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Blog História do Futebol & x4) Federações & x9) CURIOSIDADES Andre em 09 Nov 2008
Protegido: Carro de juiz quebra e jogo atrasa 20
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 31 Out 2008
OS MAIORES GOLEIROS ARTILHEIROS DO FUTEBOL MUNDIAL
Divulgada pela IFFHS que é um orgão especializados em estatisticas futebolisticas e nela consta uma relação dos maiores goleiros goleadores do futebol mundial segue abaixo a relação liderada pelo Rogério Ceni goleiro do São Paulo FC.
1. Rogério Ceni São Paulo FC do Brasil 83 GOLS
2. José Luis Félix Chilavert* CA Peñarol Montevideo Paraguai 62 GOLS
3. René Higuita ** CS Deportiva y C de Pereira da Colômbia 41 GOLS
4. Jorge Campos* Puebla FC do México 40 GOLS
5. Dimitar Ivankov Bursaspor K Bursa da Bulgária 35 GOLS
6. Johnny Martín Vegas Sport Ancash Huaraz do Perú 34 GOLS
7. Álvaro Misael Alfaro CD Atlético Balboa de El Salvador 31 GOLS
8. Hans-Jörg Butt Sport Lisboa e Benfica de Portugal Alemanha 28 GOLS
9. Marco Antonio Cornez* Deportes Iquique do Chile 24 GOLS
10. Dragan Pantelić* FK Radnicki Nis da Sérvia 22 GOLS
11. Žarko Lučić* FK Mladost Podgorica de Montenegro 21 GOLS
12. Nizami Sadigov* Turan Tovuz do Azerbaijão 21 GOLS
Fonte: IFFHS
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 28 Out 2008
OUTUBRO MÊS ABENÇOADO PARA O FUTEBOL! MUITOS CRAQUES NASCERAM NO MÊS 10
Realmente o mês de outubro é para o futebol um transbordo de natalidade de grandes personalidades do mundo do futebol de todos os tempos, muitos craques fantasticos nasceram no mês que leva o numero dez, dez de camisa 10 que simboliza e imortalizou muitos craques do passado e no presente ainda é marca registrada do diferencial jogador e craque do mundo extraordinário do futebol mundial.
01/10/1966 – GEORGE WEAH – LIBERIA
02/10/1935 – OMAR SIVORI - ARGENTINA
03/10/1981 - ZLATAN IBRAHIMOVIC – SUÉCIA
05/10/1960 - CARECA – BRASIL
07/10/1934 - PAGÃO - BRASIL
08/10/1928 - DIDI -BRASIL
08/10/1968 - ZVONIMIR BOBAN – CROACIA
11/10/1937 - BOBBY CHARLTON – INGLATERRA
12/10/1922 - WALDEMAR FIUME - BRASIL
13/10/1931 - RAYMOND KOPA – FRANÇA
16/10/1953 - PAULO ROBERTO FALCÃO – BRASIL
18/10/1933 - GARRINCHA – BRASIL
20/10/1956 - DARIO PEREYRA - URUGUAI
21/10/1933 - GENTO - ESPANHA
22/10/1929 - LEV YASHIN – RUSSO
23/10/1940 - PELÉ – BRASIL
30/10/1960 - DIEGO MARADONA – ARGENTINA
31/10/1964 - MARCO VAN BASTEN – HOLANDA
31/10/1920 - FRITZ WALTER – ALEMANHA
Deu até pra fazer uma seleção com estes jogadores nascidos no mês de outubro, tive de fazer algumas adaptações mais deu um timaço:
SELEÇÃO: YACHIN; WALDEMAR FIUME, FALCÃO e DARIO PEREYRA ; KOPA, DIDI, MARADONA, PELÉ E GENTO; GARRINCHA E VAN BASTEN.
Tem até treinador para este esquadrão:
ARSÉNE WENGER - francês nascido no dia 22/10/1949, hoje técnico do Arsenal da Inglaterra.
Texto: Galdino Silva
Fontes: Wikipédia
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 21 Out 2008
1976! UM BAVI TERMINA NA DELEGACIA. EM 1995 NOVA EMBATE EM UMA DP.
Geralmente, o futebol ocupa, nos jornais, o espaço dedicado aos esportes. O Campeonato Baiano de 1976 mudou um pouco a regra. No dia 25 de julho, assim que o clássico Bahia x Vitória terminou, a Fonte Nova foi palco de um conflito que envergonhou o futebol baiano. Os jogadores do Bahia, que tinham sido derrotados por 1X0, inconformados com o resultado, partiram para cima dos jogadores do Vitória. Não foi o primeiro incidente, já que em outros jogos, a prática anti-desportiva foi idêntica. Só que, desta vez, acabou na delegacia.
Rodolf Fischer, Jurandir, Jorge Valença e Léo Sales, todos eles jogadores do Esporte Clube Vitória, dirigiram-se até a Primeira delegacia no mesmo dia. Acompanhados pelo presidente do clube Alexi Portela, foram submetidos a exame de corpo delito. O artilheiro argentino Fischer apontou Paulo Maracajá ( diretor do Bahia), Perivaldo, Sapatão e Jesum (jogadores), como os seus agressores. Irritado, Fischer lamentou o acontecimento:
“Esses caras são uns selvagens. Não sabem perder. Todo jogo que ganhamos eles procuram apelar. Perdemos recentemente para eles e não houve problemas. Futebol não é isto. Vim da escola do futebol argentino, onde o esporte é muitas vezes viril, mas não há deslealdade. Futebol é para profissionais autênticos e não para selvagens.”
Este episódio originou alguns comentários irônicos e espirituosos. Tim, o técnico do Vitória, que fora um dos grandes craques do futebol brasileiro, comentou:
“Andaram falando que o Bahia viria a campo treinar. Realmente, também preparei meu time para um treino. E como em treino, tem que haver gol, o Vitória foi lá e ganhou o coletivo.”
Já o presidente do Esporte Clube Vitória, Alexi Portela, para protestar contra o ato de violência, enviou uma carta de renúncia ao presidente do Conselho Deliberativo, Luis Catarino Gordilho. O trecho mais interessante da carta é o seguinte:
“Sou presidente de um clube de futebol e não presidente de uma equipe de lutadores profissionais. Não vou trazer craques para o meu time para depois fazer suas esposas viúvas. Meus jogadores são agredidos todas as vezes que ganham do Bahia. Então, cheguei à conclusão de que ganhar do Bahia é um crime. Como não podemos ganhar do Bahia, sem que nossos jogadores sejam massacrados, é melhor sair para não comandar um time que deixará muitas senhoras viúvas.”
Eram tempos de glórias do nosso futebol, um campeonato bem disputado não somente por Bahia e Vitória, mais também pelo Fluminense de Feira, Itabuna e Atlético de Alagoinhas que venceu todos os jogos contra o Vitória neste ano e a cada clássico havia um avitória para cada quadro, como o Bahia tinha vencido o anterior por 3 a 1, se acharam invenciveis e favorito para este jogo e o Vitória que já havia conquistado duas fases do campeonato e vinha de uma derrota para o Atlético de Alagoinhas também por 3 a 1 ai o Bahia contou com ovo antes da galinha por e perdeu por 1 a 0 gol de Fischer e depois do jogo o sururu tomou conta por todos foram pra cima do arbitro Clinamute Vieira França, todos digo do Bahia os jogadores do Vitória tentaram proteger o arbitro e ai o pau quebrou mais não era a primeira vez naquele ano, em outras jogos que o Bahia saiu derrotado para o Vitória houve quase confusão e neste não teve como não conter a fúria sem causa dos jogadores em questão.
Sem dúvidas um dos fatos lamentaveis do futebol baiano.
Em outro Ba-Vi pelo Campeonato Baiano, em 1995, na tentativa de desestabilizar o adversário, forçar uma agressão e, consequentemente, expulsão, o falastrão e baixinho meia Preto, do Vitória, insinuou que ter mantido relações sexuais com a mulher do tricolor Parreira, zagueiro. Prontamente, o defensor do Bahia revidou e acabou levando o vermelho, para a satisfação de Preto e da torcida rubro-negra.
Na saída do gramado, Parreira cometeu a asneira de narrar o fato aos repórteres. Como os dois atletas moravam no mesmo condomínio, na orla de Salvador, a imprensa logo tratou de especular que o suposto envolvimento sentimental entre Preto e a esposa do colega realmente acontecia, o que foi negado pelo provocador.
O caso teve enorme repercussão e foi parar, logicamente, nas arquibancadas. Em outro clássico, dias depois, um dos coros da galera rubro-negra era - “Preto transou com a mulher Parreira”, repetido exaustivamente, para desespero do zagueirão.
Inflamado com os gritos da torcida adversária e as provocações de Preto, Parreira deu um soco no meia e, novamente, foi expulso. Só que, após o jogo, não foi para a sua casa, e sim para a residência de Preto.
Parreira invadiu a casa do meia, armado com um revólver. Puxou o colega pelos cabelos e o levou até a sua casa. Mandou que ele ajoelhasse em frente à sua esposa e, com a arma apontada para a cabeça, desmentisse o adultério. O “pedido” foi plenamente atendido.
Liberado, Preto foi até a delegacia e prestou queixa. Parreira alegou ter agido em defesa da honra. E ficou por isso mesmo.
Este também foi outro fato lamentável do nosso futebol, quem jogou futebol sabe que dentro de campo as vezes saem estas baboseiras um xinga o outro; o outro manda aquele outro tomar naquele lugar, chamam uns aos outros de filho da p… e etc, neste dia Preto que como eu era mestre em destabilizar o emocional de qualquer um fraco de cabeça mais quase pagou caro ainda bem que ficou somente nisto.
Textos: Galdino Silva
Fonte: A História dos Ba-Vis de Normado Reis
Canal EC Vitória na net
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 21 Out 2008
CODINOMES E ALCUNHAS DO FUTEBOL BAIANO DO PASSADO E DO PRESENTE
Aqui na Bahia sempre foi costume da nossa crônica esportiva batizar os jogadores dos nossos clubes com apelidos, adjetivos e outros codinomes em uma entrevista com Jorge San Martins um dos mais brilhantes nomes da nosso crônica esportiva, para mim o maior ele me concedeu o prazer de estar com ele neste dia quando preparava o Programa Esporte Nativa da Radio Comunitária onde eu trabalhava.
DOIS LADOS – Atacante do Ypiranga na década de 20 ( O Especialista)
GAMBARROTA – Atacante do Bahia na década de 30 (Gambá)
FALABAIXINHO – Meia atacante do Galicia nas décadas de 30 e 40 (O Malabarista)
GERECO – Atacante do Bahia nas década de 40 e 50 ( O Craque)
FABRINI – Meia do Bahia na década de 40 ( O Cérebro)
ZÉ HUGO – Atacante do Bahia na década de 40 e 50 ( El Matador)
VELAU – Atacante do Bahia na década de 40 ( O Inspirado)
LESSA – Goleiro do Bahia anos 40 ( Uma garantia)
PERIPERI – Goleiro do Ypiranga e do Vitória anos 50 (O homem elástico)
TOMBINHO – Atacante do Vitória anos 50 ( O Terremoto)
NADINHO – Goleiro do Vitória e do Bahia anos 50 e 60 ( O Macho)
CARLITO – Atacante do Bahia anos 40 e 50 (O Matador)
MARITO – Atacante do Bahia anos 50 e 60 ( Diabo Loiro)
HENRIQUE – Zagueiro do Bahia nos anos 50 e 60 ( O Imponente)
QUARENTINHA – Atacante do Vitória anos 50 ( Cabeção)
MARIO – Meia do Bahia anos 60 ( O Maestro)
DIDICO – Atacante do Vitória anos 60 ( Terrível Matador)
ENALDO – Meia do Galicia anos 60 ( Categoria)
ROBERTO REBOUÇAS – Zagueiro do Bahia anos 60 e 70 ( O Xerife)
ELISEU – Meia do Bahia anos 60 e 70 ( O gênio)
DOUGLAS – Meia do Bahia anos 70 ( O Lorde)
OSNI – Atacante do Vitória e do Bahia anos 70 e 80 ( O Baxinho Infernal)
JUCA – Lateral Esquerdo do Atlético de Alagoinhas ( O Carcará)
BAIACO – Volante do Bahia anos 70 ( O operário padrão tricolor)
THYRSON – Atacante do Bahia anos 70 ( O Chiqitita)
FREITAS – Atacante do Fluminense de Feira anos 60 e 70 (O Índio Apache)
DAVI – Meia do Vitória anos 70 (Cara de Jegue)
FISCHER – Atacante do Vitória anos 70 – ( O Touro Indomável)
SIVALDO – Atacante do Botafogo/BA e Vitória anos 70 ( O Gato Feliz)
XAXÁ – Zagueiro do Vitória anos 70 – ( O Xerifão)
JESUM – Atacante do Bahia anos 70 – ( Uri Jesum – alusão a Uri Geller)
SABINO – Atacante do Leônico e Fluminense de Feira (Coice de Mula)
IBERÊ – Goleiro do Vitória e Leônico anos 70 e 80 ( Doutor – é formado em medicina)
WASHINGTON LUIZ – Jogador do Bahia anos 70 e 80 ( O Gato Seco ou Coringa)
EMO – Meia do Bahia anos 80 – ( O Seco)
BIGU – Volante do Vitória anos 80 ( O Deus da Raça) para a crônica local.
SALES – Volante do Bahia anos 80 – (Super Sales)
DEMA – Volante do Vitória e Galicia anos 80 ( Carregador de Piano)
MARCÃO – Volante da Catuense anos 80 ( O Canhão de Navarrone)
MARINHO – Meia do Bahia anos 80 ( O Apolônio)
EDINHO – Lateral do Fluminense de Feira e do Bahia anos 70 e 80 (Jacaré)
RICKY – Atacante do Vitória anos 80 – (A Gazela Africana)
CHARLES – Atacante do Bahia anos 80 e 90 ( Anjo 45)
BOBÔ – Meia da Catuense e Bahia anos 80 e 90 ( A Elegância Sutil)
ARTHURZINHO – Meia do Vitória anos 90 ( Rei Arthur)
AGNALDO – Atacante do Vitória anos 90 ( O Capacete)
NALDINHO – Atacante da Catuense e Bahia anos 80 e 90 ( Maritaca)
LIMA SERGIPANO – Volante do Bahia anos 90 – (Cabo Lima)
NEI SANTOS – Volante do Vitória anos 90 ( O Capitão)
RUSSO – Lateral do Vitória anos 90 – ( O Cangaceiro ou O Lampião)
ZÉ ROBERTO – Atacante do Vitória anos 90 ( O Loiro Infernal)
UESLEI – Atacante do Bahia e Vitória anos 90 – ( O Pitbull)
NONATO – Atacante do Bahia anos 00 ( O Jabuti Atômico)
BEBETO CAMPOS – Meia do Vitória e Bahia anos 90 e 00 ( A Formiga Atômica)
Fonte: Jorge San Martins cronista e radialista do Radio Baiano.
Entrevista me cedida em 04/09/2006 para o programa Esporte Nativa da Nativa FM 88.3 Radio Comunitária.
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 18 Out 2008
SELEÇÃO ESTADUAIS! SERIA UM CAMPEONATO DAQUELES SE FOSSE DISPUTADO NOVAMENTE
Antigamente no Brasil, antes de serem disputados o Torneio Rio-São Paulo, Taça Brasil, Robertão e Campeonato Brasileiro era disputado o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais mais o Distrito Federal, com o surgimento de novas competições, esta veio com o tempo a ser extinta, no inicio dos anos setenta criou-se um campeonato de juniores de seleções estaduais e com o tempo também deixou de ser disputado. Imaginando como seria uma competição realizada hoje e com os jogadores somente podendo defender os seus estados de origem, fiz uma pesquisa e formei algumas seleções e olhem tem cada timaço e certamente seria uma competição muito equilibrada.
SELEÇÃO DE ALAGOAS
Flávio – Parana
Wagner Diniz - Vasco
Pepe – Real Madrid
Paulo Marcos - Asa
Jadilson - Cruzeiro
Jânio - Asa
Adriano Gabiru - Sport
Morais - Corinthians
Souza - Grêmio
Aloisio – ex-São Paulo
Elton – ex-Corinthians
SELEÇÃO DA BAHIA
Fabio Costa – Santos
Daniel Alves – Barcelona
Eduardo - Botafogo/RJ
Edcarlos – Fluminense/RJ
Junior – São Paulo
Rogério – Bahia
Jorge Wagner – São Paulo
Marquinhos – Vitória
Marcelo Ramos – Bahia
Liedson – Sporting Lisboa
Obina – Flamengo
SELEÇÃO DO CEARÁ
Raul Gomes - Fortaleza
Amaral - Palmeiras
Anderson Martins - Vitória
Ediglê – ex-Inter/RS
Esquerdinha - Icasa
Jonâtas - Flamengo
Dudu Cearense – ex-CSKA
Índio – ex-Vitória
Iarley - Ceará
Jardel - Criciuma
Jajá - Cruzeiro
SELEÇÃO DISTRITO FEDERAL
Alê - Beira Mar/POR
Nem – Atlético/MG
Lucio – Bayer Munique
Digão – Catania
Elivelton- Gama
Robston- Atlético/GO
Túlio – Botafogo/RJ
Amoroso – ex São Paulo
Kaká – Milan
Dimba – Brasiliense
Washington- Fluminense/RJ
SELEÇÃO DO ESPIRITO SANTO
Nilson ex-Vitória
Fabinho Capixaba – Mirasol
Gladstone – Palmeiras
Fabiano Eller – Santos
Maxwell – Internazionale
Maycon – Juventude
Cicero – Hertha Berlim
Luis C.Capixaba – Paysandu
Alan Delon – Ceará
Somália – Fluminense/RJ
Sávio - Desportiva
SELEÇÃO DE GOIAS
Rodrigo Calaça – Goiás
Wilson Goiano –
Renato Silva – Botafogo/RJ
Rogério Correia - Goiás
Romerito - Goiás
Danilo Portugal - Goiás
Sandro Goiano - Sport
Zé Roberto – Schalke 04
Juninho – Atlético/GO
Fernandão – Futebol Árabe
Túlio – Vila Nova
SELEÇÃO DO MARANHÃO
Clemer – Inter/RS
Arlindo Maracanã - Avai
Leonardo – Futebol Arabe
Marcio Araújo – Atlético/MG
Dutra - Sport
Fredson - Espanyol
Anailson – Atlético/GO
Jackson - Vitória
França – Futebol Japonês
Cleber Pereira - Santos
Guilherme - Cruzeiro
SELEÇÃO DO MATO GROSSO
Fabio – Cruzeiro
Schneider – Boavista/RJ
Fabricio – Ceará
Paulino – Luverdense
Nilton - Corinthians
Cadu – Futebol Árabe
Beto – Vasco
Everton – Flamengo
Bruno – Vitória Setúbal
Geilson – Atlético/PR
Jael – Atlético/MG
SELEÇÃO DO MATO GROSSO DO SUL
Marcelo Moretto - Benfica/POR
Alex Sandro - Nautico
Brenno - Partizan/CRO
Edmilson - Palmeiras
Eduardo Rosa - Marilia
Lucas - Liverpool
Jorge Henrique – Atlético/GO
Keirrison - Coritiba
Danilinho – Jaguares/Mex
Alberto – Barueri
Alex Dias - Goiás
SELEÇÃO DE MINAS GERAIS
Bruno- Flamengo
Denis – Corinthians
Roque Junior – Palmeiras
Thiago Heleno – Cruzeiro
Dedé – Borusia Dortmund
Gilberto Silva – Panatinaikos
Cristian – Corinthians
Wagner – Cruzeiro
Ramón Menezes – vitória
Alex Mineiro – Palmeiras
Kerlon – Chievo Verona
SELEÇÃO DO PARA
Alex Faváro- Paysandu
Pará – Ponte Preta
Marcelo Heleno – Santa Cruz
Vanderson - Vitória
Wellington Saci - Corinthians
Jobson - Paysandu
Elson – ex- Guarani
Luis Mario - Criciuma
Landu - Vasco
Lima – Santos
Nonato – Atlético/GO
SELEÇÃO DO PARANA
Rogério Ceni – São Paulo
Rafinha – Schalke 04
Aválos - Barueri
Naldo – Werder Brehme
Adriano - Sevilha
Marcão – Inter/RS
Belleti - Chelsea
Alex - Fernebaçhe
Lucio Flávio – Botafogo/RJ
Nilmar – Inter/RS
Alexandre Pato - Milan
SELEÇÃO DE PERNAMBUCO
Bosco – São Paulo
Tamandaré - Coritiba
Edson - Academica
Rovérsio – Santa Cruz
Leonardo - Nautico
Hernandes – São Paulo
Juninho - Lyon
Cleber Santana - Atlético
Carlinhos Bala - Sport
Rivaldo - Uzbequistão
Araújo – Emirados Arabe
SELEÇÃO DO RIO GRANDE DO SUL
Renan - Valência
Paulo Baier - Goiás
Anderson Polga – Sporting Lisboa
Bolívar - Monaco
Anderson Pico - Grêmio
Mineiro - Chelsea
Emerson – Real Madrid
Anderson – Manchester United
Ronaldinho Gaúcho - Milan
Rafael Sobis – Futebol Arabe
Carlos Eduardo – Futebol Alemão
SELEÇÃO DO RIO GRANDE DO NORTE
Toni - Potiguar de Mossoró
Apodi – São Caetano
Alysson - Bahia
Adalberto – América/RN
Berg - Nautico
Matuzalem - Lazio
Ramalho - Goiás
Richarlyson – São Paulo
Souza – Atlético/MG
Marcio Mossoró –ex-Inter/RS
Marcos Bambam - Fortaleza
SELEÇÃO DO RIO DE JANEIRO
Julio César - Internazionale
Leo Moura - Flamengo
Juan - Roma
Thiago Silva – Fluminense/RJ
Junior César – Fluminense/RJ
Ramires - Cruzeiro
Ibson - Flamengo
Diego Souza - Palmeiras
Roger – Futebol Arabe
Ronaldo - Milan
Adriano - Internazionale
SELEÇÃO DE SANTA CATARINA
Rafael Cordova – Atlético/GO
Maicon - Internazionale
Paulão - Figueirense
Fabio Fidelis - Avai
Edno - Portuguesa
Eduardo Costa - Bordeuax
Ademir Sopa – São Caetano
Marquinhos - Avai
Douglas - Corinthians
Rodrigo Gral – Futebol do Catar
Jean Coral – Vitória Guimarães
SELEÇÃO DE SÃO PAULO
Marcos - Palmeiras
Ilsinho – Shaktar Donesk
Alex Silva - Hamburgo
Chicão - Corinthians
Kleber - Santos
Fabinho - Corinthians
Zé Roberto – Bayern Munique
Diego – Werder Brehme
Dentinho - Corinthians
Luis Fabiano - Sevilha
Robinho – Manchester City
SELEÇÃO DE SERGIPE
Marcio – Atlético/GO
Elicarlos - Nautico
Valdson - Confiança
Alysson - Sergipe
Misso – Ex- Ponte Preta
Jailton - Flamengo
Canindé - Criciuma
Marcelinho - Confiança
Robson Luis – Santa Cruz
Cristiano – Ex- Bahia
Eanes - Nautico
Ficou de fora os estados do Acre, Amazonas, Amapá, Paraiba, Piaui Rondônia, Roraima e Tocantins por não ter conseguido formar um time com onze jogadores nascidos nos respectivos estados.
Texto: Galdino Silva
Fontes: www.sambafoot.com.br
RSSSF Brasil
flaestatistica e flapédia
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 07 Out 2008
Protegido: UM MISTÉRIO - QUE FEZ O PRIMEIRO GOL EM COPAS DO MUNDO
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 07 Out 2008
Protegido: GILMAR - A CAMISA DE NÚMERO 13
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 06 Out 2008
Protegido: OS MAIORES MARCADORES DE GOLS DE TODOS OS TEMPOS
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 04 Out 2008
BAIANIDADE RUBRO-NEGRA! BAIANOS QUE ABALARAM NO MENGÃO.
Aldair Nascimento Santos - ALDAIR
Data de Nascimento : 30/11/1965
Local : Ilheús(BA)
Posição : zagueiro
Data do 1º Jogo : 26/05/1985
Data do Ultimo Jogo : 21/06/1989
Nº Jogos : 185
N º Gols : 11
José Roberto Gama de Oliveira - BEBETO
Data de Nascimento : 16/02/1964
Local : Salvador(BA)
Posição : atacante
Data do 1º Jogo : 23/03/1983
Data do Ultimo Jogo : 03/11/1996
Nº Jogos : 307
N º Gols : 151
Raimundo Nonato Tavares da Silva - BOBÔ
Data de Nascimento : 28/11/1962
Local : Senhor do Bonfim(BA)
Posição : atacante
Data do 1º Jogo : 06/08/1990
Data do Ultimo Jogo : 16/12/1990
Nº Jogos : 25
N º Gols : 14
Charles Fabian Figueiredo Santos -CHARLES
Data de Nascimento : 12/04/1968
Local : Itapetinga(BA)
Posição : atacante
Data do 1º Jogo : 06/02/1994
Data do Ultimo Jogo : 23/07/1994
Nº Jogos : 29
N º Gols : 18
Edilson Ferreira da Silva - EDILSON
Data de Nascimento : 17/09/1971
Local : Salvador(BA)
Posição : meio campo
Data do 1º Jogo : 22/08/2000
Data do Ultimo Jogo : 14/12/2001
Nº Jogos : 117
N º Gols : 51
José Fabio Alves de Azevedo - FABÃO
Data de Nascimento : 15/06/1976
Local : Vera Cruz(BA)
Posição : zagueiro
Data do 1º Jogo : 10/10/1998
Data do Ultimo Jogo : 10/09/2000
Nº Jogos : 86
N º Gols : 2
Fabio da Silva Moraes - FABIO BAIANO
Data de Nascimento : 22/04/1975
Local : Feira de Santana(BA)
Posição : zagueiro
Data do 1º Jogo : 17/06/1992
Data do Ultimo Jogo : 08/02/2004
Nº Jogos : 327
N º Gols : 40
Raimundo Ferreira Ramos Júnior - JUNIOR BAIANO
Data de Nascimento : 14/03/1970
Local : Feira de Santana(BA)
Posição : zagueiro
Data do 1º Jogo : 11/12/1988
Data do Ultimo Jogo : 22/10/2005
Nº Jogos : 335
N º Gols : 32
Liédson da Silva Muniz - LIEDSON
Data de Nascimento : 17/12/1977
Local : Cairu(BA)
Posição : atacante
Data do 1º Jogo : 03/07/2002
Data do Ultimo Jogo : 17/11/2002
Nº Jogos : 29
N º Gols : 15
Luís Edmundo Pereira - LUIS PEREIRA
Data de Nascimento : 21/06/1949
Local : Juazeiro(BA)
Posição : zagueiro
Data do 1º Jogo : 14/09/1980
Data do Ultimo Jogo : 19/04/1981
Nº Jogos : 35
N º Gols : 1
Valdemiro Lima da Silva - MERICA
Data de Nascimento : 13/09/1953
Local : Santo Amaro da Purificação(BA)
Posição : meio campo
Data do 1º Jogo : 11/09/1975
Data do Ultimo Jogo : 19/07/1978
Nº Jogos : 183
N º Gols : 9
João Batista Nunes de Oliveira - NUNES
Data de Nascimento : 20/05/1954
Local : Feira de Santana(BA)
Posição : atacante
Data do 1º Jogo : 30/03/1980
Data do Ultimo Jogo : 10/09/1990
Nº Jogos : 214
N º Gols : 99
Manuel de Brito Filho - OBINA
Data de Nascimento : 31/01/1983
Local : Vera Cruz(BA)
Posição : atacante
Data do 1º Jogo : 13/04/2005
Data do Ultimo Jogo : 02/12/2007
Nº Jogos : 106
N º Gols : 32
Mario Felipe Pedreira - ONÇA
Data de Nascimento : 13/07/1943
Local : Santa Luz(BA)
Posição : zagueiro
Data do 1º Jogo : 14/01/1968
Data do Ultimo Jogo : 01/08/1971
Nº Jogos : 164
N º Gols : 7
Antônio Dias dos Santos - TONINHO BAIANO
Data de Nascimento : 07/06/1948
Local : Vera Cruz(BA)
Posição : zagueiro
Data do 1º Jogo : 30/01/1976
Data do Ultimo Jogo : 10/06/1980
Nº Jogos : 241
N º Gols : 23
FONTE: fLaestatistica
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 26 Set 2008
O FUTEBOL NOS JOGOS OLIMPICOS DE 1900 E 1904
Você se alegra quando seu time do coração leva a taça do campeonato estadual, regional, nacional ou continental? Se orgulha quando é campeão do mundo? Então, o que diria se seu time conseguisse uma proeza que é o sonho do futebol brasileiro, a medalha de ouro olímpica! Pois bem, ao contrário do que muitos pensam, o primeiro campeão olímpico de futebol não foi o Uruguai, Alemanha, Argentina, União Soviética ou a Hungria do lendário Puskas…
Essa façanha pertence a dois clubes: o Upton Park F.C. da Grã-Bretanha, em 1900, nas olimpíadas de Paris-França e, ao Galt F.C. do Canadá nos jogos de Saint Louis, em 1904, nos Estados Unidos.
A FIFA, órgão máximo do futebol mundial, não reconhece os titulos olimpicos desses clubes, da mesma forma não considera como mundiais os títulos intercontinentais ou da copa toyota.
Porque ela não reconhece, não sei; talvez porque no caso do Upton Park, a arrogante Grã-Bretanha da época, inventora do futebol, exigiu e os fracos organizadores do evento cederam muitos privilégios, tais como:
1° - o torneio só teria três participantes.
2° - o Upton Park deveria fazer a final.
3° - as representações da Bélgica e da França jogariam em jogo único-eliminatório, para decidir o outro finalista.
Irritados por tamanha exigência, a Union des Societès Françaises de Sports Athlétiques (USFSA) fez o melhor time possivel na esperança de conquistar o titulo. Tanto que, no jogo eliminatório, derrotou a Bélgica por 7x4. Na decisão, os franceses amarelaram e foram massacrados pelo Upton Park por 4x0.
As equipes participantes tiveram como time base na disputa, a seguinte escalação:
UPTON PARK: Jones; Buckeham e Grosling; Chalk, Burridge e Quash; Turner, Spackman, Nicholas, Zealley e Haslam.
FRANÇA: Huteau; Bach e Allemane; Gaillard, Bloch e Macaire; Fraysse ( Peltier), Garnier, Lambert, Grandjean e Canele (Duparc).
BELGICA: Leboutte; Kelcom e Moreau; Renier, Pelgrims e Van Hoorden; Neefs, Thornton (Delbeque) Spaunoghe, Van Heuckelum e Londot.
Em 1904, foram três os participantes; os norte americanos: Christian Brothers College e St. Rose School, mais o representante do vizinho e irmão Canadá, Galt Football Club que levou a melhor na decisão contra o Christian Brothers College. Ganhou sem deixar sombra de dúvidas pelo placar de 7x0 e ficou com o ouro.
O Galt Footbal Club/Canadá teve como time base a seguinte escalação: Linton; Ducker,e Gourley; Fraser, Johnson e Lane; Taylor, Steep, Hall, McDonald e Twaits.
O Christian Brothers: Mengues; Lydon e Thomas January; John January, Charles January e Ratican; Brittingham, Cudmore, Bartiff, Brockmeyer e Lawler.
Saint Rose: Frost; George Cooke e Harry Jameson; Brady, Dooling (Johnson) e Dierkes; Cosgrove, O’Connell, Claude Jameson, Tate e Thomas Cooke
Essas olimpiadas foram marcadas pela humilhação, os organizadores submetiam os pigmeus, nativos da america do sul, africanos a um verdadeiro constrangimento, eles ficavam assustados, com medo em meio a um estadio cheio de espectadores tropeçavam nas proprias pernas, tambem pudera eles eram pessoas que na sua maioria que apenas pescava ou caçava para sobreviver.
Esses jogos eram um verdadeiro circo a os espectadores era a platéia , os nativos os palhaços! Isso ficou conhecido como “jogos antropologicos”.
Irritado com isso o Barão de Coubertain disse: “esses que não sabem hoje arremessar um dado, um dia serão melhores que vocês!”
Foram realizados 390 competições - O Barão de Coubertaim, presidente do COI, homologou APENAS 88 !
O decatlo foi criado nessa época porém seu reconhecimento por parte do COI, só se deu em 1954, sendo o campeão o irlandes Thomas Kiely, portanto,meio século depois.
O futebol, diferente de outras modalidades que foram reprovadas pelo Barão de Coubertaim, Presidente do Comitê Olímpico Internacional, foi homologado Sim pela entidade máxima que reje a maior competição do Esporte de todo o mundo.
É bom lembrar que o Comitê Olimpico Internacional, reconhece tais feitos e estes clubes juntos com seus jogadores estão na seleta galeria dos campeões olímpicos.
Ano Ouro Prata Bronze
1900 Upton Park (G.Bretanha) França Bélgica
1904 Galt FC (Canadá) Christian Brothers School (EUA) Saint Rose School (EUA
Fonte: Campeôes do Futebol
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 24 Set 2008
ELES SURGIRAM COMO CRAQUES! MAS NÃO EMPLACARAM!
Washington, nascido em 23 de janeiro de 1953, em Bauru, apontado como o novo Pelé por muitos começou a carreira no Guarani/SP, em 1972 chegou a ser convocado para a seleção brasileira, em 1974 foi contratado pelo Corinthians mais fez somente 24 jogos e marcou 6 gols, depois rodou por vários clubes como Vitória/Ba, Noroeste, Ferroviária, Goiás e Rio Branco/MG, o apelido de novo Pelé com certeza atrapalhou bastante a sua carreira.
Alberto Leguelé, nascido em Santo Amaro da Purificação/Ba em 28/02/1953, revelado pelo Bahia em 1973 por Evaristo de Macedo, chegou a seleção brasileira pré-olimpica em 1976, contratado pelo Flamengo em 1978, chegou com fama de craque, principalmente depois de marcar um gol antológico no Maracanã contra o Vasco em 1976, porém no Flamengo a sombra de Zico, Adílio e Titã atrapalhou muito a sua carreira no time do Gávea, retornou á Bahia, onde defendeu o Vitória, Ypiranga, CSA, Nacional/AM e Galicia.
Cristóvão nascido em Salvador em 09/06/1959, revelado pelo Bahia após ter sido convocado para a seleção brasileira de juniores, passou a ser cobrado a sua presença nos titulares do Bahia tanto pela mídia e pela torcida, sua estréia não foi nada animadora num amistoso do Bahia contra a Seleção da Tchescolováquia em 1979, fora criticado por perder a bola no gol dos tchecos e o Bahia acabou derrotado por 1 a 0, no inicio de 1980 foi negociado para o Fluminense/RJ onde também não se destacou, seguiu para o Atlético/PR até 1985, em 1986 chegou ao Corinthians e nada, somente no Grêmio voltou a ter bons momentos como no inicio de sua carreira e voltou a seleção só que agora a principal, depois do Grêmio passou pela Portuguesa e Guarani mais sem deixar saudades.
Gilmar Popoca, nascido em Manaus/AM em 18/02/1964, chegou a ser apontado como um dos sucessores de Zico no Flamengo, talentoso meia-esquerda que começou a ganhar a fama em 1983, quando ajudou a seleção juniores do Brasil a conquistar o Mundial da categoria, num time que tinha Geovani, Bebeto, Jorginho e Dunga, Gilmar aparecia constantemente entre os titulares do Flamengo, o que favoreceu sua convocação para os jogos olímpicos de Los Angeles, nos Estados Unidos, em 1984, Com a camisa do rubro-negro carioca, Gilmar chegou a fazer boas partidas, mas não o suficiente para deixar os flamenguistas sem muitas saudades de Zico. Gilmar fez 109 jogos pelo time da Gávea, 55 vitórias, 28 empates e 28 derrotas, e marcou 29 gols. Depois do Flamengo passou por Ponte Preta, Santos e São Paulo mais sem muito cartaz.
Carlos Alberto Borges, nascido no dia 14 de dezembro de 1960, em Quintana (SP) revelado pelo Marilia, em 1982 chegou ao Palmeiras, com bom toque de bola e boa visão de jogo, suas atuações excelentes o levaram a seleção em 1983, curiosamente depois da passagem pela seleção e ser atingido por um raio que caiu num treino do Palmeiras o seu futebol sumiu , depois do Palmeiras, passou pelo Santos e Novo Horizontino.
Pianelli, nascido em Piracicaba, no dia 2 de maio de 1963, em 1984 surgiu revelado pelo São Paulo como um assombro, mais logo foi ofuscado pela contratação de Pita e depois nisto nunca mais se firmou no time titular, ficou no tricolor do Morumbi até 1987 quando foi defender o XV de Piracicaba onde voltou a brilhar mais sem a mesma intensidade e depois no Comercial de Ribeirão Preto.
Ademir Chagas, o Bigu surgiu no Flamengo no brasileiro de 1983 como uma promessa, em 1984 depois de uma derrota do Flamengo ele considerado um desastre na partida nunca mais teve chances, comparado a Andrade pelo seu estilo de jogo, acabou vindo para o Vitória/BA onde virou ídolo da torcida ao marcar o gol do título do campeonato baiano de 1985, depois rodou por Portugal, África do Sul, Moto Clube, Paysandu, Santo André e encerrou no São Caetano em 1999.
Francisco Carlos o Chiquinho foi um atacante revelado pelo Botafogo/SP no campeonato paulista de 1984, onde marcou muitos gols o que chamou a atenção dos dirigentes do Flamengo que o trouxeram para o Rio em 1985, chegando com status de goleador, veloz, e bom cabeçeador no entanto no Flamengo ele não conseguiu explodir mesmo chegando a atuar com Adílio, Zico e Titã, ficou apenas um ano e foi negociado com o Benfica e depois seguiu no futebol português, onde defendeu também o Vitórias de Guimarães, de 88 a 91, o Sporting de Braga, de 91 a 93, o Vitória de Setúbal, de 93 a 95, o Acadêmico Viseu, de 95 a 97, o Atlético, de 97 a 98 e o Mafra, de 98 a 2002.
Pedrinho Maradona, Ele chamou a atenção por sua habilidade e por sua canhotinha e logo ganhou o apelido de Maradona. Na realidade, Pedrinho Maradona estava longe de ser o craque argentino, mas era um jogador de boa criatividade no meio de campo.
Destacou-se primeiro no Atlético Paranaense, antes de ser negociado com o Guarani em 88. No Guarani, Pedrinho Maradona não teve muitas oportunidades como titular, já que o Bugre contava com ótimos meias, entre eles Marco Antônio Boiadeiro, Neto e Barbiéri.
Assim como Pedrinho, aqui na Bahia chegou em 1984 um talentoso jogador com o apelido de Dico Maradona com uma habilidade fora do comum Dico logo caiu nas graças da torcida que chegava cedo a Fonte Nova para vê-lo nas preliminares, em 1987 passou a fazer parte do time de cima mais sem o mesmo brilho dos juniores, nunca se firmou como titular apesar de fazer parte do grupo campeão brasileiro de 1988 em 1990 transferiu-se para o Vitória onde ficou até 1992 mais já sem o brilho de outras épocas certamente o nome Maradona adicionado aos seus devem ter incomodado muito a estes jovens talentos que não vingaram muito no nosso futebol.
Sidney, ponta esquerda do São Paulo, lançado por Cilinho em 1984, formou com Silas, Muller os menudos do Morumbi, em 1986 chegou a seleção brasileira em dois amistosos na Europa diante de Alemanha e Hungria e só, ficou no São Paulo até 1987, teve uma rápida passagem pelo Flamengo alguém se lembra? Depois do Flamengo esteve no Santos em 1988 e encerrou sua carreira muito cedo.
Adriano, revelado pelo Guarani/SP chegando a ser comparado a Neto e uma das grandes promessas do futebol brasileiro. Brilhou nas seleções brasileiras de base e em 1996 chegou ao São Paulo clube que defendeu de 96 a 99 e de 2001 a 2003, porem sua carreira no tricolor foi marcada por altos e baixos e aquela promessa sempre ficou na mesma, teve passagens pelo Náutico, Atlético/MG, Sport, Bahia, Urawa Reds/JAP, Pogon/Pol, CRB e Atlético Nacional/Col, hoje além de cartola do Oeste/SP atua ainda como jogador.
Vitor, lateral revelado pelo São Paulo de Telê Santana em 1991, chegou a ser comparado com Zé Maria pela forças física e vigor nas subidas ao ataque, seu currículo de títulos é de fazer inveja, mais ele nunca conseguiu se firmar por onde passou, além de São Paulo onde conquistou brasileiro, libertadores e mundial, jogou pelo Corinthians, Cruzeiro, Vasco, Real Madrid, Botafogo, Osasco e Juventus/SP, teve
uma passagem quase despercebida pela seleção em 93 com Parreira mais como nos clubes nunca se firmou.
Fonte Pesquisa: Site do Milton Neves
Textos: Galdino Silva
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 24 Set 2008
FILOSOFIA E PERÓLAS DO MUNDO DA BOLA
“Futebol é muito simples: quem tem a bola ataca; quem não tem defende.” Neném Prancha
“Tragam-me a pobremática, que eu chego com a solucionática.” Dadá Maravilha ex-atacante do nosso futebol.
“Comigo ou semigo o Bahia ai de vencer o jogo” Baiaco ex-volante do Bahia, antes de uma partida contra o Botafogo/BA em 1971.
“Jogador brasileiro não vai ter problema no México, não. Tudo já morou em favela e não pode se queixar de altitude. ” Neném Prancha
” Vou dar o meu melhor de mim próprio” Rui Barros ex-jogador portugês.
“Apartir de agora meu coração só tem uma cor! a rubro-negra” Fabão zagueiro ex-São Paulo ao chegar ao Flamengo em 1998.
“Quando o jogo está a mil, a minha naftalina sobe lá em cima!” Jardel atacante quando defendia o Grêmio.
“Se concentração ganhasse jogo, o time da penitenciária não perdia uma. ” Neném Prancha
“É tudo muito simples, uma situação que pode ser resumida em duas palavras: A-ZAR” Marinho Chagas ex-lateral do Fluminense e Seleção.
“Pô, o pessoal aqui na Bahia é muito hospitalar!” Zanata ex-lateral do Bahia.
” Pô, isso aqui até parece um cardume de abelhas…” Edson Ampola ex-jogador do Santos durante uma tarde de autográfos.
“Não o meu nome é Dão; Dão de João entende” Dão ex-atacante do Vitoria/BA ao tentar explicar a origem do seu apelido para um reporter da Rede Bandeirantes.
“Estou muito feliz e honrado de poder jogar na cidade onde Cristo nasceu” Claudiomiro ex-atacante do Internacional ao chegar em Belém do Pará.
“Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG…”
Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama mandado a família quando em excursão à Europa:
“Só existem três coisas que param no ar: beija-flor, helicóptero e Dadá.” Dadá Maravilha.
“É do tipo Águas de Março… - e explicando - É pau, é pedra, é o fim do caminho…” frase de um atacante do nosso futebol sobre Junior Baiano.
- Jogamos dentro de uma situação…
- Só temos dois caminhos: o sim e o não…
- Está faltando o faz-me-rir (salário)…
Sebastião Lazaroni quando treinava o Botafogo/RJ.
“Olha Fernando, um gato entrou no meio do transformador, e veja só, ele se transformou numa verdadeira tocha humana…” Reporter de campo Lero em um jogo no Canindé quando a luz fora interrompida por causa de um gato que caiu num transformador de energia.
“O time estava com um esquema mais difícil. Eu sentia que estava saindo das minhas características e isso me prejudicava. O melhor é simplificar. Mas é dificil fazer o fácil…” Túlio Maravilha
“Afastei o Alexandre, porque resolvi privatizar a disciplina.” Joel Santana quando treinava o Botafogo/RJ.
“Não foi nada especial, só chutei com pé que estava mais à mão… ” João Pinto, ex-jogador português.
“Bem, o equipo estava à beira do abismo. Agora, graças a Deus, deu um passo adiante…” João Pinto, ex-jogador português.
“Jogador tem que ser completo, tem que ser como o pato, que é aquático e gramático.” Vicente Mateus ex-presidente do Corinthians.
“O juiz deverá adiar a partida para depois…” Galvão Bueno durante uma falha na iluminação do estádio de Wembley.
” O Flamengo finge que me paga! eu finjo que jogo…! ” Vampeta quando defendia o Flamengo.
“HAJA O QUE HAJAR, O CORINTHIANS VAI SER CAMPEÃO” Vicente Mateus durante as finais de 1977.
Fontes Dados Pesquisas: bobeiras.com.br
blog do veloso
rabisco.net
Blog História do Futebol & x7) Perfis & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 17 Set 2008
BAHIA DE TODOS OS TÍTULOS! TIMES BASE DO BAHIA EM SUAS CONQUISTAS
Campeão do Torneio Inicio de 1931 (A primeira conquista. “Nasceu para vencer”
Teixeira Gomes; Leônidas e Gueguê; Pega-Pinto, Romeu e Gia; Bayma, Canoa, Milton, Gambarrota e Guarany.
Campeão Baiano de 1931
Teixeira Gomes; Odilon e Leônidas; Milton, Canoa e Gia; Bayma, Guarany, Gambarrota, Raul e Rubinho.
Campeão Baiano de 1933
Teixeira Gomes; Odilon e Leônidas, Milton, Cano e Gia; Bayma (Astério), Pelágio (Sandoval) Gambarrota (Celso), Raul e Rubens (Rubinho). Técnico: Armando Cunha
Campeão Baiano de 1934
Nova; Odilon e Bisa; Nouca, Canoa (Guga) e Gia; Ito, Milton (Ludovico), Pelágio, Betinho (Nestor) e Jorge (Odyr). Técnico: Armando Cunha
Campeão Baiano de 1936
Mota; Leônidas e Bisa (Bastos); Nouca, Guga e Gia; Betinho (Sandoval), Milton (Astério), Tintas, Vareta e Jorge (Ito). Técnico: Nicanor Souza
Campeão Baiano de 1938 (Segundo Campeonato de 38)
Menezes (Maia); Baiano e Tarzan (Serra); Mario Ramos, Munt e Gia (Guga); Pedro Amorim; Marzol (Antenor), Vareta, Tintas (Kuko) e Jorge.
Campeão Baiano de 1940
Menezes; Heitor e Serra; Papetti, Bianchi e Gia (Avalle); Antenor, Vareta, Nestor (Tintas), Jorge e Luiz Viana.
Campeão Baiano de 1944
Yoyô; Baiano e Salvador; Silva, Bianchi e Avalle; Gereco, Fernando Cacetão, Zé Hugo, Camerino (Zezito) e Pipiu. Técnico: Nicanor Souza
Campeão Baiano de 1945
Yoyô; Salvador e Zé Grilo; Silva, Prazeres (Bianchi), Avalle (Pedrinho); Gereco, Evilásio, Zé Hugo, Pipiu (Luiz Viana) e Tuca. Técnico: Nicanor Souza e Armando Simões
Campeão Baiano de 1947
Lessa; Arnaldo e Zé Grilo; Pedrinho, Rodrigues e Evilásio; Gereco, Fernando Cacetão (Arquimedes), Zé Hugo (Baiano), Velau e Isaltino (Viana). Técnico: Bianchi
Campeão Baiano de 1948
Lessa; Arnaldo e Zé Grilo; Pedrinho, Ivon e Evilásio; Gereco, Zé Hugo (Baiano), Velau (Farine), Viana e Isaltino. Técnico: Armando Bahia Monteiro
Campeão Baiano de 1949
Lessa; Arnaldo e Zé Grilo; Toia, Ivon e Pedrinho; Camerino, Gereco, Zé Hugo, Carlito e Isaltino. Técnico: Armando Bahia Monteiro
Campeão Baiano de 1950
Lessa; Arnaldo e Zé Grilo (Dario); Toia, Ivon e Pedrinho (Evilásio); Camerino, Zé Hugo (Viana), Gereco (China), Carlito e Isaltino (Roberto). Técnico: Armando Bahia Monteiro
Campeão do Torneio Otávio Mangabeira Inauguração da Fonte Nova 1951
Zaluar; Valdir e Dario; Guio, Ivon e Nilton; Gereco, Zé Hugo, China, Carlito e Isaltino.
Campeão Baiano de 1952
Lessa; Dario (Arnaldo) e Bacamarte (Zé Grilo); Enoque, Juca (Patrocínio) e Nilton; China (Gereco); Camerino (Zé Hugo), Carlito, Maneca (Roberto) e Isaltino.
Campeão Baiano de 1954
Osvaldo Baliza; Juvenal e Bacamarte; Job, Chagas e Rui; Raimundo (Foca), Marito, Carlito, Ruivo (Naninho) e Lierte. Técnico: Armando Simões.
Campeão Baiano de 1956
Jair; Leone, Juvenal Amarijo, Bacamarte e Job; Florisvaldo e Rui(Otoney):
Marito (Frader), Carlito, Hamilton (Isaltino) e Vassil. Técnico: Lourival Lorenzi
Campeão Baiano de 1958
Nadinho; Leone, Vicente (Bacamarte), Henrique e Nenzinho; Bombeiro (Florisvaldo) e Otoney; Marito, Ari (Carlito), Geraldo e Biriba. Técnico: Geninho
Campeão Baiano de 1959
Nadinho; Leone, Henrique (Bacamarte), Vicente e Nenzinho; Beto (Florisvaldo) e Flávio; Marito, Alencar (Carlito), Carioca (Léo) e Biriba (Ari). Técnico: Geninho
Campeão da Taça Brasil de 1959
Nadinho; Beto, Henrique, Vicente e Nenzinho; Flávio e Mario; Marito, Alencar, Léo e Biriba. Técnico:Geninho
Campeão do Torneio da Amizade no Uruguai em 1959
Nadinho (Jair); Leone, Bacamarte (Vicente), Henrique e Florisvaldo; Beto e Flávio; Marito, Carlito (Alencar), Carioca (Léo), Biriba (Ari). Técnico: Geninho
Campeão Baiano de 1960
Nadinho; Calmon, Henrique, Bacamarte e Florisvaldo; Flávio (Bombeiro) e Mario; Marito, Alencar (Ari), Léo (Pernambuco) e Biriba
Campeão Baiano de 1961
Nadinho (Jair); Agnaldo, Henrique, Vicente e Florisvaldo; Flávio e Mario; Marito, Alencar (Carlito), Léo (Didico) e Biriba
Campeão Baiano de 1962
Nadinho; Helio, Henrique (Nilsinho), Vicente (Gonzaga) e Florisvaldo (Ney Andrade); Vadu e Mário; Marito, Hamilton (Aduce), Agnaldo (Didico) e Biriba. Técnico: Pinguela
Campeão Baiano de 1967
Jurandir; Luis Didão, Nildo, Dario e Pão; Ailton (João Adolfo) e Elizeu; Zé Eduardo (Gajé), China, Adauri e Canhoteiro (Biriba). Técnico: Eli do Amparo.
Campeão Baiano de 1970
Jurandir; Paez (Aguiar), Nildo, Roberto Rebouças e Souza (Gigo); Baiaco e Elizeu; Carlinhos, Sanfilippo (Beijoca), Zé Eduardo e Arthur. Técnico: Fleitas Solich
Campeão Baiano de 1971
Renato 74; Aguiar, Zé Oto (Nelson Cazumbá), Roberto Rebouças e Souza; Baiaco e Elizeu; Adilson, Sanfilippo, Amorim (Zé Eduardo) e Carlinhos (Nilo). Técnico: Silvio Pirilo
Campeão Baiano de 1973
Buttice (Zé Luis); Ubaldo, Altivo, Roberto Rebouças e Romero; Baiaco, Fito e Douglas; Natal (Caldeira), Picolé e Peri (Everaldo). Técnico: Evaristo de Macedo
Campeão Baiano de 1974
Rafael; Ubaldo, Sapatão, Roberto Rebouças e Romero; Baiaco, Fito e Douglas (Piolho), Thirson, Jorge Campos e Marquinhos. Técnico: Paulo Amaral
Campeão Baiano de 1975
Luis Antonio; Perivaldo, Sapatão, Roberto Rebouças e Romero; Baiaco (Fernando), Fito e Douglas; Thirson, Mickey (Jorge Campos) e Picolé (Piolho). Técnico: Zezé Moreira.
Campeão Baiano de 1976
Luis Antonio; Perivaldo, Sapatão, Zé Augusto (Roberto Rebouças) e Romero; Baiaco, Fito (Gibira) e Douglas; Jorge Campos, Beijoca e Jesum. Técnico: Orlando Fantoni
Campeão Baiano de 1977
Luis Antonio; Toninho (Edmilson), Sapatão, Zé Augusto e Romero; Baiaco, Fito (Gibira) e Douglas (Alberto Leguelé); Jorge Campos (Washington Luiz), Zé Neto (Miltão) e Jesum (Mazinho). Técnico: Carlos Froner.
Campeão Baiano de 1978
Luis Antonio (Ronaldo); Toninho (Edmilson), Sapatão (Eliberto), Zé Augusto e Romero (Ricardo Longhi); Baiaco, Merica (Fito) e Douglas; Washington Luiz, Beijoca e Jesum (Valdo). Técnico: Carlos Froner
Campeão Baiano de 1979
Luis Antonio; Toninho (Edmilson), Sapatão, Zé Augusto e Romero (Ricardo Longhi); Baiaco, Perez (Fito) e Douglas (Ailton); Botelho (Washington Luiz), Caio Cambalhota (Beijoca) e Gilson Gênio (Téo). Técnico: Zezé Moreira
Campeão Baiano de 1981
Renato; Edinho (Alves), Zé Augusto, Geraldo e Washington Luiz; Edson Soares (Helinho), Emo (Sena) e Léo Oliveira; Osni, Dario e Gilson Gênio. Técnico: Aimoré Moreira.
Campeão Baiano de 1982
Ronaldo; Edinho, Zé Augusto, Edson Soares e Paulo César (Washington Luiz); Helinho, Léo Oliveira e Sena; Osni (Emo), Dario (Ricardo Silva) e Robson. Técnico Carlos Froner.
Campeão do Torneio Imprensa de 1983
Ronaldo (Ricardo); Edinho (Nelinho), Amadeu, Edson Soares e Miguel (Paulo César); Washington Luiz, Sales e Léo Oliveira (Ivanzinho); Osni, Raimundinho e Robson (Rodrigues). Técnico: Paulo Amaral
Campeão Baiano de 1983
Ronaldo; Edinho, Amadeu, Edson Soares e Paulo César (Washington Luiz); Helinho (Sales), Léo Oliveira e Emo; Osni, Heber (Raimundinho) e Robson (Rodrigues). Técnico: Florisvaldo Barreto
Campeão Baiano de 1984
Ronaldo; Edinho, Amadeu, Edson Soares e Paulo César (Miguel); Helinho (Sales), Emo e Leandro (Marinho); Osni, Ademir Patrício (Carlinhos) e Robson. Técnico: Osni
Campeão Baiano de 1986
Rogério; Zanata, Estevam, Pereira (Claudir) e Edinho (Alcir); Paulo Martins (Pires), Leandro e Bobô; Zé Carlos (Marcelino), Cláudio Adão e Emo (Nenê). Técnico: Orlando Fantoni
Campeão Baiano de 1987
Rogério; Zanata, Pereira, Claudir (Mauricio) e Edinho (Emerson); Sales, Leandro e Bobô; Zé Carlos, Ronaldo Marques (Joãozinho) e Sandro (Marquinhos). Técnico: Orlando Fantoni
Campeão Baiano de 1988
Sidmar; Zanata, Pereira, Claudir (João Marcelo) e Paulo Robson; Sales (Paulo Rodrigues), Gil e Bobô (Dico Maradona); Osmar (Zé Carlos),Renato (Charles) e Sandro (Marquinhos) Técnico: Evaristo de Macedo
Campeão Brasileiro de 1988
Ronaldo (Sidmar); Tarantini (Edinho), Pereira (João Marcelo), Claudir e Paulo Robson; Paulo Rodrigues, Gil e Zé Carlos (Osmar); Bobô (Dico Maradona), Charles (Renato) e Marquinhos (Sandro). Técnico: Evaristo de Macedo
Campeão Baiano de 1991
Sérgio Néri; Maílson, Jorginho, Normando e Alex; Paulo Rodrigues, Gil, Lima Sergipano (Uéslei) e Luis Henrique; Naldinho (Zezinho) e Vandick (Marcelo Ramos)
Técnico: Luis Antonio
Campeão Baiano de 1993
Rodolfo Rodriguez; Maílson (Nilmar) , Jorginho, Vilmar (Ronald) e Alex; Lima Sergipano, Nengo (Uéslei), Luvanor e Cacau; Naldinho e Marcelo Ramos (Edmilson). Técnico: João Francisco
Campeão Baiano de 1994
Jean; Odemilson, Advaldo, Missinho e Serginho; Maciel (Raudinei), Souza, Uéslei e Paulo Emilio; Zé Roberto (Naldinho) e Marcelo Ramos. Técnico: Joel Santana
Campeão da Copa Renner 1997
Aílton Cruz, Clébson (Róbson Barbosa), Fabão, Parreira e Wanderley; Lima, Eduardo, Juninho (Mantena) e Messias; Valdo (Róbson Luís) e Edmundo (Júnior). Técnico: Procópio Cardoso.
Campeão Baiano de 1998
Jean; Clebson, Nenê, Samuel (Fabão) e Branco (Chiquinho); Bebeto Campos, Fabio Baiano, Uéslei e Marquinhos; Zinho (Robson Luiz) e Guga (Edmundo) Técnico: Evaristo de Macedo
Campeão Baiano de 1999 (Divido com o Vitória)
Gilberto; Clebson (Vinícius), Júnior, Wellington (Isaias) e Jefferson; Bebeto Camos, Lima (Marcão) Luis Carlos Capixaba e Jorge Wagner; Robson Luiz (Dimba)e Uéslei. Técnico: Joel Santana.
Campeão do Nordeste 2001
Émerson; Japinha, Jean Elias, Carlinhos e Jefferson; Preto, Bebeto, Capixaba (Mantena) e Alex Oliveira; Nonato (Fábio Costa) e Robgol (Washington).
Técnico: Evaristo de Macedo.
Campeão Baiano de 2001
Emerson; Japinha (Mantena), Jean Elias, Carlinhos (Accioly) e Jefferson; Preto, Bebeto Campos (Ramos), Wagner (Luis Carlos Capixaba) e Alex Oliveira; Nonato (Fabio Costa) e Robgol (Vinicius). Técnico: Evaristo de Macedo.
Campeão do Nordeste de 2002
Émerson, Mantena, Marcelo Souza, Valdomiro e Chiquinho; Ramalho, Bebeto Campos, Preto e Sérgio Alves (Capixaba); Róbson (Accioly) e Nonato (Alan). Técnico: Bobô.
Técnico: Evaristo de Macedo.
Fontes: Livro Esporte Clube da Felicidade de Nestor Mendes Jr.
Bahia uma história de lutas e glórias de Normando Reis Carlos Casaes
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 12 Set 2008
CLUBES E SEUS CODINOMES
Sabemos que a maioria dos clubes tem um codinome ou uma alcunha como ele é conhecido segue alguns do Brasil e Exterior pra vocês curtirem!.
Americano/RJ – Fantasma de Campos
Atlético/MG – Galo das Alterosas
Atlético/PR - Furacão
América/MG – Coelho de Minas
América/RJ – Mecão
Bangu/RJ – Time Proletário
Bahia/BA – Esquadrão de Aço ou Tricolor de Aço
Botafogo/RJ – Fogão
Botafogo/SP – Botinha
Brasil/RS – Time Xavante
Comercial/SP - Bafo
Caxias/RS – Time Grená
Confiança/SE – Trovão Azul
Catuense/BA – Laranja Mecânica
Camaçari/BA – Time do Pólo
Ceará/CE – Vozão
Central/PE – Alvinegro
Chapecoense/SC – Furacão do Oeste
Corinthians/SP – Timão ou Time Mosqueteiro
Corinthians/AL – Nelsão
Coritiba/BA – Coxa
CRB/AL – Galo da Praia
Cruzeiro/MG – Raposa Mineira
Ferroviário/Ce – Ferrim ou Moleque Malino
Figueirense/SC – Figueira
Flamengo/RJ – Mengão ou Mais Querido
Flamengo/SP – Rubro-Negro
Fluminense/RJ – Fluzão ou Time Pó de Arroz
Fluminense/BA – Touro do Sertão
Fortaleza/CE – Tricolor do Pici
Francana/SP – Veterana
Galicia/BA – Time Granadeiro ou Demolidor de Campeões
Gama/DF – Verdão
Grêmio/RS – Tricolor dos Pampas
Guarani/SP – Bugre Campineiro
Guaratinguetá – Tricolor do Vale ou Guará
Íbis/PE – Pior time do mundo
Imperatriz/MA – Cavalo de Aço
Internacional/RS – Colorado ou Rolo Compressor
Itabaiana/SE – Tremendão da Serra
Itabuna/BA – Azulão Grapiuna
J.Malucelli/PR – Caçula
Juazeiro/BA – Time das Carrancas
Juventus/SP – Moleque Travesso ou Time da Mooca
Londrina/PR – Tubarão
Linense/SP – Elefante da Noroeste
Madureira/RJ – Tricolor Suburbano
Marcilio Dias/SC – Marinheiro
Moto Clube/MA – Bicho Papão
Náutico/PE – Alvirrubro
Noroeste/SP – Norusca
Palmeiras/SP – Verdão, Porco ou Palestra
Paysandu/PA - Papão da Curuzu
Ponte Preta/SP – Macaca
Portuguesa/SP – Lusa
Portuguesa Santista/SP – Briosa
Remo/PA – Leão Azul
Rio Branco/AC – Estralão
Santa Cruz/PE – Tricolor do Arruda ou Time Coral
Santos/SP – Time Praiano, Time da Vila ou Peixe
Santo André/SP – Ramalhão
São Raimundo/AM – Tufão da Colina
Sampaio Correia/MA – Bolívia
São Caetano/SP – Azulão
São José/SP – Águia do Vale
São Paulo/SP – Tricolor do Morumbi ou Tricolor Paulista
Sport/PE – Leão da Ilha ou
Sertãozinho/SP – Touro dos Canaviais
Taubaté/SP – Burro da Central
Treze/PB – Galo da Borborema
Tupi – Galo Carijó
Uberlândia/MG – Verdão
União S.João/SP – Araras
Vasco da Gama/RJ – Vascão, Time Cruzmaltino, Time da Cruz de Malta
Vitória/BA – Leão da Barra ou Time Vermelho e Preto
Vila Nova/Go – Vila
Volta Redonda/RJ – Voltaço
XJ Jaú/SP – Galo da Comarca
Ypiranga/BA – Time Amarelo e Preto ou Mais Querido
Exterior:
Benfica/Por - Encarnados ou Águias
Braga/Por - Arsenalistas
Belenenses/Por - Azuis do Restelo
Boavista/Por - Enxadrezados
Atlético Madrid/Esp - Rojiblancos ou Colchoneros
Barcelona/Esp - Barça
Real Madrid/Esp - Equipó Merengue
Sevilha/Esp - Palanganas
Valência/Esp - Che
Genoa/Ita - Il Grifoni
Juventus/Ita - La Vecchia Signora
Milan/Ita - La Squadra Rossonera
Sampdoria/Ita - Samp
Torino/Ita - Equipe Granata
Bayern Munique/Ale - FC Hollywood ou Die Roten (Os vermelhos)
Arsenal/Ing - The Gunners ( Os Artilheiros)
Chelsea/Ing - The Pensioners (Os Pensionistas)
Liverpoll/Ing - Red’s (OS vermelhos)
Manchester United/Ing - The Red Devils (Os diabos vermelhos)
Seleções:
Alemanha ( Die Nationalelf)
Africa do Sul (Bafana bafanas)
Argentina ( Los Gauchos)
Bélgica ( Os diabos vermelhos)
Brasil ( Seleção Canarinho)
Camarões ( Os leões indomáveis)
Chile ( La Roja)
Costa do Marfim ( Os Elefantes)
Espanha (La Furia)
França ( Le Blues)
Inglaterra (The English Team)
Itália ( La Squadra Azzurra)
Nigéria ( As Super Águias)
Uruguai ( Celeste Olimpica)
Fontes: Sambafoot e Wikipédia
Blog História do Futebol & (SANTA CATARINA) & x9) CURIOSIDADES Adalberto Kluser em 11 Set 2008
PÚBLICO ZERO EM RODADA DE CAMPEONATO
Um recorde na história do futebol catarinense, talvez brasileiro. Dois jogos da mesma rodada com público zero.
No dia 7 de setembro, domingo, nenhum torcedor pagou ingresso para assistir a quarta rodada do Campeonato Catarinense da Divisão de Acesso (Terceirona).
Os dados são oficiais e podem ser conferidos no site da FCF. As súmulas estão disponíveis no endereço (http://www.fcf.com.br/competicoes/2008/div_acesso/tabela.php?competicoes=1#)
Resumo dos jogos:
Santa Catarina (São Francisco do Sul) 0 x 1 Porto (Porto União)
Estádio: Ernesto Schlemm Sobrinho (Joinville)
Público: 0
Prejuízo: R$ 820,00 (despesas com arbitragem , INSS, etc)
Atlético Clube Chapecó 0 x 1 Costa Esmeralda (Itapema)
Estádio: Beija Flor (Guarujá do Sul)
Público: 0
Prejuízo: R$ 1.400,00 (despesas com arbitragem , INSS, etc)
A Divisão de Acesso tem cinco participantes e já foram realizadas quatro rodadas. Veja os resultados e o público de cada jogo:
17/8 – Porto 9 x 0 Atlético Chapecó (179 pagantes)
17/8 – Videira 1 x 2 Costa Esmeralda (297 pagantes)
23/8 – Costa Esmeralda 0 x 0 Porto (47 pagantes)
24/8 – Santa Catarina 1 x 2 Videira (23 pagantes)
30/8 – Costa Esmeralda 2 x 0 Santa Catarina (45 pagantes)
31/8 – Videira 6 x 0 Atlético Chapecó (236 pagantes)
7/9 – Atlético Chapecó 0 x 1 Costa Esmeralda (0) (*)
7/9 – Santa Catarina 0 x 1 Porto (0) (*)
(*) – Outro recorde: rodada completa e nenhum público pagante.
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 11 Set 2008
ELES QUASE LEVANTARAM A TAÇA!
Bom segundo os especialistas em futebol, as eliminatórias já fazem parte do mundial, segundo a FIFA a Copa do Mundo tem seu inicio com as eliminatórias continentais e sua fase final num país sede previamente escolhido como a Africa do Sul em 2010 e o Brasil em 2014. Preparei aqui um relação dos jogadores que jogaram as eliminatórias nos anos que o Brasil disputou esta fase mais não chegaram a ir a fase final de uma Copa do Mundo.
Eliminatórias de 1957 para a Copa da Suécia em 1958
Roberto Belangero [Corinthians)
Evaristo [Flamengo]
Índio [Flamengo]
Eliminatórias de 1969 para a Copa do México em 1970
Djalma Dias [Santos]
Rildo [Santos]
Lula [Corinthians]
Eliminatórias de 1993 para a Copa do EUA em 1994
Válber [São Paulo]
Luís Henrique [Monaco]
Careca I [Kashiwa Reysol]
Evair[Palmeiras]
Palhinha [São Paulo]
Elivélton [São Paulo]
Valdeir[Bordeaux]
Antônio Carlos [Palmeiras]
Ricardo Gomes [Paris Saint-Germain]
Eliminatórias de 2000/2001 para a Copa de 2002
Evanílson [Borussia Dortmund]
Antônio Carlos [Roma]
Émerson I [Bayer Leverkusen]
Alex [Palmeiras]
Zé Roberto [Bayer Leverkusen]
Jardel [Porto]
Élber [Bayern Münique]
Athirson [Flamengo]
Amoroso [Parma]
Edmundo [Vasco]
França [São Paulo]
César Sampaio [Palmeiras]
Sávio [Real Madrid]
Guilherme [Atlético-MG]
Flávio Conceição [La Coruña]
Djalminha [La Coruña]
Marques [Atlético-MG]
Marcos Assunção [Roma]
Émerson Carvalho [Portuguesa]
Romário [Vasco]
Cléber [Cruzeiro]
Sylvinho [Arsenal]
Donizete Oliveira [Cruzeiro]
Juninho Pernambucano [Vasco]
Ricardinho [Cruzeiro]
Euller [Vasco]
Adriano [Flamengo]
César [São Caetano]
Alessandro II [Atlético-PR]
Leomar [Sport Recife]
Washington [Ponte Preta]
Mineiro [Ponte Preta]
Marcelinho [Corinthians]
Ewerthon [Corinthians]
Juan [Flamengo]
Tinga [Grêmio]
Eduardo Costa [Bordeaux]
Marcelinho “Paraíba” [Hertha Berlim]
Serginho [Milan]
Rapaziada boa de bola mais não tiveram oportunidade de dar continuidade de mostrar seu valor na fase final das Copas muitos ainda jogam quem sabem em 2010.
Texto: Galdino Silva
Fonte: RSSSF e CBF News
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 11 Set 2008
RECORDAR É VIVER! MEUS JOGOS INESQUECIVEIS
Palmeiras 1 x 0 Corinthians
Data: 22/12/1974
Estava eu começando a entender a magia do futebol tinha visto o Bahia vencer o Vitória por 1 a 0 e conquistar o bicampeonato baiano, e a partida transmitida pela TV me fez tornar-me palmeirense ainda mais por este jogo do que por minha descendência italiana. O gol de Ronaldo que fez calar o Morumbi e aumentar a fila corintiana ainda volta a minha mente quando vejo o Palmeiras de hoje de altos e baixos.
Fluminense 1 x 1 Corinthians (1 x 4 nos pênaltis)
Data: 5 de dezembro de 1976
Apesar de ser palmeirense e flamenguista, eu como já fanático pelo futebol estava colado na TV naquele domingo de sol em Salvador, confesso que fiquei assustado com aquele mundo de gente nas arquibancadas a chuva atrapalhou o jogo mais as cenas daquela festa das torcidas é algo difícil de esquecer, meu primo Salvador estava no Rio de Janeiro pois ele tomava curso para ingressar na Copene aqui no Polo-Petroquimico de Camaçari e me falou da experiência marcante daquele dia.
Brasil 1 x 1 Alemanha Ocidental
Data: 12/06/1977
Nesta domingo acordei com uma expectativa do jogo que prometia os campões mundiais jogando com o Brasil, mais também neste dia eu fui com meu pai para um sitio na Valéria bairro periférico de Salvador onde ele tinha uma criação de porcos, saímos de lá já com o jogo iniciado e ainda viemos passar num local onde meu pai dava plantão pela secretaria de saúde do estado da Bahia, assisti o segundo tempo no refeitório, com todos os colegas de meu pai, o Brasil perdia por 1 a 0 gol de Fischer, e o empate veio no final com Rivelino debaixo de chuva, este foi um dos jogos da seleção que sempre guardo na lembrança.
Ponte Preta 0 X 1 Corinthians
Data: 06/10/1977
Foi um dos melhores jogos que assistir até hoje, bem jogado com as duas equipes buscando a vitória e o Timão venceu com um gol iluminado de Palhinha gol de nariz que o tirou do restante da decisão.
Corinthians 1 X 2 Ponte Preta
Data: 10/10/1977
Morumbi lotado mais de 146.000 pagantes para ver o tabu de 22 anos sem títulos cair e quase caiu quase ainda não foi neste dia, Geraldão abriu o escore e deu a nitida impressão que a tarde seria de festa e glória mais Rui Rei e Dicá calaram o Morumbi assim como Ronaldo em 1974.
Corinthians 1 X 0 Ponte Preta
Data: 13/10/1977
Este jogo como todos os outros jogos da decisão foram emocionantes sem duvidas nosso amigo Gil Maluf que o diga, assisti todos os três jogos e torci pela macaca que tinha um belo time mais não deu, era o ano do Corinthians está escrito que o tabu acabaria naquele ano, sem duvidas foram três jogos inesquecíveis.
Flamengo 1 x 0 Vasco
Data: 03/12/1978
Não tem rubro-negro neste mundo que tenha visto este jogo que não tenha ainda viva na memória a subida magistral do Deus da Raça e de cabeça selar a conquista e vingando a derrota de 1977, tinha acabo de chegar da Valéria com meu pai e meu primo Cafuringa, liguei a TV acabava de começar o segundo tempo, minha mama mandava eu ir tomar banho pois quando voltava da criação de porcos e mesmo tendo tomado banho lá a mama mandava tomar outro banho, segurei a onda e quando saiu o gol eu explodir de alegria e muita gozação ao meu primo que é vascaíno roxo.
Bahia 1 x 0 Vitória
Data: 28/09/1979
Bem numa sexta-feira a noite, eu não tinha esperança do Bahia ser campeão, o time era limitado demais e teve as saídas de Beijoca e Ailton no transcorrer do campeonato e uma seria contusão de Osni e o Vitória vinha bem e dando sorte, nas partidas decisivas a estrela do Bahia brilhou e com um frango espetacular de Gelson naquela sexta-feira o Bahia conquistou o seu heptacampeonato um marco inédito na vida do clube, foi a primeira vez que vi uma final ao vivo dentro da saudosa Fonte Nova.
Flamengo 3 x 2 Atlético/MG
Data: 01/06/1980
A dia inesquecível em todos os sentidos, desde cedo aqui onde moro meus amigos tentavam secar o Flamengo de todo o jeito, somente eu, Sérgio e Tatau aquele mesmo do Araketu que morou aqui no bairro até aquele ano, torcíamos para o Mengão. Assistir o jogo sozinho na sala nervoso, a cada gol um alivio, mais quando Reinaldo empatou o jogo confesso que fiquei inquieto e sem esperança, o gol antológico de Nunes sinceramente nem mesmo esperava aquele gol, mais quando a bola encontrou as redes nossa explodir de alegria depois do jogo sair para a rua para perturbar os anti-flamenguistas aqui do bairro: Gilvan, China, Edson, Bonfim, Pantera e Bicudinha.
Bahia 5 X 0 Santa Cruz
Data: 05/04/1981
Para mim este é o maior jogo da história do Bahia nos seus 77 anos de existência, eu estava acreditando que o time que precisava vencer por cinco gols de diferença pudesse vencer pelo escore desejado, o time vinha da Taça de Prata e caiu na segunda fase da Taça de Ouro no mesmo ano, meu pai só liberou a grana para irmos ao jogo eu e meu primo Cafuringa faltando meia hora para a partida começar, como moro perto do estádio da Fonte Nova, saímos correndo e entramos no estádio e as equipes estavam entrando em campo, o jogo começou eletrizante com o Bahia marcando logo dois gols nos primeiros quinze minutos, o engraçado neste jogo foi o bom número de torcedores do Bahia que pagaram para entrar na Fonte Nova logo após o time marcar o terceiro gol, a massa veio chegando para empurrar o time em uma das suas maiores vitórias.
Flamengo 2 X 0 Cobreloa
Data: 23/11/1981
Um noite feliz na minha vida, aquele time o maior time do Flamengo que vi jogar conquistava a América, foram jogos difíceis desde o jogo em Santiago nunca tive raiva de um clube como senti do Cobreloa, até não vou muito com este time por causa do anti-jogo realizado na decisão. Mais naquela noite ficou dito e escrito por todas as linhas quem jogava o melhor futebol no continente com um show de Zico demos um cartão vermelho e preto para a violência dos chilenos. Os gols de Zico na narração de Jorge Curi ainda me arrepio quando escuto de uma gravação que tenho guardada com carinho.
Flamengo 3 x 0 Liverpool
Data: 13/12/1981
Quando o Flamengo venceu a Libertadores eu vibrei com o título, então falei que agora só faltava o mundo para o Flamengo se igualar ao Santos único clube até então a ser campeão mundial interclubes, porem eu fui alertado por Gilvan um tricolor carioca roxo que o Fla não tinha chances pois o Liverpool era mais forte e base da seleção inglesa, bem quando começou o jogo o Flamengo venceu fácil como quis bastou um tempo somente para bailarmos em campo e o mundo era vermelho e preto.
Brasil 2 X 3 Itália
Data: 05/07/1982
Estava no inicio das férias da escola e tinha ido ao centro da cidade ver algumas roupas o jogo começou ao meio dia o corre corre para as portas das lojas de eletrodomésticos era enorme as seleções entram em campo, saio em disparada para casa ao entrar na sala sai o primeiro gol da Itália, durante a primeira fase disputada no mês de junho que o mês das festas juninas minha mama fazia bolos de aimpim (macaxeira) e carimã (puba) e estes jogos foram a tarde, na segunda fase a mama com os jogos ao meio dia ela resolveu não fazer os bolos, mais neste dia no almoço lá em casa teve macarrão e ao molho com polpetta (almôndegas) não poderia dar outra coisa.
Alemanha 3 X 3 França
Data: 08/07/1982
Um jogão este ai, sem duvidas um dos maiores de todas as copas, depois do Brasil a França jogavam um futebol mais bonito e ofensivo comandados por Platini vibrei e torci muito para os Lê Blues fiquei triste com a derrota para uma Alemanha de força na camisa e um jogo tático sem graça ainda bem que na final deu Itália.
Fluminense 1 X 0 Flamengo
Data:11/12/1983
Uma tarde triste para mim no mundo do futebol o meu Bahia perderá para a Catuense por 2 a 0 na Fonte Nova com dois gols de Boca e eu acompanhava pelo radio o jogo do Rio e quando Assis fez o gol do Fluminense, depois de tomar um sufoco danado do Flamengo o jogo todo ai que raiva, cheguei a torcer para o Flamengo entregar o jogo para o Bangu mais o tive honrou sua camisa e deu o caneco para o rival.
Bahia 1 X 0 Vitória
Data: 25/11/1984
Pode não ter sido um dos maiores Bavis mais teve de tudo neste jogo, o empate classificava o Vitória para as finais, o time tinha se reforçado trazendo do América/RJ o nigeriano Ricky e o ponta Framber e trouxe do futebol amador daqui mesmo o Lula Mamão, o jogo foi eletrizante o Vitória aproveitava a velocidade de Ricky a ameaçava nos contra ataques armados por Lula e Jackson, num deles houve um pênalti em Lula Ricky bateu três vezes e perdeu as três Ronaldo goleiro do Bahia saiu em todas elas houve invasão de campo por parte de Paulo Maracajá presidente do Bahia na época, na ultima cobrança Ronaldo saiu escandalosamente mais o juiz desta vez não teve peito para mandar repetir e no final do jogo o Bahia marcou com Marinho Apolônio e tirou o Vitória das finais.
Flamengo 1 X 1 Fluminense
Data: 11/12/1985
Mais uma vez num 11 de dezembro, ouvindo pelo radio o Fla domina o jogo e num deslize da defesa o Flu marca com Washington, o restante do jogo é sufoco do Mengo com Paulo Vitor fazendo o que pode e o Flu nos contra ataques ameaçando liquidar a fatura, eis que perto do final Leandro acerta um tirambaço de fora da área e o Flamengo empata.
Bahia 1 X 0 Sport
19/10/1986
Este jogo foi um passeio de bola do Bahia diante o seu rival pernambucano, não fosse a atuação primorosa de seu goleiro Paulo Cesar aquele mesmo que depois defendeu o Cruzeiro seria uma goleada de no minimo 7 a 0, pois além das grandes defesas e Bahia desperdiçou inumeras oportunidades de gols, no final perto do apagar das luzes numa cobrança de falta magistral e quase sem ângulo Marinho Apolônio levou a loucura a massa de mais de 50.000 na velha Fonte Nova.
Bahia 0 X 1 Portuguesa
10/12/1986
Amigos neste dia numa quarta-feira á noite eu vi uma das maiores atuações de um goleiro na minha vida, Serginho da Lusa pegou tudo, até pensamento como diriam os mais antigos, foi um festival de defesas sensacionais de todos os tipos e como quem não faz leva, em uma cobrança de falta Alberis fez o gol da vitória da Lusa numa noite memóravel de Serginho.
Guarani 3 X 3 São Paulo
25/02/1987
Foi uma noite inesquecivel, torcendo para o bugre por causas das cores igual a do Palmeiras, fazias as contas para o fim da partida que o bugre vencia por 3 a 2 em um jogaço digna de uma final. O Guarani tinha um timaço com Ricardo Rocha, Boiadeiro, Evair e João Paulo e o São Paulo com Muller, Silas, Pita e Careca, antes do apito final da prorrogação Careca marcou o tento de empate e levou a decisão para os penaltis e o tricolor levou a taça, fiquei triste o bugre não merecia perder aquele campeonato.
Bahia 0 X 3 Vasco
13/09/1987
Tarde de Romário na Fonte Nova foi a primeira vez que vi o Baixinho ao vivo e ele não se fez de rogado e deu uma aula de como marcar gols, ele fez os três da humilhante vitória vascaina diante o Bahia, João Marcelo e Pereira jamais se esqueceram desta tarde de Romário na Fonte Nova.
Flamengo 3 X 1 Santa Cruz
22/11/1987
Bastava uma vitória simples e o Mengão estaria nas semi-finais da Copa União, Maracanã com mais de 60.000 pagantes para ver como nos velhos tempos, um baile de Zico. o Galo deu show fez todos os gols do Fla e a velha mistica voltou a prevalecer “Se deixar o Flamengo entrar já era” e não deu outra.
Atlético/MG 2 X 3 Flamengo
13/12/1987
Realmente o dia 13 de Dezembro é um dia iluminado para o Flamengo, sete anos depois da final do brasileiro de 1980, lá estavam os dois clubes agora em uma semi-final, a vantagem era do Galo por ter melhor campanha, o Fla se garantiu na rodada final e venceu o primeiro jogo no Maracanã por 1 a 0, uma vitória simples do Galo o levaria a final, o jogo começa alucinante e o Flamengo abre 2 a 0 para desespero do torcedor do Atlético, o segundo tempo em poucos minutos os Galo empata e tudo se caminha para uma virada histórica eis ai que aparece Renato Gaúcho para calar o Mineirão e levar o Mengão a mais um final de brasileiro jogo memorável e inesquecivel.
Bahia 0 X 0 Sport
01/02/1989
Quinta-Feira á noite eu prestava serviço na Receita Federal, sai de lá por volta das 19:00 hrs e fui direto para o Estádio, sozinho sem os companheiros de Fonte Nova, como em 1986 o Bahia estava em uma quarta de finais de um brasileiro depois de um empate no Recife mais um empate no tempo normal e outro na prorrogação e estavamos na semi-final, o jogo foi equilibrado até a prorrogação quando o Sport se lançou todo a frente e se não fosse o goleiro Ronaldo que fez duas defesas milagrosas nos pés de Nando atacante do Sport, adeus Bahia, já era madrugada do dia 02 de fevereiro e muitos torcedores do Bahia foram ao Rio Vermelho saudar Iemanjá no dia da sua festa, eu preferir ir até as saidas do atletas e comprimentar Ronaldo por ele ter dado a nossa classificação.
Bahia 2 X 1 Fluminense/RJ
12/02/1989
Depois de um empate sem gols no Rio e tendo a oportunidade de ter vencido até por mais de um gol, o Bahia estava na mesma situação do jogo contra o Sport para chegar a final, nunca tinha visto o Bahia chegar tão longe num brasileiro, comprei os ingressos na sexta-feira e no sufoco, engraçado que fui ao jogo acompanhado de dois amigos lá da Receita Federal que eram cariocas um tricolor e o outro botafoguense, chegamos lá por volta das 14:00 hrs, estádio já lotado, 110.000 pessoas maior publico até hoje no norte-nordeste do Brasil. Logo aos 3 minutos Washington cala a Fonte Nova, mais depois o Bahia comandado por Bobô empatou e virou com Gil, era festa nas arquibancadas, além da final estavamos na Libertadores era um sonho que venha o Inter.
Bahia 2 X 1 Internacional
15/02/1989
Foi um jogo daqueles, mais uma vez o Bahia saiu atrás com um gol de Leomir, mais o time jogava melhor, com toques rápidos e triângulações de Zé Carlos, Bobô e Marquinhos, o Inter era envolvido facilemente, logo o empate fez a Fonte Nova explodir o Bahia virou no inicio do segundo tempo, e teve chances de fazer 3, 4 ou 5 mais no final ficou assim mesmo, ao sair do estádio eu estava acompanhado de meu primo Salvador, falei rapaz lá vai ser duro mais estou convicto que a Taça é nossa como em 1959.
Bahia 0 X 0 Internacional
19/02/1989
Estava desde a sexta-feira sem conseguir dormir, ansioso para o jogo de domingo, meu Chefe na Receita Sebastião Bucar me dizia que o Bahia não teria chances no Beira Rio e que Inter ganharia facil, eu rebati dizendo o Flu também tiraria o Bahia segundo ele, meu pai que era o Bahia fanático, trabalhou clube de 1953 á 1961 estava na terra dele, assistir o jogo na casa da minha namorada na epóca Najíla, somente eu e ela que é uma tricolor daquelas, ao final da partida com um sufoco no inicio com Ronaldo salvando duas vezes de maneiras espetacular e o Bahia no final perdendo chances incriveis o jogo teve seu final era festa, Bahia campeão brasileiro, imaginem a nossa festa aqui na casa dela!!!!! a noite foi uma criança.
Bahia 1 X 1 Vitória
07/08/1994
Depois de um inicio de campeonato preocupante e tendo tomado duas de 4 do Vitória o Bahia se recuperou com Joel Santana em um ano que houve 11 Bavis no campeonato, na rodada final o Bahia jogava por um empate simples, o jogo começou com o Vitória saindo mais e o Bahia perdendo chances claras do gols com Marcelo Ramos e Zé Roberto cara a cara com Roger, no final do primeiro tempo o Vitória marca com Dão e no segundo tempo as coisas se invertem, o Bahia aperta e o Vitória perde chances de liquidar a fatura com Alex Alves, Pichetti e Rodrigo, eu e Najila estavamos nas cadeiras numeradas e ela nervosa agitada se desesperava a cada jogada errada, de repente eu disse calma amore, o gol vai sair no final pode ter certeza, bem aos 44 minutos a bola sobra para Raudinei e ele não perdoa fuzila na saida de Roger e marca o gol do título, delirio total no estádio em mais um festa tricolor á ultima em grande estilo.
Flamengo 3 X 1 Vasco da Gama
27/05/2001
Amigos uma semana antes o Flamengo perderá de virada por 2 a 1, e ao acabar este jogo Edmar um amigo que detesta o Mengão me disse que já era título e o Vasco era campeão, pois bem disse a ele que o Flamengo seria campeão vencendo por 3 a 1 e com um gol no final, passei a semana toda repetindo até ele sumir das minhas vista e só aparecer no sabado dia da final, quando Edilson fez 2 a 1 para o Flamengo, ele me olhou e eu disse a ele se lembre o terceiro gol será perto dos 43 a 45 minutos finais. ele riu meio amarelado, quando Roma sofreu a falta eu disse a ele!!! é agora é agora o gol do título ao ver a bola entrar no ângulo de Helton não teve que me segurasse, Edmar saiu de minha casa correndo apavorado e eu atrás dele dizendo viu ai bicho eu sou o profeta eu sou o profeta é nossa a taça, pior que ele nem vascaino é. O restante do final de semana foi só alegria.
Texto: Galdino Silva
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 09 Set 2008
Protegido: COMO TOSTÃO FOI PARA O VASCO DA GAMA
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 09 Set 2008
Protegido: O VEXAME DO GOLEIRO VALDIR DO VASCO DA GAMA
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES Roberto Pypcak em 09 Set 2008
Equipes em um estádio, trio de arbitragem no outro
Na última quarta-feira, 03/09, dirigentes do Tomazinho enviaram um ofício à Federação pedindo a transferência da partida de domingo, contra o Rubro Social, do campo do CFM, em Japeri, para o Estádio José Amorim Pereira, em São João de Meriti. Entretanto, a entidade não se manifestou e o mando de campo permaneceu inalterado. Por sua vez, os dirigentes do Rubro, ainda sem receber uma comunicação oficial da Federação, se basearam no contato com a diretoria do clube meritiense sobre o local da partida.
No dia da peleja, quando restavam quinze minutos para a saída de bola, as equipes já estavam no estádio de São João de Meriti, mas trio de arbitragem, delegado, observador e outros profissionais da FERJ, se encontravam na cidade de Japeri. E só depois de telefonemas, as delegações dos clubes correram para os ônibus, em direção ao local determinado pela Federação. O Rubro Social chegou às 15h30m, dez minutos antes do adversário, dono do mando de campo, e dentro do limite de tolerância de atraso, estipulado em meia hora. Mesmo assim, o árbitro Sérgio Mantovani, que já havia fechado a súmula, pediu o Rubro Social um ofício, entregue pelo supervisor Raymundo Souza.
No documento, que foi anexado à súmula, consta que a equipe chegou no horário limite para que a partida tivesse início e uma explicação sobre a trapalhada. Todavia, o mesmo árbitro negou a anexação de um documento do time mandante, no qual comprovava o envio do ofício que pedia a transferência do mando de campo, mas sem resposta da entidade. Com isso, não houve qualquer atitude oficial que confirmasse mudança de campo, apesar do documento ter sido entregue com intervalo superior à 3 dias inteiros de antecedência exigidas pelo regulamento.
O juiz Sérgio Mantovani alegou não poder conceder entrevistas por conta de uma norma da Comissão de Arbitragem. O delegado da partida também não quis se manifestar. Os dois entregaram seus respectivos relatórios na tarde desta segunda-feira na sede da Federação, que os publicou em seu site oficial. O Rubro foi declarado vencedor da partida por WO, mas dirigentes do Tomazinho prometem pedir a remarcação da partida.
fonte:http://www.futebolestranho.blogspot.com/
Blog História do Futebol & x7) Perfis & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 03 Set 2008
ELES CAUSAVAM PÂNICO NO AR!
BALTAZAR conhecido como “Cabeçinha de Ouro” dono de uma grande impulsão fez história no nosso futebol com seus gols de cabeça dos seus 267 gols na carreira 71 deles foram de cabeça começou no Jabaquara em 1945, em 1947 transferiu-se para o Corinthians onde fez sucesso juntos a Luizinho e Cláudio no famoso ataque de 1955 dos 103 gols, defendeu a seleção brasileira nas copas de 1950 e 1954 e pendurou as chuteiras no Juventus em 1959.
DARIO, folclórico centroavante se auto denominava como “Rei Dadá” ou “Peito de Aço” e “Dadá beija-flor”, dono de um faro de gols de linhagem real, todo desengonçado e sem habilidade, más dono de uma velocidade incrivel e uma impulsão melhor ainda, pois segundo ele mesmo “parava no ar” esperando a bola chegar a sua cabeça, marcou mais de 926 gols segundo sua contabilidade, foi artilheiro na maioria dos clubes que defendeu de norte a sul do país como Campo Grande/RJ, Atlético/MG, Flamengo, Sport, Internacional/RS, Ponte Preta, Paysandu, Santa Cruz/PE, Bahia, Goiás, Coritiba, Nacional/AM os principais, além de muitos gols de cabeça Dario tinha muitas frases de efeitos como
““Há três poderes na Terra: Deus no céu, o Papa no Vaticano e Dadá na grande área”.
“Para cada problemática, eu tenho uma solucionática”.
“Eu me preocupo tanto em fazer gols, que não tive tempo de aprender a jogar futebol”
“Não existe gol feio, feio é não marcar gols”
Ficou marcado também por ter sido convocado para a copa de 1970 no México por uma intervenção do Presidente Medici.
FISCHER, Conhecido como ‘El Lobo’ pela sua vontade de vencer, tinha grande facilidade para cabecear por conta de sua estatura elevada. Seu principal momento no futebol brasileiro aconteceu no dia 15 de novembro de 1972, quando marcou dois gols de uma goleada do Botafogo sobre o Flamengo por 6 a 0. Defendeu além do Botafogo/RJ o Vitória/BA onde seus duelos com Sapatão e Roberto Rebouças marcaram o clássico BAVI, suas cabeças eram verdadeiros petardos contras as metas adversárias.
JARDEL, ficou famoso pela sua alta impulsão (já havia tentado ser jogador de vôlei) que o levava a fazer vários gols de cabeça. Nascido no Ceará em Fortaleza e dono de uma cabeça que favorecia na arte de cabeçar “não me compreenda mau amigo Juvando Oliveira”. Revelado pelo Ferroviário/Ce em 1991 chega ao Vasco aonde deu ao clube o título carioca de 1994, mais foi no Grêmio que suas credênciais foram apresentadas para valer com o título da Libertadores de 95 e muitos gols e gols de cabeça, Jardel era marca registrada na grande aréa e caiu nas graças da torcida gremista. Em 1996 Jardel chega ao Porto para se torna idolo e dar ao clube títulos, teve uma passagem pelo Galatasaray onde fez 24 gols em 22 partidas, pela Seleção Brasileira foram 11 jogos e 1 gol somente, passou pelo Sporting Lisboa e depois por vários clubes no Brasil e Europa, revelou que usou cocaina mais está recuperado e hoje defende o Criciuma.
MARK HATELEY, inglês começou a carreira no Coventry City onde seus gols despertaram a diretoria do Portsmouth onde jogou até 1984 quando o Milan o contratou para ser o seu homem de aréa, com sua alta estatura e fisico esbelto, Hateley logo caiu no gosto dos tifosi milanistas, principalmente por marcar gols no rival a Inter de Milão, sua postura dentro da aeréa era perfeita e as jogadas aeréas nos clubes por ondepassou ficaram como marca registrada, o Brasil sentiu na pele a fúria no ar do matador inglês num amistoso no Maracanã em 1984 quando ele marcou o segundo gol do triunfo britânico por 2 a 0. Pela seleção inglesa foram 16 gols em 42 partidas.
HRUBESCH, conhecido como o tanque eterno ídolo do Hamburgo, com seu fisico de decatleta ou halterofelista, por sua força era um jogador lento mais dentro da area era um terror, deu o título da Eurocopa de 1980 aos alemães num jogo dramatico contra a Bélgica ele anotou o gol a poucos minutos do final, seu forte era as bolas altas que sempre batia os zagueiros com sua força bestial, e suas potentes cabeçadas são lembras até hoje pelo torcedores do Hamburgo.
OLIVER BIERHOFF, Tinha uma boa impulsão, aliada à força com que fazia seus gols de cabeça. Também contava com uma grande força em sua perna direita, era um jogador de muita explosão. Em sua carreira, Bierhoff jogou no KFC Uerdingen, Hamburgo, Borussia Mönchengladbach, SV Casino Salzburg (atual Red Bull Salzburg), Ascoli, Udinese, AC Milan, Mônaco e Chievo. Marcou um total de 103 gols na Serie A, um dos melhores resultados para um atleta não nascido na Itália. Em 1997-98, foi artilheiro da Serie A com 27 gols marcados.
Na seleção da Alemanha, Bierhoff marcou 37 gols em 70 partidas, incluindo os dois gols feitos na vitória da Alemanha sobre a República Tcheca na final da Eurocopa de 1996. Após entrar no segundo tempo no lugar de Klinsmann, machucado aos 37 minutos, logo aos 38 minutos ele fez de cabeça o gol de empate da Alemanha, assim o jogo foi para o gol de ouro, e novamente Bierhoff fez outro gol agora de perna esquerda, gol que deu o título para a Alemanha.
PELÉ, bem este era bom em todos os mandamentos do futebol, mais não podemos negar que a impulsão do Rei era um assombro, suas cabeças de olhos abertos e certeiras fizeram a alegria dos santistas e dos brasileiros, a elegância e plasticidade ao subir para cabeçear são marcar resgistradas do Rei Pelé, quem não se cansa de ver o primeiro gol do Brasil na final da Copa de 1970 contra Itália toda soberania dele ao subir e testar para a meta com os olhos de lince bem abertos, sem duvidas Pelé também foi um eximio cabeçeador.
ALDO SERENA, atacante italiano com passagens por grandes clubes do calcio como Inter de Milão, Torino, Juventus e Milan, era conhecido por suas famosas cabeçadas, um terror nas bolas aereas, teve três passagens pela Inter mais somente na última na temporada 88/89 e 89/90 deslanchou, teve uma boa passagem pela Juventus marcou em uma tempora pela Vecchia Signora 21 gols, pela Seleção disputou a Copa de 1990, foram 5 gols pela Azzurra um deles na mesma Copa contra o Uruguai, outra caracteristica de Serena era o chute forte com a perna esquerda.
Pesquisa Fonte: Almanaque Futebol Mundial e Wikipédia
Textos: Galdino Silva
Blog História do Futebol & x7) Perfis & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 03 Set 2008
TIMES INESQUECIVEIS QUE NÃO LEVATARAM A TAÇA!
BANGU AC ( Vice-campeão Brasileiro de 1985)
Gilmar; Marcio Nunes (Perivaldo), Jair, Oliveira e Baby; Israel, Lulinha e Mário (Pingo); Marinho, João Cláudio e Ado.
Técnico: Moisés
BRASIL DE PELOTAS (Quarto colocado no Brasileiro de 1985)
João Luis; Nei Dias; Silva, Jorge Batata e Hélio (Chico Fraga); Doraci, Canhotinho e Livio; Junior Brasilia, Bira e Alamir.
Técnico: Valmir Louruz
GUARANI FC (Vice-campeão brasileiro de 1986 eVice-campeão paulista de 1988)
1986: Sergio Neri; Marco Antônio, Ricardo Rocha, Valdir Carioca e Zé Mário; Tosin, Tite (Vagner) e Boiadeiro; Catatau, Evair e João Paulo. Técnico: Carlos Gainete Filho.
1988: Sérgio Neri, Marquinhos, Vagner, Ricardo Rocha e Albéris; Paulo Isidoro, Barbieri e Boiadeiro; Neto (Careca), Evair e João Paulo. Técnico: José Luiz Carbone.
LONDRINA (Terceira colocada no Brasileiro de 1977)
Paulo Rogério; Zé Antonio, Arenghi, Carlos e Dirceu; Xaxá, Ademar e Zé Roberto; Nivaldo, Brandão e Carlos Alberto Garcia.
Técnico: Armando Renganeschi
OPERÁRIO/MS (Quarto colocado no brasileiro de 1977)
Manga; Da Silva, Biluca, Silveira e Paulinho; Edson Soares, Marinho e Everaldo; Tadeu, Roberto Cesar e Peri.
Técnico: Carlos Castilho
PONTE PRETA ( Vice-campeã paulista de 1977)
Carlos; Jair, Oscar, Pollozi e Odirlei; Vanderlei, Marco Aurélio e Dicá; Lúcio, Rui Rey e Tuta (Parraga).
Técnico: Zé Duarte
PORTUGUESA (Vice-campeã Brasileira de 1996)
Clemer; Valmir, Marcelo Miguel, Emerson e Roque; Capitão, Gallo, Zé Roberto e Caio; Alex Alves e Rodrigo Fabri.
Técnico: Candinho
SANTA CRUZ (Campeonato Brasileiro de 1975)
Jair, Carlos Alberto Barbosa, Lula, Levir e Pedrinho; Givalnildo, Carlos Alberto e Alfredo; Volnei, Ramon e Pio.
Técnico: Paulo Emilio
SÃO CAETANO (Vice-campeão Brasileiro 2000/2001)
Silvio Luiz; Japinha (Mancini), Serginho, Dininho e Marcos Paulo; Daniel, Simão, Adãozinho e Esquerdinha; Anailson e Magrão.
Técnico: Jair Picerni
VITÓRIA/BA (Vice-campeão Brasileiro de 1993)
Dida; Rodrigo, João Marcelo, China e Renato Martins; Gil Sergipano (Vampeta), Roberto Cavalo e Paulo Isidoro; Alex Alves, Claudinho e Giuliano.
Técnico: Fito Neves
VITÓRIA/BA (Campeonato Brasileiro de 1974)
Joel Mendes; Roberto, Valter, Dutra e França; Paulo Valença, Gibira e Davi; Osni, André Catimba e Mario Sérgio.
Técnico: Bengalinha
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 02 Set 2008
A HISTÓRIA DA FIFA
Federação Internacional de Futebol Association (do francês: Fédération Internationale de Football Association), mais conhecida pelo acrônimo FIFA, é a instituição internacional que dirige as associações de futebol. Filiada ao COI, a FIFA foi fundada em Paris em 21 de maio de 1904 e tem sua sede em Zurique na Suíça. A referência ao Futebol Associação, decorre ao fato de na época de sua fundação existirem duas vertentes do futebol, uma controlada pela Football Association e outra controlada pela Rugby Football Union (que no futuro passaria a ser o rugby atualmente). Ao todo possui 209 países e/ou territórios na associação. Com esse número, é a instituição internacional que possui a maior quantidade de associados, inclusive mais associados do que a ONU.
Fonte: Wikipédia-Brasil
Blog História do Futebol & x7) Perfis & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 02 Set 2008
TIMES INESQUECIVEIS QUE NÃO SAEM DA NOSSA MEMÓRIA!
ATLÉTICO MINEIRO DE 1971 (Primeiro campeão do campeonato brasileiro)
Renato; Grapete, Humberto Monteiro, Vantuir e Oldair; Vanderlei e Humberto Ramos; Lola, Ronaldo, Dario e Romeu Cambalhota.
Técnico: Telê Santana
ATLÉTICO MINEIRO DE 1983 (Hexacampeão mineiro)
João Leite; Orlando, Osmar Guarnelli, Luisinho e Jorge Valença (Miranda); Geraldo (Elzo), Toninho Cerezo e Palhinha ( Renato); Titã, Reinaldo e Eder.
ATLÉTICO PARANAENSE DE 2001 (Campeão Brasileiro)
Flávio; Nem, Rogério Correia e Gustavo; Alessandro, Cocito, Kleberson, Souza e Fabiano; Kleber Pereira e Alex Mineiro.
Técnico: Geninho
ATLÉTICO PARANENSE DE 1982/1983 (Bicampeão brasileiro)
Roberto Costa; Ari (Celso), Jair Gonçalves, Bianchi e Sérgio Moura (Detti); Jorge Luis, Lino (Cristóvão) e Assis; Capitão, Washington e Nivaldo (Ivair)
Técnicos; (Geraldino 82 e Lori Sandri 83)
BAHIA (Campeão da Taça Brasil de 1959)
Nadinho; Leone, Vicente, Henrique e Beto, Flávio e Bombeiro (Mario); Marito, Léo, Alencar e Biriba.
Técnico: Geninho
BAHIA (Campeão Brasileiro de 1988)
Ronaldo (Sidmar); Tarantini (Edinho), João Marcelo, Claudir (Pereira) e Paulo Robson, Paulo Rodrigues, Gil e Zé Carlos; Bobô, Charles e Marquinhos (Sandro)
Técnico: Evaristo de Macedo
BAHIA (Heptacampeão baiano de 73/74/75/76/77/78 e 79)
Zé Luis (Luis Antonio), Perivaldo (Toninho), Roberto Rebouças (Zé Augusto), Sapatão e Romero (Washington Luis); Baiaco, Fito (Alberto Leguelé) e Douglas; Jorge Campos (Osni), Beijoca (Zé Neto) e Jesum (Gilson Gênio).
BOTAFOGO (Bicampeão Carioca de 61/62)
Manga; Cacá (Paulistinha), Zé Maria, Nilton Santos e Rildo; Airton e Didi (Edson); Quarentinha; Amarildo, Garrincha e Zagallo.
Técnico: Marinho Rodrigues
BOTAFOGO (Campeão Carioca de 1989) O fim de um tabu
Ricardo Cruz; Josimar, Wilson Gotardo, Mauro Galvão e Marquinhos; Luisinho, Carlos Alberto Santos e Paulinho Criciuma; Mauricio, Milton Cruz e Gustavo.
Técnico: Valdir Espinosa
BOTAFOGO (Campeão Brasileiro de 1995) um título memorável
Wagner; Wilson Goiano, Wilson Gotardo, Gonçalves e André Luis; Jamir, Leandro Ävila, Beto e Sérgio Manuel; Túlio e Donizete.
Técnico: Paulo Autuori
CORINTHIANS (Campeão Mundial 2000 e Bi Brasileiro 98/99)
Dida; Índio, Fabio Luciano, João Carlos (Adilson) e Kleber; Vampeta, Rincon, Ricardinho e Marcelinho Carioca; Edilson e Luizão (Dinei).
Técnicos: Luxemburgo e Osvaldo de Oliveira.
CORINTHIANS (Bicampeão Paulista 82/83) Democracia Corintiana
Leão; Alfinete (Ismael); Juninho, Mauro e Wladimir; Paulinho, Sócrates e Zenon; Biro-Biro (Ataliba), Casagrande e Eduardo.
Técnico: Mario Travaglini
CORINTHIANS (Campeão Paulista de 77)
Tobias (Jairo), Zé Maria, Moisés, Zé Eduardo e Wladimir; Ruço, Basílio, Palhinha (Luciano); Vaguinho, Geraldão e Romeu.
Técnico: Osvaldo Brandão.
CORINTHIANS (Campeão Paulista de 54 o ataque de 103 gols)
Gilmar; Homero e Olavo; Idário, Goiano e Roberto Belangero; Rafael, Luizinho, Cláudio, Baltazar e Simão.
Técnico: Osvaldo Brandão.
CORITIBA (Campeão Brasileiro de 1985)
Rafael; André, Gomes, Heraldo e Dida; Almir, Marildo, Toby; Lela, Indio e Edson.
Técnico: Enio Andrade.
CRUZEIRO (Campeão da Libertadores de 1976)
Raul; Nelinho, Morais, Darci Menezes (Osires) e Vanderlei; Piazza, Zé Carlos e Palhinha; Roberto Batata (Eduardo), Jairzinho e Joãozinho.
Técnico: Zezé Moreira.
CRUZEIRO (Campeão da Taça Brasil de 66)
Raul; Pedro Paulo, William, Procópio e Neco; Piazza e Dirceu Lopes; Natal, Tostão, Evaldo e Hilton Oliveira.
Técnico: Airton Moreira.
FLAMENGO (Campeão Mundial e da Libertadores de 81) (Campeão brasileiro 80/82/83) (Tricampeão Carioca 78/79/79 especial)
Raul, Leandro, Marinho (Rondinelli), Mozer (Figueiredo) e Junior; Andrade ( Caperggiani) (Vitor), Adílio e Zico; Titã (Peu), Nunes (Cláudio Adão) e Lico (Baroninho)(Julio Cesar).
Técnico: Cláudio Coutinho e Paulo César Carpeggiani
FLAMENGO (Tricampeão Carioca 53/54/55)
Garcia (Chamorro); Tomires e Pavão; Jadir, Dequinha e Jordan; Dida(Índio), Evaristo (Rubens), Joel, Paulinho (Benitez)e Zagallo (Esquerdinha).
Técnico: Fleitas Solich
FLAMENGO (Tricampeão Carioca 42/43/44)
Jurandir (Yustrich); Newton (Artigas) e Domingos da Guia (Quirino); Biguá, Bria (Volante) e Jayme; Válido, Zizinho, Perácio, Pirilo e Vevé (Jacy)
Técnico: Flávio Costa
FLUMINENSE (Bicampeão Carioca de 75/76) A Maquina
Renato; Carlos Alberto Torres, Miguel, Edinho e Rodrigues Neto; Pintinho, Paulo César Caju e Rivelino; Gil, Doval e Dirceu.
Técnico: Paulo Emilio
FLUMINENSE (Tricampeão Carioca 83/84/85 e Brasileiro 84)
Paulo Vitor; Aldo, Duílio (Vica), Ricardo Gomes e Branco; Jandir, Delei e Assis (Renê); Romerito (Leomir), Washington e Tato (Paulinho).
Técnico: Cláudio Garcia, Carbone e Carlos Alberto Parreira, Torres e Nelsinho Rosa.
GRÊMIO (Campeão Mundial e da Libertadores 83)
Mazáropi; Paulo Roberto, Baidek, De Leon e Paulo César (Casemiro), China, Osvaldo e Titã (Mario Sérgio); Renato Gaúcho, Caio (Paulo Cesar Caju) e César (Tarcisio)
Técnico: Valdir Espinosa
GRÊMIO (Campeão da Libertadores 95)
Danrlei; Arce, Rivarola, Adilson e Roger; Dinho, Goiano, Carlos Miguel e Arilson; Paulo Nunes e Jardel.
Técnico: Luis Felipe Scolari
GRÊMIO (Heptacampeão gaúcho 62/63/64/65/66/67/68)
Arlindo; Altemir, Áureo, Airton e Ortunho; Cléo e Sérgio Lopes; Vieira, Volmir, João Severiano e Alcindo.
Técnico: Carlos Froner
GUARANI FC (Campeão Brasileiro de 1978)
Neneca; Mauro, Edson, Gomes e Miranda; Zé Carlos, Renato e Zenon; Capitão, Careca (Manguinha) e Bozó
Tecnico: Carlos Alberto Silva
INTERNACIONAL (Campeão Mundial e da Libertadores de 2006)
Clemer; Ceará, Índio, Fabiano Eller (Bolívar) e Hidalgo; Edinho, Wellington Monteiro, Alex (Adriano Gabiru) e Fernandão; Iarley, Rafael Sobis (Alexandre Pato).
Técnico: Abel
INTERNACIONAL (Campeão Brasileiro 75/76 )
Manga; Cláudio Duarte, Figueroa, Marinho Peres e Vacaria; Caçapava, Falcão e Batista; Valdomiro, Dario e Lula.
Técnico: Rubens Minelli
INTERNACIONAL (Campeão Brasileiro 79)
Benitez (Gasperin); João Cláudio, Mauro Pastor, Mauro Galvão e Cláudio Mineiro; Falcão, Batista e Jair; Valdomiro, Bira (Chico Spina e Mário Sérgio.
Técnico: Ênio Andrade.
INTERNACIONAL(Campeão Gaúcho de 40 a 45 e 47/48) O Rolo Compressor
Ivo Winck; Aufeu e Nena; Assis, Ävila e Abligali; Russinho, Rui, Tesourinha, Carlitos e Vilalba.
Técnico: Ricardo Diez
PALMEIRAS (Campeão da Libertadores de 99)
Marcos; Arce, Junior Baiano, Roque Junior e Junior; César Sampaio, Rogério, Zinho e Alex; Paulo Nunes e Oséas.
Técnico: Luis Felipe Scolari
PALMEIRAS (Campeão Brasileiro 93/94 e Paulista 93/94)
Sérgio (Veloso); Cláudio (Gil Baiano), Antonio Carlos (Tonhão), Cleber e Roberto Carlos; César Sampaio, Mazinho e Zinho; Edmundo, Evair e Edílson (Rivaldo).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo
PALMEIRAS (Campeão Brasileiro 72/73 e Paulista 72/74)
Leão; Eurico (Jair Gonçalves), Luis Pereira, Alfredo e Zeca; Dudu (Zé Carlos) e Ademir da Guia (Toninho Vanusa); Leivinha (Ronaldo); Edu Bala, César Maluco (Fedatto) e Nei.
Técnico: Osvaldo Brandão.
PALMEIRAS (Campeão da Taça Rio 1951)
Fábio Crippa (Oberdan Cattani); Salvador e Juvenal; Túlio, Luís Vila e Dema; Lima, Ponce de Leon (Canhotinho), Liminha, Jair da Rosa e Rodrigues. Técnico: Osvaldo Brandão.
SANTOS FC (Bicampeão Mundial e Libertadores 62/63) e muitos títulos paulistas e da Taça Brasil.
Gilmar; Lima, Mauro, Calvet e Dalmo; Zito e Mengálvio; Dorval, Pelé (Almir), Coutinho e Pepe.
Técnico: Lula
SANTOS FC (Campeão Brasileiro 2002/2004)
Fabio Costa (Mauro); Maurinho (Paulo César), Alex (Aválos), André Luis (Leonardo) e Léo; Paulo Almeida (Fabinho); Renato (Preto), Diego (Ricardinho); Robinho, Elano e Alberto (Deivid).
Técnicos: Leão e Vanderlei Luxemburgo.
SANTOS FC (Campeão Paulista de 1978)
Flávio; Nelsinho, Antonio Carlos, Neto e Gilberto Sorriso; Clodoaldo, Ailton Lira e Pita; Nilton Batata, Juary e João Paulo.
Técnico: Formiga
SANTOS FC (Campeão Paulista de 1984)
Rodolfo Rodriguez; Chiquinho, Marcio Rosini, Toninho Carlos e Gilberto Sorriso (Toninho Oliveira); Dema, Lino e Paulo Isidoro; Humberto, Serginho e Zé Sérgio.
SÃO PAULO (Campeão Mundial e Libertadores 92/93)
Zetti; Cafu, Antonio Carlos, Ronaldão e Ivan; Adilson, Pintado, Rai e Palhinha; Muller (Macedo) e Elivelton.
Técnico: Telê Santana
1993: Zetti; Vitor, Válber, Gilmar e Ronaldo Luiz (André Luiz); Dinho (Doriva), Pintado, Cafu (Toninho Cerezo) e Raí; Palhinha (Juninho) e Muller.
Técnico: Telê Santana
SÃO PAULO (Campeão Mundial e Libertadores 2005)
Rogério Ceni; Lugano, Fabão e Alex Bruno; Cicinho, Josué, Mineiro, Danilo e Junior; Amoroso e Luizão.
Técnico: Paulo Autuori
SÃO PAULO (Campeão Brasileiro de 1986)
Gilmar; Zé Teodoro, Wagner Basilio, Dario Pereyra e Nelsinho; Bernardo, Silas e Pita; Muller, Careca e Sidney
SÃO PAULO (Campeão Paulista de 1957)
Poy, De Sordi e Mauro; Sarará,Vitor Riberto; Maurinho Amauri, Gino, Zizinho e Canhoteiro.
Técnico: Bela Gutmann
VASCO DA GAMA (Campeão Sul-Americano de clubes 1948)
Barbosa; Augusto e Wilson; Eli, Danilo Alvim e Jorge; Maneca, Djalma, Ademir, Friaça e Chico.
Técnico: Flávio Costa
VASCO DA GAMA (Campeão Libertadores 1998)
Carlos Germano; Wagner, Odvan e Mauro Galvão e Felipe; Luisinho (Vitor), Nasa, Pedrinho e Juninho Pernambucano; Donizete (Ramón) e Luizão.
Técnico: Antonio Lopes
VASCO DA GAMA (Campeão Carioca de 87/88)
Acácio; Paulo Roberto, Donato, Fernando e Mazinho; Henrique, Luis Carlos, Geovani e Titã; Romário e Roberto.
Técnico: Sebastião Lazaroni
1988: Acácio; Paulo Roberto, Donato, Fernando e Mazinho; Zé do Carmo, Geovani, Henrique e Bismarck; Vivinho (Cocada) e Romário.
Técnico: Sebastião Lazaroni
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 02 Set 2008
Protegido: O QUE SIGNIFICA A SIGLA WO
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 30 Ago 2008
DUPLA, TRIOS, QUARTETOS FANTÁSTICOS DO FUTEBOL MUNDIAL
No futebol mundial sempre tivemos e guardamos na nossa memória jogos, jogadores que sempre estaram vivos na nossa lembrança, times como Real Madrid da decáda de 50 e 60, o Santos de Pelé, o Botafogo de Garrincha, as seleções como as da Hungria em 54, o Brasil de 58 e 70, a Holanda de 74. Nestas equipes todas elas tinha em seus quadros meias e atacantes que só de se pensar em enfrenta-los os times adversários perdiam o sono antes do confronto aqui segue alguns destas linha de meio campo e atacante que assombraram o futebol mundial.
Na decáda de 30 tivemos o Wunderteam que era a Seleção da Austria treinada por Hugo Meisl, tinha um trio de atacantes que faziam a terra tremer e conquistaram a europa, formada por MATTHIAS SINDELAR, JOSEF SMISTIK e WALTER NAUSCHantes do mundial da Itália em 1934 a equipe maravilha venceu a Alemanha por 6 a 0, a Suiça também por 6 a 0 e a Hungria por 8 a 2.
Na decáda de 40 tivemos a celebre equipe do Torino da Itália, que dominou a europa neste periodo. Formada apartir da temporada 45/46 a equipe possuia uma linha de meio e ataque fabulosa formada por OSSOLA, LOIK, GABETTO, MAZZOLA E FERRARIS, este time era quase imbativel neste periodo vencendo o campeonato italiano por quatro anos seguidos.
Na decáda de 50 tivemos duas seleções com ataques fantásticos mais que não venceram as copas em que eram favoritos: o Brasil da Copa de 50 com um quarteto formado por FRIAÇA, ZIZINHO, JAIR DA COSTA, ADEMIR MENEZES e CHICO, foram 22 gols naquele mundial mais a derrota para os uruguaios na final tirou um pouco o brilho daquele time.
Em 1954 a poderosa equipe hungara que vinha assustando o mundo, sem sofrer uma unica derrota em quatro anos, chegou ao mundial da Suiça franca favorita seu ataque formado por PUSKAS, CZIBOR, KOCSIS E HIDEGKUTI marcou 27 gols um recorde até hoje em mundiais.
No final dos anos 50 e inicios dos anos 60 na Europa e na América do Sul dois clubes que usavam o uniforme da mesma cor o branco, davam as cartas no mundo da bola: o Real Madrid com seus cinco títulos da Liga dos Campeões da Europa com seu ataque formado por KOPA, DI STEFANO, GENTO, CANÁRIO e DEL SOL, depois PUSKAS se juntou ao grupo merengue para fazer história, enquanto isso aqui no Brasil quem não perdia o sono só de pensar em enfrentar DOVAL, COUTINHO, PELÉ E PEPE, foram muitas conquistas nacionais e internacionais.
Nos anos 70 tivemos o Brasil com seu quarteto verdadeiramente mágico formado por JAIRZINHO, TOSTÃO, PELÉ E RIVELINO que veio brindar a conquista do tri campeonato no México. Quatro anos mais tarde tivemos a Laranja Mecânica encantando o mundo com um futebol total e incansável com sua frente avassaladora formada por REP, CRUYFF, NEESKENS E RENSENBRINK, perdeu a final para a Alemanha mais quem não se lembra das jogadas circulares deste ataque.
Aqui no Brasil tivemos no final da decáda de 70 três formações formidaveis de ataques: Os meninos da Vila que deram ao Santos o seu primeiro título paulista pós era Pelé, com sua formação genial de PITA, NILTON BATATA, JUARY E JOÃO PAULO, em 1978 o Guarani de Campinas conquistou o título brasileiro com um quinteto fabuloso formado por RENATO, ZENON, CAPITÃO, CARECA E BOZÓ e o Flamengo que deu até musica com sua formação infernal de ADILIO, TITA, ZICO E CLÁUDIO ADÃO que se tornou tricampeã carioca.
Os anos 80 começaram com o Flamengo ainda assustando o Brasil, a América Latina e o Mundo, com NUNES no lugar de Adão, ADILIO, ZICO, TITA, na Seleção Brasileira que encantou na Copa da Espanha tinhamos FALCÃO, SOCRÁTES, ZICO E EDER. O São Paulo de Cilinho tinha SILAS, PITA, CARECA E MULLER, quem não se lembra das tabelinhas sensacionais do quarteto que levaram o tricolor ao título paulista de 85 e o brasileiro de 86. Na Itália o Milan voltava a dar as cartas no calcio depois de anos mergulhado em crises e escandalos, com a dupla holandesa GULLIT E VAN BASTEN o time venceu o calcio e a liga dos campeões.
Nos anos 90 o Napoli de MARADONA, CARECA e CARNEVALLE ganharam tudo no calcio, na Espanha o Barcelona de ROMÁRIO, JULIO SALINAS, STOITCHKOV E LAUDRUP varreram La Liga Primera, no Brasil o Palmeiras ganhava tudo com ZINHO, EDILSON, EDMUNDO, RIVALDO E EVAIR, foram dois paulistas e dois brasileiros. Por fim o Real Madrid do final dos anos 90 e inicio do novo milénio com ZIDANE, RAUL, MORIENTES, FIGO E RONALDO, ganhando tudo na Espanha, na Europa e no Mundo.
Texto: Galdino Silva
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 27 Ago 2008
FUTEBOL EM FAMILIA! UMA TRADIÇÃO EM ALGUNS CASOS
ZEZÉ MOREIRA E AYMORÉ MOREIRA
Alfredo Moreira Junior nascido em 16/10/1917 ex-treinador da seleção brasileira na copa de 1954, foram três anos no comando do Brasil de 1952 á 1955, campeão estadual pelo Botafogo/RJ, São Paulo, Fluminense/RJ, Bahia e da Copa Libertadores de 1976 pelo Cruzeiro.
Aymoré Moreira irmão mais velho de Zezé, nascido em 24/01/1912 foi goleiro do América/RJ, Palestra Itália e Botafogo/RJ, chegou a defender a seleção brasileira e poucos jogos, como treinador chegou a seleção em 1961, ganhou a Copa do Chile ficou até 1963, voltou em 1967 e saiu em 1968, treinou Bangu, Palmeiras, Botafogo/RJ, Corinthians, São Paulo, Galicia, Bahia e Portuguesa/SP.
DOMINGOS DA GUIA, LADISLAU DA GUIA E ADEMIR DA GUIA
Domingos Antonio da Guia, nascido em 19/11/1912 começou a carreira no Bangu, jogou no Boca Junior/ARG, Nacional/URU, Flamengo, Corinthians, Seleção Brasileira na Copa de 1938 é considerado um dos maiores zagueiros do nosso futebol.
Ladislau Antonio da Guia, nasceu no Rio em 1905. Foi, depois do irmão Domingos, o jogador mais destacado do Bangu até a construção do Maracanã. Centroavante goleador, ganhou o apelido de “Tijolo Quente” por causa da força de seus chutes. Defendeu o clube de 1926 a 1940, quando parou de jogar, com 35 anos. Foi um dos campeões cariocas de 1933. Foi artilheiro dos Campeonatos Cariocas de 1930, ao lado do tricolor Preguinho, ambos com 20 gols, e de 1935, quando marcou 18 vezes.
Ademir da Guia, filho de Domingos e sobrinho de Ladislau, nasceu em 03/04/1942 maior ídolo da história do Palmeiras onde foi titular absoluto por mais de dezesseis anos. Considerado pela crítica como um dos melhores jogadores do futebol brasileiro de todos os tempos, pela classe com que jogava herdou o apelido de seu pai e passou a ser chamado de “Divino”. Também é tido como um dos craques mais injustiçados da História do Futebol, pois durante toda a sua longa carreira, foi convocado apenas 14 vezes para a Seleção, e disputou apenas uma partida em Copas do Mundo, a de 1974, quando o Brasil já estava desclassificado, na disputa pelo 3º lugar contra a Polônia.
VALENTINO MAZZOLA E SANDRO MAZZOLA
Valentino Mazzola, nascido em 26/01/1919 Começou sua carreira no Alfa Romeo, da série C do campeonato italiano. A partir de 1939, foi defender por quatro temporadas o Venezia, conquistando em 1941 a Copa da Itália. Despertando o desejo dos grandes clubes italianos, Mazzola acabou se transferindo para o Torino, em 1943, e logo em seu primeiro ano no clube, conquistou o campeonato italiano em 1949 sua carreira foi interrompida em acidente que vitimou toda a equipe do Torino.
Sandro Mazzola filho de Valentino Sandro honrou o nome de seu pai, tornando-se um dos grandes jogadores italianos dos anos 60. Jogou apenas por um clube, a Internazionale de Milão, formando a grande equipe interista dos anos 60 ao lado do espanhol Luis Suárez e dos italianos Armando Picchi e Giacinto Facchetti, Com a Inter, Sandro foi tetracampeão italiano, nas temporadas de 1963, 1965 (onde ele foi artilheiro da competição, com 17 gols), 1966 e 1971; bicampeão da Copa dos Campeões da UEFA e da Taça Intercontinental nos anos de 1964 (onde ele marcou dois gols na final da Copa dos Campeões) e 1965.
FRITZ WALTER E OTTMAR WALTER
Friedrich Fritz Walter, nascido em 31/10/1920, Foi o capitão da seleção alemã na Copa de 1954. Foi o primeiro “Kaiser” (Imperador) da seleção alemã , pela sua condição de líder, ele que nasceu quando a Alemanha estava riscada do mapa, mesmo assim dando uma Copa ao seu país. Ele que jogou no 1. FC Kaiserslautern de 1938 até 1960, ao lado de seu irmão, dá nome atualmente ao estádio deste clube da Renânia-Palatinado. Foi campeão alemão em 1951 e 1953, e da Copa do Mundo de 1954 pela Seleção Alemã, tendo jogado 61 partidas pela Seleção da Alemanha, marcando 33 gols.
Ottmar Walter, irmão mais novo de Fritz, nasceu em 03/03/1924, também jogou no Kaiserslautern, campeão mundial em 1954 foram 21 partidas e 10 gols pela Alemanha ficou fora da Copa de 1958 por uma contusão que o forçou a abandonar o futebol.
BOB E JACK CHARLTON
Robert Charlton, nascido em 11/10/1937 jogador de Futebol (atacante), inicia no MANCHESTER UNITED (1953), no qual joga por 2 décadas; 106 jogos pela seleção (49 gols); Campeão das Copas do Mundo e Européia (1966); “Jogador do Ano” (1966, pela Imprensa Esportiva); destaque na Copa de 1970; sobrevive à queda de um avião ao ser cuspido para fora (1958).
Jack Charlton irmão mais novo de Bob nasceu em 08/05/1935 Jack jogou toda a sua carreira no Leeds United, de 1952 a 1973. Irmão mais velho do lendário Bobby Charlton, com ele esteve nas Copas do Mundo de 1966 (quando foram campeões)
RENE E WILLY VAN DE KERKHOF
René van de Kerkhof (Helmond, 16 de setembro de 1951) é um ex-futebolista dos Países Baixos.
René e seu irmão gêmeo Willy fizeram parte da seleção neerlandesa nas copas de 1974 e 1978, onde foram finalistas e conquistaram dois vice-campeonatos. René disputou 47 partidas por seu país, e marcou cinco gols.
Ele foi nomeado por Pelé como um dos 125 melhores jogadores vivos em Março de 2004.
Em 1984-85, ele jogou pelo mais conhecido clube de Hong Kong, o Seiko.
Wilhelmus van de Kerkhof (16 de setembro de 1951 em Helmond) mais conhecido como Willy, é um ex-futebolista holandês.
Willy e seu irmão gêmeo René fizeram parte da seleção holandesa das copas de 1974 e 1978 conquistando dois vice-campeonatos. Willy jogou 63 partidas por seu país, marcando 5 gols.
MICHEAL LAUDRUP E BRIAN LAUDRUP
Michael Laudrup (15 de Junho, 1964) foi um jogador de futebol dinamarquês. Com estilo vistoso de se desvincular-se da marcação, jogou, entre outros, no Lazio e no Juventus (ambos da Itália) e no Barcelona e Real Madrid (Espanha). Atuou várias vezes pela seleção da Dinamarca, inclusive na Copa de 1986 (quando a seleção dinamarquesa causou sensação, a ponto de ser apelidada de “Dinamáquina” e na Copa de 1998, na França, quando a sua seleção foi eliminada pelo Brasil nas quartas-de-final. Se aposentou no mesmo ano.Campeão da Copa dos Campeões da Europa (em 1992) e da Supercopa (1993) pelo Barcelona, eleito o melhor jogador da Dinamarca dos 50 anos da UEFA.
Brian Laudrup (22 de fevereiro de 1969) é um ex-futebolista dinamarquês nascido em Viena, na Áustria. Venceu a Eurocopa de 1992 com a Seleção Dinamarquesa de Futebol.
Era o único Laudrup na conquista; seu irmão mais famoso, o também futebolista Michael Laudrup, que já participara da Copa do Mundo de 1986, se desentedera com o técnico. Brian e Michael Jogaram juntos na Copa do Mundo de 1998 e a Eurocopa 1996.Ele era considerado o irmão menos habilidoso já que seu irmão, Michael Laudrup havia jogado na “Dinamáquina”, seleção dinamarquesa na copa de 1986.
SOCRÁTES E RAÍ
Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira, nascido em 19/02/1954, foi um dos grandes jogadores do futebol brasileiro, começou no Botafogo de Ribeirão Preto, depois veio para se tornar lenda no Corinthians, teve uma passagem pela Fiorentina da Itália, jogou no Flamengo e no Santos, disputou as Copas de 1982/1986. Dentro de campo era reconhecido por seu estilo elegante. Uma característa do jogador que marcou sua passagem pelo futebol foi a sua habilidade e uso inteligente do calcanhar. Mas era um jogador completo, marcava gols de falta, de cabeça e fora-da-área com frequência. Dava assistências perfeitas para seus companheiros marcarem muitos gols.
Raí Souza Vieira de Oliveira, nascido em 15 de Maio de 1965, como o irmão Sócrates iniciou a carreira no Botafogo/SP, em 1987 teve uma passagem pela Ponte Preta, no mesmo ano chegou ao clube em que teve sua trajetória de glórias o São Paulo, em 1993 se transferiu para o PSG da França voltou ao São Paulo em 1998 para dar mais um título paulista, sagrou-se campeão do mundo em 1994 pelo Brasil.
ASSIS E RONALDINHO GAÚCHO
Roberto de Assis Moreira, nascido em 10/01/1971 se projetou para o mundo do futebol em 1987, revelado pelo Grêmio, em 1992 se transferiu o Sion da Suíça, em 1995 chegou ao Sporting de Lisboa, jogou ainda pelo Vasco e Fluminense, voltou a Suíça e a Portugal, jogou no Corinthians, futebol mexicano e francês.
Ronaldo de Assis Moreira, nascido em 21/03/1980, irmão de Assis, também começou no Grêmio em 1997, no mesmo ano esteve no mundial sub-17, em 1999 foi convocado para a Copa América, depois se transferiu para o PSG, depois Barcelona onde veio a ser ídolo e o melhor jogador do mundo, campeão mundial pelo Brasil em 2002, este ano vai jogar no Milan da Itália.
FRANK E RONALD DE BOER
Frank de Boer, nascido em 15/5/1970 começou no Ajax da Holanda, ao lado do irmão gêmeo Ronald, jogou ainda pelo Barcelona e pela Holanda nas Copas de 1994 e 1998.
Ronald de Boer, ao contrário do irmão gêmeo Frank, ele jogava no meio campo, jogaram juntos no Ajax e na Holanda nas Copas de 1994/1998.
Fontes: Almanaque do Futebol Mundial e Wikipédia
Blog História do Futebol & x7) Perfis & x9) CURIOSIDADES Walter Iris em 14 Ago 2008
ENTREVISTA DE EDU, DO AMÉRICA A JOSÉ REZENDE, EM 2005.
Aproveitamos a vinda de Eduardo Antunes Coimbra do Rio de Janeiro para passar as festas de fim de ano e fomos ao seu encontro, no dia 11 de fevereiro de 2005, entrevistá-lo em seu apartamento, na Barra da Tijuca. Edu no mundo do futebol sempre teve luz própria, não só porque construiu a sua carreira antes do surgimento de Zico, o irmão famoso, mas, especialmente, em razão do seu excelente futebol que o colocou na galeria dos grandes jogadores brasileiros. Com emoção e fluência, Edu nos falou um pouco sobre a sua vida em família e lembrou momentos importantes de sua infância em Quintino, bairro do qual não esquece:
“Eu nasci em fevereiro de 1947, parido por uma parteira. Aliás, ela fez parto de todos os filhos da minha mãe. Dona Maria, também, morava em Quintino. Não me lembro a hora. Sou o quarto filho de uma família de seis. Sou filho de português com uma brasileira. Meu pai, seu Antunes, um apaixonado por futebol, começou a torcer para o Flamengo depois de uma derrota para o América. O América goleou o Flamengo, ele se encantou pelas cores, ficou sensibilizado com derrota do Flamengo, inverteu as coisas e passou a torcer pelo Flamengo. Meu pai foi um grande empreendedor. Era alfaiate na rua Teófilo Otoni, onde tinha muitos clientes famosos. Ele era um marqueteiro de primeira grandeza. O primeiro marqueteiro que o Flamengo teve na praça, foi o seu Antunes, porque o papo com ele era só Flamengo. Era estranho, porque todos diziam como um português pode torcer pelo Flamengo. Ele dizia que não era português. Português era sabão e vascaíno. Ele era lusitano. Palavras do meu pai. Meu pai foi o grande incentivador. Só o fato de falar muito em futebol, ele criou na nossa mentalidade o desejo, o querer de ser jogador de futebol em todos os cinco filhos homens. Eu desde cedo sonhava em ser um participante. O maior sonho era jogar uma partida no Maracanã. Uma só já me faria feliz para o resto da vida. Baseado nesse incentivo e na própria família que tinha primos que jogavam futebol redondinho, mas não foram profissionais, nós assistíamos muitos jogos de pela de rua. Na época era tudo barro, nem esgoto existia. Nós íamos para a rua assistir, além de jogarmos nas preliminares aquelas peladas de criança. Quintino foi um bairro nobre sob esse aspecto, porque nos deu essa aprendizagem. Em todo o bairro suburbano sempre tem os campinhos de pelada, os festivais aos domingos. Aquelas coisas bonitas. Nós tínhamos vizinhos que eram organizados. Seu Teófilo era um homem empreendedor. Gostava de reunir a rapaziada, fazer escotismo. Além de passeios culturais, ele pegava terrenos baldios e neles, todos juntos, fazíamos nossos campinhos com baliza e tudo. Nas ruas fazíamos marcações com paralelepípedos. Enfim, aquelas coisas de peladeiros de rua. Foi a primeira grande escola que nós tivemos. Tinha o Louro, sapateiro, que ajudava na organização, era o responsável por nós quando íamos jogar em outros bairros. Até que nós criamos o Lucinda Futebol Clube, cujo nome era originário da própria rua Lucinda Barbosa. As camisas tinham as cores do Botafogo. O corretor zoológico não gostava de ser chamado de bicheiro. O Osmar Lage, banqueiro da área, o Vovô, e o Maneco ajudavam o time. Nós, também, passávamos o livro de ouro para conseguir dinheiro. O Maneco, que faleceu no ano passado, nos acompanhou ao longo da vida. Já havia o sonho e ali começava a surgir o atleta. Quando eu falo de mim, eu falo do Antunes, eu falo do Zico. Na época, também era nosso vizinho o Ivan Bahiense, que foi outro incentivador, assim como o Ximango, empresário e radialista, que tinha um olho clínico apurado. Sabia no meio da garotada quem ia ser bom de bola. O Celso Garcia do outro lado da rua, um pouco mais distante, apareceu já na época do Zico. Ele se tornou amigo da família pelo conhecimento que a gente teve no Maracanã. Ele transmitia os jogos, soubemos que ele morava em Quintino e assim passou ao convívio da nossa família. O Celso participava até das reuniões do Juventude. Quando criamos o estatuto do Lucinda, o nome do time passou a ser Juventude, como o Antunes como presidente. Fizemos uma quadra nos fundos da casa da minha mãe. Lá jogávamos as nossas peladas e fazíamos eventos. Tinha o bloco de Carnaval. Nesse bloco de Carnaval, o Wanderlei Luxemburgo era um dos mestres salas. Um passista de primeira categoria. Ele não morava em Quintino, mas jogava no Flamengo com o Zico. Papinha, como nós o chamavam, era muito amigo do Zico, estava sempre lá em casa, onde dormiu várias vezes. Era mais um irmão que nós tivemos, assim como o Geraldo Assobiador. A nossa quadra tem o nome de Geraldo Cleofas em homenagem a ele. Outro vizinho importante, meu compadre e irmão, o Paulo César Martins, o Puruca, morava numa rua mais abaixo da Lucinda Barbosa. Ele é filho único e diz que eu sou o irmão que ele não teve. Jogava uma bola redondinha e, depois, foi titular em três grandes equipes: América, Vasco e Botafogo. Sem o Puruca eu não teria ânimo para fazer teste. Eu era muito pequeno, muito pequeno mesmo, como sou até hoje. Muito magrinho e as pessoas que me olhavam não acreditavam em mim. Não que eu tivesse qualquer problema de ordem física. Eu sou contrário àqueles que dizem que o Zico é um jogador de laboratório. Não é não. O Zico foi cedo pra Gávea, com 12 anos, Queriam encontrar um super homem? Foi o meu caso no América. Eu não cresci porque essa é a minha genética. O Zico, ainda, cresceu um pouco mais. Zico foi ajudado pelo tratamento que teve, mas o grande laboratório foi Quintino, os pais e os irmãos. Sobre isso aí, eu brigo mesmo, porque não gosto de ninguém que quer ser o pai da criança. Pai ele só teve um, que foi o seu Antunes. Na época havia um romantismo maior, uma necessidade do coração em nos impulsionar amadoristicamente. Não era o fato de ser tornar profissional por dinheiro “.
Edu nos conta como chegou ao América, clube no qual iniciou a sua brilhante carreira de jogador profissional:
“O Wilson Careca que era massagista do América informou a mim e ao Paulo César os dias de testes no América, Ele, ainda, vive e mora em Quintino. Existe uma curiosidade em relação ao Wilson. Ele era irmão da esposa de um tio meu, irmão de minha mãe. A esposa dele faleceu em 47, ano em que eu nasci. O filho dele, o Sérgio, foi obrigado a mamar na minha mãe. Meu pai dizia que minha mãe era uma vaca leiteira. Eu brinco com o Sérgio, dizendo que ele me deixou com este tamanhozinho, por mamou todo o leite que era para mim. Essas curiosidades de Quintino são importantes na nossa trajetória. E foi o Wilson Careca que informou a mim e ao Paulo César os dias de teste no América. E lembro que os treinos eram no campo do Mavílis, no Caju. Nessa época, 1962, ainda existia o bonde que ia até o cemitério. Eu e o Puruca fazíamos o ginásio juntos. Ele foi o companheiro que caiu do céu. Os responsáveis pelos testes, no América, era o seu Freitas, um senhor de cabeça branca. Com uma prancheta nas mãos perguntava as posições dos que iam fazer teste. Quando chegou a minha vez, muito envergonhado, respondi que era meia ponta de lança. Veio a resposta: “Ou você é meia ou ponta de lança. Com esse tamanhozinho, você vai lá pra ponta direita “. Eu tremi na base e me senti reprovado. Com todos os méritos que ele pudesse ter, faltou habilidade para tratar com um garoto. Fiquei na ponta que não era a minha posição. Não peguei na bola. Resumo da ópera: eu reprovado e o Paulo César aprovado. O Paulo foi logo para o infanto-juvenil do América. Interessante que ele foi aprovado como centro-avante. Passado um ano, o Paulo já tinha nome, prestígio e me apresentou ao treinador Lapaz. O auxiliar dele, o Odalis de Matos, que me viu jogar se encantou e fez a cabeça do treinador. Fiquei no América, fui federado e comecei a jogar no infanto-juvenil. O Paulo César já era lateral direito e eu passei a titular no centro do ataque, posição que era dele. Eu era atacante com a camisa nove e tudo. Quem me colocou como meia recuado para lançar, porque achava que eu tinha habilidade, foi o falecido Zizinho, um dos maiores craques que o Brasil já teve. Ali ele introduziu o número 1 que mais tarde o Zagallo na seleção brasileira acabou utilizando. O Zizinho foi o criador do número 1. Eu joguei em quinze dias nas quatro categorias. Em 64, atuei no infanto-juvenil, juvenil, aspirantes e profissional. A minha estréia foi num jogo de aspirantes contra o Vasco, no Maracanã. Era o meu grande sonho jogar no Maracanã e nós ganhamos por 2 a 0. A minha estréia no profissional foi com o treinador Lourival Lorenzi. Ele me viu jogar no infanto-juvenil e achou que eu tinha qualidades. A partida foi contra o Botafogo e nessa época, ainda, atuavam jogadores da conquista de 60. Ari, goleiro, Jorge, Leônidas entre outros. Eu entrei no lugar do Fernando Cônsul que havia recebido uma proposta do exterior. O Lourival Lorenzi que, como eu disse, me viu jogar no infanto-juvenil, ousou me escalar nesse jogo. Eu tinha 17 anos incompletos e fui bem. Foi um jogão. O Botafogo tinha um timaço. Eles ganharam por 4 a 0. Depois o Lourival Lorenzi foi substituído pelo Gentil Cardoso e eu não fiquei como titular. O Gentil Cardoso, grande treinador, optou pela minha volta ao infanto-juvenil, por achar prematura a minha permanência no time principal. Ele não ousou como o Lourival Lorenzi. Eu estourei, somente, dois anos depois, em 1966. Nesses dois anos, como já havia jogado nos profissionais, eu era chamado para completar a equipe reserva nos coletivos. Jogava contra Wilson Santos, Leônidas e outros. Eles ficavam encantados com as minhas atuações. Quando o Wilson Santos assumiu, em 66, a primeira providência dele foi me tirar do infanto e me fixar na equipe principal. Assinei meu primeiro contrato e fiquei nos profissionais definitivamente. Em 66, o América, se não me engano, ia completar um ano sem ganhar uma partida. Com o Wilson Santos no comando nós ganhamos da Portuguesa, no campo do Fluminense, por 3 a 2. Dali pra frente, o América excursionou pelo Caribe, viajou para sul do Brasil e eu comecei a fazer um montão de gols. O América contratou grandes jogadores, como Jorginho, do Fluminense, Antunes, meu irmão, que foi o meu suporte maior. Aí, eu deslanchei. Nosso ataque era muito bom com Joãozinho, que veio do Olaria, Antunes, eu e Eduardo, meu amigo, meu irmão. Foi a melhor linha em que joguei em todos os anos no América”.
No ano em que o Bangu conquistou o título de campeão estadual, aconteceram muitos fatos estranhos envolvendo o seu vice-presidente de futebol Castor de Andrade. Lembramos a Edu o comportamento de Castor na partida entre América e Bangu, a qual transmitimos pela Rádio Nacional:
“A entrada de Castor com o revólver foi uma ação inusitada. Eu sofri o pênalti do Fidélis e estava caído quando observei o Castor de Andrade com a arma na mão indo em direção ao árbitro, falando impropérios, coagindo. O Bangu tinha um time muito bom, não precisava daquilo. A partir daquele momento, o árbitro intimidado passou a nos prejudicar vergonhosamente. Tanto é verdade, que no final estava 2 a 2, o empate não interessava ao Bangu e ele acabou bando um pênalti. O Bangu acabou ganhando aquele jogo. Foi um momento indigno para o futebol. No ano seguinte fui trabalhar com o Castor. Ele era o dirigente da seleção, quando fui convocado. Era uma seleção de novos, com Tostão, Dirceu Lopes, Raul. Fomo disputar a Taça Rio Branco contra os uruguaios. A minha relação com o Castor era boa. Ele era um sujeito de mente aberta. Mas, todos sabemos do envolvimento que ele tinha com a contravenção”.
No ano seguinte, o América com uma equipe bem ajustada, realiza boa campanha e decide a Taça Guanabara com o Botafogo numa partida emocionante:
“Em 67, já com o Evaristo dirigindo a equipe, com o time montado pelo Wilson Santos, decidimos a Taça Guanabara com o Botafogo. Era o início da carreira do Evaristo como técnico. Um sujeito que conhece muito futebol. Talvez tenha sido em termos de trabalho de campo, o melhor técnico que eu tive. Novo, inteligente, com idéias novas querendo vencer, como venceu na profissão de treinador. Ele posicionou o time no 4-4-2 como era comum nos times da época. O Botafogo, também, jogava no 4-4-2 com dois ponteiros abertos. Rogério, Roberto, Jairzinho e Paulo César era a linha do Botafogo. O “Caju” explodindo no mesmo ano que eu. Ele fez os três gols do Botafogo nesse dia. Eu fiz o primeiro do América e o Eduardo, de falta, o segundo. Esse jogo teve uma coisa interessante. Eu estava com um anel ou uma aliança. Era noivo. Quando deu a saída, o estádio lotadíssimo, eu corri para o banco, a fim de entregar a aliança ou anel a alguém. Estava de costas para o campo e ouvi o barulho da torcida. Olhei e era gol do Botafogo. Na nossa saída combinei com o Antunes, meu irmão, vamos tocar a bola pra. Eu vou me meter entre o Leônidas e o Zé Carlos e você enfia essa bola. Aí, empatamos o jogo. No 2º tempo, o Eduardo fez o 2º gol e depois o Botafogo empatou. Na prorrogação, o Botafogo venceu com outro gol do Paulo César. Nesse dia, o Botafogo estava com dez jogadores, Jairzinho havia sido expulso. Realmente, nós estávamos donos da situação, mas perdemos muitas chances de gols. O nosso goleiro Arézio, o menos vazado da Taça Guanabara, nessa partida não foi feliz. Nossa defesa também não se comportou bem. Começamos a marcar em linha e o time do Botafogo era muito veloz. Houve uma certa negligência na marcação do Gerson. Não era um jogador veloz, mas com a bola no pé fazia o que bem queria. O Paulo César sempre entrando na diagonal e numa dessas ações eles fizeram o gol. O resultado foi mais méritos do Botafogo”.
Edu continua sendo a peça principal do time do América e ele nos conta sobre as várias etapas vividas com a camisa rubra até a sua saída do clube:
“Os anos foram se passando e o América sempre conseguiu montar grandes times até o ano de 1974, quando conseguimos vencer a Taça Guanabara, no seu último ano como jogador do América. Nessa fase tive muitas alegrias, joguei com grandes jogadores. Aprendi com grandes treinadores. A ressaltar o ano de 69 quando eu me tornei o artilheiro máximo do Brasil. Na época, o campeonato brasileiro tinha o nome de Roberto Gomes Pedrosa, com times do Rio Grande do Sul, de Minas, do Rio, de São Paulo. Por estar passando por um grande momento é que houve a maior frustração. A maior tristeza da minha vida foi merecer a convocação para uma Copa do Mundo e não ser convocado. A convocação para a Copa de 70 foi em 69 e eu vinha jogando um futebol de primeira qualidade, merecedor de uma oportunidade. Talvez o fato de jogar no América tenha influenciado negativamente na minha não convocação, tanto pelo João Saldanha como pelo Zagallo. O América tinha outros jogadores em condições de envergar a camiseta brasileira. Era complicado, o peso da camisa influenciava muito na hora da decisão. Vivíamos numa ditadura e o que se diz é que o governo influenciou muito na convocação dos jogadores que tinham apelo popular, inclusive, maior do que o meu e em determinados estados que também tinham um apelo maior em termos de mídia. O regime militar estava aliado à mídia com uma força muito grande. Particularmente, eu prefiro não acreditar nisso e acreditar na lisura das pessoas. Se as convocações foram coerentes com o ponto de vista do treinador eu até aceito. Agora, se houve interferência do regime militar, a tristeza seria maior. Mas, não nego que fiquei muito abalado com a não convocação e a partir de então me criou um certo desânimo. É chato falar sobre isso, mas é uma realidade. Uma pessoa que luta bravamente, minha carreira foi feita de luta desde o início, com o objetivo de ir a uma Copa do Mundo e não ser convocado em condições de ser convocado, realmente machucou muito. Não que eu tivesse declinado a partir de 70. Tive sim duas contusões que me afastaram por muito tempo do futebol. Foram duas hérnias e quando voltei, recuperei a forma, porém o tempo passava e não cheguei a ser aquele jogador do início da carreira. De qualquer maneira tive ainda muitas alegrias, como eu disse de ser campeão da Taça Guanabara de 74. Joguei apenas o primeiro turno. Ali o meu ciclo no América estava encerrado. Eu já não tinha mais motivação. Também, me dói falar sobre isso. Apesar de reconhecer naquele elenco um dos melhores de todos dos tempos, não era um grupo unido. Você não podia dizer esse grupo é família. Apesar de ter sido campeão e campeão justamente no dia 22 de setembro de 1974, em que milha filha completava dois anos de idade e a festa se estendeu até lá em casa. Apesar de tudo isso, não tinha mais aquele prazer de outras épocas. Esse fato foi determinante para a minha saída do América”.
Edu pautou a sua vida profissional pelo cumprimento dos seus deveres profissionais e causou surpresa o sério desentendimento com o técnico Zezé Moreira, em 1971:
“Um momento negro na minha carreira foi realmente esse. Psicologicamente, eu estava muito afetado com as hérnias que eu tinha tido e queria recuperar o tempo perdido. Foram praticamente dois anos de agonia com a recuperação. Pior do que isso é que eu havia assinado contratos e as pessoas diziam que eu não queria jogar, só queria dinheiro. Coisa de gente sem caráter. A pressão era grande e eu não ficava bom. Os diagnósticos não acusam o que eu tinha. Fui obrigado médicos fora do América para diagnosticar a hérnia. Eu sentia muita dor e as pessoas não acreditavam. Fiquei fisicamente debilitado. Por sorte encontrei uma pessoa maravilhosa dentro do América, um conselheiro, senhor Habib Hass, a quem devo muito da minha formação como homem. Ele incentivava a nós estudarmos. A mim, ao Paulo César Martins, ao Badeco, ao Tadeu. Éramos universitários e isso se chocava com a mente antiquada de determinados treinadores que eram verdadeiros ditadores. Eles também aprenderam com a gente. O nosso comportamento ajudou a filosofia dos velhos treinadores.
O Zezé Moreira seguia uma linha antiga. Mas, eu errei muito numa partida. Mal psicologicamente como eu disse, fui substituído num momento em que estava muito bem na partida. Quando o alto-falante anunciou a minha substituição, por azar a bola estava comigo e eu chutei sem saber para onde. No dia seguinte, vim saber que chutei contra o meu gol. No vestiário, após a partida, ele veio me agredir e só não conseguiu porque os jogadores o impediram. Ficou feio porque no dia seguinte ele se demitiu e eu fiquei com uma imagem negativa por ter provocado uma situação daquela natureza. Lógico que me arrependo muito, porque não era da minha formação praticar esses atos. Como sou humano também tenho o direito de errar. Se errei no futebol, esse foi meu único erro grave. Depois me penitenciei com ele, com a direção do clube e com meus companheiros por não ter tido uma reação equilibrada”.
Edu sai do América emprestado ao Vasco da Gama, mas não fica muito tempo. Ele explica as razões da sua passagem tão rápida por São Januário:
“Eu fui emprestado pelo América ao Vasco da Gama. Tive momentos excepcionais no Vasco e em três jogos já tinha feito seis gols. Estava novamente motivado, numa nova casa onde eu tinha sido muito bem acolhido e jogando um futebol realmente excepcional, culminando com a fase final do campeonato de 75 entre Vasco, Botafogo e Fluminense. Na cláusula do empréstimo eu não poderia ter jogado contra o América. Como meu momento era muito bom, eu era bilheteria. O Vasco me deu uma carta de garantia, dizendo que me contrataria ao América pelo preço estipulado no contrato entre os dois clubes. Eu joguei aquela partida contra o América, porque era jogador do Vasco, a camisa que eu vestia naquele momento era a do Vasco. Fomos às finais, o Fluminense foi o campeão, eu joguei a primeira partida contra o Fluminense que nos ganhou por 4 a 1, eu fiz o gol e depois no jogo seguinte frente ao Botafogo eu fui barrado. Faltando poucos minutos para terminar o jogo, o Vasco estava ganhando por 1 a 0, o Roberto se machucou e o Travaglini me colocou. Eu, ainda, de meia arriada, desanimado porque estava no banco, mal que eu entrei, recebi um lateral e percebi que o Ubirajara Alcântara estava adiantado. Lá do meio de campo fiz um golaço encobrindo o Ubirajara. Aquele gol foi muito comentado no dia seguinte e que seria um absurdo eu não ficar no Vasco. O América mordido com aquela situação não quis parcelar o valor do meu passe, exigindo o dinheiro à vista. O Vasco não aceitou porque não quis ou não tinha dinheiro para pagar. Quem me deu a carta garantindo que me contrataria foi o Agartino Gomes, presidente do Vasco, e depois simplesmente me devolveu ao América. Havia a promessa que não foi cumprida”.
A partir de 75, Edu segue a sua vida profissional, vestindo mais quatro camisas, até encerrar a carreira:
“Voltei para o América sem motivação. Por sorte, o Flamengo me quis. Inicialmente, por empréstimo e depois em definitivo. No Flamengo, o treinador me disse que eu ia disputar a posição com o Zico. Ele optava em jogar com os dois irmãos Luizinho e Caio, em detrimento dos outros dois irmãos. Respeitei a decisão do treinador e se a dupla Edu-Zico seria perfeita, deixo o julgamento para vocês da imprensa.
Todas as fases da minha carreira foram importantes. No Bahia fomos campeões estaduais. No Colorado fui dois anos artilheiro do campeonato paranaense. Por último, vim para o Campo Grande que era o time de infância de meu pai. Seu Antunes morou em Campo Grande e gostava muito do Campo Grande. Ele sempre usava na lapela o distintivo do Campo Grande, como homenagem ao bairro que o acolheu quando era solteiro. Eu tinha um carinho muito especial pelo Amilton, o Mituca, já falecido. Ele foi muito importante na minha formação e me ajudou em vários aspectos. Mituca era o vice-presidente de futebol e o Ilídio, presidente. O Campo Grande era muito organizado, formava boas equipes e disputava o campeonato de igual para igual. Entre os médios e os pequenos era sempre o primeiro. Eu tive duas passagens pelo Campo Grande. A primeira em 79 e a segunda em 81. Nesse intervalo, cheguei a jogar no Brasília Esporte Clube, mas não me senti feliz porque lá o futebol não existia naquela época. Voltei para encerrar no Campo Grande, no ano em que o clube conquistou a Taça de Prata com o Jair Pereira. Eu me sentia bem jogando no Campo Grande e pelos laços afetivos foi super interessante. Resolvi parar de jogar, apesar de me sentir bem, com 34 anos, porque já estava trabalhando na antiga FUNABEM. O futebol já não era prioridade. Queria seguir outros caminhos e quis o destino que o América me convidasse para começar a carreira de treinador. Trabalhava na FUNABEM e dirigia a equipe de juniores do América, em 1982”.
Edu foi um atacante completo. Rápido, driblador, chutes precisos com as duas pernas, sempre deu trabalho às defesas contrárias. Ele nos fala sobre seus marcadores e adversários:
“Todos os meus marcadores eram chatos e chegavam no campo e me diziam:“O homem mandou colar em você”. Isso me dava orgulho, porque ter sempre alguém colado em mim mostrava que eu era um jogador de qualidade. Apesar de toda essa marcação, eu não tenho nenhum jogador que especificamente tivesse receio. Eu tinha admiração por um deles que é o Carlos Roberto, que agora vai ser técnico do Botafogo. Ele me marcava o tempo inteiro com uma lisura incrível. Foi o único jogador que me marcava sem me dar uma porrada. Eu o admirava e isso é importante no futebol, você enfrentar o adversário e admirar as suas qualidades. Eu nunca quebrei osso nenhum, mas apanhei muito. Alguns jogadores eram muito desleais e, pior, tinham treinadores desleais, porque as ordens vinham do banco. Isso é que entristece às vezes no futebol. A briga de toda família sempre foi que a arte tem que sobrepujar a ignorância. Quantos jogadores foram destruídos ou quase destruídos pela incompetência dos outros. Eu, sempre achava facilidade em fazer gol. Nunca coloquei a situação fazer gol como dificuldade, senão não iria fazer. Para mim qualquer espaço. Para mim qualquer espaço do campo onde eu estivesse, seja de longa distância, de média distância, de pequena distância, eu sempre tinha visão do gol. Eu jogava futebol olhando para o gol. Aliás, eu tinha antevisão. Eu até escrevi um livro sobre isso. A diferença daquele que se destaca no campo é essa, é o sensorial apurado. Minha visão era sempre futurista. Eu memorizava e em segundos definia. Grandes craques do futebol, não me incluo porque tem gente melhor do que eu, sempre tiveram esse apuro. Hoje, ainda, existem muitos. Estão aí os Ronaldos, Kaká e outros que não me deixam mentir. Então, nunca temi nenhum goleiro e achava que em todos eles ia fazer gols. Joguei contra grandes goleiros, Andrada, Manga, Gilmar. Em 66, quando estava iniciando, o América treinou contra a seleção brasileiro, em Teresópolis, quando foram convocados quarenta e tanto jogadores. Enfrentei grandes goleiros, sem temê-los”.
Edu fala sobre os bons resultados obtidos como técnico e faz sua autocrítica como atleta profissional:
“Todo início tem importância. A Taça Rio de 82, no América, foi o passo para eu assumir a carreira de treinador. Depois fui bicampeão pelo Vasco da Gama, campeão estadual com o Botafogo, campeão em Joinville. Já estamos há dez anos no Japão e ao lado do Zico vamos disputar a Copa de 2006, na Alemanha. Se eu tivesse hoje com 18 anos, eu faria muita coisa diferente. Eu peguei uma época, sem querer criar polêmica, em que o nível cultural era outro, com exceções. Eu conheço jogadores que iniciaram antes de mim e que se formaram, como o Cacá, o Ivan Bahiense. Mas a grande maioria era despreparada. Não havia aquele cuidado com o corpo, as noitadas eram freqüentes. Eu não fui orientado nesse sentido. Eu devia ter me cuidado mais. O Zico foi diferente. Não quer dizer que eu não tenha sido um grande profissional. Fui obediente, mas eu deveria ser um atleta melhor do que fui. Isso que eu faria se estivesse iniciando agora a minha carreira”.
Texto digitado pelo autor do artigo.
FONTE: Livro “HEI DE TORCER ATÉ MORRER”, de José Rezende.
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Blog História do Futebol & x7) Perfis & x9) CURIOSIDADES Walter Iris em 09 Ago 2008
MANECO, O ‘SACI DO IRAJÁ”, DO AMÉRICA
No início da década de 40, um crioulinho driblador, arisco, chamado Manoel Anselmo da Silva encantava a todos que presenciavam as peladas em Irajá. Era o Maneco, o “Saci de Irajá”. Num jogo entre Irajá e Manufatura pelo Campeonato da Federação Atlética Suburbana, o neguinho comeu a bola. Não demorou, lá estava ele vestindo a camisa rubra do América.
Em julho de 1942, na 5ª rodada do campeonato carioca, Maneco estréia na equipe principal, em Campos Sales. O América perde para o Flamengo por 4 a 3, mas o estreante, além de atuar bem, marca um dos gols americanos. Os outros dois foram assinalados por Esquerdinha e Nelsinho.
Maneco integrava a famosa linha “tico-tico no fubá” e a cada ano se firmava como um dos principais jogadores do América. Suas boas atuações o levaram à seleção carioca. Convocado em fevereiro de 1947, Maneco arrasou com a seleção paulista nas partidas finais do campeonato brasileiro. Os cariocas perderam o primeiro jogo por 5 a 2, venceram o segundo por 3 a 2, com dois gols de Maneco e um de Ademir e, no dia 16 de março, sagraram-se campeões brasileiros, ganhando a terceira partida por 4 a 1, com três gols de Maneco e um de Chico. Era a consagração do excelente futebol do “Saci do Irajá”, que formou com Pedro Amorim (Fluminense), Heleno (Botafogo), Ademir (Vasco) e Chico (Vasco) a linha atacante campeã.
Nessa partida, Maneco deu um baile no famoso Domingos da Guia e no dia seguinte desfilou na Avenida Rio Branco com a bola do jogo debaixo do braço.
As extraordinárias atuações de Maneco nas finais contra a seleção paulista foram publicadas na imprensa francesa. Na sua seção esportiva, o jornal parisiense Record comentou: “Maneco enfeitiçado conseguiu enfiar três bolas nas redes paulistas”.
A convocação para a seleção brasileira veio em seguida. Em 29 de março, o Brasil empata de 0 a 0 na primeira partida da Copa Rio Branco diante do Uruguai, Maneco substitui Ademir no decorrer do jogo. No dia 1º de abril, Maneco substitui, novamente, Ademir durante o jogo, vencido pelo Brasil por 3 a 2, gols de Tesourinha, Jair e Heleno, enquanto Medina e Rodolfo marcaram para os uruguaios.
No campeonato carioca de 1950, Maneco realizou grandes partidas na excelente equipe dirigida por Délio Neves, que se manteve invicta até a antepenúltima rodada. No jogo final diante do Vasco, o grande meia-direita marcou o gol americano na derrota por 2 a 1.
Após encerrar a sua carreira de jogador, Maneco continuou no América, único clube de sua vida profissional. Maneco, de 1942 a 1956, com a camisa do América, marcou 187 gols. Passou a dirigir a equipe juvenil. Com problemas financeiros começou a atrasar as prestações da casa que comprara em Irajá, lugar o qual sempre dizia: “Nasci aqui, aqui é o meu lugar”.
Alertamos os leitores para o relato de Lima, um dos personagens deste livro, sobre os fatos que levaram o alegre Maneco ao suicídio.
RELATO DE LIMA
Um fato que me trouxe muita tristeza foi a morte do Maneco, meu companheiro de América, e meu grande amigo. Três dias antes de morrer ele foi à minha casa, querendo falar comigo. Ficamos conversando e bebendo uns conhaques e ele acabou não falando o que queria. Cheguei a comentar com a minha mulher, que o Maneco queria falar alguma coisa. Depois vim saber, que ele estava com as prestações da casa, onde morava no Irajá, atrasadas e com ordem da justiça para desocupar o imóvel. Quando o Maneco parou de jogar, foi dirigir o juvenil do América, com o salário diminuído. Ele para saldar a dívida da casa, pediu dinheiro a um dirigente do América, mas não foi atendido.
No dia de sua morte, ele foi à casa de uma prima, que era sua vizinha e pediu para tomar banho, alegando estar sem água em casa. Pegou meio copo de cachaça e foi para o banheiro. Como ele estava demorando muito, a prima após bater várias vezes na porta, chamou um conhecido que ao olhar pelo basculante, viu o Maneco sentado no chão junto à porta, já morto. No copo de cachaça ele tinha colocado formicida.
FONTE: Livro ‘HEI DE TORCER ATÉ MORRER”, de José Rezende.
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 02 Ago 2008
Protegido: ARGENTINOS - O CHORO DA DERROTA
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 30 Jul 2008
Protegido: O jogo com o maior número de expulsões!!!
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 28 Jul 2008
PESQUISA SOBRE AS TORCIDAS NO ESPÍRITO SANTO
1) Pesquisa divulgada pela revista PLACAR nº 1.189, de 24/06/2001:
1) Flamengo (RJ): 43%
2) Vasco (RJ): 15%
3) Fluminense (RJ) e São Paulo (SP): 8%
5) Botafogo (RJ): 7%
6) Cruzeiro (MG): 4%
7) Corinthians (SP): 3%
8) Palmeiras (SP): 1%
2) Pesquisa divulgada pelo jornal A GAZETA, de Vitória (ES), em Setembro de 2007:
1) Flamengo (RJ): 31,54%
2) Vasco (RJ): 21,40%
3) Fluminense (RJ); 14,66%
4) Atlético (MG): 9,79%
5) Botafogo (RJ): 9,61%
6) Cruzeiro (MG): 3,97%
7) São Paulo (SP): 3,47%
8) Palmeiras (SP): 2,05#
9) Corinthians (SP): 1,80%
Outros: 1,70%
Pesquisa feita com metodologia de amostragem:
1) Pesquisa realizada pelo Instituto Futura, entre 14 e 18 de setembro de 2001, publicada no jornal A GAZETA, de Vitória (margem de erro de 4,9%):
a) Entre os clubes do Espírito Santo, os capixabas torcem:
1) Desportiva: 16%
2) Serra: 12,55%
3) Rio Branco: 9,50%
4) Linhares: 1,25%
5) Estrela (Cachoeiro): 0,25%
Não torcem para nenhum clube local: 56,75%
b) Entre os clubes de outros estados, os capixabas torcem:
1) Flamengo (RJ): 50,77%
2) Vasco (RJ): 23,46%
3) Fluminense (RJ): 7,69%
4) Botafogo (RJ): 4,23%
5) São Paulo (SP): 3,85%
6) Corinthians (SP): 2,69%
7) Palmeiras (SP): 1,92%
São Caetano (SP): 1,57%
9) Cruzeiro (MG): 1,15%
10) Atlético (MG): 0,38%
Fonte: Marco Antonio e Alexandre Barreto
Blog História do Futebol & (SÃO PAULO) & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Julio Diogo Julio Diogo em 27 Jul 2008
ESTATÍSTICA DE PÚBLICO NO CAMPEOANTO PAULISTA DE 1960
Em levantamento realizado pela FEDERAÇÃO PAULISTA DE FUTEBOL ao final do Campeonato Paulista de 1960, têm-se o público total por cada equipe:
01º PALMEIRAS 229.352 torcedores
02º CORINTHIANS 226.265 torcedores
03º SANTOS 187.171 torcedores
04º SÃO PAULO 174.117 torcedores
05º PORTUGUESA 108.003 torcedores
06º GUARANI 104.501 torcedores
07º BOTAFOGO 84.595 torcedores
08º NOROESTE 84.297 torcedores
09º FERROVIÁRIA 86.813 torcedores
10º PONTE PRETA 79.923 torcedores
11º COMERCIAL 72.942 torcedores
12º PORTUGUESA SANTISTA 71.533
13º CORINTHIANS (PRES.PRUDENTE) 68.133 torcedores
14º JABAQUARA 64.606 torcedores
15º AMÉRICA 62.897 torcedores
16º XV DE NOVEMBRO 49.431 torcedores
17º TAUBATÉ 48.740 torcedores
18º JUVENTUS 41.024 torcedores
Blog História do Futebol & (PIAUÍ) & x9) CURIOSIDADES & DIVERSOS Roberto Pypcak em 26 Jul 2008
Protegido: Maior Campeonato de Futebol Amador Entre Municípios
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & DIVERSOS Roberto Pypcak em 26 Jul 2008
Protegido: Primeiro Time de Futebol Amador Formado por Irmãos
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 24 Jul 2008
A INGLATERRA É CAMPEÃ - E BOOBY MOORE LEVANTA A TAÇA
A cena ocorrida no venerável Estádio de Wembley perante 100 mil torcedores, entre os quais a Rainha Elizabeth II, continua tão viva como naquela tarde cinzenta de 30 de julho de 1966. Booby Moore, o capitão da Inglaterra, ergueu para a multidão a Taça Jules Rimet, no ato final de uma conquista sem precedentes. Ele pouco sorriu. Com o semblante sempre sério e com os olhos azuis fixo no troféu de ouro, se viu engolfado pelos abraços dos companheiros.
Onze anos depois, quando Booby Moore saiu de campo pela última vez para entrar nas páginas dos livros da história do futebol, encerrava-se a mais lendária e esplendida época até hoje vivida na Inglaterra. Ele estabeleceu um recorde até agora insuperado de 108 partidas pela seleção inglesa.
Fonte : Revista Placar
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 19 Jul 2008
JULHO NEGRO! O MÊS DO AZAR EM COPAS
O povo brasileiro é um povo cheio de supertições, e o mês de agosto é considerado como aquele que nada deve ser feito sem antes fazermos orações, pedidos, promessas e etc, porém no futebol quando o assunto é Copa do Mundo o mês de Julho é aquele em que a Seleção Brasileira certamente pediria para a Fifa para não ter jogos de Copas neste mês, pois a maioria dos fracassos do Brasil em mundiais é no sétimo mês do ano.
Desde o primeiro mundial no Uruguai em 1930 que o Brasil amarga eliminações e derrotas em finais no fatídico mês sete a única exceção foi em 1994 quando conquistou o tetra nos EUA o Brasil se deu bem em Julho.
Na Copa de 1930 logo na sua estréia uma derrota para a Iugoslávia por 2 a 1 tirou o Brasil logo de cara no dia 14/07/1930, veio a Copa no Brasil, depois de um começo arrasador na fase final com duas goleadas diante a Espanha e Suécia o Brasil perde para o Uruguai por 2 a 1 de virada jogando pelo empate no dia 16/07/1950, esta é a maior derrota do nosso futebol em todos os tempos, depois de três mundiais com duas conquistas na Suécia e no Chile, voltamos a ter um mundial no mês de Julho o da Inglaterra, e novamente sentimos o gosto amargo das derrotas e eliminação, depois de vencer a Bulgária, a seleção cai para a Hungria por 3 a 1 no dia 15/07/1966 e para Portugal também por 3 a 1 no dia 19/07/1966, em 1970 a Copa começou em maio e terminou em junho, mas em 1974 olha julho lá de novo, tudo seguia bem até 30/06/1974, com duas vitórias diante Alemanha Oriental e Argentina, mais no dia 03/07/1974 derrota para a Holanda, perdemos a vaga na final e ainda de quebra no dia 06/07/1974 derrota para a Polônia por 1 a 0 na decisão do terceiro lugar.
Em 1982 nova decepção, o Brasil vinha como um rolo compressor, engolindo, triturando todos os adversários, no dia 02/07/1982 deu show de bola na Argentina levando Dieguito a perder a cabeça e ser expulso vitória clássica por 3 a 1, no dia 05/07/1982 enfrenta a Itália um simples empate e pronto rumo as semifinais, mais quem disse? Ufa vitória dos italianos por 3 a 2 está com já relatei antes foi a segunda maior derrota do Brasil em Copas.
Em 1994 tivemos um ano de sorte com a conquista do quarto título mais foi sofrido afinal era julho, vitória nos pênaltis contra a Itália neste ano o julho foi negro para os italianos ou houve uma conjunção de astros a favor do Brasil, será? Mais no próximo mundial olha lá olha lá derrota humilhante diante da França por 3 a 0 no dia 12/07/1998 na finalissima com direito a convulsão de Ronaldo Fenômeno até hoje ninguém sabe ao certo o que aconteceu, mais não justifica a derrota, foi um passeio de foguete, pra finalizar chegamos ao dia 01/07/2006 novamente a França numa quarta de final nova derrota por 1 a 0 e o sonho do hexa adiado, e agora em 2010 na África do Sul vamos torcer para o mundial não ter jogos no mês de Julho, cruzem os dedos brasileiros como diria o grande Julio César, alias o mês tem este nome em homenagem o grande romano! Alea jacta est! A sorte está lançada.
O Brasil sofreu até o mundial da Alemanha em 2006, 14 derrotas em Copas, delas nove delas foram no mês de julho e vocês o que acham coincidência ou má sorte, os amigos são superticiosos.
Fonte: Texo Galdino Silva
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 18 Jul 2008
Protegido: A FUGA DE AVELAR
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 13 Jul 2008
OS DIAS 11, 12 E 13 DE JULHO NO FUTEBOL
11/07/1966 - Tem inicio a Copa do Mundo da Inglaterra com o jogo: Inglaterra 0 x 0 Uruguai.
11/07/1982 - Final da Copa da Espanha Itália 3 x 1 Alemanha com gols de Paolo Rossi, Tardelli e Altobelli (Ita); Breitner (Ale) este foi o terceiro título da Itália mia.
12/07/1966 - Pelo mundial da Inglaterra: Alemanha 5 x 0 Suiça, URSS 3 x 0 Coréia do Norte e Brasil 2 x 0 Bulgária com gols de Pelé e Garrincha.
12/07/1987 - URUGUAI 1 X 0 CHILE, em Buenos Aires com um gol de Bengoechea os uruguaios conquistam mais uma Copa América.
12/07/1992 - FLAMENGO 3 X 0 BOTAFOGO, pela primeira partida da final do brasileiro o Flamengo praticamente garantiu o título em apenas 45 minutos com gols de Junior, Nélio e Gaúcho.
12/07/1998 - Final do mundial da França: França 3 x 0 Brasil com gols de Zidane 2 e Petit, este foi o primeiro título da França.
13/07/1930 - Começa em Montevidéu, no Uruguai no Estádio de Pocitos a primeira Copa do Mundo, antigo sonho de Jules Rimet e no jogo inaugural á França goleou o Mexico por 4 a 1, Laurent marcou o primeiro gol em um mUndial no mesmo dia tivemos EUA 3 x 0 Bélgica.
13/07/1950 - Pelo mundial do Brasil tivemos a segunda rodada da fase final: Uruguai 3 x 2 Suécia e Brasil 7 x 1 Suécia com gols de: Ademir 4, Chico 2 e Maneca; Andersson (Sue).
13/07/1966 - Pelo mundial da Inglaterra tivemos: França 1 x 1 México, Argentina 2 x 1 Espanha, Portugal 3 x 1 Hungria e Itália 2 x 0 Chile.
13/07/1994 - Pelo mundial dos EUA tivemos as semifinais com Itália 2 x 1 Bulgária e Brasil 1 x 0 Suécia com gol de Romário.
Fontes: RSSSF BRasil e Flaestatistica
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 12 Jul 2008
BOTAFOGO,único clube de futebol campeão de esqui!!!
Amigos repasso uma reportagem bem curiosa que achei no orkut.
Esqui: Todos os anos, no mês de março, em Engadina, na Suiça, no Vale onde também fica St. Mortiz, realiza-se uma competição única no mundo. Uma verdadeira maratona de esqui com a participação de mulheres e homens, jovens e velhos (até 86 anos), num percurso de 42 quilômetros. Em 13 de março de 77 quase 10 mil pessoas de diversos países competiram nessa difícil prova. E a grande novidade deste ano, foi que um sócio do Botafogo, com a camisa do nosso clube, Hans Pestalozzi, venceu a maratona, como nosso representante tendo o nº 8.465 como inscrição, no tempo mais rápido, em determinado trecho, o mais difícil da prova. Esse título de campeão o alvinegro ainda não possuía, e é o primeiro a ganhar por um clube do Brasil, que teve a sua bandeira hasteada na Neve, como se verifica. Nossos parabéns a Hans Pestalozzi, a quem também agradecemos as fotos.


Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 11 Jul 2008
Protegido: O Futebol e a Guerra!!!
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 10 Jul 2008
O DIA 10 DE JULHO NO FUTEBOL
10/07/1982 - Decisão do terceiro lugar do mundial da Espanha Polônia repete o feito de 1974 ao vencer a França por 3 a 2.
10/07/1994 - Quartas de finais do mundial dos EUA: Bulgária 2 x 1 Alemanha e Romênia 2 x 2 Suécia nos penaltis Suécia 5 a 4.
ANIVERSARIANTES:
10/07/1976 - Edmilson volante ex-Barcelona agora no Villareal
10/07/1976 - Ludovic Giuly meia francês da Roma
Fontes: RSSSF Brasil e Confraria do Esporte de Salvador
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & x12) Historia do Futebol & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 08 Jul 2008
DECISÕES POR PENALTIS EM COPAS DO MUNDO
A International Board estabeleceu que apartir da Copa de 1970 no México, os jogos nas fases eliminatórias teriam de ser decididas no caso de empate no tempo normal e na prorrogação de trinta minutos com tiros livres da marca do penalti, nas três Copas que se sucederam 70,74 e 78 não houve necessidade de algum jogo ser decidido desta maneira, apartir de 1982 com a dinâmica do futebol, as retrancas e até o equilibrio de seleções não deixamos de ter uma só Copa sem termos jogos decididos nas penalidades, até duas finais foram decididas desta forma, preparei um levantamento para os amigos sobre o tema:
08/07/1982 – SEMIFINAL DA COPA DA ESPANHA
ALEMANHA 1 X 1 FRANÇA
Nos Pênaltis a Alemanha venceu por 5 a 4.
21/06/1986 – QUARTAS DE FINAIS DA COPA DO MÉXICO
FRANÇA 1 X 1 BRASIL
Nos Pênaltis a França venceu por 4 a 3.
ALEMANHA 0 X 0 MÉXICO
Nos Pênaltis a Alemanha venceu por 4 a 1.
22/06/1986 – QUARTAS DE FINAIS DA COPA DP MÉXICO
BÉLGICA 1 X 1 ESPANHA
Nos Pênaltis a Bélgica venceu por 5 a 4.
25/06/1990 – OITAVAS DE FINAIS DA COPA DA ITÁLIA
IRLANDA 0 X 0 ROMÊNIA
Nos Pênaltis a Irlanda venceu por 5 a 4.
30/06/1990 – QUARTAS DE FINAIS DA COPA DA ITÁLIA
ARGENTINA 0 X 0 IUGOSLÁVIA
Nos Pênaltis a Argentina venceu por 3 a2.
03/07/1990 – SEMIFINAIS DA COPA DA ITÁLIA
ARGENTINA 1 X 1 ITÁLIA
Nos Pênaltis a Argentina venceu por 4 a 3.
04/07/1990 – SEMIFINAIS DA COPA DA ITÁLIA
ALEMANHA 1 X 1 INGLATERRA
Nos pênaltis a Alemanha venceu por 4 a 3.
05/07/1994 – OITAVAS DE FINAIS DA COPA DOS EUA
BULGÁRIA 1 X 1 MÉXICO
Nos Pênaltis a Bulgária venceu por 3 a 1.
10/07/1994 – QUARTAS DE FINAIS DA COPA DOS EUA
SUÉCIA 2 X 2 ROMÊNIA
Nos Pênaltis a Suécia venceu por 5 a 4.
17/07/1994 – FINAL DA COPA DOS EUA
BRASIL 0 X 0 ITÁLIA
Nos pênaltis o Brasil venceu por 3 a 2.
30/06/1998 – OITAVAS DE FINAIS DA COPA DA FRANÇA
ARGENTINA 2 X 2 INGLATERRA
Nos Pênaltis a Argentina venceu por 4 a 3.
03/07/1998 – QUARTAS DE FINAIS DA COPA DA FRANÇA
FRANÇA 0 X 0 ITÁLIA
Nos Pênaltis a França venceu por 4 a 3.
07/07/1998 – SEMIFINAL DA COPA DA FRANÇA
BRASIL 1 X 1 HOLANDA
Nos Pênaltis o Brasil venceu por 4 a 2.
16/06/2002 – OITAVAS DE FINAIS DA COPA CORÉIA/JAPÃO
ESPANHA 1 X 1 IRLANDA
Nos Pênaltis a Espanha venceu por 3 a 2.
22/06/2002 – QUARTAS DE FINAIS DA COPA CORÉIA/JAPÃO
CORÉIA DO SUL 0 X 0 ESPANHA
Nos Pênaltis a Coréia do Sul venceu por 5 a 3.
26/06/2006 – OITAVAS DE FINAIS DA COPA DA ALEMANHA
UCRÂNIA 0 X 0 SUIÇA
Nos Pênaltis a Ucrânia venceu por 3 a 0.
30/06/2006 – QUARTAS DE FINAIS DA COPA DA ALEMANHA
ALEMANHA 1 X 1 ARGENTINA
Nos Pênaltis a Alemanha venceu por 4 a 2.
01/07/2006 – QUARTAS DE FINAIS DA COPA DA ALEMANHA
PORTUGAL 0 X 0 INGLATERRA
Nos Pênaltis Portugal venceu por 3 a 1.
09/07/2006 – FINAL DA COPA DA ALEMANHA
ITÁLIA 1 X 1 FRANÇA
Nos Pênaltis a Itália venceu por 5 a 3.
TOTAL DE DISPUTAS = 20
FINAIS = 2 (1994/2006)
SEMIFINAIS = 4
QUARTAS DE FINAIS = 9
OITAVAS DE FINAIS = 5
ALEMANHA É A MAIS EFICIENTE A VELHA FRIEZA ALEMÃ É A CHAVE DO SUCESSO DOS GERMÂNICOS NA HORA DOS PENAIS, FORAM QUATRO DECISÕES NOS PENALTIS E QUATRO VITÓRIAS: 1982 – FRANÇA, 1986 – MÉXICO, 1990 – INGLATERRA E 2006 – ARGENTINA.
JÁ A INGLATERRA É A PIOR NA HORA DE ENCARAR OS PENAIS, OS INGLESES PARECEM OUVIR O SOM DO BIG BEM E FICAM ATORDOADOS, FORAM TRÊS DECISÕES E EM TODAS OS BRETÕES LEVAM A PIOR: 1990 – ALEMANHA, 1998 – ARGENTINA E 2006 PORTUGAL.
SCHUMACHER DA ALEMANHA E GOYCOECHEA DA ARGENTINA DEFENDERAM QUATRO PENAIS, SENDO QUE O ARGENTINO EM APENAS UM MUNDIAL EM 1990.
O BRASIL DISPUTOU TRÊS VEZES A SORTE NOS PENAIS, PERDEU PARA A FRANÇA EM 1986 E VENCEU A ITÁLIA NA FINAL DE 94 E A HOLANDA NA SEMIFINAL DA COPA DE 98.
RICARDO GOLEIRO DE PORTUGAL DEFENDEU TRÊS PENALIDADES NUMA MESMA DECISÃO, EM 2006 CONTRA A INGLATERRA.
A ITÁLIA PERDEU POR TRÊS VEZES SEGUIDAS NO CALCIO DEL RIGGORI, EM 1990 PARA A ARGENTINA, 1994 – BRASIL E 1998 – FRANÇA, O TRAUMA SÓ FOI SUPERADO NA ÚLTIMA COPA E NA FINAL CONTRA A FRANÇA EM 2006.
A FRANÇA EM QUATRO DECISÕES TEM UM EQUILIBRIO DUAS VITÓRIAS, 1986 – BRASIL E 1998 – ITÁLIA E DUAS DERROTAS EM 1982 – ALEMANHA E 2006 – ITÁLIA.
ALIÁS FRANÇA E ITÁLIA TEM O TOMA LÁ DA CÁ DOS PENAIS EM COPAS, A FRANÇA LEVOU EM 98 CONTRA OS ITALIANOS E A ITÁLIA LEVOU EM 2006 CONTRA OS FRANCESES.
ALEMANHA, ARGENTINA, FRANÇA E ITÁLIA SÃO COM QUATRO DECISÕES AS SELEÇÕES QUE MAIS DECIDIRAM POR PENALIDADES EM COPAS DO MUNDO.
AS COPAS DE 1990 NA ITÁLIA, A DE 2006 NA ALEMANHA SÃO AS RECORDISTAS COM QUATRO DECISÕES.
Pesquisa: A História de todas as Copas de Orlando Duarte
Texto e Pesquisa: Galdino Silva
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 08 Jul 2008
O DIA 8 DE JULHO NO FUTEBOL
08/07/1982 - Semifinais do Mundial da Espanha: Itália 2 x 0 Polônia e Alemanha 1 x 1 França, nos penaltis a Alemanha venceu por 5 a 4.
08/07/1990 - Final do Mundial da Itália: Alemanha 1 x 0 Argentina com gol de Brehme, e os alemães conquistam o seu terceiro mundial.
08/07/1998 - Semifinal da Copa da França: França 2 x 1 Croácia com Thuram entrando para a história ao levar a França pela primeira vez a uma final.
08/07/2006 - Decisão do terceiro lugar do Mundial da Alemanha: Alemanha 3 x 1 Portugal.
ANIVERSARIANTES:
08/07/1930 - FAST CLUB/AM
08/07/1976 - RODRIGO EX-MEIA DO BOTAFOGO/RJ, GAMA/DF
08/07/1982 - GALVÃO ATACANTE DO BAHIA
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 07 Jul 2008
O DIA 7 DE JULHO NO FUTEBOL
07/07/1957 - BRASIL 1 X 2 ARGENTINA, no Maracanã pela Copa Roca o Rei Pelé marca seu primeiro gol com a camisa da seleção brasileira, Labruna e Juarez para a Argentina.
07/07/1974 - Final da Copa da Alemanha em Munique Alemanha 2 x 1 Holanda com gols: Neeskens (Hol), Breitner , Müller (Ale)
07/07/1990 - Pelo decisão do terceiro lugar da Copa da Itália tivemos Itália 2 x 1 Inglaterra.
07/07/1998 - Pelo Mundial da França tivemos semifinal Brasil 1 x 1 Holanda com gols de Ronaldo (Bra) e Kluivert (Hol) nos penaltis Brasil 4 a 2.
ANIVERSARIANTES:
07/07/1949 - BAIACO EX-VOLANTE DO BAHIA
07/07/1956 - GILMAR EX-GOLEIRO DO PALMEIRAS E BANGU
07/07/1957 - PAULO VITOR EX-GOLEIRO DO FLUMINENSE/RJ
07/07/1968 - TUPÃZINHO EX-PÉ DE COELHO DO CORINTHIANS
Blog História do Futebol & (MATO GROSSO) & x9) CURIOSIDADES & Artigos-R. Trida Ruy Trida em 06 Jul 2008
A galinha fez o gol e o juiz confirmou o tento.
A notícia foi dada pelo Jornal do Comércio, de Aquidauana.
Em 03 de outubro de 1949, em Aquidauana, Mato Grosso, em um jogo oficial pelo campeonato da cidade jogavam Liga Católica e Noroeste.
Numa falta fora da área, cobrada pelo atacante Osni, a bola atingiu violentamente uma galinha que atravessava o campo e entrou no lado oposto ao do goleiro Peixoto, que nada pode fazer para evitar o gol.
Resultado: Terceiro gol da Liga Católica, confirmado pelo juiz e recebido com gargalhadas por todos os presentes no local.
Fonte: Jornal Lavoura e Comércio, de Uberaba - MG, edição de 07/02/85.
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 04 Jul 2008
DEPOIMENTOS DOS JOGADORES DEPOIS DA TRAGÉDIA DE 16 DE JULHO DE 1950
Barbosa, Augusto, Juvenal, Bauer, Danilo, Bigode, Friaça, Zizinho, Ademir, Jair e Chico. Ninguém melhor do que eles para contar o que aconteceu no fatídico de 16 de julho de 1950. Juvenal a quem tive o prazer de passar algumas horas ouvindos suas histórias falava comigo numa boa sobre a Copa de 1950.
Barbosa
Ghiggia diz que só ele, o Papa e Frank Sinatra calaram o Maracanã. Eu também fiz o Brasil calar, fiz o Brasil chorar: não é só ele que tem esse privilégio não.
Augusto
A cena já estava toda pronta, na minha imaginação. O jogo terminava. O Brasil, absoluto, ganhava fácil do Uruguai. A gente se perfilava no gramado, em frente à tribuna de honra do Maracanã. Depois de cantar o Hino, a gente veria chegar o velhinho Jules Rimet com taça na mão. Eu pegaria a da taça das mãos dele. Todo feliz, ergueria a taça lá para o alto.
Bauer
Vim para o Rio para ser campeão do mundo. Voltei a São Paulo no chão do trem.
Danilo
Como a Copa de 50 marcou a inauguração do Maracanã, a derrota do Brasil ficou gravada para a eternidade. O próprio time do Vasco, base da Seleção Brasileira, derrotou o Peñarol, base da Seleção Uruguaia, em Montevidéu, logo depois. Mas os uruguaios diziam: “A gente não queria ganhar essa aqui em Montevidéu, não. Queríamos ganhar aquela, no Maracanã”.
Bigode
Deve ter morrido gente de enfarte. Se o Brasil fosse campeão, morreria muito mais gente. O povo é exagerado. O Maracanã ia vir abaixo. Iam quebrar tudo nos bailes. O futebol é um fenômeno que ninguém explica. Futebol incomoda mais que problema de família…
Friaça
Fiz 1 x 0 na final da Copa. Ali nós já éramos deuses.
Zizinho
Meu sonho era assim: a gente ainda iria jogar contra o Uruguai. Aquilo que aconteceu era mentira.
Ademir
Depois do jogo com a Espanha - que vencemos por 6 x 1 - apareceu um senhor num automóvel gritando: “Quero falar com Ademir”. Ele entrou e foi falar direto com Flávio Costa. Daí Flávio me chamou num canto: “Vá ao hospital com o médico da seleção, veja a situação e volte”. Quando cheguei ao hospital, vi que era um garoto meu admirador. O menino vei, me beijou e disse: “Doutor, pode operar”. De volta à concentração, não consegui dormir. Fiquei pensando: “O que é que eu sou? Um santo? Um deus?”.
Jair
Sempre antes de dormir, eu pensava no gol que não fiz, aos 45 do segundo tempo. Eu sonhava assim: o Brasil com um time daqueles não ganhou a Copa do Mundo? A derrota é que tinha sido um sonho. Acordava espantado, olhava ao redor - e o Maracanã estava ali, na minha frente.
Chico
Tive um pressentimento estranho. Quando o Brasil entrou em campo, a derrota já estava escrita.
Juvenal
Eu me sentia um soldado defendendo o país. Não é só numa guerra que se defende o país: é nas disputas esportivas também. Então, perder aquele jogo para o Uruguai foi como perder uma guerra. A gente não falava em dinheiro. Os jogadores não pediram prêmio, nada, nada, nada. Nós, ali, éramos como militares.
Estava muito confiante ao entrar no gramado senti uma forte vibração nas veias, olhei para os lados e a festa estava praticamente pronta so bastava fazer a nossa parte, e ai se deu o detalhe quando a bola rolou nem notei, só percebi quando Jair me gritou! Acorda Juva agora é com a gente.
Friaça fez o gol no inicio do segundo tempo e só caiu na real depois que o Uruguai empatou o jogo, ai ele voltou a si.
Danilo Alvim chorava feito uma criança ainda no gramado ao vê-lo aos brantos já nos vestiários tive uma crise de choro também, todos choraram menos Chico foi uma barra terrivel.
fontes: Dossiê 50 de Geneton Morais e lembranças de meus papos com Juvenal que voltou a me chamar atenção devido a um texto de Alexandre Martins.
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 04 Jul 2008
O DIA 4 DE JULHO NO FUTEBOL
04/07/1954 - Final em Berna do Mundial da Suiça Alemanha 3 x 2 Hungria, com gols de Puskás , Czibor (Hun); Morlock, Rahn 2 (Ale) primeiro título da Alemanha.
04/07/1982 - Pelo Mundial da Espanha tivemos Polônia 0 x 0 URSS e França 4 x 1 Irlanda do Norte.
04/07/1990 - Segunda semifinal do Mundial da Itália Alemanha 1 x 1 Inglaterra nos penaltis Alemanha 4 a 3.
04/07/1994 - Pelo Mundial dos EUA tivemos Holanda 2 x 0 Irlanda e Brasil 1 x 0 EUA com gol salvador de Bebeto.
04/07/1998 - Quartas de finais do Mundial da França Holanda 2 x 1 Argentina e Croácia 3 x 0 Alemanha.
04/07/2006 - Semifinal do Mundial da Alemanha tivemos Alemanha 0 x 2 Itália com gols de Grosso e Del Piero no final do segundo tempo da prorrogação.
ANIVERSARIANTE:
04/07/1937 - GOIÂNIA EC/GO
04/07/1958 - ZANATA EX-LATERAL DO BAHIA, PALMEIRAS, FLAMENGO
04/07/1974 - AMOROSO MEIA EX-GUARANI, SÃO PAULO, GRÊMIO
04/07/1975 - HERNAN CRESPO ATACANTE ARGENTINO
04/07/1976 - NUNO GOMES ATACANTE DE PORTUGAL
04/07/1979 - NONATO ATACANTE EX-BAHIA HOJE NA CORÉIA DO SUL
Fontes: RSSSF Brasil e Confraria do Esporte de Salvador
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Julio Diogo Julio Diogo em 04 Jul 2008
PAULO BORGES OFENDEU JUIZ FORA DE CAMPO E LEVOU TREMENDA SURRA
Este fato pitoresco ocorreu em 29 de novembro de 1971 e publicado no jornal A Tribuna, de Santos/SP com o título acima. Abaixo a notícia completa:
” Cansado, ao que parece, de ver sua classe sempre levar a pior dentro do campo com os jogadores, o árbitro Arthur Braz resolveu inverter a situação. E a vítima acabou sendo Paulo Borges, ponteiro direito do Corinthians, emprestado a Rodoviária do Amazonas.
No último domingo, em Belém do Pará, o Clube do Remo e a Rodoviária, disputaram um encontro pelo Campeonato Nacional da Primeira Divisão. A partida foi apitada pelo Arthur, que no entender de Paulo Borges, não teve atuação das melhores, tendo sido, inclusive, o responsável pela derrota do time amazonense. Ontem o árbitro foi ao hotel em que estava hospedada a delegação amazonense para conversar com os dirigentes, quando foi ofendido, em alta voz, pelo ponteiro direito corintiano.
Como dentro do campo Arthur é obrigado a aturar certas coisas para não estragar o espetáculo, expulsando jogadores, fora de campo o juiz não teve dúvidas e aplicou violenta surra em Paulo Borges, que ficou desacordado. O futebolista só não apanhou mais porque a turma do deixa disso correu em seu socorro.
Mas, ao contrário do caso Brito, a briga parece não ter repercussão na vida profissional de ambos, que já viajaram para seus respectivos Estados e deixaram tudo por isso mesmo.”
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 03 Jul 2008
O DIA 3 DE JULHO NO FUTEBOL
03/07/1954 - Decisão do terceiro lugar no Mundial da Suiça Austria 3 x 1 Uruguai.
03/07/1974 - Pelo Mundial da Alemanha tivemos a definição dos finalistas: Suécia 2 x 1 Iugoslávia, Alemanha 1 x 0 Polônia e Argentina 1 x 1 Alemanha Oriental e Brasil 0 x 2 Holanda com gols de Neeskens e Cruijff. Alemanha e Holanda na final.
03/07/1990 - Semifinal do Mundial da Itália e a Argentina cala Napolés com um empate no tempo normal em 1 a 1 e vitória nos penaltis por 4 a 3.
03/07/1994 - Oitavas de finais do Mundial dos EUA com Suécia 3 x 1 Arábia Saudita e Romênia 3 x 2 Argentina.
03/1998 - Quartas de finais do Mundial da França com França 0 x 0 Itália nos penais deu França 4 a3, e Brasil 3 x 2 Dinamarca com gols de Bebeto e Rivaldo 2 (Bra) e Jørgensen e B.Laudrup (Din).
ANIVERSARIANTES:
03/07/1947 - RENSENBRINK EX-JOGADOR DA HOLANDA
03/07/1953 - PAULO ISIDORO EX-MEIA DO ATLÉTICO/MG, GRÊMIO E SANTOS
03/07/1974 - MARCOS GOLEIRO DO PALMEIRAS
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 02 Jul 2008
O DIA 2 DE JULHO NO FUTEBOL
02/07/1950 - Pelo Mundial no Brasil tivemos Suiça 2 x 1 México, Chile 5 x 2 EUA, Espanha 1 x 0 Inglaterra e Uruguai 8 x 0 Bolivia.
02/07/1982 - Pelo Mundial na Espanha tivemos Alemanha 2 x 1 Espanha, Brasil 3 x 1 Argentina com gols de Zico, Serginho e Junior (Bra); e Ramon Diaz (Arg).
02/07/1994 - Pelo Mundial nos EUA tivemos Alemanha 3 x 2 Bélgica e Espanha 3 x 0 Suiça.
02/07/2003- SANTOS 1 X 3 BOCA JUNIORS, no Morumbi novo recreio do Boca Jrs, vencendo com gols de Tevez, Delgado e Schiavi; Alex descontou para o peixe, Boca campeão da Libertadores pela quita vez.
ANIVERSARIANTES:
02/07/1900 - KAISERSLAUTERN (ALEMANHA)
02/07/1954 - VILSON TADEI ex-meia Grêmio, São Paulo e Coritiba
02/07/1955 - CLÁUDIO ADÃO ex-atacante Santos, Flamengo, Bahia
02/07/1959 - MIRANDINHA ex-atacante Nautico, Palmeiras, New Castle
02/07/1982 - ELDER GRANJA lateral do Palmeiras
fontes: RSSSF Brasil e Confraria do Esporte de Salvador
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 01 Jul 2008
Protegido: A MORDIDA DE TORBIS EM NÍLTON SANTOS
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Galdino Silva Galdino Antonio Ferreira da Silva em 01 Jul 2008
O DIA 1º DE JULHO NO FUTEBOL
01/07/1950 - Pelo Mundial do Brasil tivemos Brasil 2 x 0 Iugoslávia com gols de Ademir e Zizinho.
01/07/1982 - Pelo Mundial da Espanha tivemos URSS 1 x 0 Bélgica, Austria 2 x 2 Irlanda do Norte.
01/07/1989 - BRASIL 3 X 1 VENEZUELA, em Salvador tem inicio a Copa América que voltava a ser disputada no Brasil após 50 anos. Gols de Bebeto, Geovani, Baltazar (Bra), Maldonado (Ven).
01/07/1989 - SÃO PAULO 0 X 0 SÃO JOSÉ, no Morumbi o tricolor conquista o título no duelo dos santos.
01/07/1990 - Pelo Mundial da Itália tivemos Alemanha 1 x 0 Tchecoslováquia e Inglaterra 3 x 2 Camarões.
01/07/2001 - URUGUAI 1 X 0 BRASIL, em Montevideu Felipão estreia no comando da seleção.
01/07/2006 - PElo Mundial da Alemanha tivemos Portugal 0 x 0 Inglaterra nos penais Portugal 3 x 1 e Brasil 0 x 1 França gol de Henry.
ANIVERSARIANTES:
01/07/1906 - Sporting Lisboa
01/07/1915 - Olaria Atlético Clube/RJ
01/07/1976 - Patrick Kluivert e Van Nistelrooij Holanda
Fontes; RSSSF Brasil e Confraria do Esporte de Salvador
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES Braccini em 01 Jul 2008
Competências do capitão!!
Competências do capitão:
O verdadeiro líder não é aquele que comanda um bando de obedientes. A verdadeira liderança é como a abelha rainha, que fortalece seus seguidores, forma equipe ensinando, dando exemplos e capacitando os outros. Se você quer ser um líder, saiba que sua habilidade será medida pelo sucesso daqueles que estão a sua volta.
Vejamos então algumas virtudes ou qualidades que o capitão de uma equipe deve ter:
FUNÇÕES EXTRA CAMPO
* Gozar da respeitabilidade do clube como homem e jogador, e ser dono de bons predicados morais.
* Deve ter bom nível técnico, intelectual, e por conseqüência ser titular da equipe, possuir espírito de liderança e equilíbrio emocional necessário para suportar as pressões, os fracassos e o sucesso.
* Saber representar a equipe perante aos árbitros, dirigentes e solenidades em várias situações.
* Apresentar seus companheiros de equipe às autoridades quando houver solenidades.
* Transmitir e fazer valer aos companheiros as advertências do arbitro e portar braçadeira.
* Representar, orientar, defender e difundir os interesses dos jogadores com a Comissão Técnica.
* Fazer valer o que foi discutido nas preleções.
* Dar bons exemplos e combater os maus exemplos de companheiros, e ter postura e gestos firmes.
FUNÇÕES DENTRO DO CAMPO
* O capitão deve ter a capacidade de detectar quando quebrar o ritmo do adversário.
* Cobrar durante a partida as obrigações imposta pelo treinador.
* Mudar um sistema tático e/ou a postura, caso perceba a necessidade e depois discutir com o treinador a atitude.
* Cobrança de empenho e recomposição da equipe.
* Apoiar, acalmar, incentivar e motivar companheiros de equipe.
* Chamar a responsabilidade do jogo para si, cobrar e organizar a compactação da equipe.
* Possuir conhecimentos táticos e combater a violência.
* Ter conhecimentos das regras do jogo, e dos regulamentos das competições.
* Qualificar e combater os jogadores nocivos à equipe.
* Cobrar as faltas, atrasos e perdas de disputas e divididas dos companheiros.
* Manter-se em bom nível técnico e físico.
* Colaborar para harmonizar a equipe com confraternizações de um perfeito espírito de união, bom humor e amizade.
Treinador Vinícius Braccini
Fonte: http://www.braccini.com.br/dicas07.htm
Blog História do Futebol & x9) CURIOSIDADES Braccini em 01 Jul 2008
Características do Treinador sobre o ponto de vista da ação!!
Obviamente que um bom treinador deverá conciliar as diversas características atribuídas à função na medida certa, chegando próximo ao esperado pelos dirigentes e torcedores, como é o caso de Wanderlei Luxemburgo, Luis Felipe Scolari e José Mourinho (fotos abaixo), para não citar todos…
Porém, cada treinador possui características mais marcantes que outras, fazendo do seu trabalho único e marca registrada. Veja abaixo as seis características do ponto de vista da ação, e eleja os seus escolhidos para cada uma:
ESTRATEGISTA: Possui imenso conhecimento prático do jogo. Com excelente visão de jogo, consegue alterar taticamente a equipe mesmo sem substituir jogadores.
DISCIPLINADOR: Seguidor de normas rígidas, segue fielmente um planejamento e apóia-se na honra acima de tudo. O maior exemplo de técnico disciplinador foi Yustrich.
TRABALHADOR: Seguidor do trabalho árduo, treina todos os dias em tempo integral, dando muita atenção à repetição crônica das jogadas ensaiadas.
VERSÁTIL: É aquele que tem a capacidade de variar, diversificando e orientando-se por novos caminhos, sempre que surgirem novas necessidades.
AMIGO: Acredita no ambiente familiar como conduta principal de trabalho, assumindo o papel de confidente, pai, irmão mais velho, amigo íntimo.
PSICÓLOGO: Embora na maioria das vezes não formado em psicologia, é dotado de características pessoais apropriadas para exercer a função, trabalhando aspectos motivacionais junto aos jogadores e equipe como um todo.
Treinador Vinícius Braccini
Fonte: http://www.braccini.com.br/dicas02.htm
Blog História do Futebol & (SÃO PAULO) & x9) CURIOSIDADES & Artigos-Julio Diogo Julio Diogo em 30 Jun 2008
CORRIGINDO ERROS HISTÓRICOS IV
Nas estatísticas dos jogos do SANTOS FUTEBOL CLUBE não consta um amistoso contra a equipe do Portuários de Santos ocorrida em 17 de fevererio de 1972. Vamos a explicação:
No início de 1972 a equipe principal santista realizava uma excursão pelo exterior e como participaria do Torneio Laudo Natel (competição que envolvia todas as equipes da divisião principal do futebol paulista), seus dirigentes resolveram montar uma equipe formada por alguns titulares que voltavam de contusões e reservas que não tinham chance na equipe principal. Esta equipe disputou duas partidas (17/02/72 contra o Portuários e 20/02/1972 contra o Marília) perdendo as duas e logo depois foi desfeita, com o retorno do time principal para as disputas do Campeonato Paulista. Nas estatísticas aparece apenas a partida contra o Marília, este erro deve-se ao fato de ser uma disputa oficial, mas acredito que o amistoso também deva constar, pois foi uma partida com todos os ingredientes de um jogo oficial (presença de árbitros e bandeiras, número de substituições, etc). Abaixo a ficha técnica desta partida:
PORTUÁRIOS 2-0 SANTOS
Data: 17 de fevereiro de 1972
Local: Estádio Ismael de Souza, em Santos / SP
Juiz: José Eduardo dos Santos
Gols: Julinho aos 25 min e Kiko aos 55 min.
Portuários: Mazinho; Tico, Landinho, Oreco e Beto; Kiko e Mazinho II; Álvaro, Soares, Leivinha e Julinho (Miguel).
Santos: Cláudio; Ari, Vicente, Roberto e Murias (Nelsi); Pitico e Ibraim (Barizon); Picolé, Djalma Duarte (Adilson), Fito e Gaspar.