaram a taça uma vez cada.
Campeões e vices e artilheiros de 1960 a 2007
Ano Campeão Vice Artilheiro
2007 Boca Juniors (ARG) Grêmio Cabañas (América-MEX)
2006 Internacional São Paulo Fernandão (Internacional)
2005 São Paulo Atlético-PR Salcedo (Cerro Porteño-PAR)
2004 Once Caldas (COL) Boca Juniors (ARG) Fabiano (São Paulo)
2003 Boca Juniors (ARG) Santos Delgado (Boca Juniors-ARG)
2002 Olímpia (PAR) São Caetano Rodrigo Mendes (Grêmio)
2001 Boca Juniors (ARG) Cruz Azul (MEX) Lopes (Palmeiras)
2000 Boca Juniors (ARG) Palmeiras Luizão (Corinthians)
1999 Palmeiras Deportivo Cali (COL) Bonilla (Deportivo Cali-COL)
1998 Vasco Barcelona (EQU) Sérgio João (Bolívar-BOL)
1997 Cruzeiro Sporting Cristal (PER) Acosta (Univ. Católica-CHI)
1996 River Plate (ARG) América (COL) De Avila (América-COL)
1995 Grêmio Atlético Nacional (COL) Jardel (Grêmio)
1994 Vélez Sarsfield (ARG) São Paulo Riva (Minervén-VEN)
1993 São Paulo Univ. Católica (CHI) Almada (Universidad Católica)
1992 São Paulo Newell’s Old Boys (ARG) Palhinha (São Paulo)
1991 Colo Colo (CHI) Olimpia (PAR) Gaúcho (Flamengo)
1990 Olimpia (PAR) Barcelona (EQU) Samaniego (Olimpia-PAR)
1989 Atlético Nacional (COL) Olimpia (PAR) Amarilla (Olimpia-PAR)
1988 Nacional (URU) Newell’s Old Boys (ARG) Iguarán (Millonarios-COL)
1987 Peñarol (URU) América (COL) Gareca (América-COL)
1986 River Plate (ARG) América (COL) De Lima (Dep. Quito-EQU)
1985 Argentinos Jrs (ARG) América (COL) Sánchez (Blooming-BOL)
1984 Independiente (ARG) Grêmio Tita (Flamengo)
1983 Grêmio Peñarol (URU) Luzardo (Nacional-URU)
1982 Peñarol (URU) Cobreloa (CHI) Morena (Peñarol-URU)
1981 Flamengo Cobreloa (CHI) Zico (Flamengo)
1980 Nacional (URU) Internacional Victorino (Nacional-URU)
1979 Olimpia (PAR) Boca Juniors (ARG) Miltão (Guarani)
1978 Boca Juniors (ARG) Deportivo Cali (COL) Scotta (Deportivo Cali-COL)
1977 Boca Juniors (ARG) Cruzeiro Scotta (Deportivo Cali-COL)
1976 Cruzeiro River Plate (ARG) Palhinha (Cruzeiro)
1975 Independiente (ARG) Unión Española (CHI) Morena (Peñarol-URU)
1974 Independiente (ARG) São Paulo Pedro Rocha (São Paulo)
1973 Independiente (ARG) Colo Colo (CHI) Caszely (Colo Colo-CHI)
1972 Independiente (ARG) Universitario (PER) Ramírez (Universitario-PER)
1971 Nacional (URU) Estudiantes (ARG) Artime (Nacional-URU)
1970 Estudiantes (ARG) Peñarol (URU) Bertocchi (LDU-EQU)
1969 Estudiantes (ARG) Nacional (URU) Ferrero (S. Wanderers-CHI)
1968 Estudiantes (ARG) Palmeiras Tupãzinho (Palmeiras)
1967 Racing Club (ARG) Nacional (URU) Raffo (Racing Club-ARG)
1966 Peñarol (URU) River Plate (ARG) Onega (River Plate-ARG)
1965 Independiente (ARG) Peñarol (URU) Pelé (Santos)
1964 Independiente (ARG) Nacional (URU) Rodríguez (Independiente)
1963 Santos Boca Juniors (ARG) Sanfilippo (Boca Juniors)
1962 Santos Peñarol (URU) Coutinho (Santos)
1961 Peñarol (URU) Palmeiras Panzutto (Santa Fé-COL)
1960 Peñarol (URU) Olimpia (PAR) Spencer (Peñarol-URU)
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http://br.esportes.yahoo.com/futebol/libertadores/historia/campeoes/
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 18 Out 2008
“Causos” de Norte a Sul (parte 2)
A contribuição em relação à Bahia me foi enviada pelo jornalista Gustavo Longhi de Carvalho.
Ele lembra a final do Campeonato Baiano de 1988, em que o Bahia venceu o Vitória por 3 a 0 e se tornou campeão mais uma vez.
Uma briga generalizada entre os jogadores impediu que aquela partida chegasse ao final. O árbitro, o saudoso Dulcídio Wanderley Boschillia, teve de sair escoltado pelos policiais, tamanho foi o quebra-quebra quando o jogo estava próximo de acabar, já com o campeão definido.
O curioso foi que, no mesmo dia da final, foram entrevistar o Dulcídio em um lugar mais tranqüilo e, mesmo com o torneio acabado e o campeão definido, ele fez questão de frisar: todos os jogadores estavam expulsos, exceto Ben-Hur, do Vitória, que estava tentando apartar os companheiros durante o tumulto.
Imagine os jogadores do Bahia e do Vitória assistindo a esta entrevista em suas casas, e só então descobrindo que tinham sido expulsos. Foi o único caso de expulsão pela televisão de que se tem notícia…
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A melhor de todas as histórias que já ouvi envolvendo o futebol do Ceará refere-se à decisão da Taça Brasil de 1960, entre Fortaleza e Palmeiras.
O primeiro jogo, no Estádio Presidente Vargas, na capital cearense, o Palmeiras havia vencido com certa facilidade, por 3 a 1. Menos de uma semana depois, no dia 28 de dezembro, os dois times estavam novamente em campo, dessa vez no Pacaembu.
Surpreendentemente, o Fortaleza chegou a abrir o placar, com um gol do atacante Charuto. Mas, dois minutos depois, sofreu o empate, gol marcado por Zequinha. Ainda no primeiro tempo, Chinesinho fez Palmeiras 2 a 1, Romeiro ampliou para 3 a 1 e Julinho marcou o quarto. Novamente Charuto descontou para 4 a 2.
Na segunda etapa, Cruz, duas vezes, Chinesinho e Humberto fecharam a fatura em 8 a 2 para o Palmeiras, uma das maiores goleadas em partidas decisivas de toda a história do futebol brasileiro. Inconformado com a derrota, Charuto, o autor do gol que havia dado certa esperança ao Fortaleza, não parava de dar broncas em seus companheiros até o final do jogo. Principalmente no médio Sapenha, encarregado de marcar os atacantes palmeirenses.
“Vai em cima deles, vai em cima deles”, gritava, desesperado, o artilheiro Charuto. Ao que Sapenha respondia: “Vai tu, que foste fazer raiva aos “hômi” com aquele seu gol…” ********************************************************************************
Pertence ao futebol do Distrito Federal um triste recorde: o de menor público da história do futebol brasileiro. E que jamais será batido.
No dia 22 de junho de 1980, absolutamente ninguém foi ver o Taguatinga ganhar da Desportiva Bandeirante por 2 a 0, no Estádio Pelezão, pela sexta rodada do primeiro turno do Campeonato Brasiliense. Os gols foram marcados por Careca e Murilo.
Esses dados são do livro Curiosidades e Recordes do Futebol Brasileiro, do amigo jornalista Severino Filho, o Buim, de Teresina (PI).
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E você sabia que o Rei Roberto Carlos faz parte da letra do hino de um clube de futebol de sua cidade natal, Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo? O hino do Cachoeiro Futebol Clube é assim:
Terra de astros
Do poeta Newton Braga
Sampaio, Rubem Braga
E do Rei Roberto Carlos
Clube fidalgo
Guardado na memória
A Princesa do Sul
Fez a sua história.
por Yahoo Esportes/Celso Unzelte
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Fatos marcantes dos 5.000 jogos do Corinthians
JOGADORES QUE DEFENDERAM A SELEÇÃO
1938 - Brandão (Meio Campo) - nenhum gol
1938 - Jaú (Zagueiro) - nenhum gol
1950 - Baltazar (Atacante) - 02 gols
1954 - Baltazar (Atacante) - 01 gol
1954 - Cabeção (Goleiro) - nenhum gol
1958 - Gilmar (Goleiro) - nenhum gol
1958 - Oreco (Zagueiro) - nenhum gol
1970 - Ado (Goleiro) - nenhum gol
1970 - Rivelino (Atacante) - 03 gols
1970 - Zé Maria (Lateral) - nenhum gol
1974 - Rivelino (Atacante) - 03 gols
1974 - Zé Maria (Lateral) - nenhum gol
1978 - Amaral (Zagueiro) - nenhum gol
1982 - Sócrates (Meio Campo) - 02 gols
1986 - Carlos (Goleiro) - nenhum gol
1986 - Casagrande (Atacante) - nenhum gol
1986 - Edson (Lateral) - nenhum gol
1994 - Viola (Atacante) - nenhum gol
1998 - Dida Goleiro - nenhum gol
2002 - Dida Goleiro - nenhum gol
2002 - Ricardinho meia - nenhum gol
2002 - Vampeta Meio Campo - nenhum gol
2006 - Ricardinho Meia - nenhum gol
QUEM MAIS JOGOU
Wladimir (Lateral-esquerdo) - 805 jogos
Luizinho (Meia) - 610 jogos
Ronaldo (Goleiro) - 602 jogos
Zé Maria (Lateral) - 599 jogos
Biro-Biro (Volante) - 589 jogos
Vaguinho (Atacante) - 551 jogos
Cláudio (Atacante) - 549 jogos
Olavo (Zagueiro) - 506 jogos
Idário (Lateral) - 468 jogos
Rivelino (Meia) - 474 jogos
QUEM MAIS FEZ GOLS
Cláudio - 305 gols
Baltazar - 267 gols
Teleco - 251 gols
Neco - 235 gols
Marcelinho - 206 gols
Servílio - 201 gols
Luizinho - 175 gols
Sócrates - 172 gols
Flávio Minuano - 170 gols
Paulo - 146 gols
ARTILHEIROS DO PAULISTÃO
1914 - Neco - 12 gols
1916 - Apparício - 7 gols
1920 - Neco - 24 gols
1922 - Gambarotta - 19 gols
1935 - Teleco - 9 gols
1936 - Teleco - 28 gols
1937 - Teleco - 15 gols
1939 - Teleco - 32 gols
1941 - Teleco - 26 gols
1942 - Milani - 24 gols
1943 - Milani - 20 gols
1945 - Servílio - 17 gols
1946 - Servílio - 19 gols
1947 - Servílio - 19 gols
1951 - Carbone - 30 gols
1952 - Baltazar - 27 gols
1967 - Flávio - 21 gols
1982 - Casagrande - 28 gols
1987 - Edmar - 19 gols
1993 - Viola - 20 gols
2006 - Nilmar - 18 gols
GOLS HISTÓRICOS NO BRASILEIRO:
1- Rivellino (1971)
100- Rivellino (1974)
200- Palhinha (1977)
300 - Sócrates (1981)
400 - Serginho Chulapa (1985)
500 - Viola (1989)
600 - Viola (1993)
700 - Alcindo (1996)
800 - Luizão (1999)
900-Gil (2001)
1000-Gil (2003)
TODOS OS ESTRANGEIROS DA HISTÓRIA (25 AO TOTAL):
1934 - José Hungarês (HUN) - zagueiro
1943 – Graham Bell (URU) - zagueiro
1961 - Espanhol (ESP) - atacante
1965 - Olesk (POL) - atacante
1965 – Adnan (LIB) - meia
1974 - Buttice (ARG) - goleiro
1976 - Hector Viera (ARG) - goleiro
1979 - Taborda (URU) - atacante
1982 - Daniel González (URU) - zagueiro
1985 - De León (URU) - zagueiro
1994 - Koichi Hashimoto (JAP) - volante
1996 - Villamayor (PAR) - lateral
1996 - Mark Frank Williams (AFS) - atacante
1997 - Freddy Rincón (COL) - volante
1998 - Carlos Gamarra (PAR) - zagueiro
2001 - Ávalos (ARG) - zagueiro
2002 - Santiago Silva (URU) - atacante
2005 - Carlos Tevez (ARG) - atacante
2005 - Sebastian Dominguez (ARG) - zagueiro
2005 - Javier Mascherano (ARG) - volante
2006 - Johnny Herrera (CHI) - goleiro
2007 - Arce (BOL) - atacante
2008 - Cristian Suárez (CHI) - zagueiro
2008 - Herrera (ARG) - atacante
2008 - Acosta (URU) - atacante
TODOS OS TREINADORES DO CORINTHIANS (82 ao total)
1910/11 - Rafael Perrone
1912/14 - Casimiro Gonzalez
1915/20 - Amílcar Barbuy
1921/25 - Guido Giacominelli
1926/28 - Ângelo Rocco
1929/31 - Virgílio Montarini
1932/34 - José de Carlo
1935/36 - José Foquer
1937/39 - Antônio Pereira
1940/42 - Del Debbio
1943/45 - João Chiavone
1946/47 - Triger
1948 - Gentil Cardoso
1949/50 - Joreca
1951 - Newton
1951/54 - Rato
1954/58 - Oswaldo Brandão
1959 - Sílvio Pirilo
1960/61 - João Lima
1961 - Jim Lopes
1961 - Alfredo Ramos
1961/62 - Martin Francisco
1962 - Fleitas Solich
1963 - Roberto Belangero
1964 - Paulo Amaral
1964/65 - Oswaldo Brandão
1965 - Filpo Nuñez
1966 - Zezé Moreira
1967/ 68 - Lula
1968 - Oswaldo Brandão
1968 - Aimoré Moreira
1969/70 - Dino Sani
1971 - Aimoré Moreira / 1971 - Francisco Sarno
1971 - Baltazar
1972 - Francisco Sarno / 1972 - Luizinho
1972/73 - Duque
1973/74 - Lustrich
1974 - Sílvio Pirilo
1975 - Milton Buzetto
1976 - Duque
1977/78 - Oswaldo Brandão
1978/79 - José Teixeira
1979/80 - Jorge Vieira
1980 - Julinho
1980 - Orlando Fantoni
1980/81 - Oswaldo Brandão
1981 - Julinho
1981/83 - Mário Travaglini
1983 - Zé Maria
1983/84 - Jorge Vieira
1984 - Hélio Maffia
1984 - Jair Picerni
1985 - Jair Picerni
1985 - Carlos Alberto Torres
1985 - Mário Travaglini
1986 - Basílio
1986 - Jorge Vieira
1986 - Rubens Minelli
1987 - Formiga
1988 - Jair Pereira
1988 - Carlos Alberto Torres
1988 - Fescina
1989 - Fescina
1989 - Basílio
1989 - Enio Andrade
1989 -Palhinha
1990 - Zé Maria / 1990 - Nelsinho Batista
1991 - Nelsinho Batista
1991 - Cilinho
1992 - Basílio
1992 - Nelsinho Batista
1993 - Nelsinho Batista
1993 - Mário Sérgio
1994 - Afrânio Riul
1994 - Carlos Alberto Silva
1994 - Jair Pereira
1994 - Mário Sérgio
1995 - Mário Sérgio
1995 - Eduardo Amorim
1996 - Eduardo Amorim
1996 - Valdyr Espinosa
1996 - Nelsinho Batista
1997 - Nelsinho Batista
1997 - Wilson Coimbra
1997 - Joel Santana
1997 - Candinho
1998 - Wanderley Luxemburgo
1999 - Wanderley Luxemburgo
1999 - Oswaldo de Oliveira
2000 - Oswaldo de Oliveira
2000 - Oswaldo Alvarez
2000 - Candinho
2001 - Dario Pereyra
2001 - Wanderley Luxemburgo
2002 - Carlos Alberto Parreira
2003 - Geninho
2003 - Júnior
2003 - Juninho Fonseca
2004 - Oswaldo de Oliveira
2004 - Tite
2005 - Daniel Passarella
2005 - Márcio Bittencourt
2005 - Antônio Lopes
2006 - Ademar Braga
2006 - Geninho
2006 - Emerson Leão
2007 – Carpegiani
2007 – Zé Augusto
2007 – Nelsinho Batista
2008 – Mano Menezes
TÉCNICOS INTERINOS NA HISTÓRIA (36 AO TOTAL)
JOSÉ AUGUSTO (4/2007 e de 27/8/2007 a 24/9/2007):
Interino durante a transição de Leão para Carpegiani. Assumiu, pela segunda vez, para fazer a transição entre Carpegiani e Nelsinho Batista.
ADEMAR BRAGA (3 a 5/2006):
Substituiu Antonio Lopes e foi efetivado, mas perdeu a Libertadores e um clássico para o São Paulo e deu lugar a Geninho.
MÁRCIO BITTENCOURT (3/2005 e 5/2005):
Foi interino duas vezes. Na segunda, depois da demissão de Passarella, foi efetivado. E foi técnico por cinco meses.
JAIRO LEAL (5 a 7/2002 e 10/2003):
Foi interino na Copa dos Campeões, enquanto Parreira trabalhava na Copa do Mundo de 2002, e em um jogo de 2003.
WALDIR JOAQUIM DE MORAIS (10/2000):
Interino em um jogo (derrota para o Bahia por 2 a 1), entre a saída de Oswaldo Alvarez e a chegada de Candinho.
JOSÉ CARLOS SERRÃO (5/2000):
Substituiu Oswaldo de Oliveira, que priorizava a Libertadores. Pela Copa do Brasil, perdeu por
1 a 0 para o Botafogo.
EDSON CEGONHA (1 a 2/2000):
Comandou o time reserva no Rio-São Paulo, enquanto Oswaldo de Oliveira preparava a equipe principal para a Libertadores.
OSWALDO DE OLIVEIRA (6 e 10/1998):
Foi interino em dois jogos durante a primeira era Luxemburgo. Substituiu o “mestre” e ganhou o Mundial de Clubes.
WILSON COIMBRA (8/1997):
Perdeu para Atlético-PR e Coritiba entre a saída de Nelsinho Baptista e a chegada de Joel Santana, no Brasileirão de 1997.
PUPO GIMENES (1/1996):
Comandou o Corinthians no Torneio Início do Campeonato Paulista de 1996. A equipe empatou duas vezes e perdeu uma.
EDUARDO AMORIM (2/1994):
Interino entre Afrânio Riul e Carlos Alberto Silva. No ano seguinte,
foi efetivado e conquistou a Copa do Brasil e o Paulistão.
MÁRCIO ARAÚJO (8/1993):
Era auxiliar de Nelsinho Baptista. Assumiu temporariamente antes da contratação de Mário Sérgio e perdeu para o Mogi Mirim.
AGUINALDO MOREIRA (5/1991, 10/1992 e 5/1996):
Preparador de goleiros, formou Ronaldo, um dos melhores da história do clube, e foi interino em três ocasiões.
ÂNGELO MACARIELLO (2/1989):
Venceu a Inter de Limeira por 2 a 0, pelo Campeonato Paulista, entre a saída de José Carlos Fescina e a chegada de Ênio Andrade.
BASÍLIO (8/1985, 5 a 7/1986, 8/1986, 4 a 5/1987 e 12/1987):
Herói de 1977, foi interino em cinco oportunidades, antes de ser efetivado, entre 1989 e 1990.
HÉLIO MAFFIA (2/1984, 6 a 8 1984 e 2/1985):
Substituiu, por alguns jogos, Jorge Vieira e Jair Picerni e fez a transição de Picerni para Carlos Alberto Torres.
JULINHO (5 a 6/1980 e 8/1980):
Interino no período em que trabalharam Jorge Vieira, Orlando Fantoni e Oswaldo Brandão. Efetivado em 1980, por 35 jogos.
NICANOR DE CARVALHO (3/1980):
Substituiu o técnico Jorge Vieira por apenas uma semana, enquanto este enfrentava problemas de saúde.
JOÃO AVELINO (10 a 11/1977):
Substituiu Oswaldo Brandão por pouco mais de um mês, logo depois que o Timão conquistou o Paulistão e encerrou a fila.
LUIZ MORAES (8/1976):
Ex-goleiro, Cabeção foi interino em um único jogo: clássico contra o São Paulo, vitória por 1 a 0, pelo Campeonato Paulista.
LUIZ TROCHILLO (4 a 5/1972 e 11/1975):
Interino duas vezes: substituiu Francisco Sarno, antes da chegada de Duque, e Sylvio Pirillo, antes de Dino Sani.
OSWALDO DA SILVA (8 e 9/1970):
O ex-atacante Baltazar foi interino em duas ocasiões, antes de assumir como efetivo no Campeonato Paulista de 1971.
OSWALDO BRANDÃO (7/1968):
Era supervisor e foi interino, antes de Aymoré Moreira assumir. Considerado por muitos, o melhor técnico da história do clube.
JOSÉ TEIXEIRA (3/1965, 11/1965 e 8/1966):
Foi técnico interino do Corinthians em três ocasiões, antes de assumir o cargo efetivamente, entre 1978 e 1979.
ROBERTO BELANGERO (6/1964):
Ídolo na campanha do título de 1954, foi interino ao substituir Paulo Amaral, de quem era auxiliar. Efetivado, durou 24 jogos.
NESI CURI (5/1963):
Era diretor de futebol do clube e assinou a súmula como técnico interino porque o paraguaio Fleitas Solich se atrasou para uma partida.
OSVALDO RODOLPHO DA SILVA (3/1961):
Ex-jogador do clube, Dino Pavão era auxiliar e foi interino por dois jogos, depois que o “chefe” João Lima deixou o cargo.
ALBINO LOTITO (6/1958):
Era diretor do clube e assumiu o cargo interinamente por dois jogos válidos pelo Torneio de Brasília, vencido pelo Corinthians.
HÉLIO FILÉ (4/1958):
Era técnico do time reserva, dirigiu o time em apenas uma partida, vitória sobre o Paulista, de Jundiaí, por 3 a 2.
JOSÉ CASTELLI (1 a 2/1958, 4 a 5/1959 e 7/1961):
Rato foi técnico efetivo em duas ocasiões – 1942/43 e 1951/54 – e interino em três. Acumulou 255 jogos.
JOSÉ GOMES NOGUEIRA (3/1957):
Interino por apenas quatro jogos, em substituição ao titular Oswaldo Brandão, que estava na Seleção Brasileira.
CLÁUDIO CHRISTÓVÃO DE PINHO (5/1954, 1/1956 e 3/1956):
Maior artilheiro da história do clube, foi interino três vezes, antes de assumir em 1958.
CLÁUDIO, SERVÍLIO e HÉLIO (7/1948):
Os três formaram um triunvirato e comandaram o Corinthians por dez jogos, entre Gentil Cardoso e Joreca.
AMÍLCAR BARBUY (2/1937):
Interino em apenas um jogo. Foi técnico efetivo em três ocasiões (1915/1920, 1934/35 e 1943), acumulando 192 jogos.
MANOEL NUNES (8/1927 a 3/1928):
Caso curioso. Foi técnico interino por quase sete meses, enquanto cumpria suspensão como jogador. Foi efetivo em 1937.
FERNANDO TORRINI (5/1919):
Foi interino do Corinthians por dez dias na ausência do capitão Amílcar Barbuy, que estava servindo à Seleção Brasileira.
RECORDES
Gol mais rápido marcado: aos 12 segundos, pelo centroavante Paulo, na vitória por 3x0 sobre o XV de Piracicaba, pelo Campeonato Paulista, em 18/11/1956.
Gol mais rápido sofrido: aos 10 segundos, marcado por Washington, do Espanha (atual Jabaquara), na vitória do Corinthians sobre seu time, de virada, em um amistoso (27/3/1957).
Maior público pagante que já assistiu a um jogo do Corinthians: 146.043 pessoas, na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1976, contra o Fluminense, no Maracanã (1x1, 5/12/1976).
Jogo com o maior número de gols: Corinthians 10 x Portuguesa 5, no dia 12 de fevereiro de 1928, Paulista do ano anterior.
Jogador mais jovem a vestir a camisa do Timão: Jô 23/3/1987 (16 anos, 3 meses e 26 dias) Corinthians 1 x 0 Guarani, 19/7/2003
Jogador mais jovem a marcar gol pelo Timão: Jô 23/3/1987 (16 anos, 5 meses e 1 dia) Corinthians 3 x 1 Inter, dia 24/08/03
Jogador mais vezes expulso com a camisa do Timão: Marcelinho Carioca, 19 expulsões em 427 jogos (22,5)
Jogador mais vezes artilheiro de um campeonato: Teleco, cinco vezes. Foi o goleador máximos dos Paulistas de 1935 (9 gols), 1936 (28 gols), 1937 (15 gols), 1939 (32 gols) e 1941 (26 gols).
Jogador que marcou mais gols em um só jogo: Zuza, atacante, 6 gols (Corinthians 10 x Sírio 1, Campeonato Paulista, 21/05/1933)
Jogador que marcou mais gols contra o Corinthians em um só jogo: Roberto Dinamite, atacante do Vasco, 5 gols (Vasco 5 x Corinthians 2, Campeonato Brasileiro, 04/05/1980).
Time que mais marcou gols na meta do Corinthians: Palmeiras, 481 gols
Jogador que mais marcou gols no Corinthians: Pelé, 50 gols
Jogadores mais vezes campeão pelo Corinthians: Armando Del Debbio, Marcelinho Carioca e Kléber, com oito conquistas, e Ricardinho, com sete conquistas)
Técnico que mais venceu: Oswaldo Brandão, com 138 triunfos (54 a 57)
Técnico de melhor aproveitamento: José Foquer, com 74% (35 e 36)
Técnico que mais trabalhou no clube: Oswaldo Brandão - cinco vezes
Técnico que menos ficou no cargo: Júnior, com duas partidas, em 2003
JOGOS MARCANTES
10 JOGOS PARA ESQUECER
Grêmio 1 x 1 Corinthians, dia 2/12/07 (confirmação da queda)
Corinthians 1 x 3 River Plate, dia 5/6/06 (Libertadores de América)
Corinthians 1 x 2 River Plate, dia 14/5/03 (Libertadores de América)
Corinthians 1 x 3 Grêmio, dia 17/6/01 (Copa do Brasil)
Palmeiras 3 x 2 Corinthians, dia 6/6/00 (Libertadores de América)
Palmeiras 4 x 0 Corinthians, dia 12/6/93 (Campeonato Paulista)
São Paulo 3 x 0 Corinthians, dia 2/12/84 (Campeonato Paulista)
Inter 2 x 0 Corinthians, 12/12/76 (Campeonato Brasileiro)
Palmeiras 1 x 1 Corinthians, 22/12/74 (Campeonato Paulista)
10 JOGOS PARA LEMBRAR
Goiás 3 x 2 Corinthians, dia 4 de dezembro de 2005 (Campeonato Brasileiro)
Corinthians 7 x 1 Santos, dia 6 de novembro de 2005 (Campeonato Brasileiro)
Vasco 0 x 0 Corinthians, dia 14 de janeiro de 2000 (Mundial de Clubes da Fifa)
Corinthians 1 x 0 São Paulo, dia 16 de dezembro de 1990 (Campeonato Brasileiro)
Guarani 0 x 1 Corinthians, dia 31 de julho de 1988 (Campeonato Paulista)
Corinthians 1 x 0 Ponte Preta, dia 13 de outubro de 1977 (Campeonato Paulista)
Fluminense 1 x 1 Corinthians, dia 5 de dezembro de 1976 (Campeonato Brasileiro)
Corinthians 4 x 3 Palmeiras, dia 25 de abril de 1971 (Campeonato Paulista)
Corinthians 2 x 0 Santos, dia 6 de março de 1968 (Campeonato Paulista)
Corinthians 1 x 1 Palmeiras, dia 6 de fevereiro de 1955 (Campeonato Paulista)
Lancenet
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 14 Out 2008
Cabeção, sombra do grande Gilmar
Foto tirada do jogo Vasco da Gama x Corinthians em 23/05/65 no Maracanã. O jogo terminou 1 x 1, com gols de Rivelino e Oldair.
Reparem na foto que Cabeção neste jogo estava sem luvas. Logo ele que introduziu no Brasil as luvas.
Travou renhidas “batalhas” com Gylmar, nos anos 50, pela camisa 1 do Timão. Nascido no dia 23 de agosto de 1930, Cabeção jogou no Parque São Jorge de 1949 a 1966.
Pelo Corinthians, o ex- goleiro atuou em 330 jogos, sofreu 419 gols e um gol contra. Cabeção era o goleiro da boa fornada de aspirantes que subiu ao time principal a partir de 1949, junto com Idário, Roberto e Luizinho.
Começou no clube ainda como infantil, em 1938, e, ao longo da carreira saiu várias vezes, vendido ou por empréstimo, para a Portuguesa, o Bangu, e o Comercial de Ribeirão Preto. Mas sempre retornou ao Parque São Jorge.
Dizia-se que nos jogos noturnos Cabeção não apresentava a mesma eficiência dos diurnos. Mesmo assim, foi campeão paulista em 1951, como titular absoluto, e em 1954, atuando em alguns poucos jogos.
Na campanha do bicampeonato, em 1952, era banco de Gilmar (sua grande sombra dentro do Parque São Jorge) e não chegou a entrar em campo nenhuma vez.
Esteve na Copa do Mundo da Suiça, em 1954, como reserva de Castilho.
Antes de abandonar a carreira, em 1967, passou também pela Portuguesa Santista.
Curiosidades
- Sócio desde 1942 do Sport Club Corinthians Paulista (número 2.051);
- Foi o primeiro goleiro que trocou a cor da camisa (preta por cinza);
- Primeiro goleiro no Brasil que introduziu luvas, em 1957 (Gylmar foi o primeiro a descartar joelheiras, em 1958);
Obs: com relação a altura dos goleiros, ele e Aimoré, Jurandir, Barbosa, Castilho, Veludo, Gylmar e Valdir Joaquim de Moraes, tinham altura entre 1m75 e 1m80, e todos tiveram excelentes atuações, com passagens pela seleção brasileira, época que não havia treinadores de goleiros. Segundo Cabeção, o que acontece hoje é vários treinadores de goleiros são preparadores físicos, treinam muito, mas não sabem corrigir os erros.

Nesta foto Cabeção está ao lado de Homero e Rosalem.
Só sumulas
Miltom Neves
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 13 Out 2008
São Paulo 1991, Palmeiras 2003 ou Corinthians 2008?
O Corinthians praticamente garantiu o acesso para a elite do futebol
brasileiro. E nos botequins a pergunta comum agora é a seguinte: Quem foi
mais eficiente dos times que já disputaram a Segundona? Aqui, estão separadas
três forças paulistas que já viveram o drama do rebaixamento, mas que
conseguiram dar a volta por cima: o São Paulo, que disputou a Segundona ( em termos ) do
Paulistão de 91, o Palmeiras, vencedor da Série B do Brasileiro de 2003, e o
Corinthians, que faz, em 2008, brilhante campanha na mesma Série B nacional.
Como sou detalhista, não fiz questão apenas de escalar os times com 11
jogadores. Também “selecionei” os principais suplentes. Então, vamos
conferir as equipes, escaladas sempre no 4-4-2, pois assim facilita as
comparações (peça por peça). Veja abaixo:
SÃO PAULO 1991 – Time base: Zetti; Cafu, Antônio Carlos, Ronaldão e
Nelsinho; Sidnei, Suélio, Raí e Elivélton; Muller e Macedo. Técnico: Telê
Santana. Seis reservas: Alexandre (promissor goleiro, que morreu em 1992),
Adilson (experiente zagueiro, também usado algumas vezes como volante),
Vitor (lateral-direito), Eraldo (dublê de volante e meia), Rinaldo
(ex-Fluminense e dublê de meia e ponta-esquerda) e Baiano (atacante que
depois jogou no Noroeste).
PALMEIRAS 2003 – Time base: Marcos; Baiano, Daniel, Leonardo e Lúcio;
Marcinho Guerreiro, Magrão, Diego Souza e Élson; Edmilson e Vágner Love.
Técnico: Jair Picerni. Seis reservas: Sérgio (goleiro), Glauber (zagueiro),
Corrêa (versátil jogador que atuava na lateral e também no meio de campo),
Fábio Gomes (volante campeão da Copa do Brasil pelo Sport em 2008), Pedrinho
(meia que voltou ao Vasco em 2008) e Muñoz (atacante colombiano).
CORINTHIANS 2008 – Time base: Felipe; Alessandro, Chicão, William e André
Santos; Fabinho (machucado, Fabinho foi substituído por Cristian, mas atuou
na maioria dos jogos), Elias, Douglas e Morais; Dentinho e Herrera. Técnico:
Mano Menezes. Seis reservas: Júlio César (goleiro), Fábio Ferreira
(zagueiro), Carlos Alberto (polivalente jogador que atua na lateral e no
meio de campo), Eduardo Ramos (dublê de volante e meia), Lulinha
(meia-atacante) e Acosta (machucado, mas que atuou a maioria dos jogos do
primeiro turno).
Adversários de cada um
E então: qual time paulista da “Segundona” foi o melhor? Vale lembrar que
alguns dos principais adversários do São Paulo, na espécie de Série B do
Paulistão de 91, foram Catanduvense, Olímpia, Juventus, Santo André, Ponte
Preta, Marília, Sãocarlense e Internacional de Limeira. Já o Palmeiras teve
como principais rivais na Série B do Brasileirão de 2003 equipes como o
Botafogo (vice-campeão), Sport, Marília, Brasiliense, Santa Cruz, Remo,
Náutico e Portuguesa. E agora, em 2008, o Corinthians parece ter como
maiores obstáculos na Série B tupiniquim as equipes do Vila Nova (GO), Avaí,
Santo André, Ponte Preta, Barueri, Bahia, Juventude e Ceará.
Titulares de Telê foram os melhores; Verdão teve mais pedreiras
Em minha opinião, contando apenas os 11 titulares, o São Paulo 91 tem o
melhor time. O Tricolor, que voltou à “Primeirona” do futebol paulista,
tinha ainda Telê Santana.
O melhor elenco (opções para o treinador) é o do Corinthians. E o time que
teve adversários mais duros para retornar à elite foi mesmo o Palmeiras. O
São Paulo, em compensação, enfrentou _exceto raríssimas equipes_ espécies de
“Ilhas Salomão do futebol de campo”, em 1991. Você concorda?
Goleiros de peso
Zetti estava em alta no São Paulo 91. Marcos já era ídolo _há pelo menos
quatro anos_ no Palmeiras, que subiu em 2003. E Felipe ainda é uma esperança
da Fiel, apesar dos terremotos frequentes vividos no Parque São Jorge. Todo
time grande começa por um bom goleiro. Os três parecem ter seguido o velho e
batido ditado.
Estrelas e símbolos
As principais estrelas são-paulinas em 1991 eram Raí e Muller. O Palmeiras
viu despontar em 2003 o artilheiro Vágner Love, que em pouco tempo
conquistou o mundo verde. O argentino Herrera, com seu estilo guerreiro,
pode ser apontado como símbolo do time corintiano 2008.
site Milton Neves
Rogério Micheletti
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 13 Out 2008
Duas vezes 5 x 5 não se vê toda hora….menos ainda na mesma semana!
CORINTHIANS (SP) 5 x 5 VASCO DA GAMA (RJ)
Data: 17/04/1955
Torneio Rio-São Paulo
Local: Pacaembu
Renda: Cr$ 506.375,00
Juiz: José Gomes Sobrinho
Gols: Pinga, Rafael, Vavá (3), Carbone, Ademir, Cláudio (pênalti), Baltazar(2)
CORINTHIANS: Gilmar, Homero e Alan, Olavo, Goiano e Roberto, Cláudio, Luizinho, Baltazar, Rafael (Carbone) e Simão /Técnico: Oswaldo Brandão
VASCO DA GAMA: Vitor Gonzalez (Hernâni), Paulinho e Belini, Jofre (Amauri), Adésio e Dário, Sabará, Ademir de Menezes (Iedo), Vavá, Pinga e Alvinho / Técnico: Flavio Costa.
Obs: Goiano foi expulso
CORINTHIANS (SP) 5 x 5 PORTUGUESA DE DESPORTOS (SP)
Data: 14/04/1955
Torneio Rio-São Paulo
Local: Pacaembu
Renda: Cr$ 178.618,00.
Juiz: João Etzel Filho.
Gols: Nonô (2) , Ortega, Julinho, Airton, Claudio, Simão, Luisinho, Edmur e Átis
CORINTHIANS: Gilmar (Cerri), Homero e Olavo, Idário, Goiano e Roberto, Cláudio, Luisinho, Carbone, Nonô e Simão. Técnico / Oswaldo Brandão.
PORTUGUESA DE DESPORTOS: Lindolfo, Nena e Floriano, Djalma Santos, Ceci e Zinho; Julinho (Átis), Zé Amaro, Airton (Ipojucã), Edmur e Ortega / Técnico / Délio Neves
site Só sumulas
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 13 Out 2008
O Jogo: Fla x América de 06/12/1960 - O craque: Calazans
No dia 6 de Dezembro de 1960, num domingo, América e Flamengo se enfrentaram
no Maracanã pelo 2ºTurno do campeonato carioca desse ano e houve o empate de
1 tento a 1. Nesse ano os americanos foram os campeões estaduais.
Principais artilheiros do campeonato
Quarentinha (Botafogo) 25 gols.
Waldo (Fluminense) 14.
Pinga (Vasco) 12.
Gérson (Flamengo) e Maurinho (Fluminense) 10.
O Jogo
AMÉRICA (RJ) 1 X 1 FLAMENGO(RJ)
Data: 06/11/1960
Campeonato carioca
Local: Maracanã
Juiz: Armando Marques
Gols: Calazans (AME) e Henrique (FLA)
AMÉRICA: Pompéia, Jorge, Djalma Dias, Wilson Santos, Ivan, Amaro, João
Carlos, Calazans, Quarentinha, Antoninho, Nilo / Técnico: Jorge Vieira
FLAMENGO; Ari, Bolero, Monim, Jadir, Vanderlei, Carlinhos, Moacir, Othon,
Henrique, Luis Carlos,Germano / Técnico:
O Craque: Calazans
José Alves Calazans, nasceu em 13 de agosto de 1934 em Salvador (BA).
Ex-ponta-direita do América do Rio, campeão carioca de 1960, está aposentado
como oficial de fazenda do Governo do Rio de Janeiro e continua morando na
ex-capital do estado da Guanabara. Lá, ele já foi motorista particular de
deputado da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro.
O Atacante iniciou sua bela carreira no Bangu AC, onde jogou ao lado de seu
saudoso irmão Zózimo Alves Calazans (o Zózimo, bi-campeão mundial pelo
Brasil nas Copas de 1958 e 1962) e de Zizinho, Nívio, Décio Esteves, dentre
outros grandes jogadores.
De lá, do Bangu, Calazans transferiu-se para o América do Rio, quando foi
contratado como substituto do badalado e célebre Canário, que fora vendido
para o Real Madrid, da Espanha. Depois do América, Calazans, em 1961,
transferiu-se para o Fluminense onde encerrou a carreira.
Foi campeão carioca em 1960 numa memorável final contra o Fluminense, onde
bastava aos tricolores somente um empate, mas, com uma grande atuação de
Calazans e companheiros, O América sagrou-se campeão.
Um dos fatos mais marcantes da carreira de Calazans foi o encontro que ele
teve mais o resto do elenco com a torcedora símbolo do América Tia Rute,
antes da final de 1960. Ela estava Grávida e passando mal Foi atendida no
posto médico e aconselhada a ir para casa. Calazans levantou-se e chegando
perto de Tia Rute disse: “Tranqüilize-se minha senhora, nós sabemos da
missão que temos a cumprir”. Ela acabou tendo permissão médica para assistir
ao jogo e ver o seu Mequinha ganhar do Flu e levar o campeonato. Após o jogo
teve outro encontro com os campeões onde Calazans falou emocionado: “Minha
senhora com está se sentindo? A senhora nos impressionou de tal forma que
nós precisávamos ganhar, não só por nós, mas pela senhora também. Essa
vitória foi dedicada a senhora. Já falei em várias emissoras a seu respeito”
. “Beijei-o e agradeci”- disse Tia Rute.
Clubes:
Bangu-RJ(1953-1959)
America-RJ(1960)
Fluminense(1961-1963)
Títulos
Copa Oswaldo Cruz: 1956(Brasil)
Copa O’Higgins: 1956(Brasil)
Campeonato Carioca: 1960(América)
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 11 Out 2008
Foto do 1° gol do Morumbi
Peixinho (camisa 7) marca de cabeça o primeiro gol da história do Morumbi, na vitória do São Paulo contra o Sporting de Portugal por 1 a 0, em amistoso internacional. A foto é do dia 2 de outubro de 1960 e do lado esquerdo, entre dois marcadores lusitanos, você confere o meia Gonçalo.
Ainda inacabado, veja a foto do dia da inauguração, dia 2 de outubro de 1960, com um jogo contra o Sporting de Lisboa. O time do São Paulo: Poy, Ademar, Gildésio e Riberto; Fernando Sátiro e Vítor; Peixinho, Jonas (Paulo), Gino, Gonçalo (Cláudio) e Canhoteiro.

Tricolor Paulista Net
Milton Neves
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 10 Out 2008
Time dos jornalistas em SP
Descubra os times dos jornalistas
e apresentadores que você tanto gosta… ou não gosta!
Jornalista Time Jornalista Time
Adriana Bittar São Paulo José Silvério Cruzeiro
Angelo Ananias São Paulo José Trajano América RJ
Acaz Felleger Palmeiras Jota Júnior Palmeiras
Alberto Helena Júnior São Paulo Juarez Soares Corinthians
Alberto Nascimento Corinthians e V.Gama Juca Kfouri Corinthians
Alessandra do Valle São Paulo Juninho Furacão Palmeiras
Alessandro Nunes Corinthians Leandro Quesada Corinthians
Alex Müller Palmeiras Lélio Santos
Alexandre Silvestre São Paulo Ligeirinho Corinthians
Alexandre Vianna Corinthians Lourenço DiaférriaCorinthians
Ana Paula Abrão São Paulo Luciana di MichelliPalmeiras
André Cardoso Palmeiras Luciano do Valle PontePreta
André Galvão Palmeiras Luciano Faccioli Santos
André Henning Corinthians Luciano Huck Corinthians
André Kfouri Corinthians Luis Augusto Maltoni SãoPaulo
André Müller São Paulo Luis Carlos QuartaroloSantos
André Plihal São Paulo Luis Henrique GurianCorinthians
Antonio Édson Corinthians Márcio Bernardes Comercial
Armando Nogueira Botafogo Marco Bello Corinthians
Astrid Fontenelle Corinthians Marcos Luiz Corinthians
Beto Hora Corinthians Marcos Mion São Paulo
Bruno Prado São Paulo Marcos Roberto São Paulo
Bruno Filho Corinthians Marília GabrielaCorinthians
Cacá Rosset Corinthians Maurício Noriega Palmeiras
Caroline Knoploch São Paulo Mauro Betting Palmeiras
Casagrande Corinthians Mauro Miranda Santos
Cássio Politi Corinthians Mauro Naves Corinthians
Celso Kinjô Corinthians Milton Leite Corinthians
César Augusto Guarani Milton Neves Santos
César Filho São Paulo Nílson César São Paulo
Chico Anísio Palmeiras e Vasco da Gama Octávio Muniz Corinthians
Chico Lang Corinthians Osmar Santos Palmeiras
Chico Sobrinho Corinthians Oswaldo Maciel São Paulo
Ciro Jatene Corinthians Otávio Mesquita Palmeiras
Claudio Carsughi Fiorentina Paulinho Arapuã Cruzeiro
Cléber Machado Santos Paulo Henrique AmorimFluminense
Cléo Brandão São Paulo Paulo Roberto MartinsSantos
Débora Menezes Corinthians Paulo Vinícius CoelhoPalmeiras
Dirceu Maravilha Palmeiras Pedro Bassan Corinthians
Domenico Gato Palmeiras Pedro Luiz Ronco Corinthians
Éder Luiz Marília Porpetone Corinthians
Eduardo Afonso Portuguesa Ratinho Palmeiras
Eduardo Castro Palmeiras Raul Drewnick Corinthians
Eduardo de Menezes Palmeiras Raul Drewnick FilhoCorinthians
Eduardo Maluf São Paulo Reinaldo Porto Corinthians
Elia Júnior Palmeiras Ricardo Andreoni (Madureira)Flamengo
Fabio Seródio São Paulo Ricardo CapriottiCorinthians
Fausto Silva Santos Ricardo Perrone São Paulo
Fernanda Gonçalves Palmeiras Roberto Avallone Palmeiras
Fernando Fernandes Juventus Roberto Benevides Vasco daGama
Fernando Fontana Corinthians e Newcastle Roberto Carmona Atlético Paranaense
Fernando Solera São Paulo Roberto Hais Corinthians
Fernando Vanucci Botafogo Roberto Monteiro Palmeiras
Ferreira Martins Corinthians Rodrigo Vessoni Corinthians
Fiori Gigliotti Palmeiras Romeu César Francana
Flávio Adauto Corinthians Salomão Ésper Corinthians
Flávio Gomes Portuguesa Serginho Groismann Corinthians
Flávio Prado Ponte Preta Sérgio Loredo Corinthians
Fuzil Corinthians Sílvio Luiz São Paulo
Galvão Bueno Flamengo Thomaz Rafael Corinthians
Gastão Moreira Corinthians Thunderbird São Paulo
Gérson São Paulo e Fluminense Tiago Torriceli São Paulo
Gílson Ribeiro Corinthians Toni José Corinthians
Gustavo Villani São Paulo Valmir Jorge Corinthians
Henrique Guilherme São Paulo Valmir Storti Santos
Hermano Henning Corinthians Vanderlei Ribeiro São Paulo
Heródoto Barbeiro Corinthians Vinicius Saponara Corinthians
Ivo Morganti Santos Wanderlei Nogueira São Paulo
Jô Soares Fluminense Wellington Campos Fluminense
João Zanforlin Corinthians Zé Luiz Corinthians
José Calil Santos Zé Paulo Corinthians
José Paulo de Andrade São Paulo
http://www.thomazrafael.com.br
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 09 Out 2008
Grandes que ja “cairam” pelo mundo
No Brasil era inimaginável pensar há alguns anos em um time grande
disputando a segunda divisão. Viradas de mesa, como se define maracutaias
para evitar o descenso deste ou daquele eram comuns, até 2002. Naquele ano,
os grandes e ex-campeões nacionais Palmeiras e Botafogo foram rebaixados. E
em 2003 tiveram que disputar a Segundona.
Voltaram à Série A no campo, mas depois foram seguidos por Grêmio (2003) e
Atlético-MG (2004). E finalmente o futebol brasileiro pôde se assemelhar em
algo ao futebol de outros países: por lá, diversas potências já tiveram sua
passagem pela divisão de acesso. Vejamos:
ITÁLIA
Dos poderosos, apenas o Internazionale de Milão nunca flertou com o
descenso. Mas curiosamente os rebaixamentos de dois grandes, o Juventus e o
Milan, se assemelham um pouquinho ao que aconteceu com o Corinthians em
2007: escândalos.
O Timão foi rebaixado no campo, ao contrário dos italianos, que caíram por
decisão de cartolas depois que vieram à tona denúncias. Em 1980, o Milan se
envolveu na máfia da loteria, que arrumava resultados com jogadores
envolvidos. Foi para a Série B, se desestruturou, voltou, mas em 82 caiu de
novo, desta vez nas quatro linhas.
O Juventus esteve envolvido nos problemas de arbitragem, em 2006, pouco
antes da Itália ser campeã do mundo. Foi para a Segundona e voltou na
temporada seguinte, segurando muito dos figurões em seu time, apesar da
queda.
O Corinthians teve devassada sua parceria com o Grupo MSI este ano.
Denúncias de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, que acabaram
refletindo no desempenho do time em campo e no rebaixamento.
FRANÇA
O Olympique de Marselha era a potência da França, algo como o Lyon é hoje.
Mas no início dos anos 90, o time teve suas finanças investigadas e foram
encontradas irregularidades que rebaixaram o Olympique. Para piorar, o time
perdeu o direito, em 93, de disputar a final do Mundial Interclubes contra o
São Paulo, em Tóquio, já que perdeu seu título de campeão europeu para o
Milan naquela temporada. Eles nunca mais foram os mesmos após a queda.
INGLATERRA
Não há grande que não tenha caído na Inglaterra. O Manchester United, que já
foi considerado o clube mais rico do planeta e prioriza o planejamento, caiu
em 1974, voltando no ano seguinte. O Liverpool, campeão europeu em 2005,
visitou a segundona inglesa por cinco oportunidades: 1892, 1895, 1904, 1942
e 1954.
E o Arsenal, da capital Londres, caiu já faz tempo, mas caiu: foi 1913. Lá
não tinha virada de mesa nem na época do amadorismo…
ARGENTINA
Boca Juniors, River Plate e Independiente jamais disputaram a segundona. Mas
nossos hermanos têm um regulamento que facilita para os grandes, sempre mais
ricos que os rivais: o rebaixamento é feito com base na média na
participação de oito (quatro clausuras e quatro aperturas) campeonatos
seguidos. E fica impensável imaginar Boca ou River dando vexames algumas
temporada seguidas.
O PIONEIRO NO BRASIL
Fluminense Football Club: O Pioneiro da queda dos grandes no Brasil
Em 1996, o clube foi rebaixado para a segunda divisão. Devido a um escândalo
envolvendo compra de árbitros e manipulação de resultados, cujo pivô era o
diretor da Comissão de Arbitragem na época, Ivens Mendes, o Fluminense foi
reconduzido à Série A.
Mas a lição não foi aprendida e os mesmos erros continuaram a ser cometidos.
O clube sofreu sua segunda queda seguida. Desta vez, caiu mesmo. Em 1998, o
momento mais humilhante da história do Fluminense. O time foi rebaixado para
a terceira divisão.
Dos grandes do Brasileirão, os times que nunca disputaram a série B do
Brasileirão está ficando num “clube” cada vez menor:
Flamengo, Cruzeiro, São Paulo, Internacional, Vasco e Santos.
A tendência é este ” clube ” ficar menor ainda.
Conforme o site www.forumdeprima.com, segue mais uma informação para
enriquecer o tópico dos grandes clubes:
Inglaterra: todos já caíram
França: todos já caíram
Itália: apenas a Inter nunca caiu
Alemanha: apenas o Hamburgo nunca caiu
Espanha: apenas Atletic Bilbao, Real Madrid e Barcelona nunca caíram.
Como o rebaixamento deixa muita tristeza em seus torcedores, fica aqui registrado o depoimento de uma jornalista que viajou para Porto Alegre com a Fiel na última partida do Corinthians no Brasileirão de 2007:
Porto Alegre, 2 de dezembro de 2007.
Querido Corinthians,
Escrevo-te para pedir desculpas. Desculpa-me por eu ter fraquejado, por ter perdido as esperanças, por não mais ter tido voz para te empurrar nem forças para ficar de pé. Peço perdão por não ter conseguido conter a emoção e ter derramado lágrimas diante de nossos opositores.
Desculpa-me por eu ter te deixado, meu amado Corinthians, por tanto tempo nas mãos de corruptos. Sei que demorei demais para correr em seu socorro. Perdão por eu ter tolerado, por tanto tempo, jogadores que não honraram seu nome e tradição, que não deram valor à sua camisa.
Grande Corinthians, mais que tudo, me perdoe por estar sentindo raiva. Você, que sempre me deu tanto orgulho e alegria, não merece nada disso. Não merece o desprezo, a humilhação, não merece o rebaixamento. Desculpe mais uma vez por eu ter deixado que tudo isso te atingisse.
Prometo que esses erros jamais se repetirão. Prometo a ti, Corinthians amado, não perder mais um minuto me lamentando. Gastarei minhas energias lutando por seu renascimento. E se você vai para a Segundona, é para lá que eu vou também!
“Eu nunca vou te abandonar, porque eu te amo. Eu sou Corinthians!”
Débora Miranda tem 28 anos e é repórter do G1
Fonte: Globoesporte.com
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 09 Out 2008
Histórias de paradinhas
Histórias de paradinhas
Ela voltou, e está causando a maior polêmica. Popularizada por Pelé nos anos 60, a paradinha na hora de cobrar o pênalti andou meio esquecida. Agora, tem sido usada com freqüência neste Brasileiro. Às vezes vale, às vezes não — e ninguém entende por quê. A paradinha consiste em travar a corrida antes de bater na bola na hora de cobrar o pênalti. Geralmente, o goleiro se mexe para um dos lados, e aí é só tocar para o outro. Segundo o ex-goleiro Lalá, reserva de Laércio e, depois, de Gilmar no grande Santos de Pelé, a paradinha foi inventada nas brincadeiras entre os jogadores daquele time, que aconteciam logo depois dos treinos. Quem gostava muito de usar a paradinha para divertir-se às custas do próprio Lalá era o lateral Dalmo. Pelé observou a jogada. E um dia resolveu aplicá-la nos jogos para valer. ***************************************************************************
No dia 6 de fevereiro de 1962, o Santos enfrentou o River Plate, em Buenos Aires, durante uma excursão à América do Sul. Acabou perdendo por 2 a 1, mas naquele jogo teve um pênalti a seu favor, cobrado por Pelé pela primeira vez com a paradinha.O árbitro argentino Aurélio Bossolino não só invalidou o lance como marcou falta contra o Santos. Algum tempo depois, a FIFA pronunciou-se considerando errada a atitude do árbitro, por ter beneficiado o infrator. Porém, durante um bom tempo, não mais se pronunciou sobre o assunto paradinha. ***************************************************************************
Bossolino era considerado um árbitro imparcial, independente. Tão imparcial e independente que muitas vezes não interessava tê-lo apitando certos jogos. Foi o que aconteceu em um certo Brasil x Uruguai, disputado no Pacaembu, pela Copa Rio Branco, em 1967.Premeditadamente, o então presidente da Federação Paulista de Futebol, João Mendonça Falcão, mandou buscar o árbitro argentino de carro. E orientou para que o motorista ficasse rodando com ele pelas ruas da cidade, indefinidamente. Com isso, Bossolino acabou se atrasando, e quando chegou ao Pacaembu a partida já estava sendo apitada por um de seus auxiliares, o brasileiro Romualdo Arppi Filho. O Brasil ganhou por 2 a 0.
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Ainda sobre a paradinha: também é falsa a idéia de que a FIFA um dia a tenha proibido ou liberado. O assunto só foi tratado em deliberação do International Board após a Copa do Mundo de 1998 e antes da Eurocopa de 2000, quando se definiu que na hora da cobrança do pênalti o goleiro poderia se movimentar, desde que em cima da linha do gol. Pelo princípio de isonomia, procurando dar a mesma vantagem para os dois lados, o atacante também passou a poder fazer o seguinte, conforme explicita o texto das leis do futebol:“UTILIZAR FINTAS DURANTE A EXECUÇÃO DE UM TIRO PENAL PARA CONFUNDIR OS ADVERSÁRIOS É PARTE DO FUTEBOL E ESTÁ PERMITIDO. NO ENTANTO, O ÁRBITRO DEVERÁ ADMOESTAR O JOGADOR SE CONSIDERA QUE ESTA FINTA REPRESENTA UM ATO DE CONDUTA ANTIESPORTIVA”.Mesmo assim, a regra não fala explicitamente da paradinha, mas, sim, de “fintas”. E como definir o que é finta e o que é conduta antiesportiva? Durma-se com um barulho desse…
Por Celso Unzelte
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 09 Out 2008
“Causos” de Norte a Sul no futebol - Letra A
Para homenagear os torcedores de todos os Estados brasileiros, a coluna de Celso Unzelte começa a publicar nesta semana curiosidades e pequenas histórias de futebol colhidas de Norte a Sul, com os devidos créditos a seus autores ou às publicações de onde foram retiradas. Comecemos pela letra “A”. No Acre, campeonatos de futebol são disputados desde 1921, quando a Liga Acreana de Esportes Terrestres(Laet) organizou a primeira disputa amadora. Naquele período extra-oficial, o Rio Branco chegou a ganhar 13 títulos seguidos, entre 1935 e 1947.Seria um verdadeiro recorde nacional, batendo, até, os decacampeonatos do ABC (campeão potiguar dez vezes seguidas, de 1932 a 1941) e do América (também dez vezes seguida campeão mineiro, de 1916 a 1925). Mas como a Federação local oficializa apenas os resultados dos campeonatos a partir de 1947, o Rio Branco não pode se gabar desse recorde. Futebol profissional no Acre, só de 1989 para cá. ***************************************************************************
Talvez o maior craque de toda a história do futebol de Alagoas tenha sido Edevaldo Alves de Santa Rosa, o Dida, campeão mundial pela Seleção Brasileira em 1958 e maior artilheiro da história do Flamengo até o surgimento de Zico. Curiosa é a história de como ele trocou o Centro Sportivo Alagoano (CSA), de Maceió, pelo rubro-negro carioca.“Como cheguei ao Flamengo? Foi praticamente um seqüestro”, afirmou o velho craque, em 1990, a Edilberto Coutinho, autor do livro Nação Rubro-Negra, da coleção Grandes Clubes do Futebol Brasileiro e Seus Maiores Ídolos, da Fundação Nestlé de Cultura. Quem descobriu Dida, na verdade, foi a delegação do time de vôlei do Rubro-Negro, que excursionava pelo Nordeste. Em um momento de folga, os cariocas resolveram ver um jogo entre as Seleções de Alagoas e da Paraíba, em que Dida marcou três gols. De volta ao Rio, recomendaram o nome dele ao técnico do time de futebol, Fleitas Solich, que mandou buscar o jogador em Alagoas.
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Diz a lenda que a linha demarcatória do meio de campo do gramado do Estádio Milton Corrêa, em Macapá, capital do Amapá, fica bem em cima da Linha do Equador. Metade do campo ficaria no Hemisfério Norte e a outra metade no Hemisfério Sul. ***************************************************************************Carlos Zamith, autor do livro Baú Velho, é o grande historiador do futebol do Amazonas. É ele quem conta a seguinte história.“No ano de 1939, o Paysandu, de Belém, veio a Manaus sob o patrocínio do Fast Club para uma série de jogos amistosos. […] O time paraense era o campeão da temporada 1939 em seu Estado, após 25 anos de espera. […] A delegação visitante ficou alojada na sede do Fast, na época nos altos de um prédio da rua Tamandaré.O Paysandu estreou contra a União Esportiva Portuguesa e venceu pela contagem de 3 a 1 […]. O jogo seguinte foi contra o Olympico Clube […]. O marcador acusava 2 a 2 até os 30 minutos do segundo tempo. Houve um tremendo sururu em campo em virtude de uma jogada violenta do zagueiro Tuta no atacante paraense Heitor. O jogo ficou por algum tempo parado e não chegou a ser concluído. Os paraenses, inconformados com a atitude do árbitro, que não expulsou o jogador amazonense, retiraram-se de campo.No dia seguinte, a notícia correu a cidade: os jogadores do Paysandu viajaram de volta pelo navio Almirante Jaceguai, mas em represália fizeram xixi e cocô nas taças conquistadas pelo Fast em outras batalhas, que estavam bem guardadas em uma estante… ***************************************************************************
Blog História do Futebol & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 03 Out 2008
Quem será rebaixado? Quem será Campeão?
Segundo matemático, um carioca deve cair. E Verdão já tem mais chances que o Grêmio de ser campeão
O preciso matemático gaúcho Tristão Garcia apontou: “Existe 90% de chances de algum time do Rio terminar o Brasileiro entre os quatro últimos. No caso de dois times cariocas caírem juntos, a chance é de 32%”.
Ele também cravou que um campeão brasileiro tem tudo para descer à Segundona. “Existe 99% de chance de um campeão brasileiro cair (Fluminense, Vasco, Santos e Atlético-PR e Atlético-MG). Considero até o 12º lugar, o Atlético-MG.”
Já na briga pelo título, o estatístico restringe a disputa a três times. O Palme