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Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Roberto Pypcak em 10 Nov 2008

Inter de Santa Maria, 80 anos do Coloradinho

Fundado em 16 de maio de 1928, o Esporte Clube Internacional nasceu como resultado de várias reuniões no extinto Café Guarany entre um grupo de jovens que praticavam o foot-ball. A primeira diretoria, segundo jornais da época era composta por Carlos Peixoto (Presidente Honorário), Romano Franco (Presidente Efetivo), Antonio Lozza (Vice-Presidente), Marcino Castilho (1º Secretário), José Sfredo Sobrinho (2º Secretário), Luiz Cechella (1º Tesoureiro), José B. Lozza (2º Tesoureiro), Francisco Callage (Orador), Victorino Pereira da Silva (Capitão Geral), Miguel Pereira Gomes, Raphael Voto, Cícero M. Fontoura, Olavo Castagna, Paulo Domingues, José Carlos Almeida, Pedro Mothcy, João Fernandes e Santos da Silva Gomes.

Existem divergências acerca da escolha do nome e da escolha das cores do clube. Segundo Olavo Castagna – um dos fundadores – em entrevista a Candido Otto da Luz, o nome foi escolhido como homenagem ao campeão gaúcho de 1927, o Sport Club Internacional de Porto Alegre. A escolha do vermelho deu-se em homenagem a outro participante da fundação, Antonio Lozza, que como bom maragato sempre usava um lenço “encarnado”.

Já segundo Nelson Gündel, ex-dirigente e ex-jogador, por sugestão de Érico Weber – um dos fundadores – o clube nasceu com as cores da bandeira alemã – preto, amarelo e vermelho. Com os primeiros sinais da Segunda Guerra Mundial, pressentindo problemas pelas movimentações alemãs, o próprio Érico sugeriu ao então presidente Antonio Lozza que o preto e o amarelo fossem substituídos pelo branco. Dessa forma, o clube assumiu as cores defendidas até hoje. Sobre o nome, Gündel diz que a opção por Internacional se deve à sugestão de Victorino Pereira da Silva, que, à época, almejava fundar um clube que superasse os ferroviários do Riograndense Futebol Clube – o mais forte da cidade até então. Como parte desta aspiração optou por um nome de maior abrangência – Internacional.

Os primeiro confrontos do Internacional aconteceram em 19 de agosto de 1928. O evento – denominado na época como baptismo colorado – foi marcado por dois jogos entre os 1ºs e 2ºs quadros entre Inter/SM e Militar Foot-Ball Club no campo do adversário. No jogo entre os 2ºs quadros, o Militar venceu por 2 a 1. Já no jogo entre os times principais o Militar venceu por 2 a 0. O plantel, com jogadores que se alternavam entre o primeiro e segundo times, era composto por Almeida, Toaldo, Juvenil, Vitorino, Ladeira, Lozza, Geraldo, Chamy, Tabica, Coelho, Oscar, João, Gomes, Moraes, Borim, Osório, Gavião Montey, Gama, Cícero, Leonardo, Diniz, Luiz e Castagna.

O primeiro gol marcado pela equipe principal aconteceu no segundo jogo. O Inter perdeu por 2 a 1 para o Gaúcho Foot-Ball Club em 30 de setembro de 1928 no campo do Prado. No entanto não há registro do autor deste gol. A equipe colorada anunciada pelo Diário do Interior para o jogo era composta por Almeida; Toaldo e Juvenil; Victorino, Ladeira e Lozza; Geraldo, Chaney, Tabica (capitão), Coelho e Oscar. O segundo time – que também perdeu por 2 a 1 para o Gaúcho – jogou com João; Gomes e Moraes; Borim, Osório e Gavião; Monty, Gama, Cícero (capitão), Leonardo e Diniz.

O primeiro registro conhecido de um autor de gol pelo time principal do Internacional é apenas do terceiro jogo – o qual marca também a primeira vitória colorada. Jango marcou os 2 primeiros gols no triunfo por 4 a 1 contra o União de Jacuhy (atual cidade de Sobradinho) no dia 25 de novembro de 1928 na casa do adversário. O colorado santa-mariense jogou com João; Nenê e Graxa; Gomes, Monte e Asbu; Gury, Gama, Jango, Ribeiro e Tabica. Os outros gols foram anotados por Monte e Ribeiro.

O primeiro jogo oficial aconteceu em 13 de maio de 1930, válido pelo Torneio Início. O Inter venceu o 7 de Setembro por 1 a 0 – gol de Tabica – no Estádio dos Eucaliptos. Na mesma data e pela mesma competição, aconteceu o primeiro Rio-Nal. O resultado de empate em 1 a 1 deu início à histórica rivalidade entre Internacional e Riograndense.

O primeiro troféu conquistado pelo colorado data de 27 de setembro de 1931. Foi em um amistoso nos Eucaliptos contra o Brasil. A vitória de 5 a 2 garantiu a taça ofertada pelos Agentes da Cia. de Seguros Sul América.

O primeiro campeonato conquistado pelo Inter/SM foi o Citadino de Segundos Quadros de 1934.

Os anos de 1940 foram os mais gloriosos no início da história colorada. Nesta década veio a primeira vitória em Rio-Nais. Navalha fez o único gol no clássico disputado em 12 de maio de 1940 na campo do Militar. A jogada do gol foi assim descrita pelo Jornal A Razão: “Iam 20 minutos de jogo na segunda fase, quando Cherubim alivia forte e Itaqui emenda para a direita. Navalha recebe e escapa pela ala, assediado por Joãosinho. O ponta colorado fecha e poucos passos além do risco branco, apezar do adversário assediá-lo, despacha o couro quase rasteiro, na esquina contrária a que se encontra Salaberri, deixando o arqueiro dos Eucaliptos completamente fora de chance. Delirou a torcida colorada e o jogo prosseguiu movimentado” (14/05/1940).

O primeiro título com a equipe principal também veio neste período. Foi o Citadino de 1942. Com a vitória de 2 a 1 sobre o Riograndense no dia 16 de agosto de 1948 no campo do Militar, o colorado quebrou uma seqüência de 7 títulos do principal rival. Os gols do título foram marcados por Ricardo e Semedo. A equipe do Inter/SM jogou com Cilso; Joãosinho e Damião; Barulho, Biga e Otacílio; Tumbia, Semedo, Maidana, Trado e Ricardo.

Em 1943, o clube começava a projetar o Estádio Presidente Vargas. A inauguração aconteceria em 1947.

No Rio-Nal de 12 de setembro de 1948 entrou em campo pela primeira vez com a camisa colorada o maior goleador da história do Inter/SM. Tarica foi um dos 5 atacantes no empate em 2 a 2 e, apesar de não marcar gols em seu primeiro jogo, até hoje é reconhecido como o jogador

Tricampeão citadino (1949, 1950 e 1951), o Internacional disputou o seu primeiro campeonato estadual de profissionais em 1954.

Após 4 anos de jejum, em 1955, tornou-se mais uma vez Campeão de Santa Maria. Após novo período sem títulos voltou a vencer o Citadino novamente em 1965 e invicto. Em 1966 tornou-se bicampeão da cidade e conquistou também o título de Campeão Regional. Este título foi marcado com a vitória de 5 a 4 nos pênaltis contra o São Paulo de Rio Grande – após empate em 1 a 1 no tempo normal. A partida foi disputada no Estádio Passo D’Areia em Porto Alegre. Dezenas de torcedores foram à capital no denominado Trem da Excursão.

Em 1968, o Inter/SM voltou a vencer o Citadino tornando-se Tricampeão Invicto (não houve Citadino em 1967). Também neste ano, pela primeira vez, o Colorado Santa-mariense subiu para a Divisão Especial do Campeonato Gaúcho. O título conquistado na Zona B do Ascenso garantiu o clube no Gauchão de 1969. Hélio Alves foi o herói do título ao marcar os dois gols da vitória contra o Grêmio Santanense no dia 06 de outubro em Sant’Anna do Livramento. Em seu primeiro Gauchão na 1ª divisão, o clube fez uma boa campanha, mas não passou da primeira fase.

No dia 14 de fevereiro de 1971, na derrota por 1 a 0 para o Pelotas na Boca do Lobo, estreou pelo Internacional Luiz Alberto Salenave, o Donga, que viria a se tornar o jogador a mais vezes atuar pelo Colorado Santa-Mariense.

Em 1973 o Internacional alcançou o 3º lugar na Copa Governador do Estado e em 1974 conquistou o Citadino.

Em 17 de dezembro de 1979, com a vitória sobre o Estrela por 1 a 0 (gol de Hélio Oliveira na prorrogação) no Presidente Vargas, o Internacional conquistou o título da Copa Governador do Estado.

Pela primeira vez o Inter/SM classificou-se para disputar uma competição nacional. Com o bom desempenho no Gauchão de 1980 (3º lugar no Hexagonal), a equipe colorada classificou-se à Taça de Prata de 1981, espécie de 2ª divisão do Campeonato Brasileiro. Ainda pelo Gauchão de 1980, em um jogo contra o Guarany de Bagé, Guinga marcou o gol mais rápido da história dos Gauchões, abrindo o placar para o Internacional logo aos 9 segundos de jogo.

A participação na Taça de Prata foi modesta, ficando de fora ainda na primeira fase em um grupo que também o Palmeiras de São Paulo. No entanto, a participação no Gauchão de 1981 foi excepcional e o clube terminou a competição em terceiro lugar, garantindo assim presença na Taça de Ouro de 1982 (1ª Divisão Nacional). A campanha no Gauchão foi tão boa que, no Hexagonal final, o Colorado conquistou 2 vitórias e 2 empates nos quatro jogos contra a dupla Gre-Nal. O título de Campeão do Interior veio no último jogo com a vitória por 1 a 0 (gol de Valdo) contra o São Borja no Presidente Vargas.

Na Taça de Ouro de 1982, a equipe ficou em terceiro lugar na primeira fase e classificou-se para a etapa seguinte. Compôs o grupo J juntamente com Operário (MS), América (RJ) e Vasco da Gama (RJ). Jogou no Maracanã em 06 de março, perdendo para o América por 3 a 0. Apesar de não se passar à 3ª fase teve momentos marcantes como a goleada de 3 a 0 (gols de Robson, Toninho e Valdo) contra o Vasco de Mazaropi, Rondineli, Cláudio Adão e Roberto Dinamite em 25 de março.

Em 1983 o Inter/SM conquistou o Troféu Centenário do Jornal A Razão vencendo o Riograndense por 2 a 0, gols de Chicota. Este jogo marcou a despedida de Donga que, com 579 jogos, ainda é o jogador que mais vezes vestiu a camiseta do Internacional. No mesmo ano, o time feminino Colorado conquistou o Título do Interior.

Em 1984, após uma seletiva gaúcha, conquistou vaga na Taça CBF (2ª divisão do Campeonato Brasileiro). Chegou às semifinais, quando enfrentou o Remo do Pará. Porém, com um empate e uma derrota acabou ficando em 3º lugar na competição. Neste mesmo ano, pela primeira vez, o Inter/SM venceu o Grêmio no Estádio Olímpico. No dia 03 de setembro, em jogo válido pelo Gauchão, fez 1 a 0 com gol de Rogério aos 46 minutos do segundo tempo.

O Internacional de Santa Maria teve em sua história uma presidente. Foi Sirlei Dalla Lana, eleita em 26 de março de 1985. Ela foi a primeira mulher a dirigir um clube profissional de futebol no Brasil.

Em 1987, o clube voltou a conquistar a Copa Governador do Estado, ao vencer por 1 a 0, gol de Bira, o Novo Hamburgo no Estádio Santa Rosa.

Após ser rebaixado em 1989 e perder injustamente a vaga no Ascenso em 1990, o Inter/SM venceu a Série B em 1991 com grande campanha. Obteve o maior número de pontos ganhos, maior número de vitórias, melhor ataque, defesa menos vazada, goleiro menos vazado e menor número de derrotas. O título veio na Batalha de Sarandi. Após a vitória de 1 a 0 contra o Ipiranga daquela cidade (gol de Cássio), jogadores do adversário transformaram o campo em campo de batalha ao tentar agredir jogadores e comissão técnica santa-marienses.

Em 1995, o Internacional voltou a vencer o Citadino. Na disputa com o Riograndense foram dois jogos. Empate no primeiro jogo em 1 a 1, com gol colorado marcado por João de Deus – clássico apitado pela árbitra Ivani de Gregori. No segundo jogo – apitado por Sônia Tavares – vitória por 1 a 0, gol de Rogério.

Entre os anos de 1995 e 1997 o clube disputou a Série B do Gauchão. O ascenso mais um vez foi conseguido com uma vitória por 1 a 0, desta vez com gol do artilheiro Badico contra o São Paulo de Rio Grande na Baixada Melancólica em 05 de abril. Com este resultado o Inter/SM garantiu antecipadamente o seu retorno à elite do futebol gaúcho.

Em 28 de julho de 1999 estreou no Internacional o atacante Josiel – 1 a 1 contra o Pelotas na Boca do Lobo em jogo válido pela seletiva para o Brasileiro da Série C. Neste ano, o clube conquistou a Taça Santa Maria. O título foi decidido em 4 Rio-Nais. Depois de dois empates (0 a 0 e 1 a 1) e uma vitória para cada lado (2 a 1 para o Internacional e 1 a 0 para o Riograndense), o título foi decidido em cobranças de pênaltis: 4 a 2 para o Inter/SM campeão.

Entre 2000 e 2007 o clube disputou a Série B do Campeonato Gaúcho. Desde a primeira participação na Divisão Especial do futebol gaúcho – em 1968 – foi o maior período longe do convívio com os grandes do Rio Grande do Sul. Nesse período o clube chegou a trocar de nome – passando a ser chamado de Santa Maria Esporte Clube – mas logo voltou a ser denominado E. C. Internacional.

O objetivo de retornar à Série A em 2008 – ano dos 80 anos do clube – foi alcançado na última rodada da Série B 2007. Após o segundo lugar na primeira fase e a liderança na segunda, o Colorado começou o Octogonal Final com um empate (1 a 1 com o Ypiranga em Erechim) e duas vitórias (3 a 0 no Rio Grande em casa e 3 a 1 no Grêmio Bagé na cidade da fronteira). No primeiro turno ainda teve duas derrotas (1 a 0 para o Santo Ângelo e 1 a 0 para o Pelotas), um empate (1 a 1 com a Sapucaiense) e uma vitória (2 a 1 no Ipiranga de Sarandi). O segundo turno começaria com uma vitória contra o Ypiranga por 3 a 1 no Presidente Vargas, mas continuaria com 4 resultados negativos: derrota por 2 a 1 para o Rio Grande e empates em casa em 1 a 1 contra Grêmio Bagé e Santo Ângelo. Tais resultados fizeram com que o Inter/SM tivesse que buscar vitórias nos 3 jogos que restavam, sendo 2 fora de casa. E o Colorado o fez. Na 12ª rodada venceu a Sapucaiense por 1 a 0 com gol de Marcelo em Sapucaia do Sul. Na rodada seguinte foi a Sarandi e venceu o time da casa também por 1 a 0, gol desta vez marcado por Fabinho. Tornava-se necessária então apenas uma vitória simples para o retorno à Série A.

No dia 29 de setembro de 2007, em um Presidente Vargas lotado, Inter/SM e Pelotas alinharam-se para determinar quem subiria à elite do futebol gaúcho no ano seguinte. O Internacional, treinado por Bebeto Rosa, entrou em campo com Luciano; Aládio, Alex e Cirilo; Rangel, Polaco, Paulo César, Chiquinho e Fabinho; Marcelo e Alê Menezes – Alexandre Veiga, Edinho e Flaviano entrariam mais tarde. O primeiro gol da partida foi marcado por Cirilo, após cobrança de escanteio de Chiquinho logo aos 10 minutos da primeira etapa. No início do segundo tempo, em mais uma bola parada, Chiquinho, novamente, cruzou e Alê Menezes (goleador da equipe na competição) cabeceou para o fundo das redes. O Pelotas ainda descontou com Michel, mas, apesar da pressão do adversário, o Internacional conseguiu efetivar a vitória que garantiu o cumprimento do principal objetivo da temporada.

A reestréia no Gauchão Série A aconteceu em uma tarde quente de verão contra o badalado Internacional de Porto Alegre. Em um Presidente Vargas totalmente renovado e lotado, o resultado foi empate: 2 a 2 em um jogo movimentado que teve como artilheiros pelo lado santa-mariense Alê Menezes e Jean Michel.

Após a estréia, o Inter/SM alcançou e manteve a liderança por várias rodadas, perdendo a invencibilidade apenas na primeira rodada do segundo turno, na derrota por 1 a 0 para o São José em Porto Alegre. Ao final da primeira fase, ficou em segundo lugar com 26 pontos em 14 jogos (7 vitórias, 5 empates e 2 duas derrotas).

Nas quartas-de-final enfrentou a Sapucaiense em dois jogos. Após perder em São Leopoldo pelo placar de 2 a 1 (com Anderson Bill descontando aos 49 do segundo tempo), o colorado venceu a equipe metropolitana pelo placar de 2 a 0 (gols de Anderson Bill novamente e Alê Menezes).

Nas semifinais foi a Caxias do Sul e venceu o Juventude em pleno Alfredo Jaconi. João Paulo fez o único gol em uma partida que teve como grande destaque o goleiro Goico. Apesar de poder até empatar no jogo de volta, o Inter/SM acabou derrotado no Presidente Vargas por 4 a 2 (com Chiquinho e Jean Michel marcando para o colorado). Apesar da eliminação, o saldo foi positivo com a torcida incentivando do início ao fim, aplaudindo os jogadores ao final do jogo e a vaga à Série C do Campeonato Brasileiro 2008 garantida.

fonte: site do clube

Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Sandro Moraes em 21 Out 2008

Protegido: Clássico GRENAL - Fichas dos jogos parte 1 (001 à 050)

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Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Sandro Moraes em 09 Out 2008

Campeonato Gaúcho de 1948

Indiscutivelmente, a idéia de realizar todos os jogos em Porto Alegre, foi muito bem recebida pelo esportistas metropolitanos. Com isto, as partidas tiveram um bom público e renda, embora algumas partidas foram disputadas em tardes de dias úteis.
O sistema de disputa foi de jogos eliminatórios.

Participantes:
- Cachoeira Futebol Clube (Cachoeira do Sul)
- Esporte Clube Floriano (Novo Hamburgo)
- Football Club Riograndense (Rio Grande)
- Grêmio Foot-Ball Santanense (Santana do Livramento)
- Grêmio Esportivo Brasil (Pelotas)
- Guarany Futebol Clube (Bagé)
- Riograndense Futebol Clube (Santa Maria)
- Sport Club Internacional (Porto Alegre)

Seguem as fichas das partidas:

FASE PRELIMINAR

23/10/1948
Cachoeira F.C. 3x2 Riograndense F.C.
Estádio Tiradentes (Porto Alegre).
Cachoeira: Alcides; Weber e Raul; Tatite, Adão e Diniz; Naninho, Milton, Ozi, Paraguaio e Mensa.
Riograndense: Jaú; Brandão e Plein; Darcí, Prince e Dalmacio; Guita, Tupã, Biguinha, Pipi e Albino.
Gols: Paraguaio, Mensa e Milton; Darci e Biguinha.

23/10/1948
G.E. Brasil 0x1 G.F.B. Santanense
Estádio Tiradentes (Porto Alegre).
Brasil: Italiano; Chico Fuleiro e Dario; Tibiriça, Garcia e Tavares; Mortosa, Manuelzinho, Darci, Galego e Plínio.
Santanense: Sales; Chico e Davi; Eli, Podão e Ivo; Rui, Polaco, Fiorelli, Cordeirinho e Ari.
Gol: Ari.
Obs.: a partida foi iniciada no dia 23 e suspensa no final do primeiro tempo por conta do mau tempo, sendo finalizada no dia 25.

24/10/1948
S.C. Internacional 7x2 F.C. Riograndense
Estádio Passo D’Areia (Porto Alegre).
J: Oswaldo Azzarini Rolla (RS).
Inter: Ivo; Nena e Ilmo; Alfeu, Viana e Abigail; Tesourinha, Ghizoni, Vilalba, Roberto e Carlitos.
Riograndense: Mario; Canelão e Rui; Arnaldo, Osmar e Canhoto; Galego, Jaci, Ivo, Cleto e Quida.
Gols: Ghizoni (4), Tesourinha (2) e Carlitos; Quida (2).

24/10/1948
E.C. Floriano 4x2 Guarany F.C.
Estádio Passo D’Areia (Porto Alegre).
Floriano: Periquito; Miro e Zulfe; Mirão, Ingo e Crespo; Vitor, Zip, Bardú, Malinho e Huguinho.
Guarany: Mustafa; Garcia e Totino; Ataíde, Valenciano e Caboclo; Olímpio, Rubilar, Valdir, Edgard e Rui.
Gols: Zip (2) e Bardú (2); Rubilar (2).

SEMIFINAIS

28/10/1948
Cachoeira F.C. 3x4 G.F.B. Santanense
Estádio Passo D’Areia (Porto Alegre).
Cachoeira: Alcides; Weber e Hernandez; Darci, Adão e Tatite; Valter, Naninho, Baiano, Paraguaio e Marreco.
Santanense: Sales; Chico e Davi; Eli, Podão e Ivo; Rui, Polaco, Fiorelli, Cordeirinho e Ari.
Gols: Marreco, Paraguaio e Valter; Polaco (2), Fiorelli e Ari.
Obs.: este jogo acabou empatado em 3 a 3, sendo decidido na prorrogação.

29/10/1948
S.C. Internacional 3x1 E.C. Floriano
Estádio Passo D’Areia (Porto Alegre).
Renda: Cr$ 39.364,00
J: Homero Carvalho.
Inter: Ivo; Nena e Maravilha; Alfeu, Viana e Abigail; Leonidas, Ghizoni, Vilalba, Roberto e Carlitos.
Floriano: Periquito; Miro e Zulfe; Mirão, Ingo e Crespo; Louzada, Zip, Bardú, Malinho e Álvaro.
Gols: Ghizoni, Carlitos e Roberto; Alvaro.

FINAIS

01/11/1948
G.F.B. Santanense 1x2 S.C. Internacional
Estádio Tiradentes (Porto Alegre).
Renda: Cr$ 29.549,00
J: Homero Carvalho.
Santanense: Sales; Rodrigues e Chico; Eli, Podão e Polaco; Milton, Rui, Fiorelli, Cordeirinho e Ari.
Inter: Ivo; Nena e Maravilha; Alfeu, Viana e Abigail; Leonidas, Ghizoni, Vilalba, Roberto e Carlitos.
Gols: Vilalba (2) e Fiorelli.

04/11/1948
S.C. Internacional 5x0 G.F.B. Santanense
Estádio da Montanha (Porto Alegre).
Renda: Cr$ 21.560,00
J: Aparício Viana e Silva.
Inter: Ivo; Nena e Maravilha; Alfeu, Vianna e Abigail; Tesourinha, Guizoni, Vilalba, Roberto e Carlitos.
Santanense: Sales; David e Chico; Eli, Podão e Polaco; Ivo, Rui, Fiorelli, Cordeirinho e Ari.
Gols: Roberto 14/1, Vilalba 20/2, Vilalba 35/1, Roberto 25/2 e Carlitos 28/2.

O Internacional sagrou-se Bicampeão Estadual. O goleador do campeonato, foi o atacante colorado Ghizoni, com 5 gols.

Blog História do Futebol & (RG DO SUL) & Artigos-Michel McNish Michel McNish em 06 Out 2008

Protegido: GRÊMIO ESPORTIVO CULTURAL (GEC) - Casca/RS

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Blog História do Futebol & (RG DO SUL) & f4 CLUBES REGIÃO SUL & Artigos-Jose Ricardo Almeida Jose Ricardo Almeida em 25 Set 2008

Protegido: ASSOCIAÇÕES ESPORTIVAS DE PORTO ALEGRE-RS: 1867 - 1941

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Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Roberto Pypcak em 19 Set 2008

Protegido: Agonia do Sport Club Gaúcho

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Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Roberto Pypcak em 14 Set 2008

Protegido: Esporte Clube Atlético - Passo Fundo/RS

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Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Roberto Pypcak em 14 Set 2008

Protegido: INDEPENDENTE GRÊMIO ATLÉTICO DE AMADORES - Passo Fundo/RS

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Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Roberto Pypcak em 14 Set 2008

Protegido: RIOGRANDENSE FOOT-BALL CLUB - Passo Fundo RS

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Blog História do Futebol & (RG DO SUL) & d1 AMISTOSOS NACIONAIS Walter Iris em 12 Set 2008

Protegido: AMISTOSOS NACIONAIS: GRÊMIO X INTERNACIONAL

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Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Edu Cacella em 28 Ago 2008

Curiosidades do SC Rio Grande

Amigos achei interessante e repasso aos demais, fonte do site oficial www.sportclubriogrande.com.br

1 – A Fundação

Foi por uma nota redigida em alemão que os moradores de Rio Grande, pelo menos os da colônia germânica, souberam da existência daquele esporte novo, em que 22 homens tentavam chutar uma bola de couro. Assinada pelo alemão Johannes Minnemann, o convite anunciava que haveria um jogo de futebol às 9 e 30 do dia 14 de julho de 1900, no campo do Clube de Tiro Alemão. Havia ainda um aviso: após a partida, seria discutida a criação de um clube em Rio Grande.

2 – O Primeiro Jogo Oficial

No mesmo ano em que foi fundado, o Rio Grande fez seu primeiro jogo oficial. No dia 7 de outubro de 1900, as equipes B e A do clube se enfrentaram em um campo atrás do cemitério católico. Não há registro do placar da partida, mas o convite que listava titulares e reserva de cada time resistiu ao tempo e está guardado nos arquivos do Memorial.

Em outro domingo, 4 de novembro de 1900, houve o segundo jogo do ano. De lembrança dessa partida ficou um documento da Intendência Municipal, autorizando a realização de um torneio no terreno.

3 – O primeiro amistoso internacional

Apesar de não ser reconhecido pela CBF como tal, o primeiro amistoso internacional de um time brasileiro foi o jogo do Sport Club Rio Grande contra o time da canhoneira inglesa Nymph. Foram disputados dois jogos, sendo que o primeiro acabou empatado em 2 a 2, e o Rio Grande venceu o segundo pelo placar de 2 a 1.

Nesse jogo, foi a primeira vez que os jogadores do Rio Grande utilizaram caneleiras e colocaram redes nas traves.

4 - As regras dos primeiros jogos do Rio Grande

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O tempo de algumas partidas era de 110 minutos.
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Pênalti era considerado uma covardia, e só era marcado quando algum jogador colocava a mão na bola.
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Se um time estava vencendo, cobrava o pênalti para fora.
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Era proibido reclamar das marcações do juiz.

5 - O primeiro jogo fora de casa

Foi em um clima de festa que o futebol gaúcho deu os passos iniciais para fora de Rio Grande. Em 4 de outubro de 1901, os jogadores do clube mais antigo do Brasil viajaram a Pelotas para o primeiro jogo longe da própria cidade. No trem, levaram bolas, uniformes e até as traves e redes, usadas em uma partida de exibição.

6 - Exibições Gratuitas

Último dos fundadores do Rio Grande a falecer, o ex-jogador Oscar Schmitt garantia que os jogadores nada receberam por qualquer partida de exibição. Os organizadores pagavam apenas as despesas de locomoção.

7 - A estruturação do clube

O clube se estruturou rapidamente. Quando o ano de 1902 começou, os sócios já tinham definido suas cores: o mesmo verde, vermelho e amarelo da bandeira do Rio Grande do Sul. Também estava decidido que seria formado um time de jovens, num embrião do que são os juniores no futebol atual. O esporte era levado tão a sério no Rio Grande que uma reunião havia estabelecido que qualquer falta ou atraso a treino renderia multa.

8 – A visita a Porto Alegre

Em 1903, o Sport Club Rio Grande viajou até a capital do Estado, a fim de fazer uma partida de demonstração. Mesmo sem haver registro das motivações para tal viagem, sabe-se que os jogadores foram recebidos com muita festa, e que a recepção incluía provas de remo e corridas de bicicleta.

Nos arquivos do Memorial, encontra-se um documento dessa época, com a programação completa dos festejos da visita do S.C. Rio Grande a Porto Alegre. Nesse documento, lemos: “…serão os excursionistas conduzidos em festiva manifestação pelas ruas Marechal Floriano, Andradas e Praça da Alfândega até o chalet do Club de Regatas ´Porto Alegre´, onde se dispersará o préstito, sendo convidada a diretoria do Sport-Club para tomar um copo d´água com a comissão diretora dos festejos no Club do Commercio”.

9 – A fundação do Grêmio

Ter apresentado o futebol aos porto-alegrenses já seria o suficiente para o Rio Grande ter feito historia. Para completar, oito dias depois da partida que mostrou aos seus moradores como se jogava futebol, a Capital ganhava seu primeiro time, o Grêmio, cuja origem está intimamente ligada à visita do time riograndino..

Durante a partida de demonstração, com a presença de várias pessoas que desejavam conhecer o novo esporte, a bola furou. Um jovem, chamado Cândido Dias da Silva, possuía uma bola, e emprestou aos jogadores do tricolor riograndino. Com isso, a partida pôde ser concluída. Em troca, ao final da partida, Cândido pediu que os jogadores lhe deixassem uma cópia dos estatutos do Sport Club Rio Grande, como agradecimento pelo empréstimo da bola.

Alguns dias depois, Cândido da Silva reuniu os amigos, a maioria comerciários, e fundou o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense.

10- A língua do novo esporte

A origem inglesa esteve presente durante muito tempo no futebol que se disputava em terras brasileiras. Os termos e as posições dos jogadores eram proferidos em inglês como se pode observar nessa transcrição do Echo do Sul, importante diário de noticias do inicio do século XX: “O atacante habilmente engana o half-back (meia) e, correndo para goal, chuta. O goalkeeper (goleiro) embrulha-se com a bola, deixa-a cair, porém domina-a e lança ao center-forward (meio-campo)”.

11- Os dois quadros

Os primeiros jogadores do Sport Clube Rio Grande eram os próprios sócios, que se dividiam em duas equipes: Quadro B, em vermelho e preto, e Quadro A, em azul e branco. Nos documentos dessa época, encontramos sempre referências ao Quadro B antes do Quadro A. Os jogadores reservas eram comuns aos dois times.

Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Andre em 18 Ago 2008

Protegido: CLUBES RS-CARAMURU DE CATUÍPE

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(RG DO SUL) & Artigos-Rodolfo Stella Rodolfo P. Stella em 09 Ago 2008

Protegido: GREMIO ESPORTIVO VERONESE DE CANOAS

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Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Andre Vasques em 08 Ago 2008

FORA DE CASA NÃO VAI BEM

Inter fracassa diante da Portuguesa

O Internacional contribuiu ontem para abastecer ainda mais os bancos de dados responsáveis pelas implacáveis estatísticas. Ao perder por 1 a 0 para a Portuguesa, no Canindé, em São Paulo, a equipe do técnico Cláudio Duarte não só manteve o time paulista invicto no seu estádio por agora 28 jogos, como ainda segue a melancólica marca de um ano sem vencer uma partida fora do Beira-Rio pelo campeonato brasileiro.
(Reportagem de Zero Hora, de 1/11/1994).

- O Internacional nunca se deu muito bem em jogos fora do Beira-Rio pelo campeonato brasileiro. Nesta época, a última vitória colorada havia sido no estádio Lourival Batista, em Maceió-AL, pelo campeonato brasileiro de 1993, no dia 17/10, onde o Inter fez 1 a 0 no Bahia, gol de Mazinho Loyola. O Inter só iria vencer um ano e meio depois no Maracanã pelo campeonato brasileiro de 1994, no 2 a 1 sobre o Flamengo, com dois gols de Leandro Machado (atualmente no Sport). Uma observação: o ano de 1993 não foi muito bom para o Inter, que foi eliminado da Copa do Brasil em casa pelo Londrina.

Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Andre Vasques em 08 Ago 2008

O INTERNACIONAL NA 2ª DIVISÃO


O Inter, abalado, foi derrotado pelo Guarani, em Venâncio Aires

Perturbado pela surpreendente notícia do rebaixamento da equipe para a segunda divisão do campeonato brasileiro deste ano, o Inter perdeu para o Guarani-VA por 2 a 1, ontem à noite, em Venâncio Aires, pelo Gauchão, mas continua líder da Série A com 35 pontos.
(Reportagem de Zero Hora de 18/05/1995).

- Havia uma dívida do Inter com o Central Español, que emprestou o Meia-atacante Silas para o Inter por US$ 100 mil em 1992, porém o clube uruguaio entrou com uma liminar na FIFA informando o não pagamento desta dívida. A FIFA, com toda a sua autoridade, puniu o Inter com o rebaixamento no campeonato brasileiro. Felizmente o Inter não realizou nenhum jogo, pois a dívida foi paga 24hs depois de anunciado a punição e a FIFA revogou a punição. Os responsáveis da “lambança” foram a dupla José Asmuz, na época presidente e Pedro Paulo Zachia, vice de futebol.

Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Andre Vasques em 08 Ago 2008

MENOR PÚBLICO NA HISTÓRIA DO BEIRA-RIO

Só 134 torcedores viram a vitória do Inter

Foi o menor público do Beira-Rio. A torcida enfrentou o frio, vibrou com os gols, mas não deixou de vaiar o time.

Os 134 heróicos torcedores que acompanharam a vitória do Inter sobre o Inter-SM por 3 a 0, ontem à tarde (o pior público da história de 24 anos do Beira-Rio), vaiaram e xingaram em 90 melancólicos minutos de futebol. Raramente houve aplausos. Era a raiva daqueles que, fiéis até mesmo com uma temperatura de 5ºC, se sentiram no direito de cobrar resultados melhores de um clube que já foi três vezes campeão brasileiro. Vindos das arquibancadas, os gritos de desabafo eram ouvidos claramente dentro do gramado. Sinal evidente de que o antepenúltimo jogo do Inter no Gauchão de 1993 se assemelhou mais a um treino que a uma partida de futebol.
O Inter começou o jogo motivado, mesmo ciente da enorme diferença de pontos que o separa do Grêmio. O Inter-SM se limitou às jogadas defensivas. Aos 17 minutos, Caíco entrou na área adversária aos dribles e, com categoria, fez o primeiro gol do time da Capital. A equipe do Interior conseguiu seu primeiro ataque só aos 25 minutos de jogo. Depois disso, o centroavante William passou a avançar com perigo, mas sem objetividade.
No final do primeiro tempo, o descontentamento da torcida era evidente. A maioria, nas sociais e populares, aproveitou a saída de campo para ofender e vaiar a maioria dos jogadores. O Inter diminuiu o ritmo no começo da segunda etapa. O jogo ficou mais equilibrado, e o Inter-SM ameaçou algumas vezes, preocupando os torcedores com a possibilidade do empate. Aos 31 minutos, porém, Ricardo fez um belo gol, após tabelar com Mazinho, e Célio Silva, de pênalti aos 42, definiu a vitória.
(Reportagem de Léo Gerchmann, Zero Hora, 12/07/1993).

Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Sandro Moraes em 30 Jul 2008

ESTRELA FUTEBOL CLUBE (ESTRELA/RS)

estrela - estrela

Equipe fundada em 15 de novembro de 1931, teve na década de 70 os seus melhores anos futebolísticos.
Seu estádio é o Aloisio Valentim Schwertener, que na década de 70 era chamado de estádio Walter Jubim, e tem capacidade para 5.000 pessoas.
Seus principais títulos são dois vices-campeonato na 2ª Divisão do Campeonato Gaúcho (nos anos de 1960 e 1977) e a Copa do Vale do Taquari (nos anos de 1950 e 1951).

Atualmente, o Presidente do Estrela Futebol Clube chama-se Alexandre Scherer Neto.

Participação do Estrela na Primeira Divisão do Campeonato Gaúcho de 1976

Fase Classificatória:
17/01/1976 - E.C. São José (Porto Alegre) 1x3 Estrela F.C.
25/01/1976 - Estrela F.C. 0x2 S.E.R. Caxias (Caxias do Sul)
01/02/1976 - F.C. Santa Cruz (Santa Cruz do Sul) 2x1 Estrela F.C.
15/02/1976 - Estrela F.C. 4x1 G.A. Guarany (Garibaldi)
22/02/1976 - Estrela F.C. 0x1 E.C. São José (Porto Alegre)
28/02/1976 - S.E.R. Caxias (Caxias do Sul) 2x0 Estrela F.C.
07/03/1976 - Estrela F.C. 1x0 F.C. Santa Cruz (Santa Cruz do Sul)
21/03/1976 - G.A. Guarany (Garibaldi) 0x2 Estrela F.C.
Classificação nesta Fase: 3º lugar, numa chave com 5 times, onde classificavam 3 para a próxima fase.

1ª Fase:
28/03/1976 - F.C. Santa Cruz (Santa Cruz do Sul) 0x0 Estrela F.C.
04/04/1976 - Estrela F.C. 1x0 C.E.R. Atlântico (Erechim)
11/04/1976 - Guarany F.C. (Bagé) 3x0 Estrela F.C.
18/04/1976 - Estrela F.C. 1x2 C. Esportivo (Bento Gonçalves)
21/04/1976 - C. Atlético (Carazinho) 0x0 Estrela F.C.
25/04/1976 - Estrela F.C. 0x0 E.C. Internacional (Santa Maria)
01/05/1976 - S.C. Internacional (São Borja) 0x0 Estrela F.C.
09/05/1976 - E.C. Ferrocarril (Uruguaiana) 0x4 Estrela F.C.
16/05/1976 - Estrela F.C. 0x1 Grêmio F.B. Porto Alegrense
23/05/1976 - Estrela F.C. 2x0 Sá Viana F.C. (Uruguaiana)
30/05/1976 - Estrela F.C. 1x0 Riograndense F.C. (Santa Maria)
06/06/1976 - Ypiranga F.C. (Erechim) 2x0 Estrela F.C.
13/06/1976 - Estrela F.C. 1x3 S.C. Internacional (Porto Alegre)
20/06/1976 - E.C. Cruzeiro (Porto Alegre) 0x0 Estrela F.C.
27/06/1976 - Estrela F.C. 2x0 E.C. São Luiz (Ijuí)
04/07/1976 - Estrela F.C. 2x0 Grêmio E. Bagé (Bagé)
11/07/1976 - Estrela F.C. 1x0 S.E.R. Caxias (Caxias do Sul)
18/07/1976 - S.C. Gaúcho (Passo Fundo) 4x1 Estrela F.C.
24/07/1976 - E.C. Juventude (Caxias do Sul) 2x0 Estrela F.C.
Classificação Final na 1ª Fase: 8º lugar, entre 20 participantes, onde classificavam apenas os quatro primeiros para a Fase Final.

Blog História do Futebol & (RG DO SUL) & Artigos-Michel McNish Michel McNish em 29 Jul 2008

Grêmio - Campeões de 1983 recebem homenagem

O Grêmio comemorou, ontem, os 25 anos da conquista da Copa Libertadores da América. Dirigentes, jogadores e integrantes da comissão técnica do grupo campeão em 1983 foram homenageados no Salão Nobre do Conselho Deliberativo.

O time que enfrentou o Peñarol na final de 1983, no Olímpico, jogou com Mazaropi, Paulo Roberto, Baidek, De León e Casemiro; China, Osvaldo, Tita, Renato; Caio (César) e Tarciso. Valdir Espinosa era o treinador, e Fábio Koff, o presidente gremista.

Blog História do Futebol & (RG DO SUL) & CLUBES & Artigos-Julio Diogo Julio Diogo em 25 Jul 2008

CLUBES DO RIO GRANDE DO SUL - RIOGRANDENSE FUTEBOL CLUBE

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NOME: RIOGRANDENSE FUTEBOL CLUBE

CIDADE: Passo Fundo / RS

FUNDAÇÃO: 08 de agosto de 1925

CORES OFICIAIS: verde / vermelho

ESTÁDIO: Estádio Guilherme Rebechi

TÍTULOS: Campeão da Serra – 1940, 1941 e 1944. Títulos Citadinos - 1935, 1940, 1941, 1942 e 1944.

SITUAÇÃO ATUAL: Extinto em 1968

HISTÓRICO: Fundado em 08 de Agosto de 1925, por funcionários da viação férrea, do Rio Grande do Sul, o Riograndense Foot Ball Club, clube da cidade de Passo Fundo – RS, hoje é um clube onipresente na memória dos torcedores passo-fundenses. Possuiu como principal campo, o Estádio Guilherme Rebechi situado na Vila Petrópolis, mas jogou no Estádio da Vila Lucas Araújo na rua Daltro Filho. Sua primeira partida foi no dia 30/05/1926, contra o Sport Club Gaúcho que acabou vencendo por um a zero, o clube ferroviário. Aderiu ao profissionalismo em 1963.
O passar do tempo, fez calar a história de um dos clubes mais fortes da Região do Planalto-Médio Gaúcho, temido por muitos, e com times na maioria das vezes muito fortes, o “ferrinho” , como era carinhosamente chamado pelos seus torcedores, fez história tanto no Campeonato Citadino de Passo Fundo, onde foi campeão em cinco oportunidades (1935; tricampeão em 1940, 1941, 1942 e campeão em 1944), quanto na região, pois tornou-se Campeão da Serra em 1941 e semifinalista do Campeonato Gaúcho neste mesmo ano, onde acabou perdendo a vaga para o Internacional, perdendo em Porto Alegre pelo amplo escore de 7 à 1. Nessa mesma década (1940), o clube “rubro-esperança” comandou o futebol da cidade e da região.
Além do apelido carinhoso “ferrinho”, o clube era também era chamado de “Time Da estrada”, em alusão à estrada de ferro, como até hoje são chamadas as ferrovias.
Na década de sessenta do século passado, o “ferrinho”, já bastante enfraquecido, ainda disputou a Segunda Divisão do Campeonato Gaúcho de profissionais.
Foram três participações: 1963 (terminando na 7ª colocação da Zona 2); 1964 (terminando na 8ª colocação da Zona 2) e finalmente em 1965 (também na 8ª colocação, da Zona 3). Disputou ainda a Terceira Divisão de Profissionais em 1967.
Por motivos financeiros, no final da década de 60, o clube foi obrigado a fechar as portas, para nunca mais voltar, pondo fim a uma história gloriosa de 41 anos de atividades futebolísticas, títulos memoráveis, partidas inesquecíveis, abandonando seus fanáticos torcedores.
A equipe se tornou imbatível em toda a região serrana por longos tempos. Astros como Jamegão, Polaco, Célio Barbosa, Vadila, Lângaro, Come-Bola e Custódio eram temidos onde quer que se apresentassem. Com o passar dos tempos, o Riograndense contou com atletas que, não sendo ferroviários, estavam ligados por amizade aos dirigentes do clube.

Fonte: Blog do Futebol de Passo Fundo

Blog História do Futebol & (RG DO SUL) & x12) Historia do Futebol & Artigos-Julio Diogo Julio Diogo em 25 Jul 2008

PEQUENA HISTÓRIA DO FUTEBOL EM SÃO GABRIEL/RS

Abaixo transcrevo excelente matéria sobre o futebol da cidade de São Gabriel/RS, escrita por Nilo Dias e publicada no jornal “A Razão”, de Santa Maria, edição de domingo de 06/02/1988:

” A década de 50 marcou os melhores momentos do futebol profissional da Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. Grandes equipes foram montadas em Bagé, Livramento e São Gabriel, que em memoráveis encontros disputavam com os clubes da Zona Sul do Estado a hegemonia do futebol interiorano. Foi nessa época que os estádios recebiam públicos sensacionais, na ânsia de torcerem por suas equipes prediletas, e aplaudiam os craques que despontavam em profusão. Foi o bom tempo dos clássicos Ba-Guá, em Bagé, Gre-Quá, em Santana do Livramento e Gre-Cruz, em São Gabriel.

Façamos uma viagem ao passado, parando no ano de 1952, quando era iniciada a safra do trigo e São Gabriel despontava como importante centro produtor desse valioso cereal, cujos grãos tantas vezes ornamentaram as ruas desta cidade, derramados dos caminhões que em número notável aqui chegavam, no vai e vem das lavouras aos engenhos e depósitos, e destes à outros municípios do Estado.

Como não poderia deixar de ser, um momento de tanta euforia e riqueza exigia um futebol de alta qualidade. Até então, São Gabriel contava apenas com equipes amadoras, como o Grêmio Militar, Vera Cruz, Guarany, Bra-Ban, Juventude, G.E. Gabrielense, Gráfico F.C. e E.C. Manivela, entre outras.

Ocorreu que em 31 de dezembro de 1951 o E.C. Manivela cedeu lugar ao surgimento do E.C. Cruzeiro, agremiação que depois de profissionalizada passou a participar dos principais eventos futebolísticos do Estado, com ênfase para os campeonatos estaduais. Em seguida, o G.E. Gabrielense também mudou de categoria, passando a formar ao lado do E.C. Cruzeiro, uma dupla praticamente imbatível em seus redutos, granjeando o respeito e a admiração dos cô-irmãos de outras cidades, que diziam ser o futebol desta terra o “Fantasma dos Pampas”.

Nessa época aconteceram contratações espetaculares, como dos goleiros Tarzam, Paraguaio, Fernandes e Granada e craques da técnica e categoria de Ducos, Caboclo, Nadir, Fontoura, Zezo, Portuário, Tupã, Turco, Pipoca, Bedeu, Boneval, Flávio, Ribeiro, Laerte II, Lacerda, Nestor, Velho, Victor, Rubens Beloni, Ataíde Tarouco, Meleo, Armental, Camello (El Bailarin), Orli e Cleo (mais tarde titular absoluto do Grêmio Portoalegrense), Clóvis Braunner (que depois foi para o Santos F.C.) e os paulistas Zeca, Izidoro e Léo (pai do ex-jogador da S.E.R. São Gabriel, Eduardo Léo). Já em fim de carreira, também andou por aqui o famoso centro-médio Salvador, que jogou pelo S.C. Internacional, de Porto Alegre (formando linha média com Oreco e Odorico) e depois maravilhou a torcida uruguaia, jogando pelo Penharol, de Montevidéo.

Para o E.C. Cruzeiro tudo isso terminou em 1959, quando enrolou a bandeira, depois de realizar em campo uma das piores campanhas de sua história. Não demorou para que também o G.E. Gabrielense encerrasse as atividades, após ter sido campeão da Zona Centro do Estado. Vultosas eram as despesas de manutenção das equipes, por terem inflacionado o mercado futebolístico, em razão das renomadas contratações e os demasiados gastos com aluguéis de sedes luxuosas e acomodações para seus atletas, funcionários, familiares e outras mordomias.

Iniciava, então, a derrocada do centro esportivo que chegou a ser conhecido como o “El Dorado” do futebol gaúcho. O E.C. Cruzeiro chegou a voltar em 1962, mas não conseguiu se agüentar mais do que um ano. Era o final amargo da primeira tentativa de manutenção do futebol profissional em São Gabriel. O profissionalismo sofreu uma interrupção até o surgimento de um novo clube. Em 1964, um grupo de desportistas fundou o E.C. Municipal, agremiação com nome e fardamento diferentes das equipes anteriores, com o intuito de captar o entusiasmo e o conseqüente apoio das torcidas. Iniciava ai, uma outra era no futebol profissional gabrielense. Embora as intenções fossem as melhores, o alvi-negro, após conhecer uma série de insucessos encerrou as atividades antes mesmo de completar um ano.

Com o fechamento do E.C. Municipal, dirigentes do E.C. Cruzeiro e do G.E. Gabrielense tentaram reerguer os dois clubes, que participaram de competições estaduais em 1965. Com as enormes dificuldades encontradas para se manterem individualmente, os dois clubes resolveram fazer uma fusão, surgindo em 1966 o E.C. Cruzeiro-Gabrielense, de efêmera duração. Os jogadores foram recolhidos na várzea local, muitos até em condições de jogar em qualquer equipe. Lembramos de Marrom, Chola, Miltom, Vorly, Sapinho, Jair Lopes, Casemiro, Caio Rocha, Zico, Ciro, Rubem, Iza e Wilson, entre outros.

O E.C. Cruzeiro-Gabrielense mostrou-se uma equipe competitiva, mas sem maiores pretensões que não fossem as de disputar nas divisões intermediárias. O entusiasmo estava renascendo e o time vermelho e azul partiu para grandes contratações, o que provocou um verdadeiro racha, pois os atletas locais exigiam igual tratamento salarial que o dado aos vindos de fora. No ocaso de 1968 o clube desapareceu.

Tempos depois, as direções dos dois clubes tomaram nova decisão: acertaram uma outra fusão, dando vez novamente ao E.C. Municipal, que disputou por mais três temporadas para fechar em definitivo. Veio a Associação São Gabriel de Futebol, e em seguida o Oriente F.C., com sede na Vila Maria. Por três anos seguidos disputaram o campeonato da cidade, com excelentes rendas, e algumas competições da Federação Gaúcha de Futebol (FGF). Sem estrutura, o Oriente F.C. durou três anos e sucumbiu. O mesmo aconteceu com a Associação São Gabriel. Foi quando os dirigentes dos dois clubes se juntaram e fundaram em 1º de Maio de 1979 a S.E.R. São Gabriel, sob a liderança do jornalista Domingos Rivas (já falecido).

Foi o clube de futebol de maior longevidade em São Gabriel. Com apenas um ano de fundação conseguiu classificação para o Campeonato da Divisão Especial do Rio Grande do Sul, um feito espetacular. Porém a alegria durou pouco e a equipe foi penúltima colocada na competição, em 1981 e caiu para a Segunda Divisão. Isso, graças a uma trapalhada com o jogador Sarandi, que havia recebido três cartões amarelos e mesmo assim foi escalado para jogar contra a S.E. São Borja, perdendo os pontos. Num jogo desempate com o E.C. Juventude, de Caxias do Sul, em campo neutro, Santa Cruz do Sul foi derrotado. E depois caiu para a Terceira Divisão. E nunca mais conseguiu sair das divisões inferiores.

Em 1999, aconteceu um fato que acabou por mudar os rumos do futebol de São Gabriel. O G.E. Gabrielense, depois de 33 anos inativo voltou a atividade, criando-se uma forte rivalidade com a S.E.R. São Gabriel. O G.E. Gabrielense chegou a disputar o campeonato estadual da Série C desse ano, mas não conseguiu se manter na temporada seguinte.

Foi quando a S.E.R. São Gabriel mudou de nome passando a chamar-se São Gabriel F.C., surgindo uma nova era no futebol local. Com forte apoio da preefeitura e de empresários locais o novo clube voltou a disputar a Divisão Priincipal do futebol gaúcho, em 2003, portanto, 21 anos após o feito da antiga S.E.R. São Gabriel. O clube chegou a ser terceiro colocado no campeonato, disputou um Campeonato Brasileiro da Série C e uma Copa do Brasil, quando venceu a S.E. Palmeiras, de São Paulo, por 2 X 1 em histórico jogo no Estádio Silvio de Fária Corrêa. O sucesso durou até 2005, quando depois de contratações equivocadas o clube caiu para a Série B do Gauchão, onde se encontra até hoje”.

Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Andre em 18 Jul 2008

Protegido: VOVÔ CADA VEZ MAIS VELHO-108 ANOS DO S.C. RIO GRANDE

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Blog História do Futebol & (RG DO SUL) & Artigos-Michel McNish Michel McNish em 16 Jul 2008

1991: Um ano marcante para a torcida Gremista


O Grêmio viveu um péssimo ano de 1991, pois disputou cinco títulos e perdeu todos, inclusive caindo para a Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro, sendo o último colocado do Brasileirão. No ano seguinte, disputou a Série B. Terminou em 11º, mas foi favorecido com o regulamento: com a reorganização das divisões, em vez de dois, suribram 12 times. Em 1993, além do Grêmio, subiram Paraná Clube, Vitória, Santa Cruz, Criciúma, Coritiba, Desportiva, Ceará, Fortaleza, Remo, União São João e América Mineiro.


Blog História do Futebol & (RG DO SUL) & d1 AMISTOSOS NACIONAIS & f4 CLUBES REGIÃO SUL & f5 CLUBES E SUAS HISTÓRIAS-BRASIL Dagoberto Willig em 16 Jul 2008

Protegido: Jogos do Internacional

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Blog História do Futebol & (RG DO SUL) & d1 AMISTOSOS NACIONAIS & f4 CLUBES REGIÃO SUL & f5 CLUBES E SUAS HISTÓRIAS-BRASIL Dagoberto Willig em 10 Jul 2008

Jogos do Internacional

Companheiros, estou a pouco tempo no Blog e a primeira coisa que fiz foi tirar cópias dos
Amistosos Nacionais e Internacionais a fim de melhorar ainda mais minhas listagens.
Nos amistosos Nacionais no início deparei-me com diferenças da minha relação de jogos
Do meu Internacional.
Eu tenho em minha relação :

18.07.1909 INTER = 0x10 Grêmio - P.A. - A. C. = Booth 5, Grunewall 4 e Moreira.
07.09.1909 INTER = 0 x 0 Militar - P.A. - A.C. = ~~~~~~
10.10.1909 INTER = 2 x 1 Militar - P.A. - A.C. = Vinholes 2.
15.11.1909 INTER = 1 x 2 Militar - P.A. - A.C. = N. D.

OBS : Em minha relação uso seguintes códigos :
A. C. = Amistoso Capital C. C. = Campeonato Capital
A. E. = Amistoso Estadual C. E. = Campeonato Estadual
A. N. = Amistoso Nacional
A. I. = Amistoso Internacional. N. D. = Artilheiros Não Disponível.

Vou tentar repassar todos os que tenho e observar as diferenças.

Portanto já em 1909, tres diferenças :

07/09/1909 PORTO ALEGRE-RS INTERNACIONAL(RS) 0-0 MILITAR-BAGÉ(RS) ( Local )
10/09/1909 PORTO ALEGRE-RS INTERNACIONAL(RS) 2-1 MILITAR-BAGÉ(RS) ( Local )
10/10/1909 PORTO ALEGRE-RS MILITAR F.C.(RS) 1-2 INTERNACIONAL(RS) ( Data )
Como disse para alguns sou cru neste negócio e esta é minha 1ª vez. Espero ter acertado.

Blog História do Futebol & (RG DO SUL) & x3) Estádios Celso Franco em 09 Jul 2008

A Colina Melancólica virou Cemitério em 70!!!

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O E.C.Cruzeiro de Porto Alegre tradicional clube estrelado que teve seu apogeu de glórias e conquistas nas décadas de 20 à 50, entrou nos anos 60 amargando rebaixamento para a divisão de acesso em 1965 e contraindo dívidas que levaram os seus dirigentes à realizar uma transação do outro mundo. Em 1970 o clube estrelado acabou com o futebol profissional e transformou seu estádio na Colina Melancólica num negócio altamente rentável: um cemitério.
O que era antes chamado de Estádio da Montanha ou Colina Melancólica passou a ser Cemitério João XXIII, dividido de gol a gol em 13.340 covas na época; tudo pela quantia de Cr$ 5 milhões pagáveis em cinco anos.
Palco de memoráveis vitórias, o Estádio da Montanha foi sepultado e seus dirigentes passaram a construir o então Estádio Estrelão na Protássio Alves, casa atual do 1º clube gaúcho a jogar no exterior.
Recordamos alguns feitos do estrelado na Colina:
5 x 1, 6 x 3, 4 x 2, , 3 x 1 no Grêmio FPA

Vista das arquibancadas no Cemitério João XXIII.

Atualmente o Cruzeiro participa da Segundona Gaúcha e Copa Governador do Estado, visando em breve recuperar o posto e prestigio que fizeram do clube gaúcho o 3º grande do Estado por muitos e muitos anos e não o clube dos Dezoito como é chamado pela imprensa gaúcha; pois enquanto existir um cruzeirense saberemos que alí pulsa uma paixão!!!

Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Cicero Alves Urbanski em 28 Jun 2008

Protegido: GREMIO ATLETICO 9. REGIMENTO - CAMPEAO GAUCHO DE 1935

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Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Dagoberto Willig em 14 Jun 2008

Jogos do E. C. INTERNACIONAL de Santa Maria RS.

Jogos do E. C. INTERNACIONAL de Santa Maria RS.

O Esporte Clube Internacional de Santa Maria, o colorado do interior gaúcho foi fundado em

16 de maio de 1928 e sua 1ª partida foi realizada em 19 de agosto do mesmo ano.

Ano Jogos Vitórias Empates Derrotas Gols Pró Gols Contra

1928 3 1 0 2 5 5

1929 4 0 0 4 4 14

1930 5 3 1 1 8 4

19.08.28 – Internacional x Militar = 0 x 2

30.09.28 – Internacional x Gaúcho = 1 x 2

25.11.28 - Internacional x União = 4 x 1 em Jacuí.

Os dois primeiros jogos foram em Santa Maria mesmo, e como não foi divulgado o autor do

1° gol no jogo do dia 30 de setembro foi o jogador Jango autor dos dois primeiros gols do co

loradinho Santamariense.

Equipe da 1ª vitória: João ; Nenê e Graxa; Gomes, Monte e Asbu; Gury, Gama, Jango,

Ribeiro e Tabica.

Gols : Jango 2, Monte o 3º e Ribeiro o último.

Esses os jogos no primeiro ano de vida do E.C. Internacional de Santa Maria – RS.

Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Dagoberto Willig em 05 Jun 2008

1954 – O mais extenso campeonato portoalegrense de foot-ball.

O campeonato portoalegrense de foot-ball do ano de 1954, foi o mais longo de toda a his

Tória do associativo gaúcho. Iniciado a 25 de julho de 1954, teve termino somente em fins

De janeiro de 1955, nele tomando parte seis clubes metropolitanos (Internacional, Grêmio,

Nacional, Renner, Força e Luz e Cruzeiro), um de São Leopoldo (Aimoré), um de Novo

Hamburgo (Floriano) e dois de Caxias do Sul (Flamengo e Juventude).

Eis o que foi o desenrolar do quilométrico certame oficial de foot=ball de 1954 da FRGF.

Fonte: Almanaque Esportivo do Rio Grande do Sul – Ano XIV – 1955 – Amaro Júnior

Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Michel McNish em 04 Jun 2008

Grêmio Esportivo Força e Luz

História do Clube
O clube foi oficialmente fundado por José Macedo Jardim, Álvaro Britto, Honorino Passos, Salvador Crozitti, Rosendo Rosa, Bruno Borde, Christph Walter Miller, Carlos De Lorenzi, Dr. Ernesto John Aldsworth, entre outros, funcionários da Carris e da CEERG, em 08.09.1921. Nestes primeiros tempos
seu campo localizava-se na rua da Glória. Logo, porém, o clube mudou-se para um campo na avenida Teresópolis. Com a unificação do futebol gaúcho, em 1923, o Força e Luz ingressou na 2ª divisão da APAD, ganhando o campeonato deste ano. No ano seguinte, disputou a Série A da 2ª Divisão, sendo vice no 1º quadro e campeão nos 2º e 3º quadros. Com o fim da 2ª Divisão da APAD em 1925, e o surgimento da APAF, o Força e Luz manteve-se fora das duas entidades, ausentando-se de competições oficiais por alguns anos. Em 1929 o Força e Luz arrendou a Chácara das Camélias, campo do Porto Alegre. No ano seguinte abandonou a APAD e ingressou na AMGEA, disputando a Série B e conseguindo o acesso para a temporada seguinte. Em 1931, além de disputar a Série A, o clube mudou-se para o campo da rua Arlindo. Em 1932, contando com onze filados, a AMGEA formou novamente duas séries, ficando o Força e Luz na Série B. Com a desistência dos demais participantes desta série, o Força e
Luz foi proclamado campeão, e classificou-se para disputar com o São José, último colocado da Série A, uma vaga no campeonato seguinte, mas perdeu a série de melhor de três partidas. Em 1934 o Força e Luz voltou a disputar o campeonato, com a extinção da Série B. Em 14.04.1935 inaugurou o Estádio da
Timbaúva, perdendo para o Internacional por 5x1. Na Timbaúva foi disputada a primeira partida de campeonato brasileiro (de seleções) no Rio Grande do Sul. Obrigado a mudar de nome, durante a década de 1940, chamou-se Rio Branco e Corinthians. No início de 1959 o clube fechou as portas do
departamento de futebol. Em 1972 voltou a jogar profissionalmente, disputando a 2ª divisão e a Copa Governador do Estado.
Alguns títulos
Campeão da 2ª divisão porto-alegrense em 1923 e 1932
campeão da Série A da 2ª divisão porto-alegrense (2º Quadro) em 1924
campeão da Série A da 2ª divisão porto-alegrense (3º Quadro) em 1924
campeão do Torneio Início em 1933
campeão porto-alegrense (2º Quadro) em 1934, 1935, 1936 e 1937
Inauguração da Timbaúva
Força e Luz 1x5 Internacional
Data: 14/04/1935
Juiz: Wlater Leal
Gols: Mancuso 19′ do 1º tempo; Negrito 5′, Prestes 17′, Tupan (pênalti) 28′,
Prestes 30′ e Andrade 37′ do 2º
FL: Lucindo; Armando e Álvaro (Miro); Elesbão, Gradim e Índio; Ferreira,
Negrito, Zanine, Dinga e Javel
IN: Penha; Poroto (Natal) e Risada; Garnisé, Andrade e Lewis; Marreco,
Tupan, Mancuso, Darci Encarnação e Prestes
OBS: A partida preliminar seria entre Grêmio e Cruzeiro, mas como este
último não compareceu, a disputa foi cancelada.

Blog História do Futebol & (RG DO SUL) & d1 AMISTOSOS NACIONAIS & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 03 Jun 2008

Protegido: AMISTOSOS NACIONAIS

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Blog História do Futebol & ESCUDOS & (RG DO SUL) & Artigos-Rodrigo Santana Rodrigo Santana em 01 Jun 2008

Protegido: CLUBES RS - PORTO ALVES

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Blog História do Futebol & ESCUDOS & (RG DO SUL) & Artigos-Rodrigo Santana Rodrigo Santana em 01 Jun 2008

Protegido: CLUBES RS - A.C. AVENIDA (AGUDOS-RS)

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Blog História do Futebol & (SANTA CATARINA) & (RG DO SUL) & (PARANÁ) Michel McNish em 30 Mai 2008

Copa Sul - SC, RS e PR projetam torneio para 2009

A Federação Paranaense de Futebol deverá se reunir nos próximos dias com os presidentes das federações de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul para apresentar o projeto de criação da Copa Sul, que envolveria cinco ou seis equipes de cada Estado a partir de janeiro de 2009.

Só as equipes que não entram na Copa Sul disputariam os estaduais.

Fonte: DC

Blog História do Futebol & (RG DO SUL) & Artigos-Michel McNish Michel McNish em 24 Mai 2008

Protegido: Final do Brasileirão 1996 – Grêmio 2x0 Portuguesa

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Blog História do Futebol & (RG DO SUL) & d AMISTOSOS INTERNACIONAIS & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 16 Mai 2008

Protegido: AMISTOSOS INTERNACIONAIS

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Blog História do Futebol & (RG DO SUL) Edu Cacella em 09 Mai 2008

Protegido: Times-base dos campeões gaúchos das décadas de 80 e 90

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Blog História do Futebol & (RG DO SUL) & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 07 Mai 2008

Protegido: Jogos que decidiram o vice-campeonato Gaúcho de 1983

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Blog História do Futebol & (RG DO SUL) & Artigos-Eduardo Cacella Edu Cacella em 18 Abr 2008

Protegido: Equipes campeãs gaúchas!!!!!

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